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Plano odontológico é investimento de destaque no Brasil

O plano odontológico, assim como o plano de saúde, vem com o propósito de facilitar a vida dos beneficiários e tornar ainda mais acessíveis os procedimentos de sua cobertura. Com isso, esse investimento se destaca em todo o Brasil, atraindo a cada dia mais pessoas.

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Ipatinga, MG 15/1/2021 – O plano odontológico é um investimento que está atraindo a cada dia mais os brasileiros. Isso se deve às suas vantagens que trazem acessibilidade à saúde bucal.

O plano odontológico, assim como o plano de saúde, vem com o propósito de facilitar a vida dos beneficiários e tornar ainda mais acessíveis os procedimentos de sua cobertura. Com isso, esse investimento se destaca em todo o Brasil, atraindo a cada dia mais pessoas.

O plano odontológico é um investimento duradouro para a sua saúde bucal, visando tornar a sua manutenção ainda mais acessível.

Os cuidados quanto à saúde bucal não se limitam à escovação como muitos pensam. Além da escovação, da passagem do fio-dental, e do uso do enxaguante bucal, há as visitas regulares ao consultório odontológico e os procedimentos periódicos.

Tendo isso em vista, o plano dentário tem como objetivo principal deixar ainda mais fácil o acesso aos cuidados do dentista, e tornar as visitas à clínica odontológica mais frequentes.

O que é plano odontológico?

O plano odontológico é um investimento que engloba um conjunto de prestações de serviços da clínica odontológica. Trata-se de um convênio dentário que possui semelhanças com os planos de saúde, dessa vez englobando a odontologia.

Esse benefício pode ser adquirido nas próprias clínicas odontológicas, por meio de empresas específicas de planos ou através de um corretor. São vários os tipos de planos odontológicos sendo oferecidos no mercado, e o plano ideal pode ser encontrado através de uma pesquisa.

Os planos odontológicos, assim como os de saúde, possuem mensalidades, essas que medem o seu acesso aos benefícios oferecidos. A variação de preço é grande e depende da quantidade de serviços cobertos pelo plano.

Um dos benefícios do plano odontológico é justamente a margem de preço, que no final é consideravelmente abaixo dos procedimentos e tratamentos feitos isoladamente.

Também esse fato fez com que o número de adesões do plano aumentasse em grande proporção, chegando a mais de 26.130.620 adeptos nacionalmente captados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no mês de outubro/2020.

No ramo odontológico, quanto à adesão de planos, foi verificado um crescimento de 0,71% em relação ao mês de setembro e de 3,78% em relação a outubro de 2019. Esses dados da ANS confirmam que os brasileiros estão cada vez mais investindo nessa categoria.

Quais os benefícios do plano a ser considerados?

Visitas regulares ao dentista

As visitas regulares ao dentista estão entre as medidas de manutenção da saúde bucal, é a partir delas que o profissional é capaz de orientar e identificar alguma complicação com antecedência.

Como o plano dentário tem benefícios e exclusividade, consultas de rotina ao consultório dentista se transformam em uma motivação.

Logo, o valor mensal é estável, há mais conforto em visitar a clínica com frequência, e assim, realizar a manutenção e os procedimentos necessários no momento certo.

Dessa forma, é através desse acompanhamento fiel que o relacionamento com o dentista fica ainda mais próximo e assertivo, assim como o tratamento fica ainda mais aprofundado.

Variedade e acessibilidade

O grande leque de procedimentos e tratamentos que o plano dentário envolve faz com que ele seja compatível com diferentes perfis, situações, exigências e necessidades. Os procedimentos de urgência e emergência possuem cobertura 24h, o que também traz tranquilidade perante imprevistos.

Seja limpeza dental, adesão do aparelho odontológico e clareamento dental, até o implante dentário, extração de siso e procedimentos de endodontia, o plano odontológico consegue cobrir desde tratamentos básicos até os mais específicos.

Ampla rede de acesso

Os convênios dentários contam com uma ampla rede de acesso, uma vez que as empresas que o oferecem possuem grande cobertura nacional. Essa cobertura permite que sempre haja uma clínica associada perto do cliente, o que traz ainda mais praticidade ao realizar o agendamento.

As redes credenciadas que estão envolvidas por um plano odontológico operam também por meio digital, por sites e aplicativos. Nessas plataformas estão todas as informações necessárias para a contratação do convênio e sobre os locais que a empresa atua.

Como funciona o plano odontológico?

O plano odontológico é contratado em uma empresa prestadora dos serviços odontológicos e possui uma taxa fixa mensal. Uma vez que o serviço é contratado pelo paciente, as consultas podem ser marcadas pelo telefone ou na própria clínica, ignorando a perícia e burocracia e simplificando o atendimento.

Os serviços prestados pelo plano são regulamentados pela ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar. É essa organização que indica quantos procedimentos mínimos cada plano deve conter, e quais são obrigatórios em qualquer modelo.

Quais os procedimentos e tratamentos inclusos?

Diante da quantidade de serviços que é preciso ter para compor um plano odontológico, a ANS define seus serviços a base de:

  • certos processos cirúrgicos;
  • urgência e emergência;
  • tratamentos preventivos;
  • periodontia;
  • prótese dentária;
  • tratamento de canal.

É indicado que a cobertura de clínicas e os profissionais relacionados a ela tenham a chance de ser apresentados pela empresa assim que o pacote de serviços é contratado, junto aos procedimentos e tratamentos inclusos.

Plano dentário: preços

Os planos dentários têm diferentes faixas de preço no mercado, por causa das mais diversas combinações existentes. Ademais, demais fatores podem colaborar para as diferenças de valor, como a rede da cobertura e amparo.

A associação relacionada aos interesses dos consumidores, Proteste, revelou por meio de uma pesquisa em 2017, que a faixa de preço mensal de um plano dentário varia de R$ 23 a R$ 129.

Como escolher o melhor plano odontológico?

Por fim, a escolha do plano odontológico ideal deve ser feita após uma pesquisa de mercado e depois de considerar os serviços e os preços dos disponíveis. Deve-se analisar também quais serviços serão mais utilizados ao longo da vida.

A acessibilidade e a localidade também são fatores importantes, já que na incidência de acontecimentos de urgência o tempo é determinante. Demais fatores a ser citados são o padrão da ANS, o prazo de carência e os serviços adicionais possíveis.

A garantia de acesso ao plano, como, por exemplo, aos planos odontológicos DentalVidas, faz com que não haja preocupações durante eventos e emergências do cotidiano, além das eventuais questões financeiras. Com as exigências cumpridas e uma melhor higiene bucal, se evita além dos problemas bucais, desconfortos nos âmbitos pessoal, social e profissional.

Website: https://dentalvidas.com.br/

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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