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Na era do marketing digital ter fãs não é exclusividade de influenciadores

O digital teve uma aceleração enorme e estar se relacionando com a audiência passou a ser obrigatório para qualquer negócio, não é apenas estar nas redes, mas ativar os defensores das marcas, que se assemelha aos fãs dos artistas. Mas como ativar isso?

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São Paulo 26/1/2021 – Ter fãs não é mais exclusividade de influenciadores, é necessidade para qualquer negócio que busca se relacionar com seus clientes no digital.

O digital teve uma aceleração enorme e estar se relacionando com a audiência passou a ser obrigatório para qualquer negócio, não é apenas estar nas redes, mas ativar os defensores das marcas, que se assemelha aos fãs dos artistas. Mas como ativar isso?

Estar no digital é algo fundamental para qualquer negócio, mas isso não significa apenas ter seus perfis nas redes sociais, sites institucionais ou fazer campanhas pagas nas redes. Pelo contrário, o digital é o meio de relacionamento mais eficaz para potencializar negócios.

Alex Monteiro, autoridade no meio digital, representante dos maiores nomes da internet brasileira, como Whindersson Nunes, Tirullipa, entre outros, explica bem como funcionam as redes. “Eu digo que falar a linguagem digital hoje é tão importante como falar inglês, pois se você não se comunica dentro do seu país, quem dirá fora. Vários empresários me procuram querendo crescer nas redes, mas eu explico que mais importante que número de seguidores é como você vai tratar esses seguidores. As redes sociais permitiram a qualquer negócio se expor e relacionar com seu cliente.”

Engajamento é a palavra da vez, ele acontece através do relacionamento, indo além dos números objetivos de seguidores e curtidas, mas mensurando o nível de interação entre os seguidores e o potencial de conversão dos mesmos em clientes.

“Para gerar engajamento não dá para pensar em um conteúdo de rede vindo de uma agência que não vive o seu dia a dia, pessoas conectam pessoas nas redes, daí a necessidade de uma rede humanizada e que potencialize o que de fato acontece no seu produto. Quando você vai reservar um hotel, você não olha mais somente o anúncio do mesmo, você olha a opinião das pessoas acerca dele. O boca a boca é virtual”, explica o especialista Alex Monteiro.

E nesse movimento há um grande crescimento das vagas que o mercado oferece, encontrar um social media não tem sido tarefa fácil, afinal, o objetivo é encontrar os nativos digitais, aqueles que entendem da comunicação nas redes. 

“Me entristece ver as empresas exercendo uma panfletaria digital nas redes, algo que não conecta mais, é importante estar nas redes para relacionamento, anúncio toda hora cansa e não conecta”, confirma Alex.

O especialista ainda defende a necessidade uma mensuração financeira para a atuação das empresas nas redes, pois ele acredita nas redes como meio potencializados de negócios e não um fim.

“Eu sempre digo, tem que ter objetivo para estar nas redes e definir métricas. Eu criei dois termos importantes: CPS (Custo por seguidor), que é o tempo do profissional e custo da equipe envolvida para produzir conteúdo de relacionamento das redes, esse número precisa se tornar menor que o GPS (Ganho por seguidor), que é o quanto você fatura com seguidor que se tornou cliente. Transformar seguidores em clientes é o foco”, explica o especialista, Alex Monteiro .

A sociedade está vivendo uma nova era da comunicação, onde a comunicação não passa somente por uma relação institucional, mas também se relacionando com os clientes e os tornando fãs de suas marcas, conforme afirma o especialista. 

“Canso de ouvir a seguinte frase: ‘Fulano sabe menos que eu e é tão mais famoso que eu’. Eu sempre digo: ‘fulano aprendeu a se relacionar com seus clientes e ele sequer está dando oportunidade para conhecer o seu trabalho. Isso dependerá da sua atuação nas redes, não mostrando seu dia a dia, mas gerando conteúdo de valor na sua área’.”

