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Implantação de coletores incentiva logística reversa de eletroeletrônicos

Sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron. Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto aos eletroeletrônicos

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Santo André, SP 9/4/2021 – Esta parceria também se estende aos trabalhos desenvolvidos pela plataforma de sustentabilidade Coop faz Bem

Sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron. Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto aos eletroeletrônicos

Anualmente, milhões de toneladas de equipamentos eletroeletrônicos e pilhas são descartadas incorretamente no meio ambiente e, só no Brasil, estima-se que sejam geradas mais de 2 milhões de toneladas de lixo eletrônico.

Como forma de contribuir para a preservação do planeta e diminuir a poluição ambiental, a Coop (rede de varejo colaborativo), por meio do SESMTMA (área de segurança, medicina do trabalho e meio ambiente, responsável pelo gerenciamento de resíduos em toda a organização), firmou parceria com a Green Eletron, maior gestora brasileira sem fins lucrativos para a logística reversa de eletroeletrônicos e pilhas de uso doméstico que não têm mais utilidade.

“Esta parceria também se estende aos trabalhos desenvolvidos pela plataforma de sustentabilidade Coop faz Bem, no pilar Pro Planeta, e atende ao acordo da APAS de política de saúde e segurança ocupacional – Cetesb e lei 12.305 Política Nacional de Resíduos Sólidos”, explica Adalberto Correia dos Santos Júnior, responsável pelo SESMTMA da Coop.

Até o momento, sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron: Diadema (Avenida Sete de Setembro, 200 – Conceição); Mauá (Avenida Barão de Mauá, 1389 – Centro); Santo André (Avenida Industrial, 2001 – Bairro Campestre); Piracicaba (Avenida Professor Alberto Vollet Sachs, 2030 – Morumbi); São José dos Campos (Avenida Dr. João Batista de Souza Soares, 2185 – Jardim Morumbi); Sorocaba (Avenida Itavuvu, 3799 – Itavuvu) e Tatuí (Rua XI de Agosto, 3045). Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto de secadores, celulares, furadeiras, fones de ouvidos, pilhas sem uso, dentre outros equipamentos.

Por segurança, os coletores Green Eletron foram projetados para evitar furtos e o contato do consumidor com os resíduos, e seus reservatórios mantidos trancados dentro das lojas. Ao atingir a capacidade máxima de armazenamento, os coletores são abertos e os resíduos depositados são retirados pela Green Eletron, a qual se encarregará de enviar para as empresas parceiras darem o destino adequado de todo o material descartado.

Sobre a Green Eletron: entidade gestora para a logística reversa de produtos eletroeletrônicos e pilhas, fundada em 2016 pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). A Green Eletron criou um sistema coletivo para gerenciar toda a logística reversa de suas associadas, o qual envolve desde a coleta até o envio de aparelhos eletroeletrônicos e pilhas para recicladoras, responsáveis por transformar estes produtos em matéria-prima para a fabricação de novos produtos pela indústria. Hoje, a Green Eletron conta com dezenas de empresas associadas, fabricantes ou importadoras de eletroeletrônicos e pilhas.

Sobre a Coop: possui mais de 895 mil cooperados ativos, cerca de 6 mil colaboradores diretos e 99 unidades de varejo, divididas em 31 lojas de supermercados, sendo 23 no Grande ABC, uma em Piracicaba, três em São José dos Campos, duas em Sorocaba e duas em Tatuí, três postos de combustíveis e 65 drogarias. Por ser uma cooperativa, seu principal objetivo é oferecer os melhores serviços a preços justos, além de reverter benefícios a seus cooperados e à comunidade.

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Procura por terrenos em condomínios fechados e loteamentos tem alta de 40% na região de Cuiabá

Demanda regional reforça levantamento que aponta 14,25 milhões de brasileiros propensos a comprar um imóvel nos próximos 24 meses

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Campinas (SP) 14/5/2021 –

Demanda regional reforça levantamento que aponta 14,25 milhões de brasileiros propensos a comprar um imóvel nos próximos 24 meses

Ao contrário da economia nacional, bastante afetada pela retração de vendas com a pandemia, o mercado imobiliário vive um momento de forte demanda. Pesquisa realizada pela Datastore, empresa especializada em pesquisas de demanda no setor, e divulgada nesta semana, revela que 28,08% das famílias brasileiras com renda superior a 1,5 mil/mês, até as altas rendas, têm a intenção de comprar imóveis nos próximos 24 meses. Isso corresponde a mais de 14,25 milhões de famílias, o quinto recorde sucessivo de maior demanda do século.

