Conecte-se conosco

Notícias

Posicionamento da marca é a chave para aumentar credibilidade das empresas

O posicionamento da marca exige comunicar ao público as crenças da empresa, de maneira a gerar identificação.

Publicado

em

Atibaia – SP 4/3/2021 –

O posicionamento da marca exige comunicar ao público as crenças da empresa, de maneira a gerar identificação.

Para quem almeja se consolidar verdadeiramente no mercado, o marketing tradicional já não é mais suficiente. Cada vez mais exigentes, os consumidores têm buscado marcas que estejam alinhadas ao seu propósito de vida. Isso significa que a relação do cliente com o que é adquirido vai além do preço e da qualidade. Nesse sentido, trabalhar o posicionamento da marca se tornou uma estratégia fundamental.

Muito se fala sobre a importância de otimizar a experiência do usuário. E é neste ponto que o posicionamento da marca se faz presente. A premissa para vender mais e melhor é certamente a qualidade do produto. Um bom atendimento e as vantagens adquiridas também são importantes atrativos nesse processo. Porém, mais do que isso, o consumidor atual quer consumir um item bom, ser bem atendido e ainda ter a certeza de que a empresa corrobora com os seus princípios.

De acordo com a Go Biz, agência de marketing digital, trabalhar o posicionamento da marca nada mais é do que deixar claro para o consumidor, e para potenciais clientes, em quê a empresa acredita. “Da mesma forma que os seres humanos se aproximam um dos outros de acordo com as suas crenças, características e ideais, a proximidade com as marcas também ocorre assim. Essa é a essência da humanização do atendimento”, explica Ricardo Domingues, COO da empresa.

O zelo pelo meio ambiente, manifestações contra o racismo e a homofobia são exemplos de causas pelas quais as pessoas se identificam. Domingues afirma, porém, que isso não pode ser apenas dito e não praticado. “Mais do que dizer, é fundamental que a empresa exerça esse papel. Nesse campo, a hipocrisia não tem vez. A melhor maneira de realizar um posicionamento da marca coerente é explorar o que a empresa tem e que há identificação com o público e não o contrário”, pontuou. Uma prática mal vista, por exemplo, é dizer que respeita o meio ambiente e utilizar materiais poluentes em seu processo de produção.

Na visão do gestor, isso significa que de nada adianta a empresa levantar bandeiras que não acredita apenas para atrair o público. “Até porque uma hora ela será desmascarada e o que era para ser algo bom se tornará um pesadelo”, afirma o COO da empresa. Ou seja, é preciso entender quais as causas que a empresa acredita e estão em consonância com o público. Assim, basta deixá-las explícitas para agregar valor ao que é comercializado.

Muitas empresas não se posicionam por insegurança. Domingues destaca que o primeiro passo para trabalhar o posicionamento da marca é reconhecer em que campo de atuação social a empresa pode fazer a diferença. “Assim, ficará muito mais fácil desenvolver esse trabalho”, reforçou. O empresário também diz que entre as vantagens de se posicionar estão o aumento da visibilidade, da credibilidade e, consequentemente, das vendas.

Website: https://www.gobiz.com.br/

Continuar Lendo
Anúncio
Clieque para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

Sanofi CHC lança April Wellness com iniciativas para estimular um olhar mais atento dos colaboradores para a saúde mental

Como parte das estratégias de combate à fadiga, mês contará com série de medidas corporativas para aliviar a carga de trabalho dos funcionários e permitir que eles cuidem melhor do bem-estar

Publicado

em

por

São Paulo, SP 14/4/2021 –

Como parte das estratégias de combate à fadiga, mês contará com série de medidas corporativas para aliviar a carga de trabalho dos funcionários e permitir que eles cuidem melhor do bem-estar

A unidade de negócios Consumer Healthcare (CHC) da Sanofi lança em abril uma nova iniciativa para estimular a saúde mental de seus colaboradores: é o April Wellness, que reúne uma série de medidas corporativas para aliviar a carga de trabalho dos funcionários e permitir que eles cuidem de seu bem-estar.

“Com a pandemia persistindo há mais de um ano, notamos que era preciso ir além nas ações de cuidado com nosso time. Com essa campanha, queremos propiciar ao longo de todo o mês de abril momentos de descompressão para que os colaboradores possam cuidar daquilo que é mais importante: deles mesmos”, explica Rodolfo Hrosz, diretor-geral de Sanofi CHC.

Não por acaso, o April Wellness acontece no mês mundial da saúde. Entre as ações previstas estão o “Abril Sem Projetão”, que posterga a execução e o planejamento de grandes projetos para os meses seguintes; a “Short Friday”, que prevê o encerramento do expediente às 15h das sextas-feiras, conforme a possibilidade das equipes; e a “Semana Sem Zoom Meetings Locais”, cuja proposta é evitar a realização de reuniões virtuais entre os dias 19 e 23 de abril.

Sanofi CHC também vai dar continuidade ao projeto “No Internal Zoom Meeting Day”, lançado no ano passado para que as equipes não marquem reuniões internas com colegas de trabalho às quintas-feiras. Essa e as demais ações buscam evitar a “fadiga de Zoom”, termo cunhado por especialistas para caracterizar o cansaço provocado pelo excesso de videoconferências.

