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Proteção ambiental e a indústria brasileira

Quais soluções a indústria apresenta para contenção de vazamento químico e poluentes?

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Saõ Paulo,SP 5/3/2021 – Empresa curitibana apresenta inovação tecnológica para prevenção, preparação e gerenciamento de vazamentos químicos e emergências.

Quais soluções a indústria apresenta para contenção de vazamento químico e poluentes?

A cada dia, observa-se novos avanços que buscam aliar tecnologia à preservação do meio ambiente, uma delas é o desenvolvimento de alternativas tecnológicas de proteção a possíveis acidentes que possam prejudicar o meio ambiente e salvar vidas humanas. São milhares de trabalhadores e empresas que sofrem com os impactados de acidentes de trabalho com produtos químicos. De acordo com as estatísticas da OIT (Organização Internacional do Trabalho), a cada 15 segundos, morre um trabalhador em virtude de um acidente de trabalho ou de doença relacionada com a sua atividade profissional, ou seja, 6.300 mortes por dia num total de 2.3 milhões de mortes por ano. 

Para entender melhor como funciona, esclarecer e ampliar o conhecimento em como ocorre o vazamento químico e como os dispositivos de contenção atuam na prevenção destes vazamentos, vale conferir a entrevista completa com Nilson Picker, Diretor CEO da Ambflex Sistemas de Contenção Ambiental, empresa curitibana especializada em produtos voltados para a prevenção, preparação, gerenciamento e atendimentos a emergências envolvendo produtos poluentes.

Como ocorre o vazamento químico e como agir diante deste acontecimento?

Um aspecto importante quando se fala em vazamento de produtos químicos é que os mais diversos locais estão sujeitos a tal fatalidade. Ao contrário do que se pensa, não é somente no transporte em massa que isso pode ocorrer. Até mesmo empresas e indústrias que dispõem de equipamentos comuns como geradores de energia elétrica, que possuem um reservatório de combustível, estão expostas a esse risco.

Entre os motivos relacionados aos acidentes ambientais estão a negligência para com os protocolos de segurança, mau estado dos equipamentos estocados, transporte, manuseio, a não observância dos protocolos de contenção, além de falhas de processo e operação.

Todos estes riscos ambientais podem ser mitigados, contando com um plano de prevenção e contenção. Para controlar esse tipo de evento, uma ação rápida que vise primeiramente controlar e sanar o vazamento e posteriormente recolher os resíduos deixados por ele e, em alguns casos, se faz necessária a descontaminação do meio agredido pelo produto químico.

Como prevenir vazamentos de produtos químicos?

Algumas atitudes são indispensáveis para promover a segurança no manuseio de produtos químicos. A primeira delas é garantir que toda a equipe envolvida, direta ou indiretamente na operação, tenha o conhecimento necessário na área para prevenir e conter um vazamento de produtos químicos. Com o capital humano devidamente preparado, as chances de acidentes ambientais diminuem muito. Outro fator preponderante é manter em pleno funcionamento todos os equipamentos que garantirão a segurança no armazenamento, transporte e manuseio.

Os contentores industriais, produzidos pela Ambflex, por exemplo, podem ajudar na preservação ambiental?

Sim, para evitar o vazamento de produtos químicos, que são prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, o uso de contentores industriais é essencial.

O objetivo dos contentores é prevenir e conter vazamentos e derramamentos de substâncias corrosivas e nocivas em meio à natureza, causando danos irreversíveis ao ser humano e à vida da flora e fauna. No entanto, é essencial entender como esses equipamentos funcionam e garantir a utilização de contentores de extrema qualidade.

Quais as principais vantagens dos contentores ou bacias de contenção?

A utilização de contentores industriais além de garantir a segurança de quem manipula, transporta e armazena substâncias químicas e a proteção do meio ambiente, pois apresenta mobilidade simplificada, uma vez que as empilhadeiras e paleteiras transportam os tambores de armazenamento nas bacias de contenção facilmente, sem que haja necessidade de retirar o pallet.

Fácil instalação e desmonte, pelo fato de ser constituído de um material leve e que não requer ferramentas específicas. Bom custo-benefício, por ser fabricado em um processo sustentável com materiais ecologicamente corretos. Os contentores industriais podem ser utilizados para o armazenamento e a movimentação de produtos líquidos perigosos, como os ácidos. Por essa razão, são constituídos de materiais resistentes e atóxicos.

Quais são os tipos de contentores industriais mais indicados e suas funções?

Bacia de contenção para pallets
As bacias de pallets são leves, totalmente portáteis e permitem a realização do transporte e manuseio junto à bacia de contenção evitando a ocorrência de acidentes de trabalho, a degradação do meio ambiente e prejuízos financeiros.

