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O jogo dos sete erros na hora de empreender

Especialista aponta os principais motivos que levam ao fechamento de empresas
e orienta como evitá-los

Publicado

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Ribeirão Preto, SP 12/1/2021 –

Especialista aponta os principais motivos que levam ao fechamento de empresas
e orienta como evitá-los

Mesmo com a turbulência na economia causada pela pandemia do novo Coronavírus, o saldo de abertura de novas empresas está positivo. O painel Mapa de Empresas, divulgado pelo Ministério da Economia, aponta que, em julho, foram registradas 250.308 aberturas ante 81.816 fechamentos, ou seja, no balanço geral o saldo ficou em 168.492 mil novas empresas abertas no período.

A pesquisa aponta ainda que, no primeiro quadrimestre de 2020, foram abertas mais de 1 milhão de empresas no País, representando um aumento de 1,2% em relação ao último quadrimestre de 2019, sendo que São Paulo é o estado com mais representatividade, totalizando 295 mil novas empresas, seguido por Minas Gerais, com 115 mil, e pelo Rio de Janeiro, com 101 mil.

De todo modo, verifica-se que o índice de fechamento de empresas no mês de julho ante ao de abertura, foi de quase 33% e sabe-se que um dos principais motivos para a manutenção da alta taxa de mortalidade de empreendimentos está a má gestão do negócio. Não ter um plano de negócio, não dimensionar o capital de giro ou não criar indicadores de desempenho estão entre os erros mais comuns de centenas de empresários.

De acordo com a CEO da Wowe, rede especializada na comercialização de serviços financeiros via correspondência bancária 100% digital, Ana Paula Ferreira, é possível listar, pelo menos, sete erros que prejudicam o desempenho de um novo negócio, independentemente do ramo de atuação.

“O erro mais comum que se observa é o empresário se empolgar com novo empreendimento e não preparar um plano de negócio, entabulando os objetivos, metas e estudo de viabilidade comercial e financeiro. Para evitá-lo é necessário fazer duas análises, uma interna e outra externa. A primeira precisa centrar-se numa pesquisa contábil, checando o enquadramento jurídico-tributário mais propício ao negócio, bem como ao montante necessário para subscrever como capital social, além de se averiguar as fontes de recursos para colocar o empreendimento de pé. Já a segunda, tem relação a uma pesquisa minuciosa de mercado para detectar a demanda pelos produtos e/ou serviços ofertados, mapear o perfil dos clientes e identificar bem quais diferenciais serão ofertados em relação à concorrência”, detalha a executiva.

O segundo erro, segundo a especialista está em não dimensionar bem o capital de giro do negócio. “Muitos empreendedores acreditam, erroneamente, que o investimento inicial é o capital de giro, quando na realidade, o capital de giro é o montante necessário para fazer a empresa girar, pagando suas despesas diárias. Se o negócio almejado for uma franquia, é muito difícil esse tipo de confusão ocorrer, pois, em geral, os consultores de expansão da rede franqueadora auxiliam o novo empresário a diferenciar cada um desses aspectos e necessidades do negócio, antes mesmo de assinar o contrato”, alerta a especialista.

Um terceiro e quarto pontos trazidos pela executiva estão atrelados aos indicadores de desempenho, como, por exemplo, aqueles destinados a medir a satisfação dos clientes ou as características e resultados de uma campanha de marketing ou, ainda, os voltados a avaliar os produtos ou serviços ofertados etc. “A não implementação significa gerir um negócio totalmente no escuro e, pior do que isso é ter os indicadores implantados, mas não observá-los, no dia a dia. Sem parâmetros para seus processos internos é impossível medir e corrigir eventuais gaps e, no segundo caso, tendo eles implantados, mas sem extrair os resultados, dificilmente o empresário conseguirá aprimorar os resultados do negócio”, explica Ana.

O quinto erro mais comum de muitos empresários é não se preocupar em elaborar um planejamento estratégico de marketing. “Esse aspecto, hoje em dia, com os inúmeros recursos digitais é inimaginável. Além da  já conhecida análise SWOT (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças), o planejamento e a análise constante de marketing permitem a programação de ações de acordo com a jornada do cliente de modo quase que instantâneo, conforme a situação atual do mercado, sendo possível mapear os comportamentos dos consumidores e da concorrência em tempo real, minimizando os riscos e criando oportunidades para caminhos alternativos na tentativa de reverter rapidamente o resultado de uma ação”, explica Ana.

A especialista afirma ainda, que na Wowe, por exemplo, essa análise de marketing é feita antecipadamente e constantemente, uma vez que o negócio é 100% digital. “Realizamos as customizações necessárias para cada franqueado, de modo a gerar leads, com a conquista de potenciais novos clientes na web, parametrizando as etapas de venda e a concluindo sem a necessidade da presença física ou envio de documentos. Esse é um respaldo importante que viabiliza, ainda mais, a concessão de crédito, de abertura de contas correntes digitais, da formalização de seguros ou, ainda, de contratação de consórcios, nessa época de isolamento social, acelerando a conversão e ampliando os resultados de toda a rede”, aponta a executiva.

Para finalizar, Ana informa que há outros dois erros de gestão que podem prejudicar o empresário: a falta de organização interna em relação aos cargos de cada colaborador e não acompanhar o desempenho dos mesmos.  “Em geral, o empresário se preocupa com o treinamento e formação profissional do funcionário, mas se esquece de explicar detalhadamente quais são as atividades e metas, criando ações de valorização, de monitoramento da produtividade, bem como as avaliações de desempenho. A consequência disso é ter uma alta rotatividade, despendendo um alto investimento de tempo e de recurso financeiro em novos processos de seleção”, finaliza a especialista.

A Wowe – Crédito em Acreditar

Após 15 anos gerenciando call center na área de telecomunicação, Ana Paula Ferreira decidiu ingressar, em 2017, no mercado de correspondência bancária. Em três anos, implementou sua expertise adquirida no call center neste segmento, inovando o modus operandi dos correspondentes bancários no País, passando a ofertar esse atendimento de maneira 100% digital e exclusivamente remoto.  Atualmente a empresa comercializa cerca de R$ 70 milhões de crédito ao ano e, em 2020, iniciou a formatação do negócio para o sistema de franchising, lançado, agora, oficialmente ao mercado.

Website: https://wowe.online/SEJAUMFRANQUEADO/

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1 Comentário

1 Comentário

  1. willow

    17 de maio de 2021 @ 14:11

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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