Conecte-se conosco

notícias

Imóveis compactos para locação atraem investidores em São Paulo

Queda da taxa básica de juros e facilidade em aprovar financiamento, puxam o bom momento do mercado imobiliário

Publicado

em

São Paulo, SP 11/2/2021 – Pensamos e planejamos o prédio como se fosse um sistema operacional que, a cada inovação, recebe um update.

Queda da taxa básica de juros e facilidade em aprovar financiamento, puxam o bom momento do mercado imobiliário

Em 2020, o mercado sofreu com os impactos da pandemia do Novo Coronavírus na economia e nos hábitos de consumo. Diferentemente de outros setores, o imobiliário até viveu meses de preocupação no segundo trimestre, mas terminou o ano com bons resultados.

Segundo os dados do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), na cidade de São Paulo, as vendas no acumulado de 12 meses até outubro, somaram 51,2 mil unidades, um número 13,2% maior que o ano de 2019 inteiro.

Com a taxa Selic em 2% e a maior facilidade de conseguir crédito imobiliário, as expectativas do mercado para 2021 são positivas.  

Neste cenário, os imóveis compactos são os investimentos da moda e as empresas começam a oferecer o produto nos moldes de um ‘ativo financeiro’, com gestão profissional de locação e administração das unidades. É uma forma de manter o investimento atual, sem abrir mão da baixa volatilidade e a estabilidade histórica do mercado de imóveis.

A Vitacon, incorporadora de São Paulo assumiu um posicionamento focado no público investidor. Começa 2021 com quatro lançamentos nos bairros da Vila Mariana, Moema, Brooklin e Jardins, e uma rentabilidade projetada entre 4.101,37/mês e 4.890,03/mês. 

Moradia com serviços e tecnologia embarcada 

Além de contar com uma boa localização, as incorporadoras entenderam que, para garantir a alta procura pelos imóveis dos investidores, precisam desenvolver projetos com inovação, tecnologia e serviços. “Pensamos e planejamos o prédio como se fosse um sistema operacional que, a cada inovação, recebe um update”, conta Stephanie Dornelles, gestora de Marketing da Vitacon.

A empresa precisou se adaptar rápido às mudanças de hábito causadas pela pandemia para oferecer áreas comuns adequadas às necessidades da moradia de hoje. “Para o mundo pós-pandemia, criamos espaços dedicados ao home office e recebimento de delivery de forma segura. Tudo para atender a um público que não quer mais passar anos pagando por um financiamento de imóvel, mas sim morar pelo tempo necessário no lugar mais conveniente, o que torna nossos empreendimentos grandes oportunidades de investimento. O mercado está muito aquecido e o nosso principal público são os investidores”, ressalta.

Os empreendimentos da Vitacon já são entregues com espaço de coworking, equipado com TV, impressora, cabo de rede, internet, salas de reunião e operação com parceiros em formato de pay-per-use. Os prédios inteiros e suas áreas comuns contam com infraestrutura preparada para receber serviços de aplicativos, como iFood, Singu, lavanderia operada pela OMO, ferramentas compartilhadas com a Leroy Merlin e bike sharing com a Lev.

Website: https://vitacon.com.br/

Continuar Lendo
Anúncio

notícias

Atrasos na liberação de carga em Guarulhos comprometem serviços e lotam terminais, alerta SINDASP

Motivados pelo fechamento de fronteiras, os dois maiores aeroportos cargueiros do Brasil, Viracopos e Guarulhos registraram aumentos significativos neste início de 2021

Publicado

em

Campinas (SP) 8/3/2021 –

Motivados pelo fechamento de fronteiras, os dois maiores aeroportos cargueiros do Brasil, Viracopos e Guarulhos registraram aumentos significativos neste início de 2021

Um dos termômetros da movimentação no país, Viracopos registrou em janeiro alta na importação, atingindo 36,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, com um total de 10,9 mil toneladas. Já a exportação avançou 63,9% no mês de janeiro em relação ao mesmo mês de 2020 – antes mesmo da pandemia, com um total de 5,8 mil toneladas de carga.