Na região de Cuiabá o cenário atual reforça o resultado da pesquisa, com um forte aumento por procura e negócios fechados nos últimos quatro meses. Um exemplo desse cenário é a Nova Cipasa, uma das maiores desenvolvedoras de loteamentos e condomínios no Brasil. Nos últimos 30 dias, a empresa registrou um aumento de 40% nas visitações ao estande de vendas no empreendimento O Verana Várzea Grande.

O aumento registrado tanto pela busca de informações como vendas realizadas está diretamente atrelado à nova tendência do mercado brasileiro pós-pandemia. Preocupadas com a saúde e buscando refúgios em locais maiores e arejados, as famílias buscam por moradias mais espaçosas – com áreas para lazer e home office – e localizadas em regiões com muito verde e distanciamento de áreas urbanas adensadas.

“Verificamos que os cuiabanos seguem a mesma tendência do público nacional, procurando condomínios fechados, distante do centro urbano, mas com fácil e rápido deslocamento para o local de trabalho ou de outros compromissos, ganhando assim em qualidade de vida”, explica Marcelo Scalise, Diretor Comercial da Nova Cipasa. O Verana Várzea Grande, ressalta Marcelo, busca reunir todas estas qualidades procuradas pelo novo cliente e está a menos de dez minutos do Centro de Cuiabá.

Economia local
A alta procura por terrenos em loteamentos e condomínios traz um outro aspecto positivo para a região: o movimento da economia local e regional. Por conta da alta demanda, a empresa contratou 30 funcionários, dobrou a equipe de funcionários no plantão e está firmando novas parcerias com imobiliárias, o que representa mais empregos diretos e indiretos.

Rogério Riquelme, Diretor-Executivo da Nova Cipasa, conta que isso é um fator importante em um momento de grande dificuldade e desemprego no Brasil. “Com a demanda aquecida, já estamos movimentando o setor imobiliário, trazendo novas perspectivas e renda para imobiliárias e corretores. Isso vai se estender nos próximos meses para a economia toda, desde lojas de materiais de construção, mão de obra especializada (engenheiros, pedreiros, arquitetos), além de girar outros negócios comerciais no entorno do empreendimento e na região”, acrescenta.

Rogério Riquelme, Diretor-Executivo da Nova Cipasa, no cargo desde o final do ano passado com a troca de investidores e gestores, explica que a empresa passou por um momento de transição com a chegada de novos investidores e gestores. “Tivemos uma mudança significativa de cultura e de toda a estrutura, e hoje temos como meta voltarmos a ser vistos como uma das maiores e mais admiradas loteadoras do Brasil”, explica.

Dentre as mudanças realizadas, destaca o Diretor-Executivo, estão a transparência e aproximação com os clientes. “Tínhamos mais de 1000 chamados não atendidos de reclamações e hoje solucionamos todos”, afirma. “Reforçamos nossa equipe para sermos, novamente, uma referência junto aos clientes.”

Esta estratégia vem surtindo resultados positivos em curto espaço de tempo, conforme mostra o volume de vendas da Cipasa, com crescimento de sete vezes em relação a 2018 e 2019, e recordes mensais de negócios fechados. “Com produtos e cuidado ao cliente, conseguimos gerar resultados a curto prazo”, completa o Diretor-Executivo.

O Verana Várzea Grande está em ritmo acelerado de obras para que seja entregue aos proprietários em agosto. Atualmente, são três frentes de trabalho, sendo que uma delas será entregue na próxima semana, dia 22, com a inauguração da portaria 24h.

O empreendimento está localizado no município de Várzea Grande, próximo de diversos serviços e de completa infraestrutura. O empreendimento desenvolvido para o público das classes A e B conta com 464 terrenos residenciais, a partir de 250m², e quatro lotes comerciais, ocupando uma área total de quase 263 mil metros quadrados.

