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Qual o melhor benefício para oferecer à equipe na pandemia?

O que são benefícios essenciais e quais são as possíveis evoluções neste conceito, dado o novo cenário que empresas e funcionários enfrentam.

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21/1/2021 –

O que são benefícios essenciais e quais são as possíveis evoluções neste conceito, dado o novo cenário que empresas e funcionários enfrentam.

Para um trabalhador qual pacote mínimo de benefícios proporcionaria condições para cumprir suas funções com qualidade e eficiência? Agora com o trabalho em casa (home office), quais benefícios são essenciais?

É importante deixar claro que oferecer benefícios não é um tipo de paternalismo. Benefícios são, sim, ferramentas de gestão para qualquer empresa. Planos de benefícios para funcionários são capazes, por exemplo, de atrair os melhores talentos do mercado – se o trabalhador recebe duas ofertas de emprego e uma oferece mais benefícios do que a outra, por qual ele vai optar?

Os benefícios também ajudam a aumentar a produtividade , uma vez que um colaborador satisfeito fica muito mais engajado e motivado, mesmo quando ele faz trabalho remoto. “Benefícios são parte de uma estratégia de gestão. Eles têm um propósito, que deve estar claro para todos na empresa”, afirma Fernando Cosenza, Vice-Presidente de Marketing Estratégico, Inovação e Digital.

Fernando diz que costuma dar um exemplo que pode soar simples, mas que reforça a ideia de que os benefícios devem ser oferecidos de forma alinhada à estratégia da companhia. “Se uma empresa pretende se internacionalizar, por exemplo, oferecer um benefício para os colaboradores estudarem um idioma novo faz sentido”, afirma.

Mas, afinal, o que é essencial?

Voltando ao tema da essencialidade, com a palavra Willian Tadeu Gil, diretor de Relações Institucionais da Sodexo Benefícios e Incentivos: “Por lei, entre os benefícios oferecidos por um empregador, o único de fato obrigatório é o vale-transporte “, diz ele. Benefícios de vale-alimentação , cesta básica e outros são opcionais.

Segundo o executivo, embora muitas empresas ofereçam apenas o vale-transporte, o entendimento geral é que não somente se locomover para o trabalho é fundamental para os colaboradores.

“É preciso, por exemplo, que ele se alimente de forma adequada, e para isso há o vale-alimentação e o vale-refeição , do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) , que garantem acesso a mercados e restaurantes e proporcionam melhores condições de saúde e, consequentemente, mais produtividade”, explica o executivo da Sodexo. Benefícios flexíveis nas empresas fazem toda a diferença.

Além disso, nos últimos anos, quando a pauta da inovação entrou na agenda do país e das corporações, o vale-cultura ganhou importância. “É com o acesso à cultura e à educação que o colaborador se torna mais capacitado, pode se reposicionar, entregar de forma diferente, inovar”.

Então esses são os benefícios considerados essenciais para um trabalhador? “Sim, podemos chamar de benefícios essenciais ao trabalhador o vale-transporte, os vales alimentação e refeição do PAT e o vale-cultura”, diz Willian.

“No entanto, neste momento, com todos os desafios, mudanças e transições que estamos experimentando diariamente em razão da pandemia, pode ser que essa cesta básica de benefícios venha a ser incrementada”, acrescenta.

“Hoje, quando muitas empresas estabelecem o home office (trabalho em casa ou remoto) e não sabem ainda quando vão voltar ao escritório ou como esse retorno vai se dar, essa política de benefícios pode ser alterada e ganhar o reforço de mais um componente, o auxílio home office”.

Pacote essencial e pacote flexível: eles andam juntos?

Toda empresa deveria, diz Willian, ter um pacote de benefícios essenciais para oferecer aos seus colaboradores – eles são, afinal, essenciais. E, claro, um plano de benefícios flexíveis. O desafio, porém, é que nem todas as empresas já conseguiram implantar essa visão.

“O vale-transporte, o PAT – programa de alimentação do trabalhador, com vale-alimentação e vale-refeição -, o vale-cultura e, agora, o auxílio home office deveriam compor o pacote mínimo não só para proporcionar o básico para a relação de trabalho, mas também para trazer o colaborador para o centro do jogo”, conta o executivo.

Os benefícios flexíveis entram nessa história para completar a jornada de employee experience – em outras palavras, a experiência do funcionário.

Benefícios flexíveis são, dentro de uma cartela de opções oferecidas pela empresa, os que o colaborador escolhe por achar que fazem mais sentido para ele. Uma mãe, por exemplo, pode optar por um auxílio-creche, enquanto uma pessoa que adora exercícios físicos escolhe um vale-academia.

“Além do pacote essencial, a empresa que conta com benefícios flexíveis amplia seu leque de ofertas e experiências para o colaborador”, afirma Willian. “Assim, além da composição mínima, outros benefícios são criados, como convênio médico e odontológico, seguro de vida, auxílio atividade física e vale-combustível, além dos bônus e premiações, e podem fazer parte do pacote do trabalhador, conforme a oferta disponibilizada pela empresa e a escolha do trabalhador”.

Para o colaborador, é sempre bom reforçar, essas opções, em conjunto, proporcionam muito mais satisfação – elas trazem o trabalhador para o centro das escolhas e decisões. Para a empresa, ajudam a reter e atrair talentos, além, é claro, de serem uma ferramenta da gestão de pessoas.

“Experiências assim geram qualidade de vida para os trabalhadores”, diz o executivo. “E as prioridades hoje estão mudando. Qualidade de vida, em um momento como o que vivemos, ganha ainda mais protagonismo e só reforça a visão da Sodexo sobre o mercado brasileiro de benefícios”.

Website: https://www.sodexobeneficios.com.br/qualidade-de-vida/noticias/gestao-de-pessoas/qual-o-melhor-beneficio-para-oferecer-a-equipe-na-pandemia.htm

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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