Embora Guarulhos não tenha divulgado seus números, de acordo com o SINDASP – Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo – entidade que representa a categoria responsável por cerca de 95% das operações de comércio exterior brasileiro – os atrasos estão em níveis intoleráveis no terminal. “Estamos monitorando todos os tempos e chegamos em um momento de prazos inadmissíveis para quem opta pelo modal aéreo e, por isso mesmo, quer agilidade para retirar sua carga”, revela Marcos Farneze, presidente do SINDASP.

A assessoria de imprensa do aeroporto de Guarulhos explicou ao Portal LogNews que o fenômeno de crescimento “súbito e inesperado” da carga, ocorrido em fevereiro, é atribuído ao fechamento de fronteiras em todo o mundo por conta da pandemia. Segundo a assessoria, o fluxo de pessoas está limitado e para a carga aérea não há nenhuma restrição. Por isso, essa migração desse transporte de mercadorias, informou a assessoria, dando como exemplo a relação atual desse fluxo com os EUA.

Além disso, a assessoria informou ainda que ocorreram dois voos cargueiros, para o setor automotivo, realizados em um avião de passageiro, motivado pela pandemia e o fechamento de fronteiras – que resultou na queda da oferta de voos e, por consequência, na diminuição na capacidade de transportar carga na “barriga” de jatos de passageiros. Foram duas grandes operações, pela Cia. Aérea holandesa “TUI”, com peças automotivas, utilizando o Boeing 787 no transportando de autopeças.

A GRU Airport – Concessionária que administra o Aeroporto – divulgou medidas emergenciais, que, todavia, ainda não surtiram o efeito desejado. “Nada mudou. Esse atraso já causa impactos chegando, inclusive, ao ponto de não localizarem cargas nos Terminais”, finaliza Farneze.

O SINDASP divulgou alguns problemas identificados, desde a chegada até a entrega da carga, sendo que os principais são:

Armazém de exportação
• Atraso no agendamento de recebimento das cargas;
• Atraso na entrega das cargas para as Cias. Aéreas;
• Cargas não localizadas no armazém de exportação;

Armazém de importação
• Atracação – atrasos de mais de 24 horas, sem considerar finais de semana;
• Atrasos nas informações do Mantra, de presença de cargas e outros do gênero;
• Problemas nas armazenagens – demora de até 5 horas para o cálculo de armazenagens;
• Cargas não localizadas no armazém de importação;
• Falta horário para agendamento no sistema CMS;
• Atraso na entrega e liberação das cargas agendadas, média de 12 horas,

Website: http://www.sindaspcg.org.br

Continuar Lendo

notícias

Concessões de ferrovias contribuirão para baratear custos

Publicado

em

Governo Federal
O Governo Federal quer tornar as ferrovias uma alternativa logística com maior potencial para o escoamento da produção brasileira. - Foto: PPI

Em 2021, o Governo Federal planeja conceder mais de 50 ativos à iniciativa privada, por meio de concessões, privatizações e renovações, em todos os modais. Isso inclui aeroportos, portos, rodovias e ferrovias. Um dos focos do Ministério da Infraestrutura neste ano é o setor ferroviário.

Um destaque será a concessão do primeiro trecho da Ferrovia Oeste-Leste, conhecida como FIOL. Outro, a Ferrogrão, projeto que prevê a construção de uma ferrovia ligando a produção do norte do Mato Grosso aos portos de Miritituba, no Pará.

O Governo Federal quer tornar as ferrovias uma alternativa logística com maior potencial para o escoamento da produção brasileira. E para ampliar a malha ferroviária, a aposta será na participação da iniciativa privada, por meio do PPI, o Programa de Parcerias de Investimentos.

Segundo o Ministério da Infraestrutura, atualmente, o modo ferroviário corresponde a 15% da matriz de transporte brasileira. O objetivo é chegar a 30% nos próximos 10 anos. Ou seja, duplicar a malha ferroviária no país. E, com isso, reduzir o custo do transporte e melhorar a eficiência logística do nosso agronegócio, que hoje depende basicamente do modal rodoviário. A ideia, em médio e longo prazo, é conectar as ferrovias aos portos brasileiros.

Ferrovia Oeste-Leste

Neste ano, o destaque será a concessão do primeiro trecho da Ferrovia Oeste-Leste, conhecida como FIOL, que ligará o minério de Caetité, na Bahia, ao Porto de Ilhéus. O leilão está marcado para o dia 8 de abril.

