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Novo modelo leva banda larga a mais municípios

Xis internet Fibra investirá R$ 100 milhões para expandir internet de ultravelocidade para pequenas localidades do país; executivo Marco Antonio Carbonari explica operação

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São Paulo – SP 28/1/2021 – Banda larga é um negócio de retorno financeiro, mas que envolve informação, desenvolvimento, filosofia, de trazer algo distante para dentro de casa

Xis internet Fibra investirá R$ 100 milhões para expandir internet de ultravelocidade para pequenas localidades do país; executivo Marco Antonio Carbonari explica operação

A crescente expansão digital no Brasil tem atraído o interesse de novas empresas e investidores. Inéditos modelos de negócio estão sendo formatados para atender a essa maior demanda, com impacto positivo no desenvolvimento socioeconômico. Um exemplo é o inovador sistema de franquia criado com o objetivo de expandir a rede FTTH (fibra) da Vivo e levar internet de ultravelocidade para mais localidades do país. A Xis Internet Fibra, uma sociedade de capital fechado formada por oito investidores e um dos primeiros franqueados, fará investimentos da ordem de R$ 100 milhões em implantação e estrutura com a meta de chegar a pelo menos 50 municípios ainda este ano.

O projeto foca em cidades de 20 mil a 50 mil habitantes, além de municípios ou bairros periféricos de grandes centros urbanos. O início do negócio foi em novembro último, com a chegada a Águas Lindas de Goiás, cidade a 193 km de Goiânia, com cerca de 80% de cobertura do município. Marco Antonio Carbonari, vice-presidente de Relações Institucionais da Xis Internet Fibra, conta que o primeiro contato entre a Xis Net e a franqueadora ocorreu em 2018. “Estávamos buscando uma oportunidade de investimento e uma consultoria de negócios nos mostrou o projeto da Vivo”, lembra o executivo.

Com sede em São Paulo, a Xis emprega 70 pessoas e a previsão é atingir entre 600 a 800 funcionários em até três anos. O grupo está se organizando por meio de dois fundos de investimento, sendo um deles um fundo de investimento em participações (FIP), que já está montado, e o outro um fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC), que segue regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e está sendo estruturado.

O vice-presidente da Xis explica que a Telefônica (dona das marcas Vivo e Terra), além da marca Terra conectado por Vivo Fibra, oferecerá aos franqueados uma série de processos ágeis, treinamentos gerenciais e técnicos, acesso a fornecedores habilitados com preços diferenciados, call center central único, topologia de rede garantindo estabilidade e escalabilidade, saída de Internet (circuitos IP e ponto de conexão com a rede da Telefônica para acesso à Internet), e 115 mil kms de backbone nacional.

Segundo Marco Antonio Carbonari, que é também um dos sócios da Xis, ao franqueado cabe a responsabilidade pelo desenvolvimento de toda infraestrutura de rede necessária, bem como a gestão da operação, incluindo vendas, atendimento e instalação. “Acredito que a adesão de consumidores será fácil. A banda larga é um negócio que tem retorno financeiro, mas que também envolve aspectos relacionados à informação, desenvolvimento, filosofia, de trazer algo distante para dentro de casa”, avalia o executivo da Xis.

Conforme dados divulgados, com a decisão de franquear sua marca e experiência, a Telefônica espera somar mais de 1 milhão de domicílios cobertos com fibra, pelos franqueados, aos 15 milhões já previstos pela expansão própria da companhia, até o final de 2021. Atualmente, a Vivo conta com cerca de 10 milhões de domicílios cobertos, em 154 cidades espalhadas em todo país. Dos 5.570 municípios brasileiros, só 552 têm rede de fibra, o que indica um grande mercado potencial para investimento.

Website: https://www.xis.net.br/

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Acidentes de trabalho caem 60% em 20 anos, mas risco aumenta em Logística

Dispositivos de alerta em caminhões e empilhadeiras contribuíram para queda de acidentes. Novas tecnologias, como sensores de presença, podem aumentar a segurança

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São Paulo – SP 28/2/2024 – “Hoje já contamos com sensores que detectam a aproximação de pedestres antes mesmo destes entrarem no campo de visão dos operadores de veículos”, Afonso Moreira

Dispositivos de alerta em caminhões e empilhadeiras contribuíram para queda de acidentes. Novas tecnologias, como sensores de presença, podem aumentar a segurança

Uma pesquisa da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho aponta que o número de acidentes ocupacionais caiu quase 60% em 20 anos naquele continente. No entanto, em alguns setores, como Logística e Transporte, o risco de ocorrências vem crescendo, de acordo com o aumento da mão-de-obra nestes segmentos. O estudo foi publicado em 2023, com base em dados coletados entre 1998 e 2019 em 27 países membros da União Europeia.

Segundo o levantamento, a queda nos índices de acidentes fatais e não fatais foi similar neste período – 57% e 58%, respectivamente (página 12). A agência ressalta que quatro grandes setores (agricultura, construção, indústria e transporte) respondiam por 60% das ocorrências em 1998, apesar de contar com apenas 40% da mão-de-obra total ao longo desses 20 anos. “Portanto, a redução de acidentes nestes setores foi crucial para a redução total”, diz o estudo.

A pesquisa lista ainda (na página 14) os principais avanços que contribuíram para a redução de acidentes de trabalho, entre eles equipamentos de segurança em veículos e máquinas, como alertas sonoros e luminosos para caminhões e empilhadeiras. “Hoje, já contamos com sensores que detectam a aproximação de pedestres antes mesmo destes entrarem no campo de visão dos operadores de veículos. É o que chamamos de dispositivos de segurança ativa, que não dependem do acionamento humano”, explica Afonso Moreira, CEO da AHM Solution, empresa especializada em redução de danos em operações logísticas.

No entanto, a pesquisa da agência europeia também mostra que, desde 2005, o número de trabalhadores expostos a riscos aumentou em alguns setores que tiveram crescimento de mão-de-obra, como logística, transporte e distribuição (página 17).

Por fim, o estudo revela que, ainda hoje, os segmentos de logística e transporte estão entre os que apresentam taxas de acidentes de trabalho acima da média, por ter trabalhadores lidando com produtos pesados ou perigosos (página 65).

“Todos estes dados nos mostram a importância de investir continuamente em tecnologias que reduzam o risco de acidentes nas empresas. O setor de logística se destacou nos últimos 20 anos, porém a necessidade de movimentar volumes crescentes com agilidade aumenta também o desafio de entregar tudo isso com mais segurança”, conclui Moreira.

Mais informações em https://www.ahmsolution.com.br/

Website: https://www.ahmsolution.com.br/

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Certificações e licenças reforçam compromisso com governança e compliance

Selos desempenham papel estratégico na gestão de riscos e fortalecem a transparência nas empresas

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Curitiba 28/2/2024 – “A avaliação contínua dos riscos de compliance, capacitação de funcionários, atualização de políticas e procedimentos

Selos desempenham papel estratégico na gestão de riscos e fortalecem a transparência nas empresas

As certificações desempenham um papel estratégico na governança das empresas, porque contribuem para a conformidade com regulamentações e padrões reconhecidos internacionalmente. O assunto vem sendo cobrado por órgãos regulamentadores e públicos de interesse das companhias.

Inclusive, um estudo com 240 diretores de Compliance em diversos setores, realizado pela consultoria de serviços profissionais KPMG, trouxe o cenário esperado por esses líderes para os próximos dois anos. A pesquisa abordou temas como complexidade regulatória, desafios operacionais, promoção de uma cultura ética, sustentabilidade e tecnologia.

Para os gestores de compliance, o ambiente regulatório está em constante evolução e exige adaptação e ajustes contínuos. No levantamento, 73% dos entrevistados esperam uma maior análise sobre esse tópico e 45% estão se dedicando para atender a regulamentações específicas do setor em que atuam, o que reforça a necessidade de se falar mais sobre o assunto.

Ainda preocupados com a evolução do tema, 48% dos entrevistados relataram que não iniciaram a implementação de programas de compliance com foco em questões ambientais, sociais e de governança – o conhecido tripé chamado ESG, na sigla em inglês -, mas estão em fases de planejamento e desenvolvimento.

