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Literatura colaborativa: uma alternativa para autoras durante a pandemia

Mari Sales, 35 anos, é de Cuiabá (MT) e hoje mora em Campo Grande (MS). Jéssica Macedo é de Belo Horizonte (MG), tem 25 anos. Elas nunca se encontraram pessoalmente, mas à distância e com reuniões virtuais, já escreveram dois livros juntas e fizeram nove obras individuais complementares para séries de fantasia e romance

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Belo Horizonte/BH 8/4/2021 – “A autocolaboração é uma excelente ferramenta para o processo criativo da escrita”, comenta a autora Jéssica Macedo.

Mari Sales, 35 anos, é de Cuiabá (MT) e hoje mora em Campo Grande (MS). Jéssica Macedo é de Belo Horizonte (MG), tem 25 anos. Elas nunca se encontraram pessoalmente, mas à distância e com reuniões virtuais, já escreveram dois livros juntas e fizeram nove obras individuais complementares para séries de fantasia e romance

Elas investiram recentemente na composição a quatro mãos. Lembra um concerto de piano, mas é o resultado da produção de Jéssica Macedo e Mari Sales, duas escritoras brasileiras que se conheceram via aplicativos de internet e, no ano passado, durante a pandemia trocaram mensagens. Deste encontro virtual, descobriram um universo de possibilidades na escrita conjunta. A conexão se deu logo no começo do trabalho e rendeu, em agosto, um livro de fantasia assinado pelas duas, parte de uma série formada por produções autorais complementares. No próximo dia 9 de abril, elas lançam “Sempre Minha”, mais um e-book pelo Grupo Editorial Portal – o segundo integralmente escrito em conjunto e o terceiro que retrata narrativas das Famílias Mazzi e Sartori. A publicação terá acesso pela Amazon.

“Na pandemia, a gente começou a conversar sobre o mercado editorial, o atraso de correios para entrega de lançamentos e o cenário geral, aí eu brinquei com a Jéssica – vamos escrever um livro juntas? Ela topou”, conta Mari.

Jéssica lembra que quando recebeu o convite estava com a capa de “Trevor” na sua lista de projetos. “Apresentei a ela e logo começamos a escrever”, complementa. Para montar essa primeira série, as autoras trouxeram o universo de vampiros à tona. Primeiro elas decidiram estratégias e roteiros em conjunto, mas cada uma escreveu o seu próprio livro, só que com conexões de personagens, cenas e falas. Deste projeto colaborativo, nasceram as histórias de fantasia “Trevor – o bebê proibido”, de Jéssica Macedo e “Scorn e a inevitável conexão”, de Mari Sales.

Como aprendizado desta experiência, Jéssica diz que a autocolaboração é uma excelente ferramenta para o processo criativo. Ela percebeu que essa é uma forma de se ter ideias, até melhores, antes de iniciar a escrita. A produção tem sido muito rápida com trocas diárias entre elas. “A gente compartilha antes o roteiro, as cenas que aparecem em comum nos livros, o que facilita o trabalho”.

Com os dois livros iniciais da série publicados, a dupla ficou animada para o lançamento do terceiro do combo: “Thomy & Milly – E o amor proibido”, lançado na Amazon – este sim escrito pelas duas. A trilogia abriu caminho para novos trabalhos. “Foi muito bom escrever em conjunto. Eu tenho um ritmo ágil de escrita e a Mari foi a primeira autora que encontrei na mesma ´vibe´ e com metas semelhantes. Conseguimos fazer os livros no mesmo prazo”, destaca Jéssica.

Mari explica que não é só o ato de escrever em si que exige essa sintonia. Segundo ela, os projetos têm dado certo, porque há algo a mais. “Para fazer a parceria, a gente precisa estar também conectada nos objetivos e nós temos uma visão do mercado que contribui muito”.

As autoras indicam que antes de se iniciar um projeto como os que criaram, é preciso um bom planejamento. “Conversamos bastante, avaliamos qual o tema mais lido e qual assunto nossos leitores estavam mais interessados no momento”, garante Mari.

Sintonia de projetos
Tanto Mari Sales quanto Jéssica Macedo já tinham vivido essa experiência de escrever a quatro mãos em outras parcerias, mas revelam que a afinidade entre elas funcionou bem. A forma fluida e a agilidade na escrita são características semelhantes entre as duas, o que gerou de imediato pontos positivos para esse trabalho coligado, abrindo perspectivas a novas histórias. Mesmo escrevendo em conjunto, as escritoras trazem a sua bagagem particular nas produções. “A nossa escrita é parecida, mas cada uma tem suas particularidades”, finaliza Jéssica.

Jéssica Macedo é mineira de 25 anos, mora em Belo Horizonte, Minas Gerais. De dentro de seu apartamento, na companhia do marido e de três gatos, ela produz uma série de livros de fantasia, romances de época e contemporâneos e, principalmente, obras da literatura hot, um verdadeiro fenômeno editorial entre o público feminino, vendidos em um ritmo intenso nas plataformas digitais.
Teve a primeira experiência aos nove anos e tornou-se autora aos 14, com o lançamento do seu primeiro livro, “O Vale das Sombras”. Com mais de 60 obras publicadas, é escritora, editora, designer e cineasta. Hoje, Jéssica é o principal nome de um time de 25 autores, a maioria mulheres, que compõem o catálogo do Grupo Editorial Portal, que ela mesma criou a partir das experiências vividas em outras editoras.

Mari Sales é filha, esposa e mãe de dois filhos, além de ser formada em Ciência da Computação, com mais de dez anos de experiência na área de TI, dedica-se exclusivamente à escrita desde julho de 2018. Neste período publicou mais de 70 títulos na Amazon, entre contos, novelas e romances.
A trajetória da autora começou desde o nascimento da sua filha em 2015, quando sentiu a necessidade de escrever e publicou seu primeiro conto autobiográfico em junho de 2016, “Completa”, firmando-se como escritora em janeiro de 2017, com o livro “Superando com Amor”.

Para conhecer mais sobre as autoras:
http://www.autoramarisales.com.br
Instagram: @autoramarisales
Facebook.: facebook.com/autoramarisales
Instagram: @autorajessicamacedo
Facebook: facebook.com/autorajessicamacedo/
https://grupoeditorialportal.com.br/

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Intelsat abre três novos Centros de Suporte a Clientes no Brasil, África do Sul e Índia

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

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9/4/2021 –

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

A Intelsat, operadora da maior rede integrada terrestre e por satélite do mundo, está expandindo sua capacidade de suporte ao cliente com a abertura de três novos Centros de Operações aos Clientes no Rio de Janeiro (Brasil), em Joanesburgo (África do Sul) e em Chennai (Índia).

Os centros são um componente-chave da experiência ao cliente Intelsat, 24 horas por dia, 7 dias por semana, fornecendo solução de problemas no idioma local, ativações de serviço, monitoramento e todo tipo de suporte em diferentes fusos horários e idiomas, incluindo português, inglês, francês e espanhol.

Todos os três centros já estão em operação, com funcionários trabalhando remotamente por causa das precauções de segurança para evitar a COVID-19. E todos foram concebidos tendo como base os Centros de Suporte ao Cliente da Intelsat existentes em Ellenwood, na Geórgia e McLean, na Virginia.

A Intelsat contratou 10 funcionários para o centro sediado no Rio de Janeiro e planeja contratar especialistas adicionais no segundo semestre de 2021. Os técnicos da equipe são fluentes em português e espanhol para ajudar a atender às centenas de clientes da Intelsat em toda a América Latina. A Intelsat também planeja incluir mais especialistas às equipes de Joanesburgo e Chennai até o fim do ano.

“Ser capaz de fornecer esse tipo de suporte aos nossos clientes, em sua própria região e idioma, é uma grande mudança. Nossa equipe sabe exatamente como resolver qualquer problema para que nossos clientes não tenham preocupação alguma”, explica Felippe Paiva, especialista sênior em atendimento ao cliente na Intelsat Brasil.

Paiva e outros especialistas do Centro de Operações aos Clientes irão ajudar a:

– Resolver quaisquer problemas técnicos ou de serviço;
– Monitorar sinais e níveis de serviço;
– Realizar consultas sobre novos serviços e soluções;
– Ativar e configurar novos serviços e terminais.
– “Estamos expandindo nossa infraestrutura de suporte para potencializar o futuro de nossos clientes,” diz Mike DeMarco, Chief Services Officer da Intelsat. “Nossas equipes regionais falam a língua local, entendem a cultura, as prioridades, as equipes e as plataformas de serviço dos nossos clientes.”

DeMarco completa, “A excelente equipe de operações de experiência ao cliente da Intelsat fornece uma camada adicional de suporte técnico aos nossos clientes, com um time dedicado para garantir não só o atendimento como a superação de suas expectativas. É a experiência completa da Intelsat – nossa rede, nosso pessoal e nosso suporte ao cliente – que nos torna os melhores nesse mercado.”

Além de suporte presencial ao vivo, a Intelsat também oferece a conveniência de várias ferramentas digitais de autoatendimento para simplificar a experiência de serviço de seus clientes. “Para saber mais sobre o suporte ao cliente Intelsat, basta acessar: www.intelsat.com/about-us/customer-experience/.

Website: https://www.intelsat.com/pt-br/

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Expectativa de vida aumenta e demanda urgência nas reservas financeiras

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

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9/4/2021 –

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

Dados publicados pelo IBGE indicam que a esperança de vida ao nascer no Rio Grande do Sul passou de 72,4 anos em 2000 para 78,3 anos em 2018. Na comparação com a expectativa de vida da década de 40, a estatística atualizada representa um ganho de mais de 30 anos de vida.

Um aumento que, na opinião de especialistas em áreas como a previdenciária, tem dois vieses possíveis: ao mesmo tempo em que traz entusiasmo, também aumenta a responsabilidade e os esforços necessários para que o tempo a mais de vida seja vivido com mais qualidade.

Conforme Danielle Cristine da Silva, servidora pública do estado do Rio Grande do Sul e diretora-presidente da Fundação RS-Prev, o cenário de uma vida mais longeva exige cada vez mais das políticas públicas de saúde promovidas pelos entes federativos (União, estados e municípios), e se constitui como um grande desafio para a previdência social (pública e privada), mas os esforços não podem ser exclusivos destes agentes.

“Chamo atenção para um aspecto: é necessário que o próprio beneficiário desta vida longa seja previdente, seja o maior responsável pela busca de seu futuro confortável”, ressalta Danielle.

Para a presidente, pensar, planejar e efetivamente agir em prol da acumulação de uma reserva financeira, voltada a assegurar uma aposentadoria digna e suficiente, é o caminho mais indicado para quem se preocupa em viver bem por muitos anos.

“Logo, é necessário iniciar o quanto antes a prática de reservar. E uma boa opção para isto é a adesão a uma previdência complementar”, explica a executiva.

Segundo ela, isto se dá porque, assim como o desejo de se ter longevidade com uma boa saúde física e mental demanda muito empenho nos cuidados com alimentação, exercícios físicos, entre outros, fazer uma reserva financeira, por meio de uma previdência complementar, também exige atitude e, além disso, urgência.

“Viveremos mais tempo do que viveram nossos antepassados! Para que este tempo a mais seja bem aproveitado, agora é a hora de prepararmos nossas reservas financeiras”, finaliza Danielle.

 

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Implantação de coletores incentiva logística reversa de eletroeletrônicos

Sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron. Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto aos eletroeletrônicos

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Santo André, SP 9/4/2021 – Esta parceria também se estende aos trabalhos desenvolvidos pela plataforma de sustentabilidade Coop faz Bem

Sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron. Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto aos eletroeletrônicos

Anualmente, milhões de toneladas de equipamentos eletroeletrônicos e pilhas são descartadas incorretamente no meio ambiente e, só no Brasil, estima-se que sejam geradas mais de 2 milhões de toneladas de lixo eletrônico.

Como forma de contribuir para a preservação do planeta e diminuir a poluição ambiental, a Coop (rede de varejo colaborativo), por meio do SESMTMA (área de segurança, medicina do trabalho e meio ambiente, responsável pelo gerenciamento de resíduos em toda a organização), firmou parceria com a Green Eletron, maior gestora brasileira sem fins lucrativos para a logística reversa de eletroeletrônicos e pilhas de uso doméstico que não têm mais utilidade.

“Esta parceria também se estende aos trabalhos desenvolvidos pela plataforma de sustentabilidade Coop faz Bem, no pilar Pro Planeta, e atende ao acordo da APAS de política de saúde e segurança ocupacional – Cetesb e lei 12.305 Política Nacional de Resíduos Sólidos”, explica Adalberto Correia dos Santos Júnior, responsável pelo SESMTMA da Coop.

Até o momento, sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron: Diadema (Avenida Sete de Setembro, 200 – Conceição); Mauá (Avenida Barão de Mauá, 1389 – Centro); Santo André (Avenida Industrial, 2001 – Bairro Campestre); Piracicaba (Avenida Professor Alberto Vollet Sachs, 2030 – Morumbi); São José dos Campos (Avenida Dr. João Batista de Souza Soares, 2185 – Jardim Morumbi); Sorocaba (Avenida Itavuvu, 3799 – Itavuvu) e Tatuí (Rua XI de Agosto, 3045). Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto de secadores, celulares, furadeiras, fones de ouvidos, pilhas sem uso, dentre outros equipamentos.

Por segurança, os coletores Green Eletron foram projetados para evitar furtos e o contato do consumidor com os resíduos, e seus reservatórios mantidos trancados dentro das lojas. Ao atingir a capacidade máxima de armazenamento, os coletores são abertos e os resíduos depositados são retirados pela Green Eletron, a qual se encarregará de enviar para as empresas parceiras darem o destino adequado de todo o material descartado.

Sobre a Green Eletron: entidade gestora para a logística reversa de produtos eletroeletrônicos e pilhas, fundada em 2016 pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). A Green Eletron criou um sistema coletivo para gerenciar toda a logística reversa de suas associadas, o qual envolve desde a coleta até o envio de aparelhos eletroeletrônicos e pilhas para recicladoras, responsáveis por transformar estes produtos em matéria-prima para a fabricação de novos produtos pela indústria. Hoje, a Green Eletron conta com dezenas de empresas associadas, fabricantes ou importadoras de eletroeletrônicos e pilhas.

Sobre a Coop: possui mais de 895 mil cooperados ativos, cerca de 6 mil colaboradores diretos e 99 unidades de varejo, divididas em 31 lojas de supermercados, sendo 23 no Grande ABC, uma em Piracicaba, três em São José dos Campos, duas em Sorocaba e duas em Tatuí, três postos de combustíveis e 65 drogarias. Por ser uma cooperativa, seu principal objetivo é oferecer os melhores serviços a preços justos, além de reverter benefícios a seus cooperados e à comunidade.

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