“Essa ferrovia vai transportar carga agrícola e também carga de minério. Essas são as principais cargas ali da região. É uma ferrovia de 570 quilômetros”, explicou a secretária Nacional de Fomento, Planejamento e Parcerias, do Ministério da Infraestrutura, Natália Marcassa.

“O leilão já está marcado. Vai ser dia 8 de abril, onde a gente tem a previsão de pelo menos R$ 3,5 bilhões de investimentos nessa malha para que ela se torne totalmente viável. Hoje, ela já tem mais ou menos 70% pronta e, com o leilão, ela vai ficar totalmente pronta pra gente conseguir transportar toda essa carga”, acrescentou a secretária.

Ferrogrão

Outro foco do Governo Federal em 2021 será a Ferrogrão, projeto que prevê a construção de uma ferrovia ligando a produção do norte do Mato Grosso aos portos de Miritituba, no Pará. A Ferrogrão deve contar com quase mil quilômetros de extensão cruzando os estados do Mato Grosso e Pará. E terá um papel estruturante para o escoamento da produção de milho e soja da região de Sinop (MT).

“Temos hoje uma previsão pra chegar, daqui mais ou menos dez anos, em mais de 40 milhões de toneladas sendo escoadas por ali, pelo eixo norte”, explicou a secretária Natália Marcassa.

Na Ferrogrão, está previsto R$ 20 bilhões em investimentos e mais R$ 60 bilhões de recursos para operação, que são os vagões e toda a parte necessária para operar a ferrovia. “É um projeto de 60 anos. Então, é o nosso maior projeto aqui no Ministério da Infraestrutura”, afirmou Natália Marcassa.

Malha ferroviária MRS

Além das novas concessões, o Governo Federal prevê, em 2021, renovar, por mais 30 anos, o contrato com a concessionária de ferrovias MRS, que atua na região Sudeste. Segundo a secretária, a concessionária é responsável por uma das ferrovias do país com maior produtividade e liga três estados importantes, que são Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

“É uma ferrovia que está ali no nosso coração produtivo. Ela está muito focada em transporte da região de minério de ferro, ali de Minas Gerais, mas ela também tem uma importância em carga geral que trafega em São Paulo e que trafega no Rio de Janeiro. Nessa malha estão previstos mais ou menos R$ 14 bilhões de investimento”, finalizou a secretária do Ministério da Infraestrutura.

 

Por | gov.com.br

Continuar Lendo

notícias

Zema anuncia investimento no valor de R$ 25 bi com instalação de fábrica de veículos elétricos na RMBH

Publicado

em

Governo de Minas

O governador Romeu Zema assinou, nesta sexta-feira (5/3), protocolo de intenção entre o Estado e a Bravo Motor Company para implantação de uma fábrica de veículos elétricos e packs de baterias na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A empresa faz parte do grupo que desenvolveu o primeiro carro elétrico da América Latina. O investimento estimado para a fase 1 do projeto, chamada de Projeto Colosso 1, é de R$ 25 bilhões.

Novas fases de investimento estão previstas para outras regiões de Minas, com produção de baterias de lítio, e devem ser tema de futuros protocolos com a empresa.

Zema comemorou a iniciativa e ressaltou que ela deve gerar bons frutos para os mineiros a longo prazo.

“É um empreendimento que abre um cenário muito positivo para o futuro. Sabemos que, nas próximas décadas, a indústria automobilística deverá se reinventar totalmente, passando do tipo de motorização atual para motores elétricos. Vamos começar esse processo em Minas Gerais e no Brasil. Faremos tudo para que essas raízes fiquem muito consistentes e, independentemente de quem estiver aqui, que isso prospere o máximo possível. É um momento único, na minha gestão, receber algo tão inovador e que possa gerar tanta mudança positiva nesse estado que amamos tanto”, disse o governador.

Potencial

O CEO da Bravo Motor Company Brasil, Eduardo Javier Muñoz, disse que o potencial de Minas Gerais levou a empresa a concentrar aqui suas operações no Brasil.

“Industrialmente, nossa estratégia inicial era abrir três fábricas no Brasil. Uma em Minas, outra no Sul e outra no Norte. Em dezembro, na primeira visita aqui, entendi rapidamente que teríamos que fazer um esforço muito grande e que deveríamos nos concentrar em Minas Gerais. É muito importante entender que estamos vindo para Minas Gerais para trazer a indústria 4.0, a eficiência e a transparência aumentadas. Eficiência aumentada do ponto de vista da tecnologia empreendedora, e transparência aumentada do ponto de vista da implantação e integração dessa tecnologia e serviços com a população”, explicou.

