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Quais as estratégias de vendas mais assertivas para atingir o público de cada geração?

Millennials, Geração Z, Conectados e Novel são as quatro gerações mais presentes no mercado atual e, para desenvolver uma estratégia de marketing assertiva é fundamental saber como determinar qual delas é o público-alvo

Publicado

em

9/3/2021 –

Millennials, Geração Z, Conectados e Novel são as quatro gerações mais presentes no mercado atual e, para desenvolver uma estratégia de marketing assertiva é fundamental saber como determinar qual delas é o público-alvo

Todo empreendedor sabe qual geração de consumidores é o público-alvo do negócio? Trata-se de uma informação essencial para garantir o máximo de assertividade em uma estratégia de venda, visto que cada geração possui um conjunto de características e prioridades específicas com as quais um produto deve conversar para exercer um gatilho de consumo.

A princípio, a geração mais velha é a dos Baby Boomers (nascidos entre 1944 e 1964). Esta, por sua vez, corresponde a uma mentalidade consumidora que se guia muito pelo “boca a boca” e pouco por fontes mais confiáveis de informação. Na sequência, vem a Geração X (nascidos entre 1965 e 1979). Devido aos conceitos da época sobre trabalho, esta geração é marcada por pessoas que priorizavam a força de trabalho e a produtividade, deixando de lado o idealismo.

Depois o mundo conheceu os Millennials (Geração Y) – nascidos entre 1980 e 1994. Também chamados de “Os nativos digitais”. E, por último, a Geração Z – nascidos entre 1995 e 2015. Este último é marcado pelo imediatismo e pela busca de propósito por trás de uma empresa e/ou produto.

A fim de auxiliar no processo de identificação de qual é o público-alvo de cada negócio e como atingi-lo mercadologicamente da maneira mais assertiva, Maucir Nascimento, especialista em growth, vendas e marketing da Speedio, apresenta com maior profundidade quais as diferenças entre estas gerações e como cada uma se comporta ao buscar/consumir um produto ou serviço. “Identificar e reconhecer para quem você está falando é o início de qualquer estratégia séria de vendas”, ressalta o especialista.

As características e os padrões de consumo dos Millennials

O ápice do consumo mundial atualmente é representado por duas gerações: Millennials e Geração Z. No Brasil, esta primeira, corresponde a 34% da população total, representando 50% da força de trabalho e apresentando características marcantes como a busca pela praticidade e objetividade na comunicação e o bom uso do dinheiro.

“Trata-se de uma geração que, ao contrário das que as antecedem, precisa que toda teoria seja provada e por meio de fontes confiáveis”, destaca Nascimento. “Somos uma geração que pesquisa muito e precisa entender exatamente onde está gastando seu dinheiro. Para um Millennial, qualquer compra precisa ter lógica”, complementa.

Nascimento ainda aponta quais são as estratégias de venda mais assertivas para atingir este público-alvo. “SEO e assessoria de imprensa costumam ser duas apostas que funcionam com os Millennials. Além disso, esta geração busca compras simples e que envolvem menos etapas – interessante se atentar a isso em termos de marketing e vendas on-line de produtos. Aliás, “call to action” de desconto, ao invés de um alto investimento em propagandas certamente é mais assertivo para este público”, afirma o Maucir.

A forma de lidar com os dados/Big Data também apresenta variáveis de acordo com as gerações. A Geração Z, por exemplo, preocupa-se mais com o compartilhamento e o sigilo de  informações pessoais do que sua antecessora, a Geração X. Traçando um paralelo entre essa característica e Big Data para geração de leads b2b, que é algo que desafia muitos decisores de marketing e vendas que atuam com outbound (prospecção ativa), o especialista vê uma diferença com relação à Geração Z. “Dificilmente um Millennial está interessado em detalhes de onde vem a fonte dos nossos dados. Ele vai perguntar se os dados estão de acordo com a LGPD e será suficiente”, revela Nascimento. “Os primeiros decisores que começam a surgir da Geração Z, já tendem a querer entender os detalhes desse processo, o que é ótimo!”, complementa.

As características e os padrões de consumo da Geração Z

Propósito, valores e idealismo seriam as palavras chaves para entender o que faz alguém dessa geração adquirir um produto. Ao contrário dos Millennials, esses consumidores buscam consumir e se filiar ao ideal de uma companhia e/ou produto e não apenas desfrutar de sua funcionalidade. “A geração Z aposta mais no consumo consciente e preza muito pela marca em si, alinhamento de valores  socioeconômicos, ambientais, entre outros”, conta Nascimento.

