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Para fortalecer ações de combate à corrupção e boas práticas corporativas, Control Risks expande serviços no Brasil

A expansão reforça a estratégia da Control Risks para oferecer serviços de alta complexidade a clientes que passam por investigações regulatórias; sindicâncias internas, além de litígios e fiscalizações.

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SÃO PAULO 2/3/2021 – É importante atender à demanda crescente em investigações e compliance com maior eficiência e eficácia.

A expansão reforça a estratégia da Control Risks para oferecer serviços de alta complexidade a clientes que passam por investigações regulatórias; sindicâncias internas, além de litígios e fiscalizações.

Combater a corrupção e crimes corporativos ganhou novo impulso diante da decisão da União Europeia de acelerar a implementação de medidas de compliance por parte de seus estados-membros. A ação pode ter impacto no restante do globo e forçar empresas que não estão em conformidade com regras rígidas de boas práticas a se adequarem à exigência.

A implementação acelerada por parte da UE em relação à política para combater a lavagem de dinheiro (AML, na sigla em inglês) em todo o seu território segue-se a duas ações do governo dos EUA em relação a programas de compliance corporativo. No ano passado, o Departamento de Justiça (DOJ, na sigla em inglês) atualizou sua Avaliação dos Programas de Compliance Corporativo para fortalecer investigações por parte dos promotores. A segunda foi a atualização do guia contra práticas corruptas de empresas norte-americanas no exterior.

Nesse ambiente cada vez mais desafiador para as empresas se adequarem a regras internacionais rígidas, empresas como a Control Risks, consultoria global especializada em análise de riscos, têm fortalecido suas ferramentas para ajudar o mundo corporativo e escritórios de advocacia a realizarem investigações internas e promover práticas de compliance.

Elevada ao patamar RelativityOne Gold Partner, a Control Risks foi escolhida pela RelativityOne como Gold Partner por fornecer uma experiência de serviço excepcional para seus usuários finais RelativityOne e passou a oferecer a solução RelativityOne para o Brasil e a Alemanha, aprofundando seu alcance e capacidades globais.

A Control Risks usa o Relativity para apoiar compromissos complexos de clientes expostos a investigações regulatórias; sindicâncias e disputas internas; litígios e ações de fiscalização; e cada vez mais em compromissos orientados para análise de dados para clientes que estão avançando para os próximos estágios de maturidade de compliance. A escalabilidade e flexibilidade do RelativityOne permitem que a Control Risks trate de qualquer caso, não importa o tamanho, e oferece uma experiência mais consistente para clientes em todo o mundo.

Embora a empresa forneça serviços forenses e de descoberta eletrônica há muito tempo na Alemanha e no Brasil, a adição do RelativityOne permitirá que a Control Risks ofereça um suporte melhor aos clientes em disputas e investigações na nuvem. A expansão reforça a estratégia da Control Risks para apoiar as complexas necessidades regulatórias e de litígio de uma base de clientes global, que estão cada vez mais focados em proteger informações de negócios, impulsionar uma escala significativa e implementar análises ao interrogar seus dados.

“A expansão do RelativityOne para o Brasil é um marco importante para a Control Risks e estamos orgulhosos em podermos oferecer esse serviço aos nossos clientes no Brasil e em toda a América Latina”, disse o sócio da Control Risks, responsável pela operação brasileira, Geert Aalbers. “Estamos apoiando os principais escritórios de advocacia e empresas nacionais e multinacionais em algumas das maiores e mais complexas investigações no Brasil e na região, sendo que esta ferramenta nos permitirá atender à demanda crescente em investigações e compliance com maior eficiência e eficácia”, acrescentou.

Para Aalbers, a combinação da expertise da Control Risks em investigações e tecnologia forense, o profundo conhecimento graças a 25 anos de presença local, os recursos analíticos avançados e os altíssimos padrões de segurança da informação do RelativityOne, colocam a consultoria em posição de oferecer o que há de mais completo e avançado em serviços de investigação e eDiscovery disponíveis atualmente no Brasil”, afirmou.
O RelativityOne Gold Level faz parte do Relativity Partner Program e reconhece as organizações que alcançaram um alto padrão de experiência, satisfação do cliente e treinamento e certificações de equipe. Sua capacidade de tornar os clientes bem-sucedidos com o RelativityOne é demonstrada e impressionante.

“Estamos entusiasmados com o fato de a Control Risks, um parceiro estratégico em nossa comunidade por quase oito anos, ser agora um RelativityOne Gold Partner. Eles estão extremamente comprometidos em expandir sua presença na nuvem e suas novas instâncias no Brasil e na Alemanha demonstram sua determinação e dedicação “, disse o diretor de Parcerias Comerciais da Relativity, James Zinn. “Como um inovador na indústria global de e-discovery com seus aplicativos personalizados desenvolvidos na plataforma Relativity, estou ansioso para ver o que a equipe de especialistas da Control Risks fará a seguir com sua crescente base de clientes globais na nuvem”, afirmou Zinn.

Website: http://www.ControlRisks.com

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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