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Multinacional dobrará capacidade de produção de embalagens em Minas

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Serão aplicados € 60 mi na unidade da Verallia, em Jacutinga, uma das mais modernas fábricas de embalagens de vidro do mundo

Minas Gerais já está colhendo frutos da expansão da cadeia de suprimentos da indústria, em diferentes áreas. Uma nova conjuntura estimulada pelo Governo do Estado está gerando ganhos importantes para a diversificação da economia mineira. O objetivo é otimizar recursos de quem empreende, facilitando a logística produtiva, além de gerar mais empregos e renda.

Um dos exemplos mais recentes é a multinacional francesa Verallia – terceira maior produtora global de embalagens de vidro para alimentos e bebidas -, que acaba de anunciar a construção de um segundo forno em Jacutinga, no Sul de Minas, com aporte de € 60 milhões.

Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede), por meio do Indi, foi responsável por fazer a intermediação entre empresa e órgãos públicos, viabilizando a vinda da multinacional para Minas.

“Mais um grande investimento que vai gerar emprego e renda em Minas Gerais. O grupo francês Verallia vai aplicar cerca de R$ 400 milhões na montagem de um novo forno de garrafas de vidro da unidade em Jacutinga. Só no decorrer das obras, cerca de 1 mil pessoas serão empregadas. Desde o início da nossa gestão, já atraímos cerca de R$ 95 bilhões para Minas e continuamos adotando medidas para criar um ambiente ainda melhor para quem quer investir e trabalhar aqui”, afirmou o governador Romeu Zema.

Expansão

Com o investimento, a companhia prevê mais que dobrar a capacidade produtiva da planta mineira, passando de 1,2 milhão de garrafas para 2,5 milhões, diariamente, a partir de 2023, quando este forno vai operar em plena capacidade.

O número de colaboradores também aumentará na mesma proporção e será dobrado. Quando o novo forno estiver em operação, serão gerados pelo menos outros 90 postos de trabalho diretos em Jacutinga, além de 50 indiretos. Já a obra demandará mil trabalhadores temporários.

Para o secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, a expansão de investimento da Verallia em Minas Gerais reflete a boa relação que o Governo de Minas tem tido com empresas que querem investir no estado. “A Verallia sela um trabalho que temos na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, sob a liderança do governador Romeu Zema, para que tenhamos ainda mais investidores que aqui estão expandindo. Aqueles que ainda não estão em Minas estão convidados a virem e aferirem de perto o quanto Minas Gerais é o melhor estado para se empreender”, afirma.

A expansão anunciada ocorre pouco tempo depois do início das atividades em Minas, em julho de 2019. De acordo com informações divulgadas pela empresa, toda a produção da unidade mineira será destinada ao mercado interno, que está em crescimento.

Atuação em MG

Para instalar a companhia no estado, a Verallia investiu, à época, € 77 milhões de euros (aproximadamente R$ 300 milhões), no que foi a primeira operação do tipo em território mineiro. A planta é uma das mais modernas do mundo, com tecnologia de ponta e grande zelo por questões de sustentabilidade, contando, por exemplo, com sistemas de tratamento de emissões atmosféricas e efluentes.

“Aumentar a nossa capacidade produtiva já estava nos planos. A Verallia é uma empresa muito sólida no Brasil e globalmente, que investe projetando o longo prazo. Esperávamos o momento certo levando em conta, inclusive, as condições de mercado e contratos com nossos clientes”, comenta Quintin Testa, diretor geral da Verallia na América do Sul.

Na avaliação do gerente de Agronegócios, Química e Embalagens do Indi, Lucas Freire Silva Fonseca, o novo aporte reforça a diretriz do governo mineiro de consolidar as cadeias de fornecimento dentro do próprio estado, estreitando cada vez mais o elo entre fabricantes e fornecedores. “A atração do fornecedor de insumos, neste caso de embalagens de vidro, facilita a atração das indústrias de bebidas, que, por sua vez, permitem a expansão de seus fornecedores”, observa.

Antes da atração da Verallia, as empresas de bebidas com atuação em Minas tinham que comprar as garrafas em outros estados. Com isso, o ICMS sobre a embalagem era gerido pelo local de origem.

De acordo com informações da companhia, a Verallia atende a cerca de 10 mil clientes ao redor do mundo, com indústrias em 11 países. No Brasil são três fábricas. Além da unidade mineira, há indústrias localizadas em Campo Bom (RS) e em Porto Ferreira (SP).