Além disso, todos os funcionários de Sanofi CHC também serão estimulados a iniciar a programação de férias. O próprio diretor-geral da unidade de negócios, em e-mail enviado a todos os funcionários, avisou que vai tirar alguns dias de descanso. “Muitos postergaram férias por não poder viajar, mas seguiremos não podendo viajar, e as férias são necessárias para oxigenar a mente. Em abril, vou tirar uma semana para ler, pedalar na sacada, resolver questões pessoais e, principalmente, cuidar da minha saúde mental”, disse Hrosz no comunicado.

Website: http://www.sanofi.com.br

Continuar Lendo

Notícias

Tratamento de água para food service é necessidade para momento atual

Oferecer um produto de qualidade no food service se tornou prioridade para o consumidor e para a sobrevivência das empresas durante a pandemia.

Publicado

em

por

São Paulo – SP 14/4/2021 –

Oferecer um produto de qualidade no food service se tornou prioridade para o consumidor e para a sobrevivência das empresas durante a pandemia.

Diferente do que muitos pensam, o tratamento de água é essencial além das companhias de saneamento básico. Uma grande gama de empresas que utiliza este bem em seu processo de produção precisa se atentar à necessidade de aderir aos filtros. Especialmente no ramo de food service, que se ampara neste recurso diretamente na preparação do que é comercializado, uma água pura pode elevar a qualidade dos alimentos e, consequentemente, do estabelecimento.

As exigências da pandemia também evidenciaram a importância do tratamento da água no food service, já que os clientes estão cada vez mais exigentes. Além da adoção dos devidos protocolos para evitar a contaminação, muitos consumidores passaram a ser mais seletivos, inclusive, no que se refere ao que ele consome.

Café, chá, gelo e molhos são exemplos de produtos comercializados em food service, cujo preparo leva água. Quando filtradas, favorecem a satisfação plena dos clientes e a certeza da comercialização de um produto de qualidade, pois de acordo com o IBGE, somente a metade dos municípios brasileiros fazem coleta de esgoto e que grande parte do esgoto coletado não recebe tratamento adequado antes de serem lançados nos corpos d’água. De acordo com a Asstefil, empresa de tratamento de água e filtragem, uma água filtrada ainda pode reduzir custos com máquinas.

“No caso dos restaurantes, uma das fontes de consumo excessivo de energia são as máquinas de lavar louça. Isso ocorre, pois a água de baixa qualidade geralmente gera um aumento do uso de detergentes. Ou seja, com uma água de boa qualidade, o consumo de energia é menor”, explica o gerente da Asstefil, Fábio de Oliveira. Ainda sobre as lavadoras de louça, Oliveira destaca que a presença de calcário na água gera problemas de entupimento, resultando na oxidação de superfícies e danos prematuros.

Oliveira conta que a empresa trabalha com diferentes frentes de produtos, a serem requisitados pelo cliente de acordo com a necessidade, inclusive os que atuam com food service. “Nossas soluções em tratamento de água compreendem desde a filtração inicial para retenção de impurezas logo na entrada da loja até filtros específicos a serem instalados diretamente no ponto de consumo”, conta.

De acordo com o documento “Vigilância e Controle da Qualidade da Água para Consumo Humano”, do Ministério da Saúde, “a corrosão de sistemas de distribuição pode resultar de fatores químicos, físicos ou biológicos. O cloro residual por si só pode aumentar a corrosão por meio da reação com íons de ferro e a consequente precipitação de hidróxido de ferro, passível de ser um importante nutriente para o crescimento microbiano”. Assim, o executivo da Asstefil pondera ainda que embora a lavadora de louça seja um dos grandes problemas do food service, há ainda outras aplicações e equipamentos que exigem o tratamento da água para evitar corrosão. Ou seja, potencializar os resultados do tratamento da água, vinda do abastecimento. É o caso de cafés expressos, máquinas de gelo e post-mix.

Para economizar espaço e centralizar o sistema de filtragem em um único ponto, o gerente da Asstefil recomenda uma aplicação combinada, que permite saídas individualizadas de água tratada para pontos de consumo como post-mix, máquinas de café, gelo e vapor. “Essa é uma ótima maneira de aplicar adequadamente o recurso e garantir água tratada para todo o estabelecimento”, ressaltou.

No caso de food service, a principal recomendação da empresa é começar com equipamentos de pré-tratamento, para retenção das sujeiras maiores. “A partir daí, é possível entender qual a real necessidade de filtração do local para investir em outros tipos de equipamento”, finaliza o gerente da Asstefil, Fábio de Oliveira.

