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Startup de logística quer revolucionar os modelos de armazenagem e distribuição logística no Brasil

Com a ascensão do modelo de armazenagem on-demand pelo mundo, a startup Stokki traz a aplicação desse novo conceito para o Brasil e busca flexibilizar e facilitar as operações logísticas das empresas, através de sua plataforma integrada de gestão e a sua rede de fornecedores cadastrados por todo o país.

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Florianópolis, SC 8/3/2021 –

Com a ascensão do modelo de armazenagem on-demand pelo mundo, a startup Stokki traz a aplicação desse novo conceito para o Brasil e busca flexibilizar e facilitar as operações logísticas das empresas, através de sua plataforma integrada de gestão e a sua rede de fornecedores cadastrados por todo o país.

A transformação digital do mercado, acelerada ainda mais em função da pandemia, trouxe a necessidade de modernizar e modificar diversos setores que ainda apresentavam baixo grau de inovação no Brasil. E esse era o caso do setor de armazenagem.

Embora diversos armazéns utilizem tecnologia de ponta para gerir a sua operação interna, para as empresas que contratam seus serviços, ainda existem diversos fatores que parecem não acompanhar a evolução exigida pelo mercado, tais como: informações pulverizadas, contratos longos, mínimos exigidos, operações engessadas, sistemas de gestão desconexos, grande dificuldade em encontrar novos fornecedores e em comparar preços.

Além disso, a pandemia exigiu transformações rápidas nas operações, devido às drásticas mudanças sociais e às consequentes mudanças no comportamento de compra da população, com o aumento das vendas online, das entregas fracionadas e a diminuição na previsibilidade de demanda.

Como o modelo de armazenagem on-demand pode dinamizar o mercado?

O conