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Multipropriedade cresce 18% e reforça turismo

Mudança no Código Civil cria figura nova no direito imobiliário brasileiro e aquece rotas turísticas com formato mais democrático de estadia

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3/5/2021 –

Mudança no Código Civil cria figura nova no direito imobiliário brasileiro e aquece rotas turísticas com formato mais democrático de estadia

O mercado de multipropriedade surgiu em plena pandemia e ajudou o segmento de turismo a não desabar diante das intervenções sanitárias em vários estados do país, aponta relatório da Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil (Adit Brasil).

Inovação do direito imobiliário nacional, introduzida a partir da Lei 13.777/18, que emendou o Código Civil Brasileiro, a multipropriedade possibilita que novas rotas turísticas apareçam no mapa brasileiro e ocorra maior uso de propriedades compartilhadas nas regiões turisticamente consagradas.
Em poucas palavras, multipropriedade é a democratização do acesso à propriedade, seja de imóveis turísticos ou não.

Bastante conhecida na Europa e Estados Unidos, ela foi proposta em 2017 pelo ex-senador Wilder Morais (GO), que atuou para renovar a legislação de direito real, tendo em vista a necessidade de o Brasil tornar-se mais competitivo nas rotas turísticas.
“Basicamente, existia uma insegurança jurídica: a lei brasileira silenciava quanto a uma novidade comum nas rotas mais jovens e pujantes de turismo, a possibilidade de que vários proprietários possam compartilhar custos de aquisição e manutenção de um imóvel. A lei em vigor é complexa, com um capítulo específico e vários artigos. Temos uma revolução em andamento”, diz Wilder Morais.
Ele informa que existem hoje 109 empreendimentos de multipropriedade no país e um mercado em ascensão. “Ocorria na prática, mas a falta de lei emperrava o segmento. Agora está regulamentado”.
Uma rede internacional prevê para o segundo semestre a inauguração de um dos maiores empreendimentos deste segmento, em Fortaleza. O grupo pretende repetir a experiência em Sertaneja (PR), Natal (RN), Recife (PE) e Foz do Iguaçu (PR).

A proposição do ex-senador modificou o Código Civil em parte considerável, já que trouxe novo capítulo com 30 artigos. Com os dispositivos, a normatização acalmou os investidores. A segurança dos investimentos permite, por exemplo, a existência do quarto multipropriedade, com cota do proprietário garantida por meio de escritura.

Logo que entrou em vigor, a legislação despertou potencialidades e informou o segmento empresarial de um modelo aberto e completamente inovador.
Já em 2019 tiveram início as primeiras formações de propriedades baseadas na lei. Caio Calfat, presidente da Adit Brasil, afirma que cidades que não eram consagradas como destinos passaram a contar com multipropriedades para se recolocarem no mercado.

Em 2020, explica Calfat, em relação ao ano anterior, ocorreu crescimento de 18% das mutipropriedades. As rotas estão espalhadas em 65 municípios, em diversos estados.
O relatório “Cenário do Desenvolvimento de Multipropriedades no Brasil 2020”, orientado por Caio Calfat, aponta crescimento de Valor Geral de Vendas (VGV) de 5,93%, em relação a 2019. No ano passado, circularam neste segmento R$ 24,1 bilhões e 430 mil frações de multipropriedades, que foram ofertadas ao público brasileiro e estrangeiro.

Time sharing

Chamada de Time sharing no exterior, algumas das cláusulas legais da multipropriedade têm o poder de rejuvenescer a prática turística ao atrair proprietários mais jovens. “A variedade de modelos é imensa. Possibilita que exista um nicho de público para idosos, pais e filhos, jovens amigos, grupo de produtores, etc. A lei é bastante inteligente neste sentido. Um dos formatos, por exemplo, possibilita que ocorra divisão de 26 frações na unidade”, diz o advogado Welliton Carlos da Silva, mestre em Direito Agrário.
Neste caso, cada unidade habitacional seria dividida por 26 pessoas, diz o especialista. “E cada uma destas pessoas teria conquistado o direito, por contrato, registrando-o em cartório. Esse direito de utilizar seria, digamos, de duas semanas”, completa.

Para Wilder Morais, o modelo poderá ser importante para variantes como o agroturismo e ecoturismo, além do turismo aventura, praticantes de trekking, trilhas, caminhadas, terapias em santuários ecológicos, etc.
O advogado Leonardo Volpatti, que participou da equipe que produziu a norma em vigor, afirma que o proprietário terá responsabilidades e obrigações, mas “tem também o direito de propriedade durante o período determinado”.

Para ele, a lei da multipropriedade regulamentou a possibilidade de a pessoa ter um apartamento, casa de campo, enfim, qualquer direito por algum período. “Esta lei é fruto de um estudo com grandes doutrinadores do direito civil, caso o doutor Gustavo Tepedino”, explica Volpatti.

