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Investimentos em startups devem crescer ainda mais em 2021

Para ser considerada startup a empresa deve declarar em seu ato constitutivo o uso de modelos inovadores, ter receita bruta de até R$16 milhões no ano anterior e ter até 10 anos de inscrição no CNPJ.

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Curitiba – PR 16/3/2021 – osso grupo é jovem e pretendemos expandir nossas áreas de atuação. As startups aliam inovação com oportunidades e estamos dispostos a investir nelas.

Para ser considerada startup a empresa deve declarar em seu ato constitutivo o uso de modelos inovadores, ter receita bruta de até R$16 milhões no ano anterior e ter até 10 anos de inscrição no CNPJ.

Mesmo com a pandemia o mercado se mostra otimista para o crescimento das startups, a previsão de crescimento é de 10% segundo pesquisa realizada pela Advance. O covid-19 trouxe grandes mudanças nas empresas e a maior percepção foi a necessidade do investimento em tecnologia e novas soluções.

Para que se tenha ideia, o volume de investimento em startups no país só no mês de janeiro foi de US$ 630 milhões, representando 18% do total investido em 2020 inteiro, de acordo com o estudo da Inside Venture Capital Brasil.

Outro fator que deve ajudar é que no final de fevereiro, dia 24, foi aprovado pelo Senado o Marco Legal das Startups que enquadra como startups empresas e sociedades cooperativas com atuação na área de inovação.

O Projeto de Lei Complementar 146/19 passou por alterações e seu texto estimula a criação de empresas de inovação dando incentivo às mesmas. Para ser considerada startup a empresa deve declarar em seu ato constitutivo o uso de modelos inovadores, ter receita bruta de até R$16 milhões no ano anterior e ter até 10 anos de inscrição no CNPJ. O aporte de capital das startups pode ser feito por pessoa física ou jurídica.

 

Novos investidores

Grupos empresariais consolidados em outras áreas de atuação estão vendo nas startups excelentes oportunidades. É o caso do Grupo Interalli que já atua no setor de infraestrutura – operando na área portuária um terminal de grãos e outro de líquidos, na cidade de Paranaguá, – e na geração de energia renovável, com usinas fotovoltaicas e pequenas centrais hidrelétricas.

De acordo com o diretor do Grupo Interalli, Fabricio Slavieiro Fumagalli, a busca por diversificação fez com que o grupo ampliasse sua área de atuação nos últimos anos, realizando investimentos também em properties, revenda de veículos e produção agropecuária.

“Agora, a bola da vez é a Alli Capital, estrutura de investimentos criada no final de 2020 para apoiar companhias em estágio inicial. Nosso grupo é jovem e pretendemos expandir nossas áreas de atuação. As startups aliam inovação com oportunidades e estamos dispostos a investir nelas. Estamos otimistas para esse ano”, completa Fumagalli.

Início das operações

A primeira investida da Alli Capital é a startup Transfeera, uma plataforma open banking de gestão e processamento de pagamentos e validação de identidades e transações financeiras através de algoritmos.

Outra aposta mais recente da Alli é na foodtech paulista The New Butchers, companhia que atua na produção de diversos tipos de proteínas a base de plantas, sem qualquer utilização de soja, transgênicos ou outros aditivos – tendência para atender pessoas que não comem carne ou querem reduzir o consumo de proteína animal.

A startup já possui em seu portfólio diversos produtos, como o hambúrguer de carne e frango, filé de frango e as inovadoras proteínas de peixe, como o salmão e a recém lançada proteína de bacalhau. A Alli se junta na empreitada com outros grandes investidores do setor de inovação, como Paulo Veras e Ariel Lambrecht, fundadores da 99 (primeiro unicórnio brasileiro), Marília Rocca, fundadora da Mãe Terra, empresa de produtos saudáveis vendida em 2017 para a Unilever, Thiago Dalvi, fundador da curitibana Olist e Caio Malufe, especialista em plant based.  Com o aporte, a startup espera crescer ainda mais seus canais de venda no Brasil e fazer frente no mercado externo com as americanas Impossible Foods e Beyond Meat.

“A Alli Capital pretende apoiar empreendedores e negócios em estágio inicial tanto com recursos financeiros quanto com relacionamentos que o Grupo Interalli possui em suas diferentes áreas de atuação”, explica o cofundador da empresa Plauto Neto.

Website: https://alli.capital/

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Intelsat abre três novos Centros de Suporte a Clientes no Brasil, África do Sul e Índia

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

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9/4/2021 –

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

A Intelsat, operadora da maior rede integrada terrestre e por satélite do mundo, está expandindo sua capacidade de suporte ao cliente com a abertura de três novos Centros de Operações aos Clientes no Rio de Janeiro (Brasil), em Joanesburgo (África do Sul) e em Chennai (Índia).

Os centros são um componente-chave da experiência ao cliente Intelsat, 24 horas por dia, 7 dias por semana, fornecendo solução de problemas no idioma local, ativações de serviço, monitoramento e todo tipo de suporte em diferentes fusos horários e idiomas, incluindo português, inglês, francês e espanhol.

Todos os três centros já estão em operação, com funcionários trabalhando remotamente por causa das precauções de segurança para evitar a COVID-19. E todos foram concebidos tendo como base os Centros de Suporte ao Cliente da Intelsat existentes em Ellenwood, na Geórgia e McLean, na Virginia.

A Intelsat contratou 10 funcionários para o centro sediado no Rio de Janeiro e planeja contratar especialistas adicionais no segundo semestre de 2021. Os técnicos da equipe são fluentes em português e espanhol para ajudar a atender às centenas de clientes da Intelsat em toda a América Latina. A Intelsat também planeja incluir mais especialistas às equipes de Joanesburgo e Chennai até o fim do ano.

“Ser capaz de fornecer esse tipo de suporte aos nossos clientes, em sua própria região e idioma, é uma grande mudança. Nossa equipe sabe exatamente como resolver qualquer problema para que nossos clientes não tenham preocupação alguma”, explica Felippe Paiva, especialista sênior em atendimento ao cliente na Intelsat Brasil.

Paiva e outros especialistas do Centro de Operações aos Clientes irão ajudar a:

– Resolver quaisquer problemas técnicos ou de serviço;
– Monitorar sinais e níveis de serviço;
– Realizar consultas sobre novos serviços e soluções;
– Ativar e configurar novos serviços e terminais.
– “Estamos expandindo nossa infraestrutura de suporte para potencializar o futuro de nossos clientes,” diz Mike DeMarco, Chief Services Officer da Intelsat. “Nossas equipes regionais falam a língua local, entendem a cultura, as prioridades, as equipes e as plataformas de serviço dos nossos clientes.”

DeMarco completa, “A excelente equipe de operações de experiência ao cliente da Intelsat fornece uma camada adicional de suporte técnico aos nossos clientes, com um time dedicado para garantir não só o atendimento como a superação de suas expectativas. É a experiência completa da Intelsat – nossa rede, nosso pessoal e nosso suporte ao cliente – que nos torna os melhores nesse mercado.”

Além de suporte presencial ao vivo, a Intelsat também oferece a conveniência de várias ferramentas digitais de autoatendimento para simplificar a experiência de serviço de seus clientes. “Para saber mais sobre o suporte ao cliente Intelsat, basta acessar: www.intelsat.com/about-us/customer-experience/.

Website: https://www.intelsat.com/pt-br/

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Expectativa de vida aumenta e demanda urgência nas reservas financeiras

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

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9/4/2021 –

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

Dados publicados pelo IBGE indicam que a esperança de vida ao nascer no Rio Grande do Sul passou de 72,4 anos em 2000 para 78,3 anos em 2018. Na comparação com a expectativa de vida da década de 40, a estatística atualizada representa um ganho de mais de 30 anos de vida.

Um aumento que, na opinião de especialistas em áreas como a previdenciária, tem dois vieses possíveis: ao mesmo tempo em que traz entusiasmo, também aumenta a responsabilidade e os esforços necessários para que o tempo a mais de vida seja vivido com mais qualidade.

Conforme Danielle Cristine da Silva, servidora pública do estado do Rio Grande do Sul e diretora-presidente da Fundação RS-Prev, o cenário de uma vida mais longeva exige cada vez mais das políticas públicas de saúde promovidas pelos entes federativos (União, estados e municípios), e se constitui como um grande desafio para a previdência social (pública e privada), mas os esforços não podem ser exclusivos destes agentes.

“Chamo atenção para um aspecto: é necessário que o próprio beneficiário desta vida longa seja previdente, seja o maior responsável pela busca de seu futuro confortável”, ressalta Danielle.

