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LGPD e RH: atenção e estratégia são fundamentais para adequação das empresas

Especialista indica que é fundamental que organizações planejem ações proativas para minimizar os riscos e impactos em caso de incidentes de segurança da informação, estando mais preparadas caso estes venham a acontecer

Publicado

em

8/4/2021 –

Especialista indica que é fundamental que organizações planejem ações proativas para minimizar os riscos e impactos em caso de incidentes de segurança da informação, estando mais preparadas caso estes venham a acontecer

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que regulamenta o tratamento de informações pessoais no Brasil, em vigor desde 2020, pode ser considerada um grande avanço para a área de Recursos Humanos. No entanto, as empresas precisam de muita atenção às novas responsabilidades na proteção de seus clientes, funcionários e fornecedores.

Para falar sobre o assunto, o SEPRORGS realizou o Grupo de Gestão de Pessoas de março com o tema “Conexões de RH e LGPD”, ministrado pelo diretor de Relações com Instituições de Ensino da Entidade, Roberto Mazzilli. Na ocasião, ele compartilhou informações importantes para adequação à LGPD, que exigirá dos gestores estratégias e programas para a conscientização das novas regras.

O uso correto dos recursos de tecnologia para validar processos será decisivo para as organizações. “O debate neste momento de vazamento de dados de muitos brasileiros é fundamental, visto que todas as informações que tornam uma pessoa identificável devem ser levadas em consideração, como voz, gostos e imagem”, diz Mazzilli, referindo-se ao vazamento recente de 240 milhões de dados de brasileiros, inclusive os biométricos.

Além disso, é preciso cuidado redobrado com dados considerados sensíveis e que podem provocar algum tipo de discriminação ou violência, como a questão política e religiosa, por exemplo. “Sabemos que é praticamente impossível fechar todas as portas para esses incidentes. Se as empresas que investem milhões em segurança não conseguem, imagine as que não têm esse poder de investimento”, alerta.

É fundamental que as organizações planejem ações proativas para minimizar os riscos e impactos quando o incidente acontecer. O processo de adequação requer esse planejamento e alguns segmentos devem atentar ainda mais para isso. “Os hospitais e empresas de planos de saúde, por exemplo, compartilham muitos dados e informações sensíveis de seus clientes, até porque o processo durante a pandemia está todo ou quase todo digital”, explica.

O que todas as empresas têm em comum é que lidam com pessoas e seus dados. O executivo recomenda que as companhias escolham uma metodologia para que o processo não fique incompleto ou até errado. Temos alguns exemplos de metodologias, mas existe um padrão a ser seguido. “É preciso ter em mente que não se trata de um projeto, mas de um programa. Projetos têm fim e programas são cíclicos”, acrescenta.

Analisando a área de recursos humanos, alguns tópicos são importantes. A fase contratual, processo seletivo, admissão, benefícios, controle de acesso físico e lógico, SST e outros. O consentimento é um dos pilares da LGPD, sendo fundamental tratar com responsabilidade informações de menores, de dados coletados não previstos nas obrigações legais e outros que envolvem a saúde do colaborador, como exames e documentos médicos.

Mazzilli recomenda dar o mínimo acesso possível para cada área da empresa. “As informações não devem ser compartilhadas sem parcimônia. É preciso questionar se a área financeira, por exemplo, necessita das informações adicionais que são repassadas”, explica. Para ele, apenas isso já representa uma importante revisão geral dos processos.

Na fase de recrutamento e seleção, a experiência profissional, os testes admissionais ou de manutenção do emprego e antecedentes criminais – legítimo apenas em alguns casos, são dados que precisam de atenção extrema. Além do que, para fins de contratação, o empregador não poderá exigir do candidato a comprovação de experiência prévia por tempo superior a seus meses no mesmo tipo de atividade.

Durante a captação de currículos, quando o titular fornece dados pessoais e sensíveis, o cuidado também deve ser ao máximo, visto que muitos possuem informações excessivas e são obtidos de forma online. O teste de gravidez, por exemplo, é um exemplo definido no ordenamento jurídico. “A pessoa pode fotografar o documento solicitando o teste e usar isso contra a empresa”, completa Mazzilli.