Website: http://www.alexmmonteiro.com.br

https://youtube.com/watch?v=LjqFMdkso0cnel

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Acidentes de trabalho caem 60% em 20 anos, mas risco aumenta em Logística

Dispositivos de alerta em caminhões e empilhadeiras contribuíram para queda de acidentes. Novas tecnologias, como sensores de presença, podem aumentar a segurança

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São Paulo – SP 28/2/2024 – “Hoje já contamos com sensores que detectam a aproximação de pedestres antes mesmo destes entrarem no campo de visão dos operadores de veículos”, Afonso Moreira

Dispositivos de alerta em caminhões e empilhadeiras contribuíram para queda de acidentes. Novas tecnologias, como sensores de presença, podem aumentar a segurança

Uma pesquisa da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho aponta que o número de acidentes ocupacionais caiu quase 60% em 20 anos naquele continente. No entanto, em alguns setores, como Logística e Transporte, o risco de ocorrências vem crescendo, de acordo com o aumento da mão-de-obra nestes segmentos. O estudo foi publicado em 2023, com base em dados coletados entre 1998 e 2019 em 27 países membros da União Europeia.

Segundo o levantamento, a queda nos índices de acidentes fatais e não fatais foi similar neste período – 57% e 58%, respectivamente (página 12). A agência ressalta que quatro grandes setores (agricultura, construção, indústria e transporte) respondiam por 60% das ocorrências em 1998, apesar de contar com apenas 40% da mão-de-obra total ao longo desses 20 anos. “Portanto, a redução de acidentes nestes setores foi crucial para a redução total”, diz o estudo.

A pesquisa lista ainda (na página 14) os principais avanços que contribuíram para a redução de acidentes de trabalho, entre eles equipamentos de segurança em veículos e máquinas, como alertas sonoros e luminosos para caminhões e empilhadeiras. “Hoje, já contamos com sensores que detectam a aproximação de pedestres antes mesmo destes entrarem no campo de visão dos operadores de veículos. É o que chamamos de dispositivos de segurança ativa, que não dependem do acionamento humano”, explica Afonso Moreira, CEO da AHM Solution, empresa especializada em redução de danos em operações logísticas.

No entanto, a pesquisa da agência europeia também mostra que, desde 2005, o número de trabalhadores expostos a riscos aumentou em alguns setores que tiveram crescimento de mão-de-obra, como logística, transporte e distribuição (página 17).

Por fim, o estudo revela que, ainda hoje, os segmentos de logística e transporte estão entre os que apresentam taxas de acidentes de trabalho acima da média, por ter trabalhadores lidando com produtos pesados ou perigosos (página 65).

“Todos estes dados nos mostram a importância de investir continuamente em tecnologias que reduzam o risco de acidentes nas empresas. O setor de logística se destacou nos últimos 20 anos, porém a necessidade de movimentar volumes crescentes com agilidade aumenta também o desafio de entregar tudo isso com mais segurança”, conclui Moreira.

Mais informações em https://www.ahmsolution.com.br/

Website: https://www.ahmsolution.com.br/

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Certificações e licenças reforçam compromisso com governança e compliance

Selos desempenham papel estratégico na gestão de riscos e fortalecem a transparência nas empresas

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Curitiba 28/2/2024 – “A avaliação contínua dos riscos de compliance, capacitação de funcionários, atualização de políticas e procedimentos

Selos desempenham papel estratégico na gestão de riscos e fortalecem a transparência nas empresas

As certificações desempenham um papel estratégico na governança das empresas, porque contribuem para a conformidade com regulamentações e padrões reconhecidos internacionalmente. O assunto vem sendo cobrado por órgãos regulamentadores e públicos de interesse das companhias.

Inclusive, um estudo com 240 diretores de Compliance em diversos setores, realizado pela consultoria de serviços profissionais KPMG, trouxe o cenário esperado por esses líderes para os próximos dois anos. A pesquisa abordou temas como complexidade regulatória, desafios operacionais, promoção de uma cultura ética, sustentabilidade e tecnologia.

Para os gestores de compliance, o ambiente regulatório está em constante evolução e exige adaptação e ajustes contínuos. No levantamento, 73% dos entrevistados esperam uma maior análise sobre esse tópico e 45% estão se dedicando para atender a regulamentações específicas do setor em que atuam, o que reforça a necessidade de se falar mais sobre o assunto.

Ainda preocupados com a evolução do tema, 48% dos entrevistados relataram que não iniciaram a implementação de programas de compliance com foco em questões ambientais, sociais e de governança – o conhecido tripé chamado ESG, na sigla em inglês -, mas estão em fases de planejamento e desenvolvimento.