Segundo o especialista, alguns pontos são essenciais na hora de desenvolver uma estratégia focada nesse público. “Eles são altamente conectados. Quase tudo é registrado pela lente de seus celulares – inclusive vale ressaltar que alguns produtos da Apple já estão vindo com materiais recicláveis, por exemplo. Ao contrário dos Millennials, objetivos e práticos, a Geração Z compra a história, o que faz com que o “storytelling” seja tão forte junto a eles”, analisa o empresário.

Coexistindo com a Geração Z, ainda há a Geração Conectada e a Novel. Esta primeira representa a força da era digital e de tudo estar sendo feito, filmado e vendido em plataformas on-line. A segunda, por sua vez, nasceu na pandemia e engloba os consumidores que compram por gatilhos emocionais. “Um exemplo perfeito disso é uma marca de shampoos e condicionadores, ainda pouco conhecida no mercado, que traz a seguinte proposta: o  consumidor preenche um questionário no site e pode adquirir um produto formulado especialmente para ele, de acordo com suas necessidades. Eis um exemplo de compra com gatilho emocional. Outro exemplo seria relançar um produto que não tinha nada de sexy, e lhe atribuir esta característica”, destaca Nascimento.

Por fim, Nascimento responde a dúvida de muitos empresários: É possível vender o mesmo produto para gerações diferentes? “É totalmente possível, desde que as adaptações necessárias sejam feitas, tanto em termos de produto quanto de estratégia de vendas”, revela o especialista.

“A meu ver, a resposta para vencer este mercado cheio de peculiaridades é unir big data e inteligência de mercado, a fim de oferecer o produto certo ao público certo. Se a empresa souber trabalhar com essas variáveis/informações de maneira assertiva, as chances de o projeto ser bem sucedido se tornam infinitamente maiores”, finaliza Nascimento.

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Cadastro de imóveis rurais será completamente digitalizado

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Crédito: ©Marcelo Camargo/Agência Brasil

Procedimento poderá ser concluído em página da Receita na internet.

Os donos de imóveis rurais não precisarão mais ir a uma unidade de atendimento da Receita Federal para atualizarem ou cadastrarem a propriedade. O procedimento poderá ser concluído diretamente no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC).

Agora, todos os documentos pedidos pela Receita Federal para validar o cadastro rural podem ser enviados digitalmente pelo e-CAC. Segundo o Ministério da Economia, a medida faz parte do Plano de Ação da Receita Federal no cenário pós-pandemia e contribui para a digitalização dos serviços públicos.

Os documentos serão enviados ao e-CAC por meio de Dossiê Digital de Atendimento. Caso sejam necessários novos documentos, eles deverão ser apresentados por meio da juntada de documentos, disponível na aba “Meus Processos”. Esclarecimentos adicionais e a confirmação de que o cadastro foi concluído passarão a ser efetuados eletronicamente.

Todos os imóveis rurais precisam ser inscritos no Cadastro de Imóveis Rurais (Cafir), mesmo os que têm imunidade ou isenção de Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). Administrado pela Receita Federal, o Cafir lista os titulares, os condôminos e copossuidores das propriedades rurais.

Além do Cafir, os imóveis rurais são registrados no Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (Cnir), que integra dados do Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

O envio eletrônico de documentos está disponível para quem inicia o processo pelos dois cadastros. Tanto quem usa o Sistema Cnir como para quem usa o Sistema Coletor Web, associado ao Cafir e administrado pela Receita Federal, poderá concluir o processo pelo e-CAC.

 

Por | Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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Intelsat abre três novos Centros de Suporte a Clientes no Brasil, África do Sul e Índia

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

Publicado

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por

9/4/2021 –

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

A Intelsat, operadora da maior rede integrada terrestre e por satélite do mundo, está expandindo sua capacidade de suporte ao cliente com a abertura de três novos Centros de Operações aos Clientes no Rio de Janeiro (Brasil), em Joanesburgo (África do Sul) e em Chennai (Índia).

Os centros são um componente-chave da experiência ao cliente Intelsat, 24 horas por dia, 7 dias por semana, fornecendo solução de problemas no idioma local, ativações de serviço, monitoramento e todo tipo de suporte em diferentes fusos horários e idiomas, incluindo português, inglês, francês e espanhol.

Todos os três centros já estão em operação, com funcionários trabalhando remotamente por causa das precauções de segurança para evitar a COVID-19. E todos foram concebidos tendo como base os Centros de Suporte ao Cliente da Intelsat existentes em Ellenwood, na Geórgia e McLean, na Virginia.

A Intelsat contratou 10 funcionários para o centro sediado no Rio de Janeiro e planeja contratar especialistas adicionais no segundo semestre de 2021. Os técnicos da equipe são fluentes em português e espanhol para ajudar a atender às centenas de clientes da Intelsat em toda a América Latina. A Intelsat também planeja incluir mais especialistas às equipes de Joanesburgo e Chennai até o fim do ano.

“Ser capaz de fornecer esse tipo de suporte aos nossos clientes, em sua própria região e idioma, é uma grande mudança. Nossa equipe sabe exatamente como resolver qualquer problema para que nossos clientes não tenham preocupação alguma”, explica Felippe Paiva, especialista sênior em atendimento ao cliente na Intelsat Brasil.

Paiva e outros especialistas do Centro de Operações aos Clientes irão ajudar a:

– Resolver quaisquer problemas técnicos ou de serviço;
– Monitorar sinais e níveis de serviço;
– Realizar consultas sobre novos serviços e soluções;
– Ativar e configurar novos serviços e terminais.
– “Estamos expandindo nossa infraestrutura de suporte para potencializar o futuro de nossos clientes,” diz Mike DeMarco, Chief Services Officer da Intelsat. “Nossas equipes regionais falam a língua local, entendem a cultura, as prioridades, as equipes e as plataformas de serviço dos nossos clientes.”

DeMarco completa, “A excelente equipe de operações de experiência ao cliente da Intelsat fornece uma camada adicional de suporte técnico aos nossos clientes, com um time dedicado para garantir não só o atendimento como a superação de suas expectativas. É a experiência completa da Intelsat – nossa rede, nosso pessoal e nosso suporte ao cliente – que nos torna os melhores nesse mercado.”

Além de suporte presencial ao vivo, a Intelsat também oferece a conveniência de várias ferramentas digitais de autoatendimento para simplificar a experiência de serviço de seus clientes. “Para saber mais sobre o suporte ao cliente Intelsat, basta acessar: www.intelsat.com/about-us/customer-experience/.

Website: https://www.intelsat.com/pt-br/

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Expectativa de vida aumenta e demanda urgência nas reservas financeiras

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

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9/4/2021 –

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

Dados publicados pelo IBGE indicam que a esperança de vida ao nascer no Rio Grande do Sul passou de 72,4 anos em 2000 para 78,3 anos em 2018. Na comparação com a expectativa de vida da década de 40, a estatística atualizada representa um ganho de mais de 30 anos de vida.

Um aumento que, na opinião de especialistas em áreas como a previdenciária, tem dois vieses possíveis: ao mesmo tempo em que traz entusiasmo, também aumenta a responsabilidade e os esforços necessários para que o tempo a mais de vida seja vivido com mais qualidade.

Conforme Danielle Cristine da Silva, servidora pública do estado do Rio Grande do Sul e diretora-presidente da Fundação RS-Prev, o cenário de uma vida mais longeva exige cada vez mais das políticas públicas de saúde promovidas pelos entes federativos (União, estados e municípios), e se constitui como um grande desafio para a previdência social (pública e privada), mas os esforços não podem ser exclusivos destes agentes.

“Chamo atenção para um aspecto: é necessário que o próprio beneficiário desta vida longa seja previdente, seja o maior responsável pela busca de seu futuro confortável”, ressalta Danielle.

Para a presidente, pensar, planejar e efetivamente agir em prol da acumulação de uma reserva financeira, voltada a assegurar uma aposentadoria digna e suficiente, é o caminho mais indicado para quem se preocupa em viver bem por muitos anos.

“Logo, é necessário iniciar o quanto antes a prática de reservar. E uma boa opção para isto é a adesão a uma previdência complementar”, explica a executiva.

Segundo ela, isto se dá porque, assim como o desejo de se ter longevidade com uma boa saúde física e mental demanda muito empenho nos cuidados com alimentação, exercícios físicos, entre outros, fazer uma reserva financeira, por meio de uma previdência complementar, também exige atitude e, além disso, urgência.

“Viveremos mais tempo do que viveram nossos antepassados! Para que este tempo a mais seja bem aproveitado, agora é a hora de prepararmos nossas reservas financeiras”, finaliza Danielle.

 

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