Em relação às entrevistas para emprego, a empresa figura como controladora dos dados e deve atentar para a aplicação de testes, pois fazendo o perfil do colaborador pode construir um dado sensível. “Poderão ser igualmente considerados como dados pessoais, para os fins desta lei, aqueles utilizados para formação do perfil comportamental de determinada pessoa”, explica.

Na fase contratual, alguns pontos precisam ser analisados, como se há mesmo a necessidade da geolocalização para o colaborador. “Se é um motorista de caminhão transportando uma carga importante até faz algum sentido. Porém, em outros casos é necessário analisar com parcimônia, como para funcionários em home office, por exemplo”, alerta. O mesmo cuidado deve ser tomado com atestados, avaliações de desempenho, performance e outros.

A parte de segurança e saúde do trabalho também requer atenção, visto que diversos documentos são compartilhados. É o caso de CAT, CIPA, PPRA e PCMSO. “Muitas empresas acabam utilizando serviço terceirizado para isso. É preciso informar aos seus funcionários que existe esse processo na empresa”, indica.

O período de guarda dos documentos é outra questão que precisa ser analisada, afinal, administrar esses períodos e regulamentar esses dados requer conhecimento. Algumas políticas que podem regrar o programa quanto à proteção de dados são os códigos de conduta, regulamento interno, aviso de monitoramento de e-mail corporativo, políticas organizacionais, de segurança da informação, de utilização de dispositivos pessoais na organização, de mesa, área limpa e proteção de tela e atendimento à requisição de privacidade de dados por parte dos titulares.

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Cadastro de imóveis rurais será completamente digitalizado

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Crédito: ©Marcelo Camargo/Agência Brasil

Procedimento poderá ser concluído em página da Receita na internet.

Os donos de imóveis rurais não precisarão mais ir a uma unidade de atendimento da Receita Federal para atualizarem ou cadastrarem a propriedade. O procedimento poderá ser concluído diretamente no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC).

Agora, todos os documentos pedidos pela Receita Federal para validar o cadastro rural podem ser enviados digitalmente pelo e-CAC. Segundo o Ministério da Economia, a medida faz parte do Plano de Ação da Receita Federal no cenário pós-pandemia e contribui para a digitalização dos serviços públicos.

Os documentos serão enviados ao e-CAC por meio de Dossiê Digital de Atendimento. Caso sejam necessários novos documentos, eles deverão ser apresentados por meio da juntada de documentos, disponível na aba “Meus Processos”. Esclarecimentos adicionais e a confirmação de que o cadastro foi concluído passarão a ser efetuados eletronicamente.

Todos os imóveis rurais precisam ser inscritos no Cadastro de Imóveis Rurais (Cafir), mesmo os que têm imunidade ou isenção de Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). Administrado pela Receita Federal, o Cafir lista os titulares, os condôminos e copossuidores das propriedades rurais.

Além do Cafir, os imóveis rurais são registrados no Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (Cnir), que integra dados do Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

O envio eletrônico de documentos está disponível para quem inicia o processo pelos dois cadastros. Tanto quem usa o Sistema Cnir como para quem usa o Sistema Coletor Web, associado ao Cafir e administrado pela Receita Federal, poderá concluir o processo pelo e-CAC.

 

Por | Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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Intelsat abre três novos Centros de Suporte a Clientes no Brasil, África do Sul e Índia

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

Publicado

em

por

9/4/2021 –

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

A Intelsat, operadora da maior rede integrada terrestre e por satélite do mundo, está expandindo sua capacidade de suporte ao cliente com a abertura de três novos Centros de Operações aos Clientes no Rio de Janeiro (Brasil), em Joanesburgo (África do Sul) e em Chennai (Índia).

Os centros são um componente-chave da experiência ao cliente Intelsat, 24 horas por dia, 7 dias por semana, fornecendo solução de problemas no idioma local, ativações de serviço, monitoramento e todo tipo de suporte em diferentes fusos horários e idiomas, incluindo português, inglês, francês e espanhol.

Todos os três centros já estão em operação, com funcionários trabalhando remotamente por causa das precauções de segurança para evitar a COVID-19. E todos foram concebidos tendo como base os Centros de Suporte ao Cliente da Intelsat existentes em Ellenwood, na Geórgia e McLean, na Virginia.

