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Mercado imobiliário do DF no mês de janeiro 2021 bate recordes históricos

Recorde histórico se baseou em uma serie de fatores quem vêm influenciando o mercado imobiliário desde o ano passado

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Brasília, Distrito Federal 23/2/2021 – Segundo o levantamento do Portal Imobiliário DFimoveis.com, em janeiro de 2021 a busca por imóveis cresceu 73,22% se comparada a janeiro de 2020

Recorde histórico se baseou em uma serie de fatores quem vêm influenciando o mercado imobiliário desde o ano passado

Definitivamente a pandemia deu uma ressignificação ao imóvel e ao ato de morar, mais do que nunca a denominação de “lar” e de “morar em família” foi importante nestes 10 meses de reclusão e isolamento social.

Além do problema do Coronavírus, especialistas afirmam quatro outros importantes fatores para o aumento constante das buscas por imóveis: o home office, as mais baixas taxas de financiamento imobiliário da história do Brasil, as quase insignificantes taxas de rentabilidade das rendas fixas, a queda da bolsa de valores e a alta no reajuste dos aluguéis baseados no IGPM.

Segundo a Consultoria Buildings, a taxa de vacância dos imóveis comerciais nas principais capitais do Brasil aumentou em 2020 algo entre 17% a 24%, sendo que estes imóveis já vinham enfrentando uma alta vacância em média de 13% antes da pandemia. Ou seja, antes de 2020 a economia já não estava boa, mas tudo indicava que seria um ano melhor que 2019, contudo, em março com a pandemia muitas empresas foram obrigadas a trabalhar em home office e hoje pode-se afirmar que a maioria das empresas acabaram adotando este novo modelo de trabalho para seus funcionários.

Atualmente o mercado conta com as menores taxas de juros da história para financiamentos imobiliários do Brasil. De acordo com o Presidente da ADEMI-DF, Eduardo Aroeira, em 2019 estes juros eram de até 12% ao ano e atualmente as taxas são de 6,12% ao ano. Ou seja, em muitos casos os valores da prestação dos financiamentos caíram em mais de 40%.

A elevada alta do IGP-M, indicador que mede a variação de preços para reajustes dos contratos de aluguel, no acumulado de 2020 chegou a 23,14% ao ano; isto fez com que muitas famílias que pagavam aluguel passassem a buscar novos imóveis, sendo que aqueles que guardaram dinheiro e viram os seus rendimentos em renda fixa e/ou em bolsa de valores caírem assustadoramente, começaram a buscar a aquisição de novos lares como uma maneira de investimento, preservar capital e melhoria de moradia familiar. Segundo Raul Costa, especialista em crédito Imobiliário, para imóveis na faixa de R$ 500.000,00, atualmente, dando 20% de entrada e financiando o restante em até 420 meses, o valor da prestação fica até menor que o valor dos aluguéis. Já para Ricardo Valim, Diretor da Know-How Imobiliária, aproximadamente 70% das vendas de 2020 em sua imobiliária vieram de inquilinos que compraram o próprio imóvel que alugavam.  

Outro fator foi a saída de investidores das aplicações de renda fixa e principalmente da bolsa de valores, alicerçando o seu capital em imóveis residenciais para locação, algo muito cultural em Brasília-DF, fato que ocorre desde o início da construção da capital.

Segundo o levantamento do Portal Imobiliário DFimoveis.com, em janeiro de 2021 a busca por imóveis cresceu 73,22% se comparada a janeiro de 2020, foram mais de 11 milhões de páginas visitadas, por mais de 350 mil usuários. Já segundo o estudo de Registro de Imóveis da ANOREG-DF, o número de Registro de Compra e Venda efetivadas nos Cartórios de Notas cresceu 15,64% comparando janeiro de 2019 com 2020, totalizando 2.803 registros de imóveis. O recorde de 2019 foi o mês de dezembro com 3.898 registros, seguidos por julho 3.748 e outubro 3.698; sendo o pior mês abril com 1.080 registros, mês seguinte ao lockdown, seguido por maio com 1.682 registros. Contudo, em junho de 2020 já se constatou o início das altas de 11,56% com 2.595 registros, se comparado a junho de 2019. Ou seja, as famílias brasilienses efetivamente adquiriram novos lares em 2020 e começaram, em janeiro 2021, aceleradas nas buscas e mantiveram as compras acima da média de 2020.  