 

Por | Agência Minas

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Investidores estrangeiros podem ter isenção de renda sob debentures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

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Brasília (DF) 19/8/2022 – Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

Foi aprovado pela Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), a PL 4188/2021 que propõe a isenção de imposto de renda o investimento estrangeiro em debêntures (títulos de dívida) nacionais. O texto deve chegar em breve no Senado, mas, por ora a proposta tem sido discutida pela articulação política do governo.

Tal proposta deve ser feita como emenda ao projeto do Marco Legal das Garantias e a análise final deve ocorrer após 29 de agosto. Caso aprovada e sancionada, a nova lei facilitar o uso das garantias de crédito, reduzir custos e juros de financiamentos e aumentar a concorrência para debêntures.

Essas debêntures são títulos que as empresas não bancárias utilizam para adquirirem recursos de terceiros sem ter que recorrer a bancos. Desta maneira a pessoa física consegue pulverizar o risco de sua alavancagem sendo benéfico tanto para a empresa, pelo maior alcance e capilaridade na hora de adquirir recurso, mas também para o investidor que consegue um retorno relativamente maior sobre o seu investimento em renda fixa comparado a créditos bancários como CDBs.

“Esta medida é de muita vantagem para o investidor estrangeiro, uma vez que ele diminui o risco dele encima do investimento. Isentando o Imposto de Renda para investidores internacionais, o investimento em créditos empresário se torna muito mais atrativo, desta maneira existe uma possibilidade de o Brasil se tornar uma grande alternativa para fundos internacionais”, esclarece Gustavo Vaz, financista e especialista em investimentos da Atrio Investimentos, assessoria de investimentos ligada a XP Investimentos.

O assessor de investimentos ainda coloca que esta medida pode acabar trazendo reservas de moedas estrangeiras para o país. “Um benefício direto, no ponto econômico, é a entrada de mais dólares no Brasil. Isso tudo sem contar os benefícios indiretos, como o desenvolvimento de novos mercados, mais empregos, mais produtos mais concorrência, qualidade e menores preços no longo prazo”, contextualiza. 

Por ter ação direta sobre o sistema tributário, a medida pode modificar um pouco a estrutura de recolhimento federal. Dr. Bruno Junqueira, advogado tributarista e sócio-diretor da BLJ Direitos e Negócios, avalia essa medida como uma facilitadora, contudo, não obstante a isenção do recolhimento, permanece a obrigatoriedade da prestação de contas por declarações. “Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures, com relação àquelas de propriedade de estrangeiros”, explica.

Por outro lado, o advogado especialista ainda acredita que o incentivo criado poderá melhorar a capacidade de expansão das empresas nacionais, o que de alguma forma poderá compensar a perda da arrecadação. “Importante analisar também o impacto do princípio da isonomia quanto aos investidores brasileiros, isto é, se há fundamento jurídico que justifique uma isenção direcionada frente ao ordenamento constitucional brasileiro”, explica.

Vale salientar que a debenture é um crédito de maior risco porque depende do desenvolvimento e resultado da empresa investida. Contundo, o investido não precisará deixar parte do retorno do investimento para o governo Brasileiro, que é como ele recebe pelo risco corrido no investimento.

Website: https://blj.adv.br/

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Bons resultados visam escalabilidade da pequena indústria

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

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São Paulo – SP 19/8/2022 – Antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as fábricas de pequeno porte tiveram o melhor segundo trimestre dos últimos 11 anos. Resultados assim, expressivos, quando o assunto é o desenvolvimento da indústria, ajudam a movimentar a economia e a restabelecer déficit do mercado. Além disso, faz com que muitos empreendedores reforcem sua infraestrutura para uma demanda que aponta ser crescente. É o que afirma o especialista em mangueiras e mangotes de borracha Daniel Rodriguez.

Falando em dados, o Índice de Desempenho das fábricas de pequeno porte subiu de 48,3 pontos em maio para 47,5 em junho. Trata-se de um indicador que avalia produção, número de empregados e utilização da capacidade instalada. O dado, como mencionado, ficou acima da média histórica, que é de 43,6 pontos.

O CEO da Maxxflex reforça que pesquisas como essa são imprescindíveis para orientar as próximas ações da indústria. “Quando há boas perspectivas, como a dos dados divulgados neste mês de agosto, é inegável o movimento do mercado em se preparar para atender as demandas emergentes”, pondera Rodriguez.

