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Reforma Tributária pode triplicar impostos do setor de serviços, diz especialista

Palestrante destaca que setor de serviços corresponde a mais de 70% do PIB Brasil, empregando 2 milhões de pessoas somente na área de Tecnologia da Informação

Publicado

em

7/4/2021 –

Palestrante destaca que setor de serviços corresponde a mais de 70% do PIB Brasil, empregando 2 milhões de pessoas somente na área de Tecnologia da Informação

O presidente da Fenainfo e diretor Financeiro do SEPRORGS, Edgar Serrano, palestrou sobre o tema “Reforma Tributária” no evento online Bom Dia TI, organizado pelo Trino Polo. Na ocasião, o executivo falou sobre os impactos no setor da economia digital com o projeto de lei nº 3.887/2020.

“Existem muitas dúvidas sobre os impactos da Reforma Tributária em discussão no Congresso Nacional. Com esse projeto teremos um aumento de 228,77% em tributos federais ou 196,53% em tributos federais, mais municipais. Ademais, com a PEC 45 o aumento será de 189,02%”, destaca.

Para ele, a pergunta que não quer calar é: qual setor suportaria quase 3 vezes seus impostos?

“Esse aumento muito grande de impostos para as empresas do setor de serviços impactará negativamente a todas as empresas”, alerta Serrano.

Vale ressaltar que o setor de serviços corresponde a mais de 70% do PIB Brasil. Só o setor de TIC emprega 2 milhões de pessoas no país e representa 8% do PIB, sendo um segmento robusto, cujo faturamento bruto das empresas cresceu 12% ao ano com distribuição de renda.

Outro ponto que precisa de revisão urgente é que as reformas em debate não contemplam a folha de pagamento. Para ele, isso é preocupante porque serviços é o setor que mais emprega. “Milhares de empregos com altos salários estão em jogo com o PL. É importante lembrar que bons empregos ajudam a girar mais e melhor a economia e incentivar o empreendedorismo significa mais empresas e maior riqueza para o país”, acrescenta.

Além disso, o setor de serviços é o presente e o futuro no mundo em termos de empregos. “Será que vale a pena onerar o setor que já é o que mais emprega no Brasil e no mundo? Aumentar tributos para serviços reduzirá seu crescimento e, claro, novos postos de trabalho”, preocupa-se o executivo.

Ainda sobre a folha de pagamento, Serrano questiona: como o Brasil poderá gerar milhares de empregos formais tributando salários? “O fim da desoneração gerará a destruição de 450 mil empregos na área de TI, segundo dados da Brasscom. Ainda de acordo com a mesma pesquisa, sua manutenção proveria a criação de 198 mil novos postos de trabalho até 2025”, conta.

Se as propostas não permitem o creditamento sobre a folha de salários – o principal insumo para a maioria das empresas de TIC, o setor será onerado. “O aumento da carga tributária implica também no repasse para consumidor final, mesmo que não-cumulativo”, lamenta. Serrano acredita ainda que tributar a folha de pagamento não incentiva o setor, mas gera mais informalidade.

A proposta do segmento é o ajuste das PECs 45 e 110 e do PL 3887/20, determinando que o comprador de serviços deva absorver o aumento de impostos usando seus créditos tributários. Além disso, propõe-se desonerar a folha de pagamento de forma permanente para equilíbrio do sistema. O Sistema S sobre a folha precisaria ser opcional, com redução de 50%.

“É necessário pensar na criação de alíquota justa para o setor de TIC, pois cada segmento tem suas especificidades. Além disso, é urgente a simplificação do sistema tributário e do emaranhado de normas fiscais”, diz. O setor também requer segurança jurídica, ou seja, justiça fiscal, que não apenas favorece o ambiente de negócios, como melhora o relacionamento entre contribuinte e Fisco.

“Participem do grupo de assuntos legislativos do SEPRORGS para as muitas pautas que temos. Nosso objetivo é trabalhar na construção de um ambiente empresarial mais favorável a todos. Precisamos incentivar as empresas acima de tudo e derrubar o triste paradoxo de amar empregos, mas odiar quem os cria”, finaliza.

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Cadastro de imóveis rurais será completamente digitalizado

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em

Crédito: ©Marcelo Camargo/Agência Brasil

Procedimento poderá ser concluído em página da Receita na internet.

Os donos de imóveis rurais não precisarão mais ir a uma unidade de atendimento da Receita Federal para atualizarem ou cadastrarem a propriedade. O procedimento poderá ser concluído diretamente no Centro Virtual de Atendimento da Receita (e-CAC).

Agora, todos os documentos pedidos pela Receita Federal para validar o cadastro rural podem ser enviados digitalmente pelo e-CAC. Segundo o Ministério da Economia, a medida faz parte do Plano de Ação da Receita Federal no cenário pós-pandemia e contribui para a digitalização dos serviços públicos.

Os documentos serão enviados ao e-CAC por meio de Dossiê Digital de Atendimento. Caso sejam necessários novos documentos, eles deverão ser apresentados por meio da juntada de documentos, disponível na aba “Meus Processos”. Esclarecimentos adicionais e a confirmação de que o cadastro foi concluído passarão a ser efetuados eletronicamente.

Todos os imóveis rurais precisam ser inscritos no Cadastro de Imóveis Rurais (Cafir), mesmo os que têm imunidade ou isenção de Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). Administrado pela Receita Federal, o Cafir lista os titulares, os condôminos e copossuidores das propriedades rurais.