Bacia de contenção para tambor
A bacia de contenção produzida com polietileno de alta densidade e espessura de 1,55 mm apresenta capacidade de armazenamento de grande densidade e alta resistência e possui flexibilidade para ser montada e desmontada em espaços pequenos.

Bacia de contenção para embalagem IBC
A bacia de contenção para embalagem do tipo IBC (tanques de 1000 litros) é um produto de excelente qualidade e eficiência na prevenção de vazamentos e derramamento de materiais químicos.

Bacia de contenção de pequeno e médio porte
As bacias de contenção de pequeno e médio porte são produzidas em polietileno e aliam alta resistência química e mecânica ao baixo custo. A sua estrutura é leve e possui alta garantia de durabilidade.

Seja qual for o modelo de contentores industriais, é necessário garantir que o equipamento tenha sido confeccionado com as melhores matérias-primas disponíveis no mercado para evitar ou diminuir os impactos causados pelo vazamento químico.

Finalizando, a preservação ambiental é um tema cada vez mais discutido, mais e mais pessoas estão percebendo que, ainda que individualmente, mudar hábitos e ações com o intuito de reduzir o impacto ambiental e preservar recursos naturais é uma reação necessária. Como explicado acima, a indústria através das ações de empresários conscientes e sintonizados com a demanda mundial de preservação para gerar um futuro sustentável, procura e encontra alternativas, demostrando que é possível manter uma produção aliada a atitudes sustentáveis, afinal práticas industriais têm consequências no meio ambiente, mas existem formas de minimizar os danos e promover a sustentabilidade, promovendo o futuro de todos nós.

Website: http://www.ambflex.com.br

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Sanofi CHC lança April Wellness com iniciativas para estimular um olhar mais atento dos colaboradores para a saúde mental

Como parte das estratégias de combate à fadiga, mês contará com série de medidas corporativas para aliviar a carga de trabalho dos funcionários e permitir que eles cuidem melhor do bem-estar

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São Paulo, SP 14/4/2021 –

Como parte das estratégias de combate à fadiga, mês contará com série de medidas corporativas para aliviar a carga de trabalho dos funcionários e permitir que eles cuidem melhor do bem-estar

A unidade de negócios Consumer Healthcare (CHC) da Sanofi lança em abril uma nova iniciativa para estimular a saúde mental de seus colaboradores: é o April Wellness, que reúne uma série de medidas corporativas para aliviar a carga de trabalho dos funcionários e permitir que eles cuidem de seu bem-estar.

“Com a pandemia persistindo há mais de um ano, notamos que era preciso ir além nas ações de cuidado com nosso time. Com essa campanha, queremos propiciar ao longo de todo o mês de abril momentos de descompressão para que os colaboradores possam cuidar daquilo que é mais importante: deles mesmos”, explica Rodolfo Hrosz, diretor-geral de Sanofi CHC.

Não por acaso, o April Wellness acontece no mês mundial da saúde. Entre as ações previstas estão o “Abril Sem Projetão”, que posterga a execução e o planejamento de grandes projetos para os meses seguintes; a “Short Friday”, que prevê o encerramento do expediente às 15h das sextas-feiras, conforme a possibilidade das equipes; e a “Semana Sem Zoom Meetings Locais”, cuja proposta é evitar a realização de reuniões virtuais entre os dias 19 e 23 de abril.

Sanofi CHC também vai dar continuidade ao projeto “No Internal Zoom Meeting Day”, lançado no ano passado para que as equipes não marquem reuniões internas com colegas de trabalho às quintas-feiras. Essa e as demais ações buscam evitar a “fadiga de Zoom”, termo cunhado por especialistas para caracterizar o cansaço provocado pelo excesso de videoconferências.

Além disso, todos os funcionários de Sanofi CHC também serão estimulados a iniciar a programação de férias. O próprio diretor-geral da unidade de negócios, em e-mail enviado a todos os funcionários, avisou que vai tirar alguns dias de descanso. “Muitos postergaram férias por não poder viajar, mas seguiremos não podendo viajar, e as férias são necessárias para oxigenar a mente. Em abril, vou tirar uma semana para ler, pedalar na sacada, resolver questões pessoais e, principalmente, cuidar da minha saúde mental”, disse Hrosz no comunicado.

Website: http://www.sanofi.com.br

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Tratamento de água para food service é necessidade para momento atual

Oferecer um produto de qualidade no food service se tornou prioridade para o consumidor e para a sobrevivência das empresas durante a pandemia.

