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Startup busca solucionar entraves burocráticos que enfraquecem o Brasil

A ineficiência do sistema e os caminhos labirínticos que impedem o crescimento econômico.

Publicado

em

São Paulo – SP 30/10/2020 –

A ineficiência do sistema e os caminhos labirínticos que impedem o crescimento econômico.

A Lei da Desburocratização e Simplificação está em vigor desde 2018, com o objetivo de racionalizar processos e procedimentos administrativos, eliminando formalidades desnecessárias e reduzindo o desperdício de recursos.

Mesmo assim, o caminho do empreendedorismo continua composto por diversos obstáculos desde o início: o longo tempo de espera para a resposta de diversos âmbitos, a complexidade de informações, legislações, o acúmulo de documentos e procedimentos desnecessários fazem da burocracia uma grande barreira para a inovação e o desenvolvimento do país.

Segundo o relatório Doing Business, do Banco Mundial, o Brasil vem perdendo posições no ranking sobre regulamentação do ambiente de negócios. Atualmente, ocupa a 124ª posição geral, entre 190 países participantes. Essa é a posição do país entre os principais indicadores analisados pelo estudo:

  • Abertura de empresas: este indicador mensura o número de procedimentos, custo e tempo para o início de operações de uma maneira formal. Nesta classificação, houve uma pequena melhora, de 140ª posição, o Brasil foi para 138ª;
  • Obtenção de alvarás de construção: o segmento de construção civil é um dos que mais cresce no país, com 50% das taxas de investimentos do Brasil, e mais de 71 mil vagas de emprego com carteira assinada. Mesmo assim, é um dos mercados que mais sofre com a redundância burocrática. Mais de 60 documentos são solicitados apenas para a fase de alvará de uma obra. Sendo assim, o país ocupa a 170ª posição neste setor;
  • Obtenção de eletricidade: procedimentos, tempo e custos para a conexão da rede elétrica, bem como a fiabilidade do seu fornecimento e a transparência nas tarifas. Com o aumento de custo para a instalação, o Brasil ficou na 98ª posição;
  • Obtenção de crédito: o país está no 104º lugar nos quesitos de instrumentos que facilitam a operação de financiamento, acesso às informações de créditos ou registros de créditos.
  • Pagamento de impostos: o Brasil ficou entre os 10 últimos colocados em relação ao tema de pagamento de impostos, ocupando o 184º lugar. Segundo o Doing Business, as empresas gastam cerca de 1.501 horas por ano apenas para lidar com tributos, calcular e pagar impostos.

 

A Burocracia e a COVID-19

No contexto da COVID-19, estas barreiras tornam-se ainda mais críticas: Com boa parte dos órgãos públicos ou se adaptando a outras maneiras de atendimento, muitos processos pararam no meio do caminho. Além disso, a morosidade dificulta ainda mais o crescimento econômico.

Os setores industriais e produtivos, apesar de serem os maiores contribuintes da economia e geração de empregos, são os que mais estão sofrendo com as paralisações. O Agronegócio, uma das principais bases fortalecedoras da economia nacional, geralmente sofre com a falta de acesso às tecnologias e a distância de órgãos públicos e organizações financeiras.

Na Construção Civil, uma das mais significativas para o PIB, o impacto envolve, inclusive, a saúde e segurança dos colaboradores. Ainda dentro do contexto da pandemia, adaptar-se ao modelo home office e à tecnologia digital são outros fatores que colocam em risco o andamento de processos de documentação das empresas, que podem sofrer um ciberataque a qualquer momento.

Mas as próprias burocracias internas das empresas também podem causar atrasos para a prevenção de riscos, como processos manuais, prazos de aprovação muito longos, falta de organização e digitalização de documentos e falhas de comunicação entre os setores.

Assim, executivos e funcionários desperdiçam recursos, tempo, produtividade e dinheiro enquanto tentam atender às exigências de diferentes tributos, impostos e certidões:

  • Processos manuais e descentralizados;
  • O foco da equipe é desviado do core business para atender a temas burocráticos;
  • Imprevisibilidade orçamentária por diferentes preços cobrados pelos órgãos para a emissão de documentos;
  • Erros constantes causados pela desinformação e falta de padronização.

Como mencionado anteriormente, uma construtora precisa apresentar mais de 60 documentos apenas para a solicitação de alvará. Além disso, mais de 1.500 horas são perdidas para impostos e questões burocráticas. Um impacto violento na produtividade, gestão e operação de qualquer negócio.

Como uma empreiteira ou uma instituição financeira que tenha a necessidade de buscar certidões negativas para análises de créditos em larga escala?