Website: http://www.wildermorais.com.br

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Governo aprova ações para o estímulo ao plantio de milho

Propostas incluem a oferta de mais crédito e mecanismos de apoio à comercialização para apoiar os agricultores

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Mato Grosso 17/5/2021 – O produto é a base para toda uma estrutura, tanto para alimentação dos animais quanto para a humana

Propostas incluem a oferta de mais crédito e mecanismos de apoio à comercialização para apoiar os agricultores

Novas medidas para estimular o plantio de milho da safra 2021/2022 foram aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). As propostas, que incluem a oferta de mais crédito e mecanismos de apoio à comercialização para apoiar os agricultores no incremento da produção do milho e também do sorgo, foram encaminhadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

 “O produto é a base para toda uma estrutura, tanto para alimentação dos animais quanto para a humana. Isso possibilita mais vantagens para o cultivo do produto”, afirma o CEO do Grupo VMX Agro, Carlos César Floriano.

O CMN decidiu aumentar o limite de financiamento de custeio, a partir de 1º de julho deste ano, de R$ 3 milhões para R$ 4 milhões por produtor, para a produção de milho e de sorgo. Também a partir de 1º de julho, os médios produtores rurais poderão ter acesso ao custeio para plantio dos dois cereais, no limite de R$ 1,75 milhão. Antes o teto era de R$ 1,5 milhão.

Outra medida permite, excepcionalmente, no âmbito da fonte de recursos obrigatórios, o financiamento de Financiamento para Garantia de Preços ao Produtor (FGPP) para a aquisição de milho e de sorgo, limitado a R$ 65 milhões por beneficiário, admitindo o preço de mercado como referência ao invés do preço mínimo. A instituição financeira é obrigada a direcionar recursos de 27,5% da sua movimentação para aplicar em operações de crédito rural.

Carlos César Floriano destaca oportunidade

A Conab estima que a produção total de milho do Brasil na atual temporada deve ficar em torno de 109 milhões de toneladas e a de sorgo em 2,6 milhões de toneladas. “O produtor rural precisa estar atento aos direcionamentos e oportunidades que o país busca no momento. Essa medida tende a ajudar no desenvolvimento do setor”, conclui Carlos César Floriano.

O CMN também aprovou a distribuição dos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para safra 2021/2022, no valor de R$ 5,9 bilhões.

No direcionamento dos valores apreciados pelo Conselho, foi estabelecido o aumento de 21,86% para a linha de Financiamento para Aquisição de Café (FAC), passando de R$ 1,1 bilhão para R$ 1,354 bilhão. Foram mantidos os valores do ano anterior para as demais linhas de crédito, ou seja, R$ 1,6 bilhão para operações de Custeio; R$ 2,2 bilhões para Comercialização, R$ 630,5 milhões para Capital de Giro e R$ 160 milhões para recuperação de cafezais danificados.

A isonomia das taxas de juros para as finalidades de crédito com recursos do fundo deverá ser tratada na próxima reunião do CMN.

Website: http://vmxagro.com.br/

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Tatuagens funcionais: uma arte que ajuda a salvar vidas

Elas têm o propósito de ser uma ferramenta de prevenção, avisar sobre uma doença preexistente, alergia ou identificar o tipo sanguíneo

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São Paulo – SP 17/5/2021 – Esta modalidade de arte é um forte combatente ao preconceito no mundo da tatuagem, pois mostra que a arte também pode ser útil em momentos de mal súbito

Elas têm o propósito de ser uma ferramenta de prevenção, avisar sobre uma doença preexistente, alergia ou identificar o tipo sanguíneo

Se alguém pensa que um estúdio de tatuagem é um local onde as pessoas vão apenas para fazer desenhos bonitos e que estejam na moda para parecerem mais “cool”, se enganou. Uma modalidade de tattoo tem ganhado adeptos nos últimos anos: as chamadas tatuagens funcionais.

Este tipo de tatuagem trabalha mais com a comunicação do que com a estética. Elas têm o propósito de ser uma ferramenta de prevenção, avisar sobre uma doença preexistente, alergia ou identificar o tipo sanguíneo.

Vários estúdios já fazem tatuagens funcionais, um deles é o ItattooClub, localizado no Sumaré, em São Paulo. “Acredito que esta modalidade da arte é um forte combatente ao preconceito no mundo da tatuagem, pois mostra que a arte também pode ser útil em momentos de mal súbito, por exemplo”, afirma Daniel Couto, proprietário do estúdio rotativo.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), pessoas com hipoglicemia podem ter perda de consciência a qualquer momento do dia. Uma tatuagem indicando a possível causa do desmaio pode orientar as pessoas que estão próximas, ou até mesmo, a equipe médica que atendendo a ocorrência. E segundo um artigo da Dra. Bibiana Prada de Camargo Colenci, publicado no site da SBD, se o paciente estiver com o diabetes bem controlado e os níveis de açúcar no organismo estiverem baixos, o paciente pode sim fazer uma tatuagem, evitando risco de infecção no processo de cicatrização.

