Conecte-se conosco

Notícias

Novo relógio de ponto eletrônico ajuda na retomada das atividades das empresas

Equipamento é o primeiro a atender as diretrizes trabalhistas e sanitárias para prevenção contra a covid-19, com registro de presença homologado e uso do reconhecimento facial

Publicado

em

Curitiba, Paraná 28/1/2021 – O novo equipamento faz os registros dos empregados e ainda previne contra a contaminação da covid-19

Equipamento é o primeiro a atender as diretrizes trabalhistas e sanitárias para prevenção contra a covid-19, com registro de presença homologado e uso do reconhecimento facial

Há pouco mais de um ano, a pandemia de Covid-19 mexeu profundamente com as atividades da sociedade em todos os países. O mercado de trabalho fortemente abalado obrigou as empresas a reverem suas práticas e adotarem soluções para manter o rendimento e a fluidez do trabalho de suas equipes. Mas o cenário de caos apresentado se mostrou propício ao descontrole operacional e o não cumprimento das metas para o ano.

Apesar das circunstâncias, as empresas precisavam seguir em frente. O home office passou a ser largamente adotado, o que permitiu o andamento de muitos serviços. Porém, muitas vezes os aspectos legais não foram observados, levando a um crescimento de 270% no número de processos trabalhistas no auge da pandemia, segundo levantamento feito em outubro de 2020 nas Varas de Trabalho de todo país.

Em outra frente, muitas equipes profissionais precisaram se manter em atividade dentro das empresas, principalmente aquelas em que atividade presencial é indispensável. Os cuidados para prevenir a contaminação se tornaram essenciais nestes locais.

O novo cenário imposto pela pandemia em 2020 fez surgirem diversas iniciativas no mercado. Empresas dos mais diversificados segmentos precisaram se reinventar para se manterem atuantes.

Em busca de solução

No meio deste contexto confuso no mercado, uma empresa paranaense produtora de relógio de ponto enxergou uma oportunidade de inovar. A Dixi Relógios de Ponto criou um equipamento que faz os registros dos empregados e ainda previne contra a contaminação da covid-19.

Segundo Elaine Gomes, gerente geral da empresa, não bastava ter um registro de presença arquivado, é preciso desenvolver um sistema dentro das normas e com um alto grau de confiabilidade para proteger o processo de apuração da frequência. “Criamos sistemas extremamente eficientes que integram o relógio de ponto, software e aplicativo para celular, por exemplo, o que permitiu que as empresas acompanhassem seus colaboradores a distância. Mas a tecnologia ainda permitia questionamentos legais”, alerta Elaine.

Duas portarias do Ministério do Trabalho (hoje Secretaria do Trabalho, ligada ao Ministério da Economia) regulam as regras sobre a frequência dos trabalhadores. A Portaria 1.510 tem como objetivo regulamentar o registro eletrônico de ponto e a utilização do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto. A outra é a Portaria 373, que dispõe sobre o uso de sistemas alternativos de ponto, que podem ser adotados desde que autorizados através de Convenção ou Acordo Coletivo de Trabalho.

Diante deste aspecto, a empresa passou a buscar uma solução que atendesse a demanda do registro de ponto no cenário atual, mas que, ao mesmo tempo, fosse validada legalmente. “Precisávamos ir além, por isso, desde o início da pandemia buscamos uma saída eficiente. Foi quando nossa equipe técnica buscou aprimorar o Sindnox, um ponto de reconhecimento facial já consolidado no mercado, que passaria a emitir comprovante de presença”, esclarece a gerente. Ela explica que, além da questão legal, buscou-se desenvolver um equipamento que dispense o leitor biométrico do dedo, que é compartilhado e um ponto de risco de transmissão do vírus.

Nascia o Irep Facial, o primeiro relógio de ponto com reconhecimento facial homologado pela Secretaria do Trabalho dentro das diretrizes da Portaria 1510 e o que é mais relevante: sem qualquer contato humano, prevenindo contra a contaminação da covid-19 pelos trabalhadores. “Por meio do Irep Facial, damos uma importante contribuição às empresas, que agora podem utilizar um equipamento homologado pelas normas atuais, e ainda fornecemos aos colaboradores a certeza de terem seus registros seguros e, por que não, também sua saúde protegida”, sentencia.

O equipamento recebe sua homologação no momento em que as empresas começam a retomar suas atividades. “Entendemos que nosso equipamento vai contribuir para que empresários e colaboradores possam fazer esta transição com muito mais segurança”, finaliza Elaine.

O Irep Facial

Atualmente, Irep Facial é o único relógio de ponto com reconhecimento facial a atender todas as normas da Portaria 1.510 do Ministério do Trabalho (MTE).

O reconhecimento facial é uma das tecnologias mais seguras e modernas existentes hoje, conferindo mais agilidade, segurança e eficiência ao processo. As duas câmeras que fazem a leitura da face e do ambiente ao redor, eliminam qualquer possibilidade de fraude. A tecnologia integrada entre as duas câmeras produz iluminação e profundidade na hora da captura da imagem, isso evita o reconhecimento de “faces falsas”, como por exemplo, uso de fotos.

O equipamento conta com sistema wi-fi de alta tecnologia, que dispensa a utilização de cabos de rede, para o envio de informações ao software de gestão. Além dos aspectos legais, o Irep Facial auxilia na manutenção das medidas sanitárias, pois elimina a necessidade de contato com o equipamento.

A empresa

A DIXI é uma empresa do segmento de Relógios de Ponto com 12 anos de existência. Hoje, com 39 colaboradores e cerca de 15 mil aparelhos instalados. Com fabricação própria, oferece Relógios de Ponto Biométrico ou Relógio Ponto Cartográfico e software de gestão de ponto capaz de dinamizar a difícil tarefa de controlar o ponto de centenas ou milhares de funcionários, com atuação em todos os estados brasileiros.

Website: https://dixiponto.com.br/

Continuar Lendo
Anúncio

Notícias

Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

Publicado

em

Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

Continuar Lendo

Notícias

Juridiquês: você não precisa disso

Publicado

em

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

Continuar Lendo

Notícias

Como as telas implicam na vida das crianças

Publicado

em

Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

Continuar Lendo

Em Alta

...