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São Paulo – SP 14/4/2021 –

Oferecer um produto de qualidade no food service se tornou prioridade para o consumidor e para a sobrevivência das empresas durante a pandemia.

Diferente do que muitos pensam, o tratamento de água é essencial além das companhias de saneamento básico. Uma grande gama de empresas que utiliza este bem em seu processo de produção precisa se atentar à necessidade de aderir aos filtros. Especialmente no ramo de food service, que se ampara neste recurso diretamente na preparação do que é comercializado, uma água pura pode elevar a qualidade dos alimentos e, consequentemente, do estabelecimento.

As exigências da pandemia também evidenciaram a importância do tratamento da água no food service, já que os clientes estão cada vez mais exigentes. Além da adoção dos devidos protocolos para evitar a contaminação, muitos consumidores passaram a ser mais seletivos, inclusive, no que se refere ao que ele consome.

Café, chá, gelo e molhos são exemplos de produtos comercializados em food service, cujo preparo leva água. Quando filtradas, favorecem a satisfação plena dos clientes e a certeza da comercialização de um produto de qualidade, pois de acordo com o IBGE, somente a metade dos municípios brasileiros fazem coleta de esgoto e que grande parte do esgoto coletado não recebe tratamento adequado antes de serem lançados nos corpos d’água. De acordo com a Asstefil, empresa de tratamento de água e filtragem, uma água filtrada ainda pode reduzir custos com máquinas.

“No caso dos restaurantes, uma das fontes de consumo excessivo de energia são as máquinas de lavar louça. Isso ocorre, pois a água de baixa qualidade geralmente gera um aumento do uso de detergentes. Ou seja, com uma água de boa qualidade, o consumo de energia é menor”, explica o gerente da Asstefil, Fábio de Oliveira. Ainda sobre as lavadoras de louça, Oliveira destaca que a presença de calcário na água gera problemas de entupimento, resultando na oxidação de superfícies e danos prematuros.

Oliveira conta que a empresa trabalha com diferentes frentes de produtos, a serem requisitados pelo cliente de acordo com a necessidade, inclusive os que atuam com food service. “Nossas soluções em tratamento de água compreendem desde a filtração inicial para retenção de impurezas logo na entrada da loja até filtros específicos a serem instalados diretamente no ponto de consumo”, conta.

De acordo com o documento “Vigilância e Controle da Qualidade da Água para Consumo Humano”, do Ministério da Saúde, “a corrosão de sistemas de distribuição pode resultar de fatores químicos, físicos ou biológicos. O cloro residual por si só pode aumentar a corrosão por meio da reação com íons de ferro e a consequente precipitação de hidróxido de ferro, passível de ser um importante nutriente para o crescimento microbiano”. Assim, o executivo da Asstefil pondera ainda que embora a lavadora de louça seja um dos grandes problemas do food service, há ainda outras aplicações e equipamentos que exigem o tratamento da água para evitar corrosão. Ou seja, potencializar os resultados do tratamento da água, vinda do abastecimento. É o caso de cafés expressos, máquinas de gelo e post-mix.

Para economizar espaço e centralizar o sistema de filtragem em um único ponto, o gerente da Asstefil recomenda uma aplicação combinada, que permite saídas individualizadas de água tratada para pontos de consumo como post-mix, máquinas de café, gelo e vapor. “Essa é uma ótima maneira de aplicar adequadamente o recurso e garantir água tratada para todo o estabelecimento”, ressaltou.

No caso de food service, a principal recomendação da empresa é começar com equipamentos de pré-tratamento, para retenção das sujeiras maiores. “A partir daí, é possível entender qual a real necessidade de filtração do local para investir em outros tipos de equipamento”, finaliza o gerente da Asstefil, Fábio de Oliveira.

Website: https://asstefil.com.br/

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Mesmo com a pandemia, Grupo Utam mantém performance de vendas

Neste Dia Mundial do Café, diretora do grupo, Ana Carolina Soares de Carvalho, analisa performance da indústria cafeeira durante a pandemia do novo Coronavírus e apresenta números e resultados obtidos desde que a crise sanitária se instalou no Brasil

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Ribeirão Preto/SP 14/4/2021 –

Neste Dia Mundial do Café, diretora do grupo, Ana Carolina Soares de Carvalho, analisa performance da indústria cafeeira durante a pandemia do novo Coronavírus e apresenta números e resultados obtidos desde que a crise sanitária se instalou no Brasil

Diante do cenário da crise sanitária, o setor cafeeiro permanece sustentando boa parcela da economia e com uma produção diária que envolve uma ampla cadeia produtiva, responsável pela geração de mais de 8 milhões de empregos no país, segundo dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. De produtores no campo, trabalhadores de chão de fábrica a diversas atuações profissionais, o café é relevante fonte de receita para centenas de municípios, além de ser um importante setor na criação de postos de trabalho na agropecuária nacional. Neste contexto da pandemia do novo Coronavírus é um dos segmentos que não parou um dia sequer de produzir. Neste Dia Mundial do Café, a executiva do Grupo Utam, indústria 100% brasileira, avalia que os resultados do setor impactam a cena macroeconômica do país.

