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Produtor rural paranaense otimiza resultados na lavoura com ferramenta de agricultura digital da Bayer

Grupo K2 Agro, de Ponta Grossa, adota soluções da Climate FieldView™ e diminui perdas de produtividade nas culturas de soja e feijão

Publicado

em

17/3/2021 –

Grupo K2 Agro, de Ponta Grossa, adota soluções da Climate FieldView™ e diminui perdas de produtividade nas culturas de soja e feijão

Tratores constantemente atualizados, piloto automático, correção de GPS e softwares de gestão financeira são algumas das soluções utilizadas pelo agricultor Cassio Kossatz para elevar a produtividade de sua lavoura. A busca recorrente por inovações levou o produtor da região dos Campos Gerais a implementar soluções de agricultura digital, como a Climate FieldView™, ferramenta da Bayer, para auxiliar na tomada de decisões. Tudo para produzir cada vez mais com menos recursos e aumentar a sustentabilidade da produção.

“Quando você usa a mesma quantidade de insumo, mas aumenta sua produtividade, há um ganho ambiental. Não necessariamente é uma economia direta de insumos, mas muitas vezes as ferramentas de precisão mostram onde é preciso adubar mais, por exemplo. A chave é usar a tecnologia para otimizar”, afirma o agricultor, proprietário da K2 Agro, com sede em Ponta Grossa (PR) e com uma área de mais de 3.600 hectares destinada ao plantio de soja, milho, feijão, trigo e cevada.

Ao combinar várias melhorias tecnológicas, há um ganho exponencial de produtividade, mas ainda assim é preciso ter subsídios para saber onde há perdas que poderiam ser revertidas, segundo Kossatz. “Tivemos dois casos assim, um deles na safra 19/20, no plantio de feijão. Tínhamos uma máquina nova e víamos que a indicação do monitor do trator estava ‘estranha’, mas não sabíamos o que seria. Com a plataforma, um supervisor encontrou o erro e fez um ajuste mecânico, para mudar a razão de marcha”, diz ele. “Se não corrigíssemos, poderíamos ter um prejuízo de até 10%. Em uma cultura de alto valor agregado, que exige um plantio mais técnico, isso não é admissível.”

Outro caso em que o Climate FieldView™ contribuiu para encontrar uma perda de produtividade foi na primeira vez em que a solução da Bayer foi utilizada pela K2, conta Kossatz. “Foi o primeiro mapa de plantio que usei na minha vida. Durante a safra de soja, vimos uma falha de população que o monitor do trator não detectava. Sem o FieldView, provavelmente estaríamos com esse erro até hoje, pois não saltava aos olhos, estava na média, mas no fim a perda seria de 10% a 15%. Em 2.600 hectares de soja, não é brincadeira”, ressalta o agricultor.

“Ser um agente facilitador para o produtor rural é um dos principais objetivos de nossa ferramenta; atuando de maneira complementar as tantas outras soluções e tecnologias para, em conjunto, melhorar a eficiência de quem trabalha na lavoura. E o resultado tangível vai além do retorno financeiro, mas em várias situações como na diminuição de perdas de insumos, reforçando também o estratégico papel ambiental que as novas tecnologias trazem ao negócio”, destaca Abdalah Novaes, líder de negócios da Climate FieldView™ para a América Latina.

Ainda segundo o sojicultor paranaense, ter acesso às informações de forma organizada facilita os testes, as comparações e a constatação de diferenças dentro de cada área da propriedade. “O volume de dados gerados por uma lavoura é imenso e tem muito produtor que prefere não olhar, por ser complexo demais, mas é impossível atuar do mesmo jeito por toda a vida. As novas soluções vêm para ajudar e o acesso à informação é fundamental. Ter toda a fazenda integrada torna a operação mais eficiente, e o FieldView vem para democratizar a informação”, finaliza Kossatz.

Website: http://www.climatefieldview.com.br

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Covid-19: pessoas já infectadas devem esperar um mês antes de vacinar

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Crédito: ©Tânia Rêgo/Agência Brasil

Recomendação é de médicos infectologista.

O Brasil registrou até ontem (10) 13.445.006 pessoas infectadas desde o início da pandemia, cerca de 6% da população brasileira. No momento em que a vacinação contra a covid-19 está sendo realizada no país, uma das dúvidas mais comuns é o que muda no caso de quem já teve a doença quando da aplicação da vacina.

Segundo o infectologista Hemerson Luz, quem já teve a covid-19 deve esperar ao menos um mês antes de tomar a vacina contra a doença. Esse intervalo é contado a partir de 14 dias depois do diagnóstico positivo, quando foi convencionado que a pessoa se livra do vírus.

Ele explica que ainda não há publicações e estudos demonstrando efeitos, mas que médicos têm adotado esse tempo mínimo para evitar potenciais efeitos adversos.

Se a pessoa tiver com a doença aguda, com febre e com sintomas da covid-19, ela não deve se vacinar. Antes disso, deve procurar um médico para receber orientações e ter um diagnóstico se está ou não com a covid-19.

“Se tiver com sintomas vou esperar encerrar o meu quadro. Se eu tiver com sintomas, tenho que procurar o médico para verificar o diagnóstico. Se tiver infectado, tem que aguardar até resolver o quadro e aí depois de 30 dias”, explica o infectologista.

Luz lembra que a vacina pode causar efeitos adversos, em geral no local da aplicação, como inchaço, vermelhidão, febre ou indisposição. Mas essas reações não duram mais de 48 horas e podem ser tratadas com remédios como analgésicos e antitérmicos.