E onde investir? Segue a lista das 12 Regiões mais buscadas no Portal Imobiliário DFimoveis.com:

01 – Águas Claras

02 – Asa Norte

03 – Guará

04 – Taguatinga

05 – Asa Sul

06 – Sobradinho

07 – Jardim Botânico

08 – Sudoeste

09 – Samambaia

10 – Vicente Pires

11 – Lago Norte

12 – Lago Sul

Algumas dicas básicas para a compra do imóvel próprio: 

• investir segundo capacidade de pagamento, por exemplo, comprometendo para financiando no máximo 25% da “renda líquida”, segundo o presidente do SECOVI-DF, Ovídio Maia.
• Se o imóvel for de revenda, checar toda a documentação do imóvel para saber se este é seguro: certidões dos imóveis, de ônus do cartório competente e de IPTU; já os proprietários devem tirar todas as certidões negativas dos tribunais, da Justiça Federal, da Fazenda, Receita, INSS e trabalhista, afirma o presidente da ANOREG-DF.
• Se o imóvel estiver em construção, a Cartilha do SINDUSCON-DF e ADEMI-DF sugere: conferir o Memorial de Incorporação, verificar a qualidade técnica da construtora visitando obras já concluídas, conversar com o síndico para saber como é o tratamento pós-obra e checar a condição financeira da construtora.
• Como forma de manter a compra segura, o Portal DFimoveis.com oferece Selo Imóvel Seguro, um selo dos Cartórios para Imóveis ofertado pelas principais imobiliárias, construtoras e corretores.

Website: https://www.dfimoveis.com.br

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Congresso debate cooperativismo de crédito em Recife

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, comenta os principais aspectos da 14ª Concred, onde palestrou sobre a expansão do cooperativismo no Brasil e a importância do propósito

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19/8/2022 – O [cooperativismo] cresce, expande, impacta pessoas e é um ator importante na inclusão financeira, sem deixar o propósito de vista

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, comenta os principais aspectos da 14ª Concred, onde palestrou sobre a expansão do cooperativismo no Brasil e a importância do propósito

Entre os dias 10 e 12 de agosto, Recife (PE) recebeu a 14° Concred, um dos maiores eventos do cooperativismo de crédito da América Latina. O congresso, realizado pela Confebras (Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito), foi realizado no Centro de Convenções de Pernambuco, transmitido on-line e recebeu mais de 5 mil líderes cooperativistas, entre dirigentes, conselheiros e gestores.

O evento reuniu conferencistas e palestrantes nacionais e internacionais do cooperativismo  em torno do tema “Futuros Plurais e a Essência Humana: horizontes do Cooperativismo Financeiro rumo à Sociedade 5.0”, com os eixos Cenários Globais, Ambidestria, Essência Humana e Futuros Plurais.

Além disso, foram discutidas pautas como regulação, sustentabilidade, liderança, estratégia, governança, tendências globais, compromisso social, inovação, diversidade, perspectivas e oportunidades no ecossistema do cooperativismo.

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, destaca a importância da realização do Concred para o setor de cooperativas de crédito no Brasil. “O Concred reúne, todos os anos, os maiores sistemas e os principais agentes do cooperativismo de crédito do país para promover importantes debates para o setor”.

Simão destacou que o Instituto Fenasbac, além de expositor e patrocinador do Concred, participou do cronograma de palestras e dividiu o palco com Harold Espínola, Chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e de Instituições Não Bancárias do Banco Central. Os dois trouxeram o tema: “Sou Cooperativa? Qual o papel do propósito nessa resposta?”, com reflexões sobre a expansão do cooperativismo e a importância do propósito nessa jornada.

Perspectivas para o setor de cooperativas a curto e médio prazo

Na análise de Simão, o cooperativismo de crédito é um setor em constante expansão. “Durante a pandemia, mesmo em meio à crise, o setor conseguiu números expressivos de crescimento e, hoje, já performa com quase 11% do mercado de crédito”, articula.

Para a CEO do Instituto Fenasbac, o futuro sustentável do cooperativismo só é possível se continuar preservando seus diferenciais: não ser banco, focar nas pessoas, transformar comunidades e investir em desenvolvimento. “E é para garantir esse futuro próspero e saudável que eventos como este [Concred] são importantes. Daqui, saem importantes ideias para a inovação e avanço do setor”, conclui. 

Para mais informações, basta acessar: https://ifenasbac.com.br/

Website: https://ifenasbac.com.br/

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Investidores estrangeiros podem ter isenção de renda sob debentures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

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Brasília (DF) 19/8/2022 – Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

Foi aprovado pela Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), a PL 4188/2021 que propõe a isenção de imposto de renda o investimento estrangeiro em debêntures (títulos de dívida) nacionais. O texto deve chegar em breve no Senado, mas, por ora a proposta tem sido discutida pela articulação política do governo.

Tal proposta deve ser feita como emenda ao projeto do Marco Legal das Garantias e a análise final deve ocorrer após 29 de agosto. Caso aprovada e sancionada, a nova lei facilitar o uso das garantias de crédito, reduzir custos e juros de financiamentos e aumentar a concorrência para debêntures.

Essas debêntures são títulos que as empresas não bancárias utilizam para adquirirem recursos de terceiros sem ter que recorrer a bancos. Desta maneira a pessoa física consegue pulverizar o risco de sua alavancagem sendo benéfico tanto para a empresa, pelo maior alcance e capilaridade na hora de adquirir recurso, mas também para o investidor que consegue um retorno relativamente maior sobre o seu investimento em renda fixa comparado a créditos bancários como CDBs.

“Esta medida é de muita vantagem para o investidor estrangeiro, uma vez que ele diminui o risco dele encima do investimento. Isentando o Imposto de Renda para investidores internacionais, o investimento em créditos empresário se torna muito mais atrativo, desta maneira existe uma possibilidade de o Brasil se tornar uma grande alternativa para fundos internacionais”, esclarece Gustavo Vaz, financista e especialista em investimentos da Atrio Investimentos, assessoria de investimentos ligada a XP Investimentos.

O assessor de investimentos ainda coloca que esta medida pode acabar trazendo reservas de moedas estrangeiras para o país. “Um benefício direto, no ponto econômico, é a entrada de mais dólares no Brasil. Isso tudo sem contar os benefícios indiretos, como o desenvolvimento de novos mercados, mais empregos, mais produtos mais concorrência, qualidade e menores preços no longo prazo”, contextualiza. 

Por ter ação direta sobre o sistema tributário, a medida pode modificar um pouco a estrutura de recolhimento federal. Dr. Bruno Junqueira, advogado tributarista e sócio-diretor da BLJ Direitos e Negócios, avalia essa medida como uma facilitadora, contudo, não obstante a isenção do recolhimento, permanece a obrigatoriedade da prestação de contas por declarações. “Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures, com relação àquelas de propriedade de estrangeiros”, explica.

Por outro lado, o advogado especialista ainda acredita que o incentivo criado poderá melhorar a capacidade de expansão das empresas nacionais, o que de alguma forma poderá compensar a perda da arrecadação. “Importante analisar também o impacto do princípio da isonomia quanto aos investidores brasileiros, isto é, se há fundamento jurídico que justifique uma isenção direcionada frente ao ordenamento constitucional brasileiro”, explica.

Vale salientar que a debenture é um crédito de maior risco porque depende do desenvolvimento e resultado da empresa investida. Contundo, o investido não precisará deixar parte do retorno do investimento para o governo Brasileiro, que é como ele recebe pelo risco corrido no investimento.

Website: https://blj.adv.br/

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Bons resultados visam escalabilidade da pequena indústria

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

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São Paulo – SP 19/8/2022 – Antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as fábricas de pequeno porte tiveram o melhor segundo trimestre dos últimos 11 anos. Resultados assim, expressivos, quando o assunto é o desenvolvimento da indústria, ajudam a movimentar a economia e a restabelecer déficit do mercado. Além disso, faz com que muitos empreendedores reforcem sua infraestrutura para uma demanda que aponta ser crescente. É o que afirma o especialista em mangueiras e mangotes de borracha Daniel Rodriguez.

Falando em dados, o Índice de Desempenho das fábricas de pequeno porte subiu de 48,3 pontos em maio para 47,5 em junho. Trata-se de um indicador que avalia produção, número de empregados e utilização da capacidade instalada. O dado, como mencionado, ficou acima da média histórica, que é de 43,6 pontos.

O CEO da Maxxflex reforça que pesquisas como essa são imprescindíveis para orientar as próximas ações da indústria. “Quando há boas perspectivas, como a dos dados divulgados neste mês de agosto, é inegável o movimento do mercado em se preparar para atender as demandas emergentes”, pondera Rodriguez.

Nesse sentido, os investimentos em utensílios para otimizar as produções ganham espaço, aumentando a produtividade e evitando perdas. Prova disso é o aumento identificado na busca por itens como mangueiras e mangotes de borrachas. “É perceptível como o reforço das instalações trazem bons resultados para as empresas. É o que sentimos do mercado que volta a aquecer”, disse o especialista da Maxxflex.

Especialmente por esse nicho da pesquisa tratar de pequenas empresas, a preocupação é ainda maior. “O desenvolvimento das empresas é parte fundamental do avanço da economia de um país. Cientes disso, os empreendedores das pequenas indústrias buscam adequar seus recursos para crescerem com maior escalabilidade”, avalia Daniel Rodriguez.

O especialista elenca importantes pontos a serem levados em consideração para garantir o pleno funcionamento da produção. “Avaliar máquinas e sistemas, suas devidas manutenções e trocar os utensílios, como mangueiras e mangotes, facilitam o trabalho, alavancam os resultados e ainda permitem a qualidade do que é produzido”, diz Rodrigues.

Por fim, o CEO da Maxxflex acredita que se trata de um bom momento para que tomadores de decisão dentro das empresas avaliem o que precisa ser revisto e comecem a fazer as alterações necessárias, visando a evolução da empresa. “Assim, antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar”, finaliza.

Website: http://maxxflex.com.br/

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