A Neoconsig, especializada na gestão de benefícios consignados, já praticava atitudes voltadas à governança corporativa em seus processos. Recentemente, atenta ao mercado, incluiu as certificações no seu hall de boas práticas, a ISO 37001 (antissuborno) e ISO 37301 (compliance). As duas representam um passo significativo na jornada contínua da companhia em aprimorar suas práticas operacionais e fortalecer seu compromisso com o compliance.

Juliana Selenko, diretora de RH da Neoconsig, explica que certificações ISO capacitam as companhias a identificarem, avaliarem e gerenciarem proativamente os riscos operacionais, promovendo uma abordagem mais eficaz. “A avaliação contínua dos riscos de compliance, capacitação de funcionários, atualização de políticas e procedimentos, além da implementação de estratégias de comunicação, fazem parte dos nossos valores e objetivos”, enfatiza Juliana.

Ao aderir a padrões internacionais, companhias como a Neoconsig fortalecem sua reputação no mercado, gerando confiança entre clientes, parceiros e demais públicos de interesse.

Para saber mais sobre a Neosonsig, basta acessar o perfil da empresa no Linkedin.

Website: http://www.neoconsig.com.br

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IA coíbe tentativas de fraudes contra locadoras de veículos

Tecnologia de sistema à base de Inteligência Artificial combatem intenções suspeitas

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São Paulo (SP) 28/2/2024 – A partir do momento em que a locadora entrega a chave do carro para o cliente, a empresa passa a estar sob o risco de que ele faça qualquer coisa com o carro

Tecnologia de sistema à base de Inteligência Artificial combatem intenções suspeitas

A recuperação econômica pós-pandemia das empresas de locação de veículos no Brasil é um fenômeno à parte. De acordo com o último relatório da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), o setor alcançou um faturamento de R$ 36,8 bilhões em 2022, valor 56% maior que o balanço de 2021 e 109% acima do que foi apurado em 2020.

Mas as tentativas de fraudes às empresas ainda são um desafio a ser superado, o que torna o serviço de alto risco. A boa notícia é que, hoje, a Inteligência Artificial engloba tecnologias que auxiliam no combate a tentativas de fraudes neste mercado

As tecnologias da informação desenvolveram soluções de segurança digital, com recursos de inteligência artificial, a ponto de comparar, instantaneamente, uma selfie do usuário e a foto contida no documento. Esse procedimento permite assegurar a autenticidade do portador. Entretanto, é possível ir além.

“A selfie comparada com a foto do documento é importante, mas temos recursos suficientes para nos aprofundar. Utilizando a ferramenta mostVio, é possível descriptografar o QR Code no verso da Carteira de Habilitação. A partir daí, a locadora tem acesso aos dados do condutor que se encontram no Senatran”, explica Maria Cristina Diez, engenheira de softwares e diretora comercial e de marketing da Most, empresa especializada na implementação de sistemas de segurança digital com tecnologias que utilizam a inteligência artificial (IA). O Senatran é a Secretaria Nacional de Trânsito, que é o órgão máximo executivo do setor.

Quanto ao Facematch, ela afirma que a tecnologia consegue mapear em diversos pontos as simetrias entre duas faces para realizar a comparação das imagens, retornando um percentual de similaridade. “O Facematch tem um altíssimo índice de acerto, e ainda acelera o tempo de aprovação do cliente, se for o caso. Aquela espera muitas vezes burocrática acaba se dissipando, e isso torna bem melhor a experiência do consumidor com a locadora”, afirma Maria Cristina Diez.

“Tudo isso deixa os processos de análise e de aprovação mais seguros e ágeis, reduzindo também os custos operacionais das empresas”, completa a executiva da Most. Para ela, os recursos Facematch e mostVio, aliados, proporcionam uma realidade diferente daquela vivenciada pelas companhias do setor. “É um perigo frequente que elas enfrentam. A partir do momento em que a locadora entrega a chave do carro para o cliente, a empresa passa a estar sob o risco de que ele faça qualquer coisa com o carro. Seja usá-lo para cometer crimes ou mesmo para desaparecer com o veículo. Há casos até de golpistas que tentaram revender o carro”, conta.

Website: https://most.com.br/

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