O infectologista alerta que quem já foi infectado pode contrair a covid-19 novamente, mas o quadro deve ser brando. “A [vacina] CoronaVac tem eficácia de 50% para pegar a doença, mas é 100% eficaz contra o caso grave. A [vacina] Oxford/AstraZeneca é um pouco mais efetiva, a 70%, mas mesmo assim existe possibilidade de ficar doente”, disse.

O infectologista ressalta a importância da vacinação mesmo para quem já teve a covid-19. E acrescenta que não é preciso ter receio, pois não há chance da vacina causar doenças. Mesmo aquelas que utilizam vírus inativados não têm qualquer possibilidade de replicação do vírus no organismo.

 

Por | Jonas Valente – Repórter Agência Brasil – Brasília

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Cadastro de imóveis rurais será completamente digitalizado

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Crédito: ©Marcelo Camargo/Agência Brasil

Procedimento poderá ser concluído em página da Receita na internet.

Os donos de imóveis rurais não precisarão mais ir a uma unidade de atendimento da Receita Federal para atualizarem ou cadastrarem a propriedade. O procedimento poderá ser concluído diretamente no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC).

Agora, todos os documentos pedidos pela Receita Federal para validar o cadastro rural podem ser enviados digitalmente pelo e-CAC. Segundo o Ministério da Economia, a medida faz parte do Plano de Ação da Receita Federal no cenário pós-pandemia e contribui para a digitalização dos serviços públicos.

Os documentos serão enviados ao e-CAC por meio de Dossiê Digital de Atendimento. Caso sejam necessários novos documentos, eles deverão ser apresentados por meio da juntada de documentos, disponível na aba “Meus Processos”. Esclarecimentos adicionais e a confirmação de que o cadastro foi concluído passarão a ser efetuados eletronicamente.

Todos os imóveis rurais precisam ser inscritos no Cadastro de Imóveis Rurais (Cafir), mesmo os que têm imunidade ou isenção de Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). Administrado pela Receita Federal, o Cafir lista os titulares, os condôminos e copossuidores das propriedades rurais.

Além do Cafir, os imóveis rurais são registrados no Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (Cnir), que integra dados do Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

O envio eletrônico de documentos está disponível para quem inicia o processo pelos dois cadastros. Tanto quem usa o Sistema Cnir como para quem usa o Sistema Coletor Web, associado ao Cafir e administrado pela Receita Federal, poderá concluir o processo pelo e-CAC.

 

Por | Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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Intelsat abre três novos Centros de Suporte a Clientes no Brasil, África do Sul e Índia

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

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9/4/2021 –

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

A Intelsat, operadora da maior rede integrada terrestre e por satélite do mundo, está expandindo sua capacidade de suporte ao cliente com a abertura de três novos Centros de Operações aos Clientes no Rio de Janeiro (Brasil), em Joanesburgo (África do Sul) e em Chennai (Índia).

Os centros são um componente-chave da experiência ao cliente Intelsat, 24 horas por dia, 7 dias por semana, fornecendo solução de problemas no idioma local, ativações de serviço, monitoramento e todo tipo de suporte em diferentes fusos horários e idiomas, incluindo português, inglês, francês e espanhol.

Todos os três centros já estão em operação, com funcionários trabalhando remotamente por causa das precauções de segurança para evitar a COVID-19. E todos foram concebidos tendo como base os Centros de Suporte ao Cliente da Intelsat existentes em Ellenwood, na Geórgia e McLean, na Virginia.

A Intelsat contratou 10 funcionários para o centro sediado no Rio de Janeiro e planeja contratar especialistas adicionais no segundo semestre de 2021. Os técnicos da equipe são fluentes em português e espanhol para ajudar a atender às centenas de clientes da Intelsat em toda a América Latina. A Intelsat também planeja incluir mais especialistas às equipes de Joanesburgo e Chennai até o fim do ano.

“Ser capaz de fornecer esse tipo de suporte aos nossos clientes, em sua própria região e idioma, é uma grande mudança. Nossa equipe sabe exatamente como resolver qualquer problema para que nossos clientes não tenham preocupação alguma”, explica Felippe Paiva, especialista sênior em atendimento ao cliente na Intelsat Brasil.

Paiva e outros especialistas do Centro de Operações aos Clientes irão ajudar a:

– Resolver quaisquer problemas técnicos ou de serviço;
– Monitorar sinais e níveis de serviço;
– Realizar consultas sobre novos serviços e soluções;
– Ativar e configurar novos serviços e terminais.
– “Estamos expandindo nossa infraestrutura de suporte para potencializar o futuro de nossos clientes,” diz Mike DeMarco, Chief Services Officer da Intelsat. “Nossas equipes regionais falam a língua local, entendem a cultura, as prioridades, as equipes e as plataformas de serviço dos nossos clientes.”

DeMarco completa, “A excelente equipe de operações de experiência ao cliente da Intelsat fornece uma camada adicional de suporte técnico aos nossos clientes, com um time dedicado para garantir não só o atendimento como a superação de suas expectativas. É a experiência completa da Intelsat – nossa rede, nosso pessoal e nosso suporte ao cliente – que nos torna os melhores nesse mercado.”

Além de suporte presencial ao vivo, a Intelsat também oferece a conveniência de várias ferramentas digitais de autoatendimento para simplificar a experiência de serviço de seus clientes. “Para saber mais sobre o suporte ao cliente Intelsat, basta acessar: www.intelsat.com/about-us/customer-experience/.

Website: https://www.intelsat.com/pt-br/

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