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Minas terá programação temática on-line no Carnaval

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Ouro Preto abriu a exposição on-line “Nosso Carnaval, Nossa história”, com elementos que rememoram a festa, um dos destaques da cidade/Foto Chico Ribeiro

Com proibição de aglomerações e cancelamento das festividades, atrativos e cidades inovam na forma de entreter

O Carnaval 2021 vai ser diferente do que os mineiros – e os pontos de turistas que costumam visitar o estado nesta época – estão acostumados. Nada de folia ou blocos de rua. Autoridades não autorizaram a festa para conter a pandemia de covid-19 e evitar mais contaminações, buscando preservar a saúde ea segurança das pessoas.

Com bom humor e criatividade, entretanto, várias iniciativas no estado buscam oferecer programações temáticas para que seja possível curtir o Carnaval em casa com a família ou ter opções de entretenimento sem causar aglomeração. Os espaços culturais da  Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) , por exemplo, estará disponível à visitação durante o Carnaval, mas seguindo todos os procedimentos de segurança recebidos pelo  Minas Consciente .

Circuito Liberdade e museus

Entre os dias 15 e 17/2, equipamentos culturais sob gestão da Secult, além de outros que integram o  Circuito da Liberdade , e espaços que fazem parte do Sistema Estadual de Cultura e Turismo, específicos aplicáveis.

No Circuito Liberdade, em Belo Horizonte, o Museu Mineiro, o Museu dos Militares Mineiros e o Centro de Arte Popular está funcionando. A exceção é para as galerias de arte da Fundação Clóvis Salgado – complexo cultural do Palácio das Artes, e a CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais.

No interior do estado, o Museu Casa Alphonsus de Guimaraens (Mariana), o Museu Casa Guignard (Ouro Preto), o Museu Casa Guimarães Rosa (Cordisburgo) e a Fundação de Arte de Ouro Preto – Faop (Ouro Preto) também funcionarão nos horários já corrigido.

Folia virtual

Para garantir a folia na TV, a Rede Minas exibe, nesta sexta-feira (02/12), às 20h30, um show ao vivo “Carnaval Virtual da Rainha”, com Daniela Mercury. Margareth Menezes, outra grande artista do Carnaval brasileiro, é a convidada de Mercury para uma apresentação.

Integrante do Circuito Liberdade, o Museu das Minas e do Metal (MM Gerdau), promove o Carnaviola entre 12 e 16/2. Ao longo de quatro dias, sempre às 15h, sem  canal do Youtube do MM Gerdau , Chico Lobo estará à frente de apresentações musicais com os violeiros organizados Wilson Dias, Bilora, Renato Caetano, Quincas da Viola, além da cantora Déa Trancoso e das apresentações do contador de causos e poeta Tadeu Martins.

Já o Memorial Minas Gerais Vale terá duas programações temáticas. No dia 12/2, às 18h, apresenta o projeto Reflexões sobre o Carnaval em BH, com foco nas ações educativas e nas produções culturais do espaço, com Nancy Mora e Wesley John. A ação será realizada no  perfil do espaço cultural no Instagram . No dia 14/2, às 10h, o projeto “Rainha Que Já Não Tem Coroa: Carnaval e Esquecimento em Belo Horizonte (acessível em libras), uma reflexão sobre a festa momesca na capital mineira”, será aplicada no  perfil do museu no YouTube .

Quem curte músicas históricas de carnaval não pode perder o Sarau Especial do Carnaval do Minas Tênis Clube, que vai acontecer virtualmente na sexta-feira (02/12), a partir das 18h, no  canal do clube no YouTube .

A Casa Fiat de Cultura apresenta, em 21/2, das 11h às 12h30, em uma transmissão ao vivo, o projeto Encontros com Patrimônio sobre Chiquinha Gonzaga – Memória de Eternos Carnavais. As  inscrições são gratuitas .

Interior

Tiradentes, na região Central de Minas Gerais, promove o concurso on-line de marchinhas de carnaval, que estão disponíveis para votação na página oficial  da prefeitura no Facebook.

Além disso, uma prefeitura, uma Associação Empresarial e a associação dos blocos do Carnaval do município criaram o Circuito Gastronômico de Carnaval: 34 restaurantes locais elaboraram pratos para homenagear os blocos carnavalescos.

Em Diamantina, clássico destino dos foliões em Minas Gerais, uma festa on-line recebe o nome de “Alegria em Casa” e vai de sexta (2/12) a um domingo (2/14). A transmissão acontece pelo canal  “Viva Diamantina”,  no YouTube; e pela página de mesmo nome  no Facebook ; às 19h, na sexta-feira e no sábado, e às 16h, no domingo. A organização é da Prefeitura Municipal de Diamantina.

Em Ouro Preto, a folia também será virtual. Na quarta-feira (02/10), foi aberta a exposição on-line “Nosso Carnaval, Nossa história”, com elementos que rememoram a festa, um dos destaques da cidade.

Na programação, disponível nas redes sociais oficiais e no  canal no YouTube da prefeitura , há, além da exposição, o concurso virtual de samba enredo “Beleza Pura”, o resgate do carnaval tradicional de Ouro Preto por meio de registros dos blocos carnavalescos, e um roteiro gastronômico com participação dos restaurantes locais. A programação pode ser acessada  neste link .

No município de Entre Rios de Minas, uma prefeitura realiza o concurso de Marchinhas de Carnaval com o objetivo de resgatar e divulgar uma tradição e incentivar a criatividade dos compositores populares. O evento será virtual, com publicação e divulgação dos vídeos  neste link .

Patrocínio também tem inscrições abertas até o dia 16/2 para o 1º Concurso de Marchinhas para o Carnaval Virtual, realizado pela Fundação Casa da Cultura da cidade. Para participar é necessário gravar um vídeo autoral com a música que vai concorrer ao prêmio.

Outra cidade que incentiva a realização de um Carnaval on-line é Presidente Bernardes. Fazem parte da programação ao vivo “Grito de Carnaval”, no dia 14/2, às 17h, transmitida pela página oficial da  prefeitura municipal no Facebook , e o concurso virtual de fotos “O Carnaval que marcou Época pra você”.

Belo Horizonte

A capital mineira também será palco de eventos transmitidos pela internet. O ritmo baiano fica por conta do bloco “Baianeiros” que faz um show com  transmissão ao vivo , às 14h do domingo.

Outras opções são a websérie de Carnaval do grupo Maria Cutia e do Diversão em Cena, que disponibilizam, até dia 23/2, os capítulos no  perfil do Instagram  e no canal do  YouTube da Arcelor Mittal .

 

Por | Agência Minas

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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