Website: https://asstefil.com.br/

Continuar Lendo

Notícias

Mesmo com a pandemia, Grupo Utam mantém performance de vendas

Neste Dia Mundial do Café, diretora do grupo, Ana Carolina Soares de Carvalho, analisa performance da indústria cafeeira durante a pandemia do novo Coronavírus e apresenta números e resultados obtidos desde que a crise sanitária se instalou no Brasil

Publicado

em

por

Ribeirão Preto/SP 14/4/2021 –

Neste Dia Mundial do Café, diretora do grupo, Ana Carolina Soares de Carvalho, analisa performance da indústria cafeeira durante a pandemia do novo Coronavírus e apresenta números e resultados obtidos desde que a crise sanitária se instalou no Brasil

Diante do cenário da crise sanitária, o setor cafeeiro permanece sustentando boa parcela da economia e com uma produção diária que envolve uma ampla cadeia produtiva, responsável pela geração de mais de 8 milhões de empregos no país, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. De produtores no campo, trabalhadores de chão de fábrica a diversas atuações profissionais, o café é relevante fonte de receita para centenas de municípios, além de ser um importante setor na criação de postos de trabalho na agropecuária nacional. Neste contexto da pandemia do novo Coronavírus é um dos segmentos que não parou um dia sequer de produzir. Neste Dia Mundial do Café, a executiva do Grupo Utam, indústria 100% brasileira, avalia que os resultados do setor impactam a cena macroeconômica do país.

Essa performance tem permitido à toda cadeia produtora levar café a 95% da população, que, de acordo com a Associação Brasileira de Indústria de Café (ABIC), é o percentual que consome o produto com frequência.
No Grupo Utam, a produção também não cessou. Em 2020, apesar das dificuldades impostas pela pandemia à sua unidade de Food Service, já que os diversos pontos de vendas de clientes tiveram que permanecer fechados em função dos decretos das autoridades para cumprimento de distanciamento e isolamento social e lockdowns, a empresa manteve seu patamar de vendas, sustentando seu crescimento no varejo.

Segundo a diretora Ana Carolina Soares de Carvalho, o Grupo Utam permanece com seu propósito de levar café de qualidade a toda população e segue de forma ativa para garantir empregos. A indústria 100% brasileira conta hoje com 241 colaboradores, sendo 165 na matriz em Ribeirão Preto (SP) e 76 na filial em Piumhi (MG). “A empresa administrou suas operações e crescimento perante a crise sanitária, com bastante responsabilidade em relação a todo o corpo de colaboradores, promovendo todos os cuidados de forma a mantê-los protegidos”, explica.

Atualmente, a Utam atende mais de 450 cidades e a uma carteira com cerca de 9.500 clientes ativos. O grupo oferece produtos e serviços dentro do mercado cafeeiro. Com marcas fortes já consagradas por seus consumidores, consolidou sua atuação no mercado e segue em crescente evolução.

Panorama do café
De acordo com a Organização Internacional do Café (OIC), o Brasil é o segundo maior consumidor mundial de café, ficando atrás dos Estados Unidos, que possui 14% da demanda mundial. Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgado no início deste ano apontou que o Brasil deve colher entre 57 e 62 milhões de sacas beneficiadas de café neste ano, o que representa uma alta de 4% em relação ao período anterior.

Outro estudo feito pela consultoria Euromonitor aponta que o mercado brasileiro de café premium tem crescido de forma acelerada. Apesar disso, a maior parte do consumo doméstico ainda é de café tradicional. No Grupo Utam, este perfil de compra também se consolida. Em 2020, reunindo todos os formatos de café produzidos pelo grupo, incluindo marcas de terceiros, foram comercializados 85% de café tradicional, enquanto o café premium vendeu 15% deste total. “O café tradicional é historicamente nosso carro chefe em vendas e no último ano se consolidou neste podium, mas o público interessado em cafés gourmets e cápsulas tem despontado como um novo nicho em alta”, analisa Ana Carolina.

A diretora explica que mesmo em 2020 quando indústria enfrentou um cenário de crise com vários estabelecimentos fechados pela pandemia, conseguiu um crescimento de 11% neste segmento. “Esse resultado foi obtido na comparação com os números de 2019, o que nos propulsiona a desenvolvermos pesquisas e novos blends”, conclui.

Idealizado no final de 1969, com início das atividades em 1970, o Grupo Utam está sob domínio acionário da atual direção desde 1985. Nestes mais de 50 anos de atuação no mercado brasileiro, a empresa adquiriu alta performance na região sudeste e ampliou frentes de abrangência em outros estados. Hoje, possui uma capacidade produtiva de mais de 1.400 toneladas/mês em dois modernos parques industriais e conta com extenso portfolio de produtos e serviços. Além disso, possui marcas consagradas por seus consumidores, o que garante uma performance em crescente evolução no mercado cafeeiro.

O Grupo Utam está posicionado no ranking nacional da ABIC (Associação Brasileira da Indústria do Café) na 14ª posição dentre as quase 1.400 indústrias do setor, das quais 405 são afiliadas à entidade.

Além de suas certificações de qualidade, em 2020, a indústria ganhou o prêmio do programa Melhores da Qualidade da Abic (Associação Brasileira da Indústria do Café) com a indicação do Café Utam Speciale, na categoria Superior Grão – dentro do grupo de empresas de grande porte.

Endereços na internet
www.grupoutam.com.br
www.facebook.com/cafeutam
www.facebook.com/utam.uno
instagram.com/utam_uno

Continuar Lendo

Em Alta

...