A Intelsat contratou 10 funcionários para o centro sediado no Rio de Janeiro e planeja contratar especialistas adicionais no segundo semestre de 2021. Os técnicos da equipe são fluentes em português e espanhol para ajudar a atender às centenas de clientes da Intelsat em toda a América Latina. A Intelsat também planeja incluir mais especialistas às equipes de Joanesburgo e Chennai até o fim do ano.

“Ser capaz de fornecer esse tipo de suporte aos nossos clientes, em sua própria região e idioma, é uma grande mudança. Nossa equipe sabe exatamente como resolver qualquer problema para que nossos clientes não tenham preocupação alguma”, explica Felippe Paiva, especialista sênior em atendimento ao cliente na Intelsat Brasil.

Paiva e outros especialistas do Centro de Operações aos Clientes irão ajudar a:

– Resolver quaisquer problemas técnicos ou de serviço;
– Monitorar sinais e níveis de serviço;
– Realizar consultas sobre novos serviços e soluções;
– Ativar e configurar novos serviços e terminais.
– “Estamos expandindo nossa infraestrutura de suporte para potencializar o futuro de nossos clientes,” diz Mike DeMarco, Chief Services Officer da Intelsat. “Nossas equipes regionais falam a língua local, entendem a cultura, as prioridades, as equipes e as plataformas de serviço dos nossos clientes.”

DeMarco completa, “A excelente equipe de operações de experiência ao cliente da Intelsat fornece uma camada adicional de suporte técnico aos nossos clientes, com um time dedicado para garantir não só o atendimento como a superação de suas expectativas. É a experiência completa da Intelsat – nossa rede, nosso pessoal e nosso suporte ao cliente – que nos torna os melhores nesse mercado.”

Além de suporte presencial ao vivo, a Intelsat também oferece a conveniência de várias ferramentas digitais de autoatendimento para simplificar a experiência de serviço de seus clientes. “Para saber mais sobre o suporte ao cliente Intelsat, basta acessar: www.intelsat.com/about-us/customer-experience/.

Website: https://www.intelsat.com/pt-br/

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Expectativa de vida aumenta e demanda urgência nas reservas financeiras

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

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em

9/4/2021 –

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

Dados publicados pelo IBGE indicam que a esperança de vida ao nascer no Rio Grande do Sul passou de 72,4 anos em 2000 para 78,3 anos em 2018. Na comparação com a expectativa de vida da década de 40, a estatística atualizada representa um ganho de mais de 30 anos de vida.

Um aumento que, na opinião de especialistas em áreas como a previdenciária, tem dois vieses possíveis: ao mesmo tempo em que traz entusiasmo, também aumenta a responsabilidade e os esforços necessários para que o tempo a mais de vida seja vivido com mais qualidade.

Conforme Danielle Cristine da Silva, servidora pública do estado do Rio Grande do Sul e diretora-presidente da Fundação RS-Prev, o cenário de uma vida mais longeva exige cada vez mais das políticas públicas de saúde promovidas pelos entes federativos (União, estados e municípios), e se constitui como um grande desafio para a previdência social (pública e privada), mas os esforços não podem ser exclusivos destes agentes.

“Chamo atenção para um aspecto: é necessário que o próprio beneficiário desta vida longa seja previdente, seja o maior responsável pela busca de seu futuro confortável”, ressalta Danielle.

Para a presidente, pensar, planejar e efetivamente agir em prol da acumulação de uma reserva financeira, voltada a assegurar uma aposentadoria digna e suficiente, é o caminho mais indicado para quem se preocupa em viver bem por muitos anos.

“Logo, é necessário iniciar o quanto antes a prática de reservar. E uma boa opção para isto é a adesão a uma previdência complementar”, explica a executiva.

Segundo ela, isto se dá porque, assim como o desejo de se ter longevidade com uma boa saúde física e mental demanda muito empenho nos cuidados com alimentação, exercícios físicos, entre outros, fazer uma reserva financeira, por meio de uma previdência complementar, também exige atitude e, além disso, urgência.

“Viveremos mais tempo do que viveram nossos antepassados! Para que este tempo a mais seja bem aproveitado, agora é a hora de prepararmos nossas reservas financeiras”, finaliza Danielle.

 

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