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Sistema de gestão: cinco sinais de que toda empresa precisa de um

O mercado exige respostas cada vez mais rápidas e assertivas. Com um software de gestão, o empreendedor elimina a morosidade, organiza os fluxos de informação, dá um direcionamento para que a equipe trabalhe melhor e ainda elimina o retrabalho com a redução de atividades manuais.

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São Paulo, SP 20/1/2021 – É preciso tomar decisões baseadas em dados. E isso se torna muito mais fácil com a ajuda de um software de gestão.

O mercado exige respostas cada vez mais rápidas e assertivas. Com um software de gestão, o empreendedor elimina a morosidade, organiza os fluxos de informação, dá um direcionamento para que a equipe trabalhe melhor e ainda elimina o retrabalho com a redução de atividades manuais.

A gestão adequada de uma empresa exige planejamento cuidadoso e ações bem estruturadas, que auxiliem na execução de seus objetivos estratégicos. Mas, na prática, acabam surgindo momentos em que tudo parece estar à deriva, com atividades morosas, dificuldades na tomada de decisões pela simples falta de informações de qualidade e crescimento cada vez mais distante. 

Segundo José Claudionor, CEO da ADV Tecnologia, empresa fornecedora de software de gestão, ter processos excessivamente burocráticos é sinal de ineficiência operacional e indicam a necessidade da implementação de um sistema ERP. “O mercado exige respostas cada vez mais rápidas e assertivas. Com um software, o empreendedor elimina essa morosidade, pois organiza os fluxos de informação, dá um direcionamento para que a equipe trabalhe melhor e ainda elimina o retrabalho com a redução de atividades manuais”.

Dificuldade na busca de informações

Outro sinal de que a empresa precisa urgentemente de um sistema é o uso de controles descentralizados, que dificultam o acesso a informações importantes sobre o negócio. “Se o gestor tem uma planilha para cada assunto e não consegue confrontar os dados a fim de visualizar o cenário completo em que sua empresa está inserida, está na hora de pensar na integração para melhorar sua capacidade de gestão. E um ERP é ideal para isso!”, explica José Claudionor. 

Gestão de estoque inadequada

Como o estoque faz parte do capital de giro da empresa (é dinheiro investido), deve trazer retorno financeiro. A lógica é simples: quanto maior é o estoque, mais capital parado a empresa tem. É como se guardasse dinheiro embaixo do colchão, sem rendimento algum, apenas desvalorizando. Em contrapartida, se o empreendimento tem estoque a menos, corre o risco de parar a produção ou até mesmo as vendas por falta do que colocar na prateleira. Isso significa que a gestão de estoque deve ser minuciosa, obedecendo a regras bastante claras para o controle de mercadorias. A reposição de produtos deve ser ágil, mas sem comprometer sua capacidade de negociação junto aos fornecedores. A melhor forma de chegar a esse nível de eficácia? Contando com um software de gestão que ofereça recursos para manter seu estoque sempre em dia.

Fluxo de caixa inconstante

Um mês no vermelho, no outro, no azul. Em muitos negócios, as entradas e saídas de dinheiro acontecem sem registros e a lucratividade é uma incógnita ainda a ser desvendada. “Erros de fluxo de caixa apontam que a saúde da corporação anda mal. Mas isso pode ser facilmente resolvido ao adotar um sistema de gestão com um módulo robusto de gestão financeira. Relatórios gerenciais, fluxo de caixa em dia, projeções de receitas e despesas: tudo isso pode ser facilmente gerado com o auxílio de um sistema ERP, eliminando as planilhas que nada contribuem para uma visão estratégica do negócio”, afirma o CEO. 

Tomada de decisão baseada no instinto 

Por muito tempo, o instinto do empreendedor era o curso natural de muitas empresas. Mas com a quantidade de informação disponível e a dinâmica do mercado atual, não é razoável contar apenas com a sorte. É preciso tomar decisões baseadas em dados. E isso se torna muito mais fácil com a ajuda de um software de gestão que conte com todas as variáveis estratégicas integradas por meio de relatórios dinâmicos e intuitivos. 

Ineficiência nas vendas

As vendas são a garantia da perpetuidade do negócio. Mas e quando elas não acontecem na mesma velocidade com que os gastos são feitos? O CEO finaliza reforçando que este pode ser mais um indício da necessidade de ter um software de gestão com um módulo de CRM. “Com essas ferramentas, sua força de vendas será capaz de otimizar os contatos com novos leads, registrar o histórico de interações, realizar atendimentos mais precisos e, no fim das contas, elevar os resultados em pouquíssimo tempo.” 

ADV Tecnologia

Há 25 anos no mercado de software, a ADV Tecnologia não oferece apenas um ERP, mas diversas soluções para facilitar a gestão, tais como: automação para força de vendas, cubo analítico, chão de fábrica, dashboard para celular, antecipação de recebíveis e mais. Considerada a melhor plataforma do mercado, a empresa também disponibiliza a possibilidade de customização do sistema, de acordo com os processos operacionais de cada negócio.

Website: https://www.advtecnologia.com.br 

Website: https://www.advtecnologia.com.br

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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