No caso da tipagem sanguínea, em uma necessidade de transfusão, por exemplo, o tipo sanguíneo tatuado no punho pode facilitar e agilizar o processo de atendimento ao paciente.

Outro caso de tatuagem funcional é o “ponto e vírgula”, um movimento a favor da vida e da prevenção mental. Neste tipo, também chamado de “Semicolon Tattoo Project”, os tatuados mostram que poderiam ter escolhido parar (ponto), mas preferiram seguir (vírgula). Uma diferente utilização para este estilo é a indicação de deficiências. No caso de surdez, é possível indicá-la com um alto falante e um “x”.

O mais interessante disso tudo é que o cliente não precisa simplesmente escrever que tem alergia a algum medicamento em sua pele. É possível discutir e criar sua tattoo junto ao artista que vai desenhá-la. “É uma maneira de deixar a tatuagem mais original e de um jeito que o tatuado irá gostar”, conclui Daniel.

Serviço
iTattooClub
Rua Fortaleza, 246, Bela Vista, São Paulo
Estúdio rotativo de tatuagem
Atendimento com horário agendado
Contato: (11) 98623-2991
www.itattooclub.com

Website: https://itattooclub.com/

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Busca por clínicas veterinárias mais que dobra nos últimos anos

Aumento dos cuidados com cachorros, gatos e pets, cria demanda por mercado especializado de clínicas veterinárias.

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São Paulo, SP 17/5/2021 – Volume de pesquisa dos termos “clínica veterinária”, mais que dobrou nos últimos anos

Aumento dos cuidados com cachorros, gatos e pets, cria demanda por mercado especializado de clínicas veterinárias.

No passado, quando um cachorro, gato ou outro pet ficava doente, precisava de uma vacina ou de um tratamento específico, o comportamento mais comum seria o dono levar seu animal de estimação ao médico veterinário mais próximo de sua residência. Em caso de não conhecer algum veterinário pediria indicação para algum familiar ou conhecido.

Porém, com o avanço da medicina veterinária e o estreitamento da relação entre animais e seus donos, esse comportamento mudou, fazendo com que houvesse um crescimento da procura por clínicas especializadas, que contam com veterinários com o mais alto nível de qualificação.

Essa tendência é confirmada através de dados disponíveis, como, por exemplo, a ferramenta do Google, Trends, que mostra a evolução do interesse ao longo do tempo para as pesquisas dos termos “clínica veterinária”, mais que dobrou nos últimos anos. O Brasil é o país com o maior número de veterinários ativos no mundo, com mais de 80 mil profissionais, segundo dados do Conselho Federal de Medicina Veterinária de 2018.

Rosangela de Oliveira é um exemplo desse novo comportamento: ela possui 2 gatos e quando percebe qualquer alteração na rotina e saúde de seus animais, como coriza, os leva ao veterinário. “Cuido deles como filhos. Se vejo que estão gripados, ao invés de deixá-los sofrerem por semanas, prefiro levar ao veterinário, iniciar a medicação e garantir que em alguns dias já estarão ativos e saudáveis novamente”.

Maria Luiza possui atualmente dois cachorros, e há alguns anos perdeu um da raça poodle, saudável e com apenas 7 anos, devido à falta de qualificação e experiência do veterinário, que para fazer uma limpeza de tártaro, aplicou uma anestesia que acabou levando a uma parada cardíaca. “Fiquei arrasada, quis processar a clínica e o veterinário. A dor de perder a minha cachorrinha nunca vai ser cicatrizada”.
                 
Devido a esse crescimento na demanda por clínicas veterinárias especializadas, algumas empresas surgiram, oferecendo tratamento diferenciado e altamente qualificado aos pets. Este é o caso da Strix Clínica Veterinária Especializada, localizada em São Paulo, que desenvolveu um centro de excelência com profissionais de ponta do mercado, especializados, a sócia-diretora Simone Ferraz comenta: “Hoje temos clientes que vêm de fora de São Paulo por causa do alto nível de atendimento diferenciado e real preocupação com a saúde de seu pet. Eles entendem que um profissional qualificado pode fazer toda a diferença no tratamento, inclusive com uma abordagem preventiva, muito mais saudável e confortável para o pet”. Além de atenderem os pets mais tradicionais, como cães, gatos e aves, lá eles também são especialistas em animais silvestres dos mais diferentes: “Já operamos até um leão, além de termos especialistas para tratamentos únicos, e para animais silvestres”, diz Simone, orgulhosa.

Website: https://clinicastrix.com.br/

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