Essa performance tem permitido à toda cadeia produtora levar café a 95% da população, que, de acordo com a Associação Brasileira de Indústria de Café (ABIC), é o percentual que consome o produto com frequência.
No Grupo Utam, a produção também não cessou. Em 2020, apesar das dificuldades impostas pela pandemia à sua unidade de Food Service, já que os diversos pontos de vendas de clientes tiveram que permanecer fechados em função dos decretos das autoridades para cumprimento de distanciamento e isolamento social e lockdowns, a empresa manteve seu patamar de vendas, sustentando seu crescimento no varejo.

Segundo a diretora Ana Carolina Soares de Carvalho, o Grupo Utam permanece com seu propósito de levar café de qualidade a toda população e segue de forma ativa para garantir empregos. A indústria 100% brasileira conta hoje com 241 colaboradores, sendo 165 na matriz em Ribeirão Preto (SP) e 76 na filial em Piumhi (MG). “A empresa administrou suas operações e crescimento perante a crise sanitária, com bastante responsabilidade em relação a todo o corpo de colaboradores, promovendo todos os cuidados de forma a mantê-los protegidos”, explica.

Atualmente, a Utam atende mais de 450 cidades e a uma carteira com cerca de 9.500 clientes ativos. O grupo oferece produtos e serviços dentro do mercado cafeeiro. Com marcas fortes já consagradas por seus consumidores, consolidou sua atuação no mercado e segue em crescente evolução.

Panorama do café
De acordo com a Organização Internacional do Café (OIC), o Brasil é o segundo maior consumidor mundial de café, ficando atrás dos Estados Unidos, que possui 14% da demanda mundial. Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgado no início deste ano apontou que o Brasil deve colher entre 57 e 62 milhões de sacas beneficiadas de café neste ano, o que representa uma alta de 4% em relação ao período anterior.

Outro estudo feito pela consultoria Euromonitor aponta que o mercado brasileiro de café premium tem crescido de forma acelerada. Apesar disso, a maior parte do consumo doméstico ainda é de café tradicional. No Grupo Utam, este perfil de compra também se consolida. Em 2020, reunindo todos os formatos de café produzidos pelo grupo, incluindo marcas de terceiros, foram comercializados 85% de café tradicional, enquanto o café premium vendeu 15% deste total. “O café tradicional é historicamente nosso carro chefe em vendas e no último ano se consolidou neste podium, mas o público interessado em cafés gourmets e cápsulas tem despontado como um novo nicho em alta”, analisa Ana Carolina.

A diretora explica que mesmo em 2020 quando indústria enfrentou um cenário de crise com vários estabelecimentos fechados pela pandemia, conseguiu um crescimento de 11% neste segmento. “Esse resultado foi obtido na comparação com os números de 2019, o que nos propulsiona a desenvolvermos pesquisas e novos blends”, conclui.

Idealizado no final de 1969, com início das atividades em 1970, o Grupo Utam está sob domínio acionário da atual direção desde 1985. Nestes mais de 50 anos de atuação no mercado brasileiro, a empresa adquiriu alta performance na região sudeste e ampliou frentes de abrangência em outros estados. Hoje, possui uma capacidade produtiva de mais de 1.400 toneladas/mês em dois modernos parques industriais e conta com extenso portfolio de produtos e serviços. Além disso, possui marcas consagradas por seus consumidores, o que garante uma performance em crescente evolução no mercado cafeeiro.

O Grupo Utam está posicionado no ranking nacional da ABIC (Associação Brasileira da Indústria do Café) na 14ª posição dentre as quase 1.400 indústrias do setor, das quais 405 são afiliadas à entidade.

Além de suas certificações de qualidade, em 2020, a indústria ganhou o prêmio do programa Melhores da Qualidade da Abic (Associação Brasileira da Indústria do Café) com a indicação do Café Utam Speciale, na categoria Superior Grão – dentro do grupo de empresas de grande porte.

Endereços na internet
www.grupoutam.com.br
www.facebook.com/cafeutam
www.facebook.com/utam.uno
instagram.com/utam_uno

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