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Stam Metalúrgica completa 50 anos nesta segunda, dia 01 de março

A Stam comemora 50 anos como uma das principais indústrias de metalurgia do país

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Rio de Janeiro 1/3/2021 – A empresa completa meio século de atuação, carregando em seu DNA os valores de seu fundador, conhecido por sua simplicidade e dedicação.

A Stam comemora 50 anos como uma das principais indústrias de metalurgia do país

A Stam, uma das mais tradicionais e conceituadas fabricantes de fechaduras e cadeados do Brasil, celebra, no dia 01 de março, 50 anos de mercado e de uma história marcada pelo empreendedorismo, quando em 1971, em Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro, Francisco Faria, fundador da marca, deu início a seu sonho no pequeno galpão da família.

A empresa completa meio século de atuação, carregando em seu DNA os valores de seu fundador, conhecido por sua simplicidade e dedicação. Esses mesmos valores permeiam a cultura da Stam e se transformaram em um verdadeiro legado que continua inspirando gerações e que fazem da Stam uma empresa reconhecida por sua excelência em Governança Corporativa, priorizando sempre a transparência, a ética e a valorização de seus mais de 1.400 colaboradores e mais de 100 representantes comerciais em todo o Brasil.

Hoje, a empresa que começou pequena é detentora de um portfólio diversificado de produtos, com mais de 4.000 itens criados com foco na segurança e satisfação do cliente.

Quem viu e viveu essa história de perto, como o diretor administrativo José Maria Campos Nogueira, que tem 47 anos de Stam e é um dos mais antigos funcionários da empresa, sente muito orgulho de fazer parte dessa trajetória de sucesso.

“O fundador da Stam, Francisco Faria, jamais poderia imaginar que uma empresa criada em 1971, com todas as dificuldades existentes na época e com poucos recursos financeiros, pudesse conquistar o sucesso de conseguir completar 50 anos de existência com tantas conquistas memoráveis, principalmente se levarmos em conta a complexidade de ser empresário no país. Foi uma luta árdua entrar num mercado altamente competitivo e se tornar a maior empresa fabricante de cadeados e fechaduras do Brasil. É com muito orgulho que eu participo desta história magnifica, numa empresa que gera milhares de empregos, e é tão importante para a cidade de Nova Friburgo e para o Brasil”.

Pioneirismo e Inovação industrial
É inegável que nessas 5 décadas, um dos diferenciais da Stam para a conquista de seu lugar de destaque no setor metal mecânico foi o investimento em processos e tecnologias inovadoras.

No segmento de fechaduras, apresentou muitas mudanças na liderança produtiva do segmento, no qual a Stam, em meio às famosas grandes líderes da era do latão, trouxe uma proposta diferente e inovadora de produzir cadeados e fechaduras com zamac, material diferente, com qualidade e com preços atrativos, buscando colocação em todas as lojas do mercado.

Com este pioneirismo e sempre na vanguarda, a marca cresceu em pulverização no mercado de material de construção e se tornou líder de segmento, em constante desenvolvimento. Para se ter ideia, a expectativa para o ano de 2021 é a de manter os níveis de crescimento obtidos em 2020, de aproximadamente 39,8% de crescimento em relação a 2019, apesar da pandemia, com capacidade produtiva de 130.000 peças por dia e um dos mais modernos parques industriais da América Latina, com 40.000 m² de área construída.

O diferencial começa na fabricação das ferramentas e moldes em sua filial, a Stamp & Molde, considerada uma das mais modernas ferramentarias de precisão do mundo, com alto padrão de qualidade e produtividade, máquinas de última geração, de alto desempenho, que dispõem de recursos operacionais diferenciados, chegando ao chão de fábrica através de automação dos processos de transformação e montagem, robôs de abastecimento, lixamento e polimento, automação em soldas, segredagem, montagem e controle de qualidade, sistema automático de montagem e expedição de pedidos (MINILOAD) e constante treinamento e capacitação de mão de obra.

Sustentabilidade e responsabilidade social
Não se pode falar em vanguarda sem pensar em políticas de sustentabilidade e a Stam sempre esteve à frente, também nesse tema. A empresa mantém políticas e programas voltados para a preservação do meio ambiente e dos recursos naturais.

Além disso, investiu na aquisição de tecnologias que permitem a descontaminação e reaproveitamento de toda a água da produção, gerando uma economia de até 60 milhões de litros, o que equivale a cerca de 6 mil famílias com quatro pessoas. Seu projeto de reúso de água na galvanoplastia e vibroacabamento com utilização de resinas de troca iônica foi premiado pela Firjan.

Investiu também em projetos para geração de energia limpa das unidades fabris. A composição da energia consumida pelas fábricas que foi contratada no Mercado Livre consiste em: 27% de Parque Eólicos, 30% de Parques Solares e 43% Usinas Hidroelétricas. Através dessas fontes, a Stam e sua filial, Stamp & Molde, economizaram 139 toneladas de CO2 por mês em média. Investiu em sistema fotovoltaico com capacidade de geração de 450kWp, gerando uma energia média mensal de 50.000kWh e 600.000kWh anual. Isso corresponde a mais ou menos 5% do consumo mensal da planta industrial da Stam Metalúrgica. Ele está ocupando uma área de 3.650m² (sobre o telhado da expedição, tornearia e cadeado de latão).

A responsabilidade social também faz parte da essência da empresa, e um de seus maiores cases é o Projeto Gol de Placa, onde é mantenedora desde o ano de 2006. O Gol de Placa é organização sem fins lucrativos, que utiliza o futebol como instrumento de transformação de pessoas, de formação cidadã e de inclusão social e atualmente atende a mais de 200 meninos e meninas, entre 05 e 16 anos.

Passado, presente e futuro
Com 50 anos de história, a Stam hoje é comandada por Helena Herdy Faria, que ocupa a posição de Presidente desde a morte do marido e fundador da marca, Francisco Faria. Ela divide a administração com Rogério Faria, filho do casal e atual Vice-Presidente e Diretor Industrial.
Desde sempre, o trabalho da Stam foi construído com base na dedicação e deu tão certo que hoje a marca está presente nos lares de um Brasil continental.

Website: http://www.stam.com.br

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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