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Life House Anuncia Expansão Internacional com 3 Hotéis Boutique no México a serem Inaugurados antes do Fim do Ano

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NOVA YORK 29/10/2020 –

Na última semana, a Life House começou sua incursão nos mercados internacionais com três novos hotéis boutique de 4 estrelas com alimentos e bebidas de origem local no coração de Playa del Carmen, no México. O portfólio, que era anteriormente marcado com a marca Cotelier Hotels, será inicialmente operado sob a plataforma de gestão de hotéis habilitada para tecnologia da empresa, Life Hospitality, com a subsequente conversão para hotéis com a marca Life House em um futuro próximo. Com a adição destes três hotéis, o portfólio da Life House cresce para mais de 20 hotéis sob gestão, com vários outros assinados e a serem anunciados antes do fim do ano.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20201029005954/pt/

Rooftop pool and bar at Marquee Playa Hotel in Playa Del Carmen, Mexico. (Photo: Business Wire)

Rooftop pool and bar at Marquee Playa Hotel in Playa Del Carmen, Mexico. (Photo: Business Wire)

O portfólio da Cotelier Hotels abrange 3 propriedades exclusivas, incluindo o Calixta Hotel, o Marquee Playa Hotel e o Newport House Hotel, no coração de Playa del Carmen, todos com acesso a um clube de praia privado, além de bares e restaurantes locais. Os hotéis manterão inicialmente sua marca e design inspirados localmente, enquanto se beneficiam da plataforma operacional habilitada para tecnologia da Life House, que permite aos proprietários de hotéis aprimorar a experiência do hóspede e maximizar o desempenho dos resultados financeiros por meio da automação das funções de contabilidade e finanças, gestão de receitas e marketing digital bem como centralização de quase todos os cargos assalariados – posicionando a empresa para agregar valor no contexto do desafiador ambiente de trabalho sazonal do mercado.

“Desde o início, nossa missão tem sido tornar os hotéis mais perfeitos e lucrativos aos seus proprietários, além de tornar as viagens mais significativas e substanciais aos viajantes, sendo que estamos entusiasmados com a oportunidade de expandir nossas soluções a nível internacional com uma parceria local tão forte na Cotelier Hotels e suas belas propriedades”, expressou Rami Zeidan, Fundador e Diretor Executivo da Life House. “Agora, mais do que nunca, há uma necessidade de alavancar a tecnologia para reduzir a estrutura de custos operacionais e diminuir o risco da propriedade de hotéis independentes.”

A Life House comprometeu recursos dedicados para expandir seus negócios no México, com discussões avançadas já em curso para projetos na Cidade do México, Tulum e Cabo San Lucas. A empresa está buscando ativamente oportunidades de aquisição, joint venture e gestão de terceiros nos mercados da Península de Yucatán, incluindo Cancún, Cozumel, Isla Mujeres e Mérida. Além de Yucatán, a Life House priorizou a Cidade do México, Riviera Maya, Puerto Vallarta, Riviera Nayarit, Ixtapa e Huatulco.

“Estou impressionado com a equipe da Life House e seu histórico quanto ao uso de tecnologia para agregar valor aos proprietários de hotéis independentes”, disse Steve Farrar, proprietário da Cotelier Hotels. “Dada a sua flexibilidade do ponto de vista da marca, somos capazes de fazer a transição das operações diárias de hotelaria e F&B sem a necessidade de incorrer em quaisquer custos de troca de material a partir da pré-abertura.”

Apesar das tremendas dificuldades apresentadas pela Covid-19, dada a capacidade da Life House de diminuir o risco da experiência de propriedade, conduzindo economias de custos não especulativos para os resultados financeiros dos proprietários durante um período de demanda incerta, a Life House experimentou seu maior crescimento até o momento com lançamentos bem-sucedidos de vários novos hotéis em meioàpandemia – incluindo o maior deles, um hotel de serviço completo com 375 quartos em Atlanta, GA.

“Com um modelo baseado na redução da exposição de custos a proprietários de hotéis independentes sem diluir a execução das principais funções de ‘back-office’, estamos perfeitamente posicionados para apoiar os hoteleiros em todo o México a fim de enfrentar desafios futuros, visto que as viagens internacionais permanecem restritas no futuro previsível”, explica Bryan Dunn, Chefe de Crescimento da Life House. “Estamos ansiosos para capacitar estes belos e novos hotéis com a meta de expandir nossa parceria com Steve e sua equipe em muitos mercados dinâmicos em todo o México.”

Sobre a Life House Hotels

A Life House é uma empresa de software, gestão e marca de hotéis com sede em Nova York, financiada por empreendimentos e verticalmente integrada. A Life House construiu uma sequencia de tecnologias de propriedade para fomentar uma plataforma que torna os hotéis mais integrados e lucrativos aos seus proprietários e as viagens mais significativas e acessíveis aos viajantes. A Life House opera e detém a marca de hotéis 4 estrelas, bem como opera hotéis independentes sob sua plataforma de gestão ‘Life Hospitality’. www.lifehousehotels.comhttps://www.life-hospitality.com/

Sobre o Cotelier Group

O Cotelier Group é um grupo de desenvolvimento imobiliário de serviço completo que opera em Playa del Carmen, no México. O Cotelier Group oferece serviços de desenvolvimento e gestão de projetos a investidores e proprietários de projetos residenciais, comerciais e de hospitalidade em todo o México. Composto por uma equipe multidisciplinar, o Cotelier une seus pontos fortes a fim de formar um poderoso sistema de desenvolvimento e gestão de projetos a investidores. www.cotelierhotels.comhttps://coteliergroup.com/

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Imprensa

Bryan Dunn

Chefe de Crescimento

Bryan@lifehousehotels.com

Fonte: BUSINESS WIRE

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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