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Startup Brasileira torna realidade a Democratização da Lei dos Free Shops

Legislação que autoriza instalação de lojas francas em cidades da fronteira do Brasil completa nove anos com baixo número de negócios em operação. Pequenos e médios comerciantes estavam à espera de uma solução para ter seu próprio free shop e poder comprar e vender sem impostos

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São Paulo, SP 30/3/2021 – A democratização da “Lei dos Free Shops Terrestres” trará os benefícios sócio econômicos que o pequeno e médio empresários da fronteira esperaram por gerações.

Legislação que autoriza instalação de lojas francas em cidades da fronteira do Brasil completa nove anos com baixo número de negócios em operação. Pequenos e médios comerciantes estavam à espera de uma solução para ter seu próprio free shop e poder comprar e vender sem impostos

Um projeto feito para mudar a realidade social das fronteiras brasileira, do Rio Grande do Sul ao Amapá, a expectativa de especialistas é de que poderão ser gerados 30 mil novos empregos e investimentos de mais de 300 milhões de reais. Ou seja, produtos nacionais e importados poderão ter descontos de até 80% sem a incidência dos impostos.

No site do IDESF, um estudo realizado em janeiro revelou que existem até agora apenas 13 lojas em funcionamento no Brasil e outras em processo de abertura. Isso se deve porque nem tudo é para todos, e até o momento apenas as grandes companhias estão qualificadas, enquanto os pequenos e médios lojistas ficam de fora e veem seus comércios indo à falência.

“A loja franca é uma peça muito importante para o desenvolvimento da fronteira. Em um plano macro ela tem o poder de estimular o turismo, gerando empregos diretos e indiretos”, garante Luciano Barros, economista e Presidente do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (IDESF).

A Panama Zona Franca é uma startup sediada em São Paulo que usa tecnologia de ponta, inspirada nas grandes companhias globais, para oferecer suporte na gestão de negócios ao pequeno e médio comerciante. Por meio de sua plataforma tecnológica possibilita que todos os lojistas tenham condições de participar do regime especial da Lei dos Free Shops Terrestres.

Como funciona a legislação?
A lei 12.723/2012 é uma antiga solicitação das regiões de fronteira, prejudicadas pelo comércio de baixo custo dos países vizinhos e por estarem longe do fluxo fabril. Aprovada em 2012, ela foi regulamentada pela Receita Federal em 2019 e permite que as lojas francas vendam todos os tipos de produtos nacionais e importados totalmente livre de impostos, exceto carros, embarcações, aeronaves e combustíveis.

Os Free Shops Terrestres de fronteira poderão importar seus produtos de qualquer país, e também comprar produtos de distribuidores e fábricas nacionais, vender totalmente livre de qualquer incidência de impostos é um benefício enorme pois permite lucrar com a carga tributária em um dos países dos maiores impostos. Com esta Lei Brasileira, isso já é possível.

Onde as lojas podem operar?
Hoje são 33 cidades que se enquadraram nos requisitos, todas cortadas pela linha de fronteira.

Quais as exigências da Receita Federal?
De acordo com a Instrução Normativa Nº 1799 – 2018, para tornar-se uma Loja Franca o interessado deve obter uma concessão do órgão e dispor de um sistema informatizado de controle de vendas interligado à solução do Serpro. Outra exigência é um sistema de vigilância por câmera 24 horas de todas as instalações. O patrimônio garantidor deve ser igual ou superior a R$ 2 milhões de reais, além de conhecimento em gestão de negócios, estrutura jurídica, financeira e compliance.

Essas barreiras foram mais que necessárias para afastar amadores e aventureiros de uma operação complexa, que gera um benefício enorme a toda sociedade. Comprar, importar e vender livre de impostos em um país que tem uma das maiores cargas tributárias do mundo só pode ser gozado com muita responsabilidade fiscal e social.

