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Mercado global de manutenção de áreas verdes está cada vez mais tecnológico e inclui inovações com aplicação de robótica

Cortador de grama autônomo para aplicação profissional em grandes áreas foi lançado no Brasil recentemente

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São Paulo Estado 11/1/2021 – O novo Automower 550 é um sistema inovador de manutenção de gramado para uso profissional. Corte automático de alta performance, maior desempenho e praticidade.

Cortador de grama autônomo para aplicação profissional em grandes áreas foi lançado no Brasil recentemente

Segundo projeção do The Boston Consulting Group (BCG), o mercado global de robótica deverá movimentar em torno de US$ 87 bilhões até 2025. O relatório destaca que serão atingidos diversos setores com pequenas e grandes aplicações. As utilidades são diversas, como serviços domésticos, interações de casas inteligentes e conectadas, máquinas auxiliares em áreas, como saúde e indústria, veículos autônomos, entre outros segmentos.

O interesse nas modernidades tecnológicas está em crescimento, e a expectativa é de que só a vertical de consumo seja responsável por investimentos na casa dos US$ 23 bilhões em robôs e afins dentro dos próximos seis anos. A temática tem ganhado cada vez mais expressão no Brasil e segundo outra pesquisa — desenvolvida pela MOB INC empresa de consultoria de pesquisa —, de 2019, 40% dos brasileiros desconheciam conceitos, como inteligência artificial e chatbot. Muitos dos pesquisados não conseguiram defini-los ou explicar para que servem, embora já tenham ouvido falar sobre esses assuntos.

Porém, o interessante é que algumas destas pessoas não se dão conta de que já utilizam a inteligência artificial quando, por exemplo, fazem uma compra por meio de um site ou utilizam um aplicativo que orienta qual o melhor caminho a seguir. As inovações já fazem parte do dia a dia e se apresentam cada vez mais de forma impressionante, como já acontece no Japão, onde máquinas fazem todo o serviço de atendentes de hotéis. Na China, pequenas vans-robôs fazem entregas sem motoristas. Já há dispositivos eletrônicos que varrem as ruas e colocam o lixo para fora de casa em Cingapura. Agora, um robô movido a bateria que corta a grama sozinho e ainda dá um jeito nos resíduos gerados, que se decompõem no solo, sem necessidade de remoção? Essa novidade, que já é sucesso na Europa há alguns anos, chegou ao Brasil e é conhecido como Automower®, robô cortador de grama.

Líder no mercado europeu, o robô funciona como um sistema de manutenção de gramados e é mais uma inovação da evolução do mercado de dispositivos da Internet das Coisas (IoT), com a presença da conectividade e recursos smart. Ele funciona por meio de bateria, é silencioso e trabalha 24 horas por dia, sete dias por semana. O tipo de lâmina e a frequência de corte ainda proporcionam um resultado adequado em todos os tipos de grama, deixando a grama mais saudável.

O Automower modelo 550, que é um lançamento da multinacional sueca Husqvarna, chega ao Brasil para completar o portfólio com outros três modelos. Enquanto os outros modelos são ideais para residências e áreas de até 3.200 mil m2, o Automower 550 é um produto para uso profissional, com foco na manutenção de grandes áreas verdes de até 5.000 m2. “Sua principal aplicação é para ambientes, como hotéis, parques industriais, condomínios e campos esportivos, onde a área é extensa e a exigência de qualidade é elevada”, comenta Mário Fortunato, gerente de produtos para América Latina da Husqvarna.

E para um país apaixonado por futebol, o robô chega para trazer um perfeito corte aos gramados de estádios e campos de treinamento. Isso porque ele tem um modo campo esportivo pré-programado, que otimiza as configurações do produto em áreas esportivas gramadas. “O modo campo esportivo garante maior velocidade de rotação do disco de corte para melhor qualidade e capacidade do produto. Essa programação também reduz o risco de as rodas do equipamento patinarem em gramado denso”, comenta o executivo. Além disso, esse modelo possui recursos exclusivos para o uso de múltiplas máquinas dentro do mesmo terreno, o que facilita a aplicação em áreas maiores.

Inteligente, o equipamento também conta com conexão Bluetooth, entrada para cartões SIM 2G e 3G, sensor ultrassônico, que detecta colisões iminentes, e rodas com travas maiores, para terrenos acidentados, além de escovas que melhoram o desempenho em áreas inclinadas. Para uma melhor análise da produtividade, é possível a utilização do Husqvarna Fleet Services — um software de gerenciamento dos equipamentos, com sistema disponível tanto em versão web quanto em aplicativo (Android e iOS). “A integração com esse gerenciamento de frota é muito útil para empresas que cuidam da manutenção de grandes áreas verdes. Já que, por meio de um aplicativo, é possível enviar comandos em massa para múltiplos equipamentos simultaneamente. Além disso, o sistema fornece estatísticas de uso, diagnósticos remotos e registros de manutenção para controle completo da frota”, explica Fortunato.

Inovações como essa têm trazido à realidade equipamentos autônomos e fundamentais para a satisfação e comodidade dos usuários, cada vez mais exigentes. Em pesquisa divulgada em 2019, desenvolvida por pesquisadores das Universidades de Harvard, Lausanne e da Universidade de St. Gallen, envolvendo cerca de cinco mil entrevistados em diferentes países, terceirizar tarefas caseiras — como cortar grama e aspirar pó — eleva a sensação de “ganho de tempo”, diminuindo o estresse e aumentando a sensação de bem-estar. Não é à toa que cada vez mais surgem avanços tecnológicos em equipamentos e utensílios domésticos, que buscam atrair a atenção dos donos de casa em geral e prestadores de serviços.

O equipamento já está disponível nas revendas especializadas Husqvarna. Este vídeo esclarece como o robô funciona.

Website: https://www.automower.com.br/

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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