Os futuros moradores vão encontrar um complexo com completa segurança (portaria e controle de acesso) e uma área de lazer com mais de 14 mil m², composto de clube com piscinas para adulto e infantil, playground, fitness, equipamentos de ginástica e alongamentos, quadras, campo de futebol society e quadras poliesportiva de vôlei de areia, redário, espaço gourmet com churrasqueira e praças de convivência.

O projeto urbanístico também foi pensando dentro da nova realidade do mercado, imposta pela pandemia, onde os grandes espaços verdes tendem a se transformar em nova tendência no mercado imobiliário. As praças dentro do empreendimento priorizam a qualidade de vida, bem-estar, conforto e contato com a natureza.

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Lucio lança mais de R$ 1 bilhão em VGV para projetos em 2021

Empresa completa 40 anos de atuação com boas perspectivas em meio ao cenário desafiador da pandemia

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São Paulo 14/5/2021 – Apesar do cenário imposto pela pandemia, acreditamos no sucesso das operações, na força do mercado e agregamos as lições aprendidas aos nossos empreendimentos

Empresa completa 40 anos de atuação com boas perspectivas em meio ao cenário desafiador da pandemia

A incorporadora Lucio completa 40 anos de atuação em 2021 e mira alto nos negócios do ano, com perspectiva de mais de R$ 1 bilhão em projetos residenciais a serem lançados no período. Apoiada nos pilares de properties, incorporação residencial de altíssimo padrão e parcerias, a empresa também prevê a entrega de oito novos empreendimentos comerciais até 2025, ampliando a área bruta locável (ABL) própria em 62,5%, com um salto de 40 para 65 mil metros quadrados.

Outro destaque é o residencial ‘Casa Brasileira’, previsto para ser entregue em junho, em um dos metros quadrados mais valorizados de São Paulo, próximo a Faria Lima. O projeto tem Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 500 milhões e preço por metro quadrado acima dos R$ 40 mil. Com design moderno e peças assinadas por Jader Almeida, um dos designers brasileiros mais reconhecidos dentro e fora do Brasil, os apartamentos serão lançados 100% prontos para morar – um formato inovador de vendas no mercado imobiliário.

Na área de propriedades comerciais, apesar do cenário desafiador gerado pela pandemia da Covid-19, a Lucio segue otimista com o mercado e aposta no potencial de crescimento da demanda por escritórios de alto padrão, nos próximos anos. “O aprendizado do sistema home office vai se perpetuar na utilização da tecnologia e até jornadas híbridas, mas a genialidade do trabalho, em qualquer área, depende muito da relação presencial com as lideranças e a força das ações em equipe”, analisa Lucio Junior, CEO da Lucio.

Outro legado da pandemia que se reflete nos novos projetos é o investimento em áreas com maior ventilação natural e entrada de luz nos ambientes, espaços de convivência abertos, escadas mais amplas e mais elevadores. É o caso do edifício Dynamic Faria Lima. Entregue no início de 2021, o comercial se destaca pelo rooftop descoberto, como alternativa para receber clientes e marcar reuniões presenciais com segurança. O terraço a céu aberto ainda dá direito a uma vista privilegiada da cidade. O prédio conta também com varandas amplas, acesso independente de veículos, possibilidade de acessos separados para usos distintos na mesma torre, pés-direitos generosos e um paisagismo que prioriza o caminhar fluido e espaçoso para o pedestre.

Outro fator determinante para a resistência da atuação da empresa em meio à crise é a aposta em localizações consolidadas. Erguidos em bairros estratégicos, os empreendimentos da Lucio apresentam vacância quase nula. “A média de 3% de imóveis vagos segue igual mesmo durante a pandemia. Temos mais filas de espera do que desistências”, conta Lucio.

Entre os oito projetos no pipeline da Lucio, quatro estão na Faria Lima, três na região de Pinheiros, e um na Vila Olímpia. No portfólio, a empresa apresenta edifícios que se tornaram ícones da paisagem paulistana, como o Infinity Tower, que abriga as sedes do Facebook, Apple, Credit Suisse, Goldman Sachs e ABN.