Como o pequeno e médio comerciante podem participar?
Para abertura de um Free Shop são estimados 5 milhões de reais por loja, junto com todo o conhecimento indispensável, isso acaba afastando os pequenos e médios comerciantes, que são 95% dos comércios locais, de acordo com Sebrae. Com isso a lei não avança e milhares de postos de trabalho estão em risco.

A startup Panama Zona Franca com seu padrão de governança corporativa e modelo de gestão das companhias multinacionais vem obtendo sucesso em reunir pequenos e médios comerciantes para abrir Lojas Free Shops, hoje já possui mais de mil lojas inscritas para início de atividades agendada para janeiro 2022.

A tecnologia possibilitou uma evolução comercial em todo o mundo e revolucionou a maneira de fazer negócios. Hoje Amazon, Ebay e Alibaba dominam 64% do e-commerce global, devido aos seus investimentos milionários em tecnologia e gestão profissional, que torna possível acelerar as decisões com informações precisas e em tempo real, com controle de custos enxutos e lucros líquidos quase zero. Já os empresários mais antigos além de ter uma gestão artesanal ultrapassada, ainda insistem em margens maiores e sofrem com seu próprio veneno (lucro é veneno). Para os pequenos e médios, além do capital e margem quase zero serem inatingíveis, a falta de uma gestão profissional faz com que muitos estejam fechando as portas e acumulando dívidas, a tal ponto que mesmo retirando todos impostos não seria o suficiente para que sobrevivam mesmo em plena era dos tão sonhados e esperados Free Shops. Panama Zona Franca traz em seu DNA os padrões de governança tecnológicas de multinacionais, com investimentos em estrutura e tecnologia na casa de R$100 milhões de reais e um time de 70 colaboradores. A cada novo associado passa por rigorosos treinamentos. “Essa estratégia é fundamental e a única saída para o pequeno e médio comerciante estarem aptos e se tornarem competitivos.” explica o CEO da empresa Mohamed Ayala.

“A Panama Zona Franca é a “Uber” dos Free Shops”, diz Cristiano José, um dos novos associados que deve abrir uma loja de Pneus na cidade do CHUÍ em janeiro de 2022.

A Panama Zona Franca reunirá 3 mil pontos de venda até o início de 2022 com faturamento anual acima de 10 dígitos.

Futuro das zonas francas
Cássio Augusto da Costa Marques, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Sustentável de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, quando questionado porque não existem negócios operando no munícipio, responde:

“Nós estamos com uma gerência aqui na secretaria dedicada à viabilização dessa implantação. Na verdade, todas as questões com relação à Receita Federal, todas as normativas, isso tudo está pronto. O que está faltando agora? Está faltando interesse privado para essas lojas se habilitarem a esse processo”.

Consultada A Panama Zona Franca informou que devido ao alto número de inscritos, e a limitação de vagas pelo compliance não foi possível atender a todos os lojistas, e que nos próximos dias fará ajustes em sua plataforma, possibilitando que mais comerciantes possam abrir seus free shop.

Website: https://www.panamazonafranca.com/

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Intelsat abre três novos Centros de Suporte a Clientes no Brasil, África do Sul e Índia

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

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9/4/2021 –

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

A Intelsat, operadora da maior rede integrada terrestre e por satélite do mundo, está expandindo sua capacidade de suporte ao cliente com a abertura de três novos Centros de Operações aos Clientes no Rio de Janeiro (Brasil), em Joanesburgo (África do Sul) e em Chennai (Índia).

Os centros são um componente-chave da experiência ao cliente Intelsat, 24 horas por dia, 7 dias por semana, fornecendo solução de problemas no idioma local, ativações de serviço, monitoramento e todo tipo de suporte em diferentes fusos horários e idiomas, incluindo português, inglês, francês e espanhol.

Todos os três centros já estão em operação, com funcionários trabalhando remotamente por causa das precauções de segurança para evitar a COVID-19. E todos foram concebidos tendo como base os Centros de Suporte ao Cliente da Intelsat existentes em Ellenwood, na Geórgia e McLean, na Virginia.

