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Pesquisa global da TCS revela que 90% das grandes empresas estão mantendo ou ampliando o orçamento para transformação digital em meio à Covid-19

Pesquisa global “Digital Readiness and COVID-19: Assessing the Impact” da Tata Consultancy Services (TCS) avaliou como estão os investimentos de grandes líderes de negócios em Transformação Digital

Publicado

em

28/10/2020 –

Pesquisa global “Digital Readiness and COVID-19: Assessing the Impact” da Tata Consultancy Services (TCS) avaliou como estão os investimentos de grandes líderes de negócios em Transformação Digital

A pesquisa da Tata Consultancy Services faz uma avaliação comparativa de seis capacidades digitais essenciais, que são necessárias para prosperar em mercados globais em rápida evolução.

Menos de um terço das empresas estão digitalmente preparadas, mas aquelas que contam com capacidades digitais mais aprimoradas, esperam se recuperar mais rapidamente da queda de receita relacionada à pandemia.

Tata Consultancy Services (TCS), (BSE: 532540, NSE: TCS), líder global em soluções de negócios, consultoria e serviços de TI, anuncia os resultados de sua pesquisa global intitulada “Digital Readiness and COVID-19: Assessing the Impact”, e revela que 90% das organizações estão mantendo ou ampliando o orçamento para transformação digital em meio à pandemia.

O levantamento global reuniu cerca de 300 líderes sêniores de negócios de grandes empresas – 97% com receita acima de US$ 1 bilhão e 44% acima de US$ 10 bilhões -, abrangendo 11 setores na América do Norte, Europa e Ásia. Seis capacidades digitais foram identificadas como fatores críticos nas empresas no cenário da pandemia:

• Experiência digital dos clientes (CX) de ponta a ponta;
• Análise baseada em Inteligência Artificial (IA) para aprimorar a CX continuamente;
• Principais sistemas corporativos na nuvem;
• Principais processos de negócio altamente automatizados;
• Sensores digitais para rastreamento de produtos;
• Importantes parcerias em ecossistemas digitais.

A análise comparou organizações com capacidades digitais mais avançadas já em operação antes da Covid-19, chamadas de “líderes”, àquelas com menos ou nenhuma capacidade, chamadas de “seguidoras”. O estudo mostrou que menos líderes (64%) viram a receita cair em comparação com as seguidoras (73%). Além disso, as líderes tiveram melhor visibilidade sobre os negócios e têm mais confiança no futuro, sendo que 74% delas esperam ver a recuperação da receita em dois anos, contra 54% das seguidoras.

“Antes da pandemia, as capacidades digitais estavam se tornando rapidamente essenciais para o sucesso das empresas e suas iniciativas de transformação dos negócios. No entanto, nosso estudo revelou que várias empresas não estavam tão adiantadas no desenvolvimento de uma estrutura digital como esperavam”, afirma Rajashree R, diretor de marketing da TCS. “As empresas que haviam adotado a transformação digital com mais entusiasmo tiveram um desempenho melhor durante a pandemia e esperam ter uma recuperação mais rápida, enquanto as demais estão, agora, concentradas em fazer os investimentos necessários e correr contra o tempo”.

Preparação digital e Covid-19 – avaliação dos impactos & principais revelações:

• Enquanto 68% das empresas viram a receita cair em meio a Covid-19, 90% mantiveram ou ampliaram o orçamento para transformação digital.
• Entre as mudanças nos gastos com tecnologia em função da pandemia, as empresas relataram os maiores aumentos em: tecnologias colaborativas (65%), cibersegurança (56%), tecnologias nativas da nuvem (51%) e analytics avançado (39%).
• Antes da pandemia, uma organização mediana pesquisada tinha apenas 9% de suas equipes trabalhando, na maior parte do tempo, em casa. Essa porcentagem aumentou sete vezes e deve permanecer em níveis elevados até 2025, quando esse mesmo perfil de empresa deverá ter 40% dos funcionários trabalhando principalmente de suas casas.
• As iniciativas de negócios em torno da CX de ponta a ponta ganharam força – já estão implantadas em 25% das empresas e em desenvolvimento em 44%. Da mesma forma, analytics e IA para aprimorar a CX estão em uso em 24%, e em desenvolvimento em 39% das empresas.
• Altos níveis de automação dos principais processos de negócio é outra área prioritária, já implantada em 23%, e em desenvolvimento em 44% das empresas.

A íntegra dos resultados da pesquisa pode ser encontrada aqui.

Website: https://www.tcs.com/business-impact-survey-2020

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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