Para a presidente, pensar, planejar e efetivamente agir em prol da acumulação de uma reserva financeira, voltada a assegurar uma aposentadoria digna e suficiente, é o caminho mais indicado para quem se preocupa em viver bem por muitos anos.

“Logo, é necessário iniciar o quanto antes a prática de reservar. E uma boa opção para isto é a adesão a uma previdência complementar”, explica a executiva.

Segundo ela, isto se dá porque, assim como o desejo de se ter longevidade com uma boa saúde física e mental demanda muito empenho nos cuidados com alimentação, exercícios físicos, entre outros, fazer uma reserva financeira, por meio de uma previdência complementar, também exige atitude e, além disso, urgência.

“Viveremos mais tempo do que viveram nossos antepassados! Para que este tempo a mais seja bem aproveitado, agora é a hora de prepararmos nossas reservas financeiras”, finaliza Danielle.

 

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Implantação de coletores incentiva logística reversa de eletroeletrônicos

Sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron. Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto aos eletroeletrônicos

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Santo André, SP 9/4/2021 – Esta parceria também se estende aos trabalhos desenvolvidos pela plataforma de sustentabilidade Coop faz Bem

Sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron. Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto aos eletroeletrônicos

Anualmente, milhões de toneladas de equipamentos eletroeletrônicos e pilhas são descartadas incorretamente no meio ambiente e, só no Brasil, estima-se que sejam geradas mais de 2 milhões de toneladas de lixo eletrônico.

Como forma de contribuir para a preservação do planeta e diminuir a poluição ambiental, a Coop (rede de varejo colaborativo), por meio do SESMTMA (área de segurança, medicina do trabalho e meio ambiente, responsável pelo gerenciamento de resíduos em toda a organização), firmou parceria com a Green Eletron, maior gestora brasileira sem fins lucrativos para a logística reversa de eletroeletrônicos e pilhas de uso doméstico que não têm mais utilidade.

“Esta parceria também se estende aos trabalhos desenvolvidos pela plataforma de sustentabilidade Coop faz Bem, no pilar Pro Planeta, e atende ao acordo da APAS de política de saúde e segurança ocupacional – Cetesb e lei 12.305 Política Nacional de Resíduos Sólidos”, explica Adalberto Correia dos Santos Júnior, responsável pelo SESMTMA da Coop.

Até o momento, sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron: Diadema (Avenida Sete de Setembro, 200 – Conceição); Mauá (Avenida Barão de Mauá, 1389 – Centro); Santo André (Avenida Industrial, 2001 – Bairro Campestre); Piracicaba (Avenida Professor Alberto Vollet Sachs, 2030 – Morumbi); São José dos Campos (Avenida Dr. João Batista de Souza Soares, 2185 – Jardim Morumbi); Sorocaba (Avenida Itavuvu, 3799 – Itavuvu) e Tatuí (Rua XI de Agosto, 3045). Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto de secadores, celulares, furadeiras, fones de ouvidos, pilhas sem uso, dentre outros equipamentos.

Por segurança, os coletores Green Eletron foram projetados para evitar furtos e o contato do consumidor com os resíduos, e seus reservatórios mantidos trancados dentro das lojas. Ao atingir a capacidade máxima de armazenamento, os coletores são abertos e os resíduos depositados são retirados pela Green Eletron, a qual se encarregará de enviar para as empresas parceiras darem o destino adequado de todo o material descartado.

Sobre a Green Eletron: entidade gestora para a logística reversa de produtos eletroeletrônicos e pilhas, fundada em 2016 pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). A Green Eletron criou um sistema coletivo para gerenciar toda a logística reversa de suas associadas, o qual envolve desde a coleta até o envio de aparelhos eletroeletrônicos e pilhas para recicladoras, responsáveis por transformar estes produtos em matéria-prima para a fabricação de novos produtos pela indústria. Hoje, a Green Eletron conta com dezenas de empresas associadas, fabricantes ou importadoras de eletroeletrônicos e pilhas.

Sobre a Coop: possui mais de 895 mil cooperados ativos, cerca de 6 mil colaboradores diretos e 99 unidades de varejo, divididas em 31 lojas de supermercados, sendo 23 no Grande ABC, uma em Piracicaba, três em São José dos Campos, duas em Sorocaba e duas em Tatuí, três postos de combustíveis e 65 drogarias. Por ser uma cooperativa, seu principal objetivo é oferecer os melhores serviços a preços justos, além de reverter benefícios a seus cooperados e à comunidade.

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