A Intelsat contratou 10 funcionários para o centro sediado no Rio de Janeiro e planeja contratar especialistas adicionais no segundo semestre de 2021. Os técnicos da equipe são fluentes em português e espanhol para ajudar a atender às centenas de clientes da Intelsat em toda a América Latina. A Intelsat também planeja incluir mais especialistas às equipes de Joanesburgo e Chennai até o fim do ano.

“Ser capaz de fornecer esse tipo de suporte aos nossos clientes, em sua própria região e idioma, é uma grande mudança. Nossa equipe sabe exatamente como resolver qualquer problema para que nossos clientes não tenham preocupação alguma”, explica Felippe Paiva, especialista sênior em atendimento ao cliente na Intelsat Brasil.

Paiva e outros especialistas do Centro de Operações aos Clientes irão ajudar a:

– Resolver quaisquer problemas técnicos ou de serviço;
– Monitorar sinais e níveis de serviço;
– Realizar consultas sobre novos serviços e soluções;
– Ativar e configurar novos serviços e terminais.
– “Estamos expandindo nossa infraestrutura de suporte para potencializar o futuro de nossos clientes,” diz Mike DeMarco, Chief Services Officer da Intelsat. “Nossas equipes regionais falam a língua local, entendem a cultura, as prioridades, as equipes e as plataformas de serviço dos nossos clientes.”

DeMarco completa, “A excelente equipe de operações de experiência ao cliente da Intelsat fornece uma camada adicional de suporte técnico aos nossos clientes, com um time dedicado para garantir não só o atendimento como a superação de suas expectativas. É a experiência completa da Intelsat – nossa rede, nosso pessoal e nosso suporte ao cliente – que nos torna os melhores nesse mercado.”

Além de suporte presencial ao vivo, a Intelsat também oferece a conveniência de várias ferramentas digitais de autoatendimento para simplificar a experiência de serviço de seus clientes. “Para saber mais sobre o suporte ao cliente Intelsat, basta acessar: www.intelsat.com/about-us/customer-experience/.

Website: https://www.intelsat.com/pt-br/

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Expectativa de vida aumenta e demanda urgência nas reservas financeiras

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

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9/4/2021 –

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

Dados publicados pelo IBGE indicam que a esperança de vida ao nascer no Rio Grande do Sul passou de 72,4 anos em 2000 para 78,3 anos em 2018. Na comparação com a expectativa de vida da década de 40, a estatística atualizada representa um ganho de mais de 30 anos de vida.

Um aumento que, na opinião de especialistas em áreas como a previdenciária, tem dois vieses possíveis: ao mesmo tempo em que traz entusiasmo, também aumenta a responsabilidade e os esforços necessários para que o tempo a mais de vida seja vivido com mais qualidade.

Conforme Danielle Cristine da Silva, servidora pública do estado do Rio Grande do Sul e diretora-presidente da Fundação RS-Prev, o cenário de uma vida mais longeva exige cada vez mais das políticas públicas de saúde promovidas pelos entes federativos (União, estados e municípios), e se constitui como um grande desafio para a previdência social (pública e privada), mas os esforços não podem ser exclusivos destes agentes.

“Chamo atenção para um aspecto: é necessário que o próprio beneficiário desta vida longa seja previdente, seja o maior responsável pela busca de seu futuro confortável”, ressalta Danielle.

Para a presidente, pensar, planejar e efetivamente agir em prol da acumulação de uma reserva financeira, voltada a assegurar uma aposentadoria digna e suficiente, é o caminho mais indicado para quem se preocupa em viver bem por muitos anos.

“Logo, é necessário iniciar o quanto antes a prática de reservar. E uma boa opção para isto é a adesão a uma previdência complementar”, explica a executiva.

Segundo ela, isto se dá porque, assim como o desejo de se ter longevidade com uma boa saúde física e mental demanda muito empenho nos cuidados com alimentação, exercícios físicos, entre outros, fazer uma reserva financeira, por meio de uma previdência complementar, também exige atitude e, além disso, urgência.

“Viveremos mais tempo do que viveram nossos antepassados! Para que este tempo a mais seja bem aproveitado, agora é a hora de prepararmos nossas reservas financeiras”, finaliza Danielle.

 

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Implantação de coletores incentiva logística reversa de eletroeletrônicos

Sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron. Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto aos eletroeletrônicos

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Santo André, SP 9/4/2021 – Esta parceria também se estende aos trabalhos desenvolvidos pela plataforma de sustentabilidade Coop faz Bem

Sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron. Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto aos eletroeletrônicos

Anualmente, milhões de toneladas de equipamentos eletroeletrônicos e pilhas são descartadas incorretamente no meio ambiente e, só no Brasil, estima-se que sejam geradas mais de 2 milhões de toneladas de lixo eletrônico.

Como forma de contribuir para a preservação do planeta e diminuir a poluição ambiental, a Coop (rede de varejo colaborativo), por meio do SESMTMA (área de segurança, medicina do trabalho e meio ambiente, responsável pelo gerenciamento de resíduos em toda a organização), firmou parceria com a Green Eletron, maior gestora brasileira sem fins lucrativos para a logística reversa de eletroeletrônicos e pilhas de uso doméstico que não têm mais utilidade.

“Esta parceria também se estende aos trabalhos desenvolvidos pela plataforma de sustentabilidade Coop faz Bem, no pilar Pro Planeta, e atende ao acordo da APAS de política de saúde e segurança ocupacional – Cetesb e lei 12.305 Política Nacional de Resíduos Sólidos”, explica Adalberto Correia dos Santos Júnior, responsável pelo SESMTMA da Coop.

Até o momento, sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron: Diadema (Avenida Sete de Setembro, 200 – Conceição); Mauá (Avenida Barão de Mauá, 1389 – Centro); Santo André (Avenida Industrial, 2001 – Bairro Campestre); Piracicaba (Avenida Professor Alberto Vollet Sachs, 2030 – Morumbi); São José dos Campos (Avenida Dr. João Batista de Souza Soares, 2185 – Jardim Morumbi); Sorocaba (Avenida Itavuvu, 3799 – Itavuvu) e Tatuí (Rua XI de Agosto, 3045). Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto de secadores, celulares, furadeiras, fones de ouvidos, pilhas sem uso, dentre outros equipamentos.

Por segurança, os coletores Green Eletron foram projetados para evitar furtos e o contato do consumidor com os resíduos, e seus reservatórios mantidos trancados dentro das lojas. Ao atingir a capacidade máxima de armazenamento, os coletores são abertos e os resíduos depositados são retirados pela Green Eletron, a qual se encarregará de enviar para as empresas parceiras darem o destino adequado de todo o material descartado.

Sobre a Green Eletron: entidade gestora para a logística reversa de produtos eletroeletrônicos e pilhas, fundada em 2016 pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). A Green Eletron criou um sistema coletivo para gerenciar toda a logística reversa de suas associadas, o qual envolve desde a coleta até o envio de aparelhos eletroeletrônicos e pilhas para recicladoras, responsáveis por transformar estes produtos em matéria-prima para a fabricação de novos produtos pela indústria. Hoje, a Green Eletron conta com dezenas de empresas associadas, fabricantes ou importadoras de eletroeletrônicos e pilhas.

Sobre a Coop: possui mais de 895 mil cooperados ativos, cerca de 6 mil colaboradores diretos e 99 unidades de varejo, divididas em 31 lojas de supermercados, sendo 23 no Grande ABC, uma em Piracicaba, três em São José dos Campos, duas em Sorocaba e duas em Tatuí, três postos de combustíveis e 65 drogarias. Por ser uma cooperativa, seu principal objetivo é oferecer os melhores serviços a preços justos, além de reverter benefícios a seus cooperados e à comunidade.

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