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Ranking apresenta os livros cristãos mais vendidos de 2020

Ranking dos 10 livros mais vendidos de 2020: a Bíblia Sagrada continua sendo o item mais vendido, em todas as suas categorias, o segundo livro mais vendido no período foi a biografia do Bispo Robson Rodovalho, que surpreendeu com a marca de 100 mil vendas

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São Paulo 7/1/2021 – Passei anos da minha vida tentando colocar em palavras tudo aquilo que eu vivi, toda a minha experiência
E agora divido com todos vocês na minha biografia.

Ranking dos 10 livros mais vendidos de 2020: a Bíblia Sagrada continua sendo o item mais vendido, em todas as suas categorias, o segundo livro mais vendido no período foi a biografia do Bispo Robson Rodovalho, que surpreendeu com a marca de 100 mil vendas

A maioria das publicações evangélicas usa o livro sagrado dos cristãos como base para se aprofundar em temas específicos, como vida em família, casamento e estudos bíblicos. É principalmente sobre esses assuntos que se referem os livros da lista a seguir, feita com base nos rankings da Amazon, Submarino e informações consultadas nas principais editoras do Brasil.

O segundo livro mais vendido no período foi “Minha Vida Uma Chama” biografia do Bispo Robson Rodovalho que surpreendeu com a marca de 100 mil cópias vendidas, apenas na primeira tiragem, boa parte dessas vendas foi impulsionada pelos fies da igreja Sara Nossa Terra, segundo dados levantados pelo portal Gazeta Cristã.

“Passei anos da minha vida tentando colocar em palavras tudo aquilo que eu vivi, toda a minha experiência. E agora divido com todos vocês na minha biografia”, declarou Bispo Rodovalho, Fundador e Líder Global da Igreja Sara Nossa Terra.

Na lista também entraram outros escritores brasileiros como o Juiz Federal William Douglas, Pastor Tiago Brunet e Rodrigo Alvarez.

Desde 2018, as principais livrarias têm diminuído suas atividades pelo país, com fechamento de lojas e grandes percalços econômicos. Em 2018, a Livraria Cultura anunciou um plano de recuperação judicial, na intenção de renegociar dívidas com fornecedores e bancos, que somaram mais de R$285 milhões.

Esta descensão pode ser atribuída, em parte, à mudança de comportamento e adaptações aos info-produtos, que podem ser acessados de qualquer dispositivo. As facilidades que a tecnologia proporciona, sem dúvida, contribuíram para que muitos leitores optassem por plataformas digitais, por possuírem custos reduzidos. Porém, muitos leitores continuam fiéis às livrarias. Isso tudo afeta diretamente as editoras, o que gera uma crise no ramo editorial.

Contudo, este cenário parece não afetar muito as editoras do segmento religioso. Um exemplo é a Editora Central Gospel, criada há cerca de 20 anos pelo Pastor Silas Malafaia e sua esposa Elizete Malafaia. Em 2019, apesar de ter pedido recuperação judicial, vem retomando de forma exponencial.

Outras editoras religiosas parecem sequer ter entrado nesta crise, já que a maioria possui distribuição em seus respectivos portais, e existe uma ascensão de vendas ano a ano.

Pegando este gancho, o Portal Gazeta Cristã levantou o ranking dos 10 livros mais vendidos de 2020. A Bíblia Sagrada continua sendo o item mais vendido, em todas as suas categorias e variações (Bíblia para mulher, Bíblia com comentários, Bíblia de estudo e Bíblia infantil).

 

 

1 – Bíblia Sagrada

Autor: Diversos

Um dos livros mais antigos do mundo todo, a Bíblia conta a história da humanidade desde a criação de tudo o que existe até os primeiros acontecimentos após a morte e a ressurreição de Jesus, o filho de Deus.

 

2 – Minha Vida Uma Chama – Biografia

Autor: Robson Rodovalho

O livro conta a história do líder fundador do Ministério Sara Nossa Terra, narrado em primeira pessoa. Em seu livro de memórias, Bispo Robson Rodovalho desnuda sua história de forma íntima e profunda, relatando suas dores e os acontecimentos marcantes ao longo de sua jornada.

Um relato  sobre sua adolescência, e um acidente fatal que mudou sua percepção de vida.  Rodovalho compartilha a história de sua família e do encontro com a companheira de jornada e ministério, Bispa Lúcia Rodovalho.

 

3 – Para que Estou na Terra? Uma Vida com Propósitos

Autor: Rick Warren

O livro é apresentado como uma jornada espiritual pessoal de 40 dias em 40 capítulos. As 5 seções principais do livro são adoração, Igreja, discipulado, ministério e da Mission. Eles representam cinco propósitos de Deus para a vida humana na Terra.

 

4 – O Poder Secreto da Oração e do Jejum

Autor: Mahed Chavda

Livro contando a história da conversão de um indiano hinduísta. O testemunho das graças de Deus alcançadas pelo ministério.

 

5 – Especialista em Pessoas

Autor: Tiago Brunet

O livro fala sobre a diferença entre a vida real e um mundo ideal criado pelo autor.

 

6 – O Poder dos 10 Mandamentos

Autor: William Douglas

O que William Douglas revela nesta obra é uma forma diferente de olhar para a lista divina, sob um ponto de vista não só positivo, mas que demonstra o caráter amoroso de Deus.

 

7 – Cristianismo Puro e Simples

Autor: C.S. Lewis

A intenção de Lewis não era gerar atritos sobre divergências teológicas, mas expor o pensamento cristão de forma objetiva. No Livro I, o autor expõe argumentos que embasam a Lei da Natureza Humana.

 

8 – Cristo

Autor: Rodrigo Alvarez

Alvarez conta a história de Jesus do ponto de vista do jornalista. Sem se contagiar pela religiosidade do tema, o autor liberta o leitor para ver Jesus sob seu próprio ponto de vista.

 

9 – Além dos Limites

Autor: Robson Rodovalho

O livro se trata de um conteúdo de autoajuda para que o leitor aprenda a conhecer e saiba lidar com seus limites.

 

10 – Teologia bíblica na prática: um guia para a vida da igreja

Autor: Michael Lawrence

Neste livro, o pastor e doutor Michael Lawrence une os mundos acadêmico e eclesiástico em uma obra acessível que desenvolve a importância prática da teologia bíblica. 

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1 Comentário

1 Comentário

  1. Curso Chora Ou Vende Lenços Funciona?

    18 de março de 2021 @ 21:10

    Aqui é a Mariana Gonçalves, gostei muito do seu artigo tem
    muito conteúdo de valor parabéns nota 10 gostei muito.

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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