O secretário de Estado adjunto de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, destacou o crescimento da economia mineira.

“Minas deu um grande avanço como uma economia cada vez mais sólida, diversificada, sustentável e promissora com as tendências do mercado global. Esse investimento é fruto do reconhecimento das diversas potencialidades que o estado tem. Começo falando do potencial tecnológico e um expressivo ecossistema de inovação”, lembrou.

O projeto

A estimativa é a de que a fábrica de veículos elétricos e packs de baterias comece a ser implantada em junho de 2021 na Região Metropolitana de Belo Horizonte e inicie a operação em 2023. A produção estimada para 2024 é de 22.790 unidades de veículos e 43.750 de unidades de packs de baterias. O investimento total de R$ 25 bilhões deve ser realizado até o final de 2029 e a previsão é que sejam gerados 13.813 empregos diretos e indiretos.

Durante a agenda nesta sexta-feira, também foi assinado protocolo de cooperação entre a Bravo e a Agência Brasileira de Promoções de Exportações e Investimentos (Apex), para apoio às ações.

O gerente de investimento da Apex, Roberto Escoto, destacou a importância do trabalho em conjunto para atrair bons investimentos ao estado.

“O Indi tem uma equipe extremamente profissional e proativa, e nós temos trabalhado em parceria intensamente. Minas tem sido uma referência para os outros estados. A Apex entende que a atração de investimentos estrangeiros é muito mais efetiva quando temos este nível de integração que nós atingimos com o estado de Minas Gerais. Não há dúvida que este investimento é inovador, vai gerar uma grande quantidade de empregos qualificados e transferir tecnologia para todo o país”, afirmou.

Economia verde

Além da geração de empregos e benefícios econômicos, a implantação da nova fábrica vai gerar ganhos significativos ao meio ambiente, já que o carro elétrico é mais sustentável e menos poluente.

Além disso, os veículos elétricos tendem a ser mais silenciosos e eficientes, ter menor custo de abastecimento e menor custo tributário e de manutenção.

O diretor de atração de investimentos do Indi (Instituto Integrado de Desenvolvimento Econômico), Ronaldo Alexandre Barquette, avalia que o projeto deve ser exemplo para todo o país.

“A implantação deste projeto eleva Minas Gerais a um novo patamar de desenvolvimento de tecnologias disruptivas e sustentáveis ainda não visto no Brasil, voltadas à mobilidade elétrica, com o desenvolvimento e produção de veículos elétricos e seus componentes. Reflete a importância de Minas nos mais variados setores da economia e sua busca constante para se manter na vanguarda de tecnologias que facilitem e melhorem a vida das pessoas”, afirmou.

A empresa

A empresa ArqBravo Group começou a operar em 2008 na Argentina. Em 2019, criou a primeira comunidade de energia de vanguarda para produção de baterias, tetos solares e veículos, na Califórnia. No Brasil, produz atualmente projetos de mobilidade elétrica no Pará, com frota de 1,1 mil veículos elétricos em Belém. Em 2021, o grupo abriu CNPJ em Minas sob a razão Bravo Motor Company Brasil.

Cluster Industrial

Cluster Industrial é um conjunto de empresas dedicado à inovação aplicada nas áreas de mobilidade urbana e energia, onde serão fabricadas baterias de lítio de alta densidade energética, veículos de mobilidade urbana (pessoas e mercadorias), sistemas de armazenamento de energia, nodos de comunicação para satélites, sistemas de cargas por indução, robôs para uso em logística e combate a incêndios, sistemas de motorização elétrica para mobilidade de pessoas com deficiência motora e sistemas de transporte público.

Investimentos em Minas

Até fevereiro de 2021, Minas fechou mais de R$ 95 bilhões em investimentos via Indi, além do protocolo firmado nesta sexta-feira. Somente os R$ 25 bilhões assinados pela Bravo é quase equivalente a todo o investimento atraído entre 2015 e 2018, que foi no total de R$ 28,2 bilhões.

 

Por | Agência Minas

Continuar Lendo

Em Alta

...