A empresa também traz sua contribuição para empreendimentos de interesse social em parceria com a Riva, braço da Direcional para construção no média renda. Alguns desses empreendimentos serão compostos por unidades residenciais, lajes corporativas, lojas e outros atributos que permitem as pessoas morarem e trabalharem próximo de casa.

“A inovação e a resiliência estão em nosso DNA. Apesar do cenário imposto pela pandemia, acreditamos no sucesso das operações, na força do mercado e agregamos as lições aprendidas aos nossos empreendimentos. O mercado imobiliário e a Lucio sairão mais fortes após esse processo enfrentado pelo mundo e, em um cenário pós-vacina, a tendência é surgir uma demanda reprimida que deve estimular ainda mais os negócios”, finaliza Lucio.

Website: https://lucio.com.br/

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Parceria entre hospitais e empresas de reprocessamento ajuda o meio ambiente

Por causa do reprocessamento de materiais para a saúde, toneladas de resíduos hospitalares não são despejados nos aterros sanitários. Uma parceria entre uma empresa de reprocessamento como a Bioxxi e hospitais pode ser fator importante para beneficiar o meio ambiente.

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Rio de Janeiro, RJ. 14/5/2021 –

Por causa do reprocessamento de materiais para a saúde, toneladas de resíduos hospitalares não são despejados nos aterros sanitários. Uma parceria entre uma empresa de reprocessamento como a Bioxxi e hospitais pode ser fator importante para beneficiar o meio ambiente.

As práticas sustentáveis estão se tornando cada vez mais utilizadas em todos os setores da economia. Em virtude dessa tendência, o setor saúde encontrou sinergia entre economia de custos e sustentabilidade.

De acordo com dados da AMDR, os hospitais nos Estados Unidos geram cerca de 7.000 toneladas de resíduos por dia, ou mais de 2,3 milhões de toneladas por ano. Ao tomar decisões de compra mais inteligentes, reciclar e reutilizar, os hospitais podem economizar dinheiro e, ao mesmo tempo, evitar que toneladas de resíduos sejam despejados em aterros sanitários.

“O hospital só consegue diminuir custos e ajudar o meio ambiente se fizer parceria com uma empresa de reprocessamento, pois os artigos médicos que mais geram impacto nos custos e no meio ambiente são os de polímero (termossensíveis)”, afirma Rose Macário.

Um ponto muito importante é que os materiais de polímero não podem ser esterilizados em alta temperatura, apenas em baixa temperatura. Em baixa temperatura é necessário utilizar óxido de etileno como agente esterilizante.

A Portaria Interministerial nº 482, de 16 de abril de 1999, exige uma série de requisitos para a esterilização por óxido de etileno. Por isso os hospitais precisam firmar parceria com empresas reprocessadoras como, por exemplo, a Bioxxi Esterilização.

A Rose Macário, responsável pelos assuntos regulatórios da Bioxxi, afirma quea Bioxxi facilita o trabalho do hospital, isso porque a Bioxxi é responsável pela coleta do produto pré-lavado, transporte, limpeza, desinfecção, secagem, embalagem, selagem, esterilização, controle de qualidade e devolve ao hospital em menos de 24h. A Bioxxi reprocessa cerca de 136 toneladas de materiais médico-hospitalares por ano. Estes produtos em muitos casos são descartados nos aterros sanitários”.

A Association of Medical Device Reprocessors estima que: “o mercado mundial de dispositivos médicos reprocessados ​​deve triplicar para US$ 5 bilhões até 2022, à medida que as unidades de saúde procuram cortar custos e reduzir o desperdício médico”.

É importante ressaltar que o objetivo principal do reprocessamento é permitir o reúso dos produtos para saúde com qualidade e segurança. Por isso, os órgãos regulamentadores como a Anvisa, no Brasil, e o FDA (Food and Drug Administration), nos Estados Unidos, criaram uma rigorosa legislação, com regras específicas sobre os métodos, processos e quais artigos médico-hospitalares podem ser reprocessados e quais são proibidos. As empresas de reprocessamento como a Bioxxi precisam de autorização e seguir rigorosamente a legislação da Vigilância Sanitária.

Website: https://bioxxi.com.br/

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