Além do Cafir, os imóveis rurais são registrados no Cadastro Nacional de Imóveis Rurais (Cnir), que integra dados do Sistema Nacional de Cadastro Rural (SNCR), do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

O envio eletrônico de documentos está disponível para quem inicia o processo pelos dois cadastros. Tanto quem usa o Sistema Cnir como para quem usa o Sistema Coletor Web, associado ao Cafir e administrado pela Receita Federal, poderá concluir o processo pelo e-CAC.

 

Por | Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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Intelsat abre três novos Centros de Suporte a Clientes no Brasil, África do Sul e Índia

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

Publicado

em

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9/4/2021 –

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

A Intelsat, operadora da maior rede integrada terrestre e por satélite do mundo, está expandindo sua capacidade de suporte ao cliente com a abertura de três novos Centros de Operações aos Clientes no Rio de Janeiro (Brasil), em Joanesburgo (África do Sul) e em Chennai (Índia).

Os centros são um componente-chave da experiência ao cliente Intelsat, 24 horas por dia, 7 dias por semana, fornecendo solução de problemas no idioma local, ativações de serviço, monitoramento e todo tipo de suporte em diferentes fusos horários e idiomas, incluindo português, inglês, francês e espanhol.

Todos os três centros já estão em operação, com funcionários trabalhando remotamente por causa das precauções de segurança para evitar a COVID-19. E todos foram concebidos tendo como base os Centros de Suporte ao Cliente da Intelsat existentes em Ellenwood, na Geórgia e McLean, na Virginia.

A Intelsat contratou 10 funcionários para o centro sediado no Rio de Janeiro e planeja contratar especialistas adicionais no segundo semestre de 2021. Os técnicos da equipe são fluentes em português e espanhol para ajudar a atender às centenas de clientes da Intelsat em toda a América Latina. A Intelsat também planeja incluir mais especialistas às equipes de Joanesburgo e Chennai até o fim do ano.

“Ser capaz de fornecer esse tipo de suporte aos nossos clientes, em sua própria região e idioma, é uma grande mudança. Nossa equipe sabe exatamente como resolver qualquer problema para que nossos clientes não tenham preocupação alguma”, explica Felippe Paiva, especialista sênior em atendimento ao cliente na Intelsat Brasil.

Paiva e outros especialistas do Centro de Operações aos Clientes irão ajudar a:

– Resolver quaisquer problemas técnicos ou de serviço;
– Monitorar sinais e níveis de serviço;
– Realizar consultas sobre novos serviços e soluções;
– Ativar e configurar novos serviços e terminais.
– “Estamos expandindo nossa infraestrutura de suporte para potencializar o futuro de nossos clientes,” diz Mike DeMarco, Chief Services Officer da Intelsat. “Nossas equipes regionais falam a língua local, entendem a cultura, as prioridades, as equipes e as plataformas de serviço dos nossos clientes.”

DeMarco completa, “A excelente equipe de operações de experiência ao cliente da Intelsat fornece uma camada adicional de suporte técnico aos nossos clientes, com um time dedicado para garantir não só o atendimento como a superação de suas expectativas. É a experiência completa da Intelsat – nossa rede, nosso pessoal e nosso suporte ao cliente – que nos torna os melhores nesse mercado.”

Além de suporte presencial ao vivo, a Intelsat também oferece a conveniência de várias ferramentas digitais de autoatendimento para simplificar a experiência de serviço de seus clientes. “Para saber mais sobre o suporte ao cliente Intelsat, basta acessar: www.intelsat.com/about-us/customer-experience/.

Website: https://www.intelsat.com/pt-br/

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Expectativa de vida aumenta e demanda urgência nas reservas financeiras

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

Publicado

em

9/4/2021 –

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

Dados publicados pelo IBGE indicam que a esperança de vida ao nascer no Rio Grande do Sul passou de 72,4 anos em 2000 para 78,3 anos em 2018. Na comparação com a expectativa de vida da década de 40, a estatística atualizada representa um ganho de mais de 30 anos de vida.

Um aumento que, na opinião de especialistas em áreas como a previdenciária, tem dois vieses possíveis: ao mesmo tempo em que traz entusiasmo, também aumenta a responsabilidade e os esforços necessários para que o tempo a mais de vida seja vivido com mais qualidade.

Conforme Danielle Cristine da Silva, servidora pública do estado do Rio Grande do Sul e diretora-presidente da Fundação RS-Prev, o cenário de uma vida mais longeva exige cada vez mais das políticas públicas de saúde promovidas pelos entes federativos (União, estados e municípios), e se constitui como um grande desafio para a previdência social (pública e privada), mas os esforços não podem ser exclusivos destes agentes.

“Chamo atenção para um aspecto: é necessário que o próprio beneficiário desta vida longa seja previdente, seja o maior responsável pela busca de seu futuro confortável”, ressalta Danielle.

Para a presidente, pensar, planejar e efetivamente agir em prol da acumulação de uma reserva financeira, voltada a assegurar uma aposentadoria digna e suficiente, é o caminho mais indicado para quem se preocupa em viver bem por muitos anos.

“Logo, é necessário iniciar o quanto antes a prática de reservar. E uma boa opção para isto é a adesão a uma previdência complementar”, explica a executiva.

Segundo ela, isto se dá porque, assim como o desejo de se ter longevidade com uma boa saúde física e mental demanda muito empenho nos cuidados com alimentação, exercícios físicos, entre outros, fazer uma reserva financeira, por meio de uma previdência complementar, também exige atitude e, além disso, urgência.

“Viveremos mais tempo do que viveram nossos antepassados! Para que este tempo a mais seja bem aproveitado, agora é a hora de prepararmos nossas reservas financeiras”, finaliza Danielle.

 

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