Nesse sentido, os investimentos em utensílios para otimizar as produções ganham espaço, aumentando a produtividade e evitando perdas. Prova disso é o aumento identificado na busca por itens como mangueiras e mangotes de borrachas. “É perceptível como o reforço das instalações trazem bons resultados para as empresas. É o que sentimos do mercado que volta a aquecer”, disse o especialista da Maxxflex.

Especialmente por esse nicho da pesquisa tratar de pequenas empresas, a preocupação é ainda maior. “O desenvolvimento das empresas é parte fundamental do avanço da economia de um país. Cientes disso, os empreendedores das pequenas indústrias buscam adequar seus recursos para crescerem com maior escalabilidade”, avalia Daniel Rodriguez.

O especialista elenca importantes pontos a serem levados em consideração para garantir o pleno funcionamento da produção. “Avaliar máquinas e sistemas, suas devidas manutenções e trocar os utensílios, como mangueiras e mangotes, facilitam o trabalho, alavancam os resultados e ainda permitem a qualidade do que é produzido”, diz Rodrigues.

Por fim, o CEO da Maxxflex acredita que se trata de um bom momento para que tomadores de decisão dentro das empresas avaliem o que precisa ser revisto e comecem a fazer as alterações necessárias, visando a evolução da empresa. “Assim, antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar”, finaliza.

Website: http://maxxflex.com.br/

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Especialista explica importância de integrar comércio eletrônico no Analytics

Integração do comércio eletrônico no Analytics permite mensuração de métricas que podem trazer resultados mais expressivos para o negócio.

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Atibaia – SP 19/8/2022 –

Integração do comércio eletrônico no Analytics permite mensuração de métricas que podem trazer resultados mais expressivos para o negócio.

A análise de métricas no universo do marketing digital já é uma prática consolidada há algum tempo. É assim que os profissionais do setor conseguem mensurar seus resultados, acompanhar o desenvolvimento de suas ações e analisar qual o melhor caminho a seguir. Entre as plataformas utilizadas para essa mensuração está o Google Analytics. O especialista em marketing digital e CCO da agência Go Biz, Ricardo Domingues, explica que integrar o comércio eletrônico ao Analytics é uma prática que pode trazer resultados expressivos em médio e longo prazo.

Essa vinculação do comércio eletrônico ao Google Analytics permite que o usuário contabilize as reais conversões em vendas por meio das transações. O especialista explica que existem duas formas de fazer essa implementação: a padrão e a avançada. “A padrão garante a análise de atividades de finalização de compra dentro do e-commerce, enquanto a avançada permite a visualização de dados ainda mais detalhados, de todo o processo de compra, por exemplo”, explana Ricardo.

O CCO da Go Biz reforça que se trata de um assunto pertinente a experts da área, pois existem detalhes minuciosos que não podem passar despercebidos durante essa configuração, mas orienta. “Em linhas gerais, a vinculação do comércio eletrônico ao Google Analytics passa pela criação e configuração de uma tag, inclusão de um objeto e a criação de um acionador para disparar a tag na página”, conta Domingues.

Ele lembra ainda que esse é um rastreamento muito importante para entender quais canais estão trazendo clientes para a loja. “Uma das práticas do marketing é diversificar os meios de atração dos clientes. Por meio do monitoramento do comportamento do consumidor na loja é possível avaliar quais estratégias estão trazendo o resultado esperado. Ou seja, por onde e como o cliente chegou até a finalização da compra. Dados reais de rastreio da origem do consumidor”, avaliou sobre a importância da implementação.

A análise de métricas para profissionais de marketing é o que garante a elaboração das novas estratégias e adaptação das já utilizadas, salienta Ricardo Domingues. “Entender o cenário é o primeiro passo para alcançar o objetivo de fortalecer as vendas, avaliando os canais que mais convertem e readaptando as estratégias dos demais”, diz.

Entre os dados que o Google Analytics pode oferecer estão a origem e a mídia, configuração de segmentos como redes sociais ou mídia paga, além de gráficos com porcentagens e linhas do tempo. “Tudo de maneira didática e fácil para agilizar as tomadas de decisão”, finaliza Ricardo Domingues.

Website: https://www.gobiz.com.br/

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