A Neoconsig, especializada na gestão de benefícios consignados, já praticava atitudes voltadas à governança corporativa em seus processos. Recentemente, atenta ao mercado, incluiu as certificações no seu hall de boas práticas, a ISO 37001 (antissuborno) e ISO 37301 (compliance). As duas representam um passo significativo na jornada contínua da companhia em aprimorar suas práticas operacionais e fortalecer seu compromisso com o compliance.

Juliana Selenko, diretora de RH da Neoconsig, explica que certificações ISO capacitam as companhias a identificarem, avaliarem e gerenciarem proativamente os riscos operacionais, promovendo uma abordagem mais eficaz. “A avaliação contínua dos riscos de compliance, capacitação de funcionários, atualização de políticas e procedimentos, além da implementação de estratégias de comunicação, fazem parte dos nossos valores e objetivos”, enfatiza Juliana.

Ao aderir a padrões internacionais, companhias como a Neoconsig fortalecem sua reputação no mercado, gerando confiança entre clientes, parceiros e demais públicos de interesse.

Para saber mais sobre a Neosonsig, basta acessar o perfil da empresa no Linkedin.

Website: http://www.neoconsig.com.br

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IA coíbe tentativas de fraudes contra locadoras de veículos

Tecnologia de sistema à base de Inteligência Artificial combatem intenções suspeitas

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São Paulo (SP) 28/2/2024 – A partir do momento em que a locadora entrega a chave do carro para o cliente, a empresa passa a estar sob o risco de que ele faça qualquer coisa com o carro

Tecnologia de sistema à base de Inteligência Artificial combatem intenções suspeitas

A recuperação econômica pós-pandemia das empresas de locação de veículos no Brasil é um fenômeno à parte. De acordo com o último relatório da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), o setor alcançou um faturamento de R$ 36,8 bilhões em 2022, valor 56% maior que o balanço de 2021 e 109% acima do que foi apurado em 2020.

Mas as tentativas de fraudes às empresas ainda são um desafio a ser superado, o que torna o serviço de alto risco. A boa notícia é que, hoje, a Inteligência Artificial engloba tecnologias que auxiliam no combate a tentativas de fraudes neste mercado

As tecnologias da informação desenvolveram soluções de segurança digital, com recursos de inteligência artificial, a ponto de comparar, instantaneamente, uma selfie do usuário e a foto contida no documento. Esse procedimento permite assegurar a autenticidade do portador. Entretanto, é possível ir além.

“A selfie comparada com a foto do documento é importante, mas temos recursos suficientes para nos aprofundar. Utilizando a ferramenta mostVio, é possível descriptografar o QR Code no verso da Carteira de Habilitação. A partir daí, a locadora tem acesso aos dados do condutor que se encontram no Senatran”, explica Maria Cristina Diez, engenheira de softwares e diretora comercial e de marketing da Most, empresa especializada na implementação de sistemas de segurança digital com tecnologias que utilizam a inteligência artificial (IA). O Senatran é a Secretaria Nacional de Trânsito, que é o órgão máximo executivo do setor.

Quanto ao Facematch, ela afirma que a tecnologia consegue mapear em diversos pontos as simetrias entre duas faces para realizar a comparação das imagens, retornando um percentual de similaridade. “O Facematch tem um altíssimo índice de acerto, e ainda acelera o tempo de aprovação do cliente, se for o caso. Aquela espera muitas vezes burocrática acaba se dissipando, e isso torna bem melhor a experiência do consumidor com a locadora”, afirma Maria Cristina Diez.

“Tudo isso deixa os processos de análise e de aprovação mais seguros e ágeis, reduzindo também os custos operacionais das empresas”, completa a executiva da Most. Para ela, os recursos Facematch e mostVio, aliados, proporcionam uma realidade diferente daquela vivenciada pelas companhias do setor. “É um perigo frequente que elas enfrentam. A partir do momento em que a locadora entrega a chave do carro para o cliente, a empresa passa a estar sob o risco de que ele faça qualquer coisa com o carro. Seja usá-lo para cometer crimes ou mesmo para desaparecer com o veículo. Há casos até de golpistas que tentaram revender o carro”, conta.

Website: https://most.com.br/

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