  1. Infraestrutura de armazenamento da documentação nos servidores;
  2. Seria necessário algum funcionário ou estagiário para realizar o pedido de documentação;
  3. Sites de órgãos expedidores lentos, risco de travar, documento não carrega, entre outros problemas que comumente acontecem;
  4. O trabalho deve ser refeito pois o tempo de espera para carregar a página web terminou;
  5. Tarefa robótica, que desperdiça o potencial e desmotiva o funcionário.

Docket: tecnologia para vencer a burocracia

A Docket surgiu com a missão de trazer mais celeridade aos processos burocráticos, de forma a colaborar com empreendedores de diversos segmentos, por meio de uma plataforma capaz de buscar, resgatar, padronizar e organizar os documentos online.

Shopping de Documentos

A Docket é uma legaltech que, com o uso de tecnologia de ponta, impacta os processos de documentação, assim como o Airbnb impactou o setor de hospedagem e o Uber impactou a mobilidade.

  • E.A. (Real Estate Analysis): O software de Inteligência Artificial desenvolvido pela Docket, que pré-analisa documentos de forma rápida, segura e eficiente. O laboratório de I.A. investiu anos no desenvolvimento deste sistema. Em segundos, a R.E.A. analisa dezenas de páginas de matrículas de imóveis e identifica gravames como hipotecas e alienações fiduciárias, com 94% de precisão.
  • Mais controle no fluxo de documentos: Dashboard personalizado de acordo com a necessidade, bem como a geração de relatórios completos. Mais clareza na visibilidade de informações;
  • Alerta de pendências: Caso haja alguma informação incorreta ou faltante, o sistema emite um alerta para avisar. As correções podem ser realizadas diretamente na plataforma de forma simples.
  • Recorrência: É possível programar a recorrência de acordo com a necessidade para que os documentos sejam solicitados automaticamente.
  • Centro de Custos: É possível criar um fluxo de aprovação de pedidos com controle total na alocação de recursos e orçamentos, de acordo com as atividades de cada setor.
  • Equipe de Sucesso do Cliente: Realização de treinamentos sobre a plataforma.
  • A R.E.A., projeto de Inteligência Artificial da Docket foi selecionado para participar do primeiro Programa de aceleração Google Launchpad Accelerator no Brasil, em 2018;
  • Eleita a 4ª melhor startup para se trabalhar no LinkedIn Top Startups 2018, pelo LinkedIn Brasil, sendo a única legaltech entre os Top 5;
  • Foi selecionada uma das 100 Startups to Watch 2019, entre mais de 2 mil startups inscritas, um dos principais rankings do mercado.
  • Participação no programa Scale Up da Endeavor;
  • Participação no Hub de inovação do Bradesco Inovabra e Okara Hub.
  • Rodada de investimentos que contou com a participação dos fundos Kaszek, ONEVC, Valor Capital, Canary e do braço de investimento em startups da Telefônica, a Wayra.

Desta forma, a Docket torna simples a busca, gestão e pré-análise de documentos em todo o Brasil.

 

Para mais informações acesse: www.docket.com.br

Website: http://www.docket.com.br

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Energia solar tem papel estratégico para o desenvolvimento econômico, social e sustentável

A fonte solar fotovoltaica agrega inúmeros benefícios para o progresso do país.

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São Paulo – SP 3/3/2021 – A Aliança Solar Internacional (ISA) classificou o Brasil como um dos quatro destaques do mercado de energia solar entre seus 80 países-membros.

A fonte solar fotovoltaica agrega inúmeros benefícios para o progresso do país.

Diante da crise do novo coronavírus no Brasil, o segmento de usinas solares de grande porte deve sair da produção atual de 2,4 GW para 3 GW, representando um aumento de 25%. “Fica cada vez mais evidente o papel estratégico da energia solar para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do Brasil, trazendo mais liberdade de escolha aos consumidores, empresários e produtores rurais”, salienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News & Negócios (www.revistaecotour.news).

A tecnologia solar fotovoltaica evoluiu de forma significativa na última década. Avanços importantes no processo de manufatura, novos recordes de eficiência dos módulos fotovoltaicos e o barateamento dos equipamentos tornaram a eletricidade do sol cada vez mais acessível a todas as camadas da população.

Desde 2012, os consumidores brasileiros já investiram mais de R$ 10 bilhões em sistemas de energia solar na geração distribuída. Estes investimentos privados, feitos diretamente pela população e independentes de licitações ou leilões dos governos, acrescentaram ao Brasil uma potência de mais de 1,9 gigawatt (GW), espalhado por mais de 70% dos municípios brasileiros.

“Em 2019, o segmento criou uma média de 92 postos de trabalho por dia no País, uma verdadeira locomotiva de novos empregos e oportunidades, trazendo renda e alento a milhares de brasileiros que estavam fora do mercado formal. No acumulado, já são aproximadamente 100 mil trabalhadores solares”, relata Vininha F. Carvalho.

A Aliança Solar Internacional (ISA) classificou o Brasil como um dos quatro destaques do mercado de energia solar entre seus 80 países-membros que não fazem parte da OCDE. A classificação de “Achiever”, a mais alta do ranking da instituição, também foi dada à Índia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos e está detalhada no relatório Ease of Doing Solar (EoDS).

O relatório é de particular importância para as instituições financeiras internacionais ao revelar os países que possuem regimes transparentes e prontos para a infraestrutura apoiados por mercados favoráveis aos investidores. O documento também orienta os governos na identificação das principais iniciativas políticas que incentivam e facilitam a energia solar.

“A atividade econômica é aquecida com o dinheiro economizado na conta de luz dos consumidores com energia solar. Este valor é inserido no mercado e ajuda a movimentar os setores de comércio e serviços”, conclui Vininha F. Carvalho.

Website: https://www.revistaecotour.news

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Amazonas recebe usinas de oxigênio para apoiar o atendimento da COVID-19 em 460 leitos

Doações feitas através de uma cooperação entre a iniciativa privada e entes públicos ficarão como legado para os hospitais após a pandemia

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São Paulo, SP 3/3/2021 –

Doações feitas através de uma cooperação entre a iniciativa privada e entes públicos ficarão como legado para os hospitais após a pandemia

Perto de 460 leitos de hospitais públicos amazonenses tiveram a sua capacidade de atendimento contra a COVID-19 reforçada pela doação de cinco usinas de produção de oxigênio ao sistema de saúde do Amazonas. A iniciativa para enfrentar o crescimento do número de casos e a insuficiência de equipamentos para a produção do oxigênio neste início de 2021 no estado foi articulada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), através de uma ação de cooperação entre entes públicos e a iniciativa privada que reuniu doações feitas por uma série de empresas, entre elas o UnitedHealth Group Brasil.

Cada usina tem capacidade de produzir cerca de 25m³ de oxigênio por hora, quantidade suficiente para suprir uma unidade hospitalar em 12 leitos de terapia intensiva e 80 leitos de internação e pronto atendimento. O processo garante a produção de oxigênio diretamente nos hospitais com o acoplamento do equipamento ao sistema de ventilação das unidades para fazer o processo de filtragem e tratamento do oxigênio no local. Os equipamentos ficarão como legado para o estado do Amazonas e poderão ser utilizados pelos hospitais em necessidades futuras.

Um dos principais ensinamentos que ficará para diversos setores da economia sobre o enfrentamento da pandemia da COVID-19 é a importância da cooperação entre a iniciativa privada e o poder público. A união de empresas e governos (através de instituições municipais, estaduais ou federais) tem resultado em ações de sucesso, como a ampliação de oferta de leitos hospitalares (e o crescimento da capacidade de atendimento); o incentivo à produção e o apoio à distribuição de equipamentos de proteção individual; a geração de renda e as doações para populações vulneráveis; e a contribuição para o aumento das quantidades de testes realizados, entre outros.

“A pandemia da COVID-19 nos impacta de incontáveis formas e nos instiga a tomar diversas medidas para contê-la. Acredito que o que mais tem se destacado é a imensa compaixão que nos leva a proteger, esclarecer e tratar milhares de pessoas com uma intensidade incomparável. O UnitedHealth Group Brasil tem a compaixão como um dos seus valores institucionais e, neste momento, ações de solidariedade fazem toda a diferença no combate ao novo coronavírus”, destaca José Carlos Magalhães, presidente do UnitedHealth Group Brasil, empresa de saúde e assistência médica diversificada que reúne a operadora de planos de saúde Amil e a rede Americas. Em 2020, a companhia realizou doações no valor de R$ 38 milhões para apoiar 11 projetos de responsabilidade social no combate à pandemia da COVID-19.

 

Website: https://www.unitedhealthgroup.com/

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A Covid-19 tornou o outplacement ainda mais importante para as empresas

Pesquisa desenvolvida por consultoria especializada em carreira aponta que as empresas estão investindo no desligamento de seus colaboradores. O outplacement pode ajudar demitidos a planejarem a carreira e obter sucesso na vida profissional. A demissão pode gerar inseguranças e ansiedades que precisam ser trabalhadas no outplacement.

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São Paulo SP 3/3/2021 – O abalo emocional de uma demissão pode afetar a transição de um indivíduo para um novo papel e resultar num atraso na busca de um novo emprego

Pesquisa desenvolvida por consultoria especializada em carreira aponta que as empresas estão investindo no desligamento de seus colaboradores. O outplacement pode ajudar demitidos a planejarem a carreira e obter sucesso na vida profissional. A demissão pode gerar inseguranças e ansiedades que precisam ser trabalhadas no outplacement.

A pandemia impactou todas as organizações, setores e no mundo. Líderes de empresas enfrentam difíceis decisões sobre os colaboradores. É importante para as organizações garantir que aqueles que estão saindo do negócio contem com o apoio e a confiança para entrar em um mercado de trabalho em constante mudança. Um serviço de outplacement que era obrigatório na demissão de diretores e presidentes, passou a ser incluído na demissão de todos os níveis, segundo dados de uma pesquisa da United HR (consultoria internacional especializada em outplacement).

A pesquisa aponta que investir na recolocação é importante para proteger a reputação da companhia; ajuda a garantir que as empresas permaneçam respeitadas por se preocuparem com seus colaboradores na demissão.

Márcio Miranda, CEO Latam da United HR, afirma que os líderes precisam reconhecer o impacto que essa mudança terá na força de trabalho. A demissão em massa causa frustrações, inseguranças, ansiedades, insônia e baixa estima. Esses sentimentos negativos fazem com que os funcionários remanescentes percam a confiança na companhia, impactando na produtividade e desempenho e um aumento nos pedidos de demissão voluntária.

“Ao investir em outplacement, os líderes podem garantir que os colaboradores que ficam vejam que quem está demitido está sendo apoiado de fato restaurando sua confiança. O outplacement permite planejar o próximo passo de sua carreira para uma transição estruturada para seu próximo emprego. Um especialistas em carreira ou coach pode ajudar em um novo plano de ação, de onde se recolocar e no autoconhecimento de habilidades e competências que se encaixam em determinados cargos, ajudando a encontrar uma recolocação de sucesso”, esclarece Hends Tabanez, Diretor da Divisão de Outplacement da United HR.

“O abalo emocional de uma demissão pode afetar a transição de um indivíduo para um novo papel e resultar num atraso na busca de um novo emprego”, afirma Hends.

Segundo Alisson Soncine, Managing Director da United HR, “o outplacement proporciona um autoconhecimento, mudanças de comportamentos inadequados, desenvolvimento de competências e explora os diferentes caminhos de carreira disponíveis; seja manter-se no mesmo setor, mudança de carreira, se tornar um empresário, buscar um conselho administrativo, investir em educação superior ou aposentadoria. O outplacement pode tornar o ex-colaborador visionário, bem como ajudá-lo a entender as ferramentas e recursos necessários para dar os próximos passos, ajuda a reduzir a ansiedade da perda do emprego e significa que os funcionários que saem têm mais chances de alcançar a recolocação mais rapidamente”.

“Além disso, uma tendência crescente de “pré-recolocação” é que alguns empregadores oferecem suporte de desenvolvimento de carreira para todos os funcionários antes da notificação de demissão – o que significa que os indivíduos têm uma vantagem inicial ao considerar seu próximo movimento de carreira, bem como uma oportunidade de recolocação interna caso uma opção adequada esteja disponível. Consequentemente, aqueles que passam para o programa de suporte total de recolocação estão prontos para começar imediatamente, enquanto a organização pode reter parte de seu talento por meio de realocação interna”, afirma Alisson Soncine.

Para Márcia Pillat, CEO North America da UNITED HR, a Covid-19 mudou funções e formas de trabalho, só porque uma função não é mais viável, não significa que o indivíduo que a ocupou anteriormente também se tornou excedente aos requisitos. Retenção de habilidades e talentos é fundamental; seja por meio de redistribuição interna, ou para garantir que aqueles que saem da organização o façam positivamente, com a ideia de que podem fazer o caminho de volta (efeito bumerangue) em algum ponto no futuro – e o outplacement torna tudo isso possível”.

“Muitas organizações também estão procurando incluir suporte adicional para aqueles que permanecem no negócio como parte de seus programas de outplacement. Isso pode ser feito com change management e treinamento de resiliência para líderes e gestores, para que conduzam as demissões com a aptidão e equilíbrio emocional e que continue sendo um agente desenvolvedor de talentos inclusive a quem é demitido”, afirma Márcia Pillat.

A pesquisa da United HR aponta que aumentaram em 60% a contratação do outplacement pelas empresas, pois querem desenvolver os gestores para conduzir a demissão, preparando-os para que este momento difícil possa ser um momento de impulsionar e transformar de forma positiva o demitido, para que seja garantido seu sucesso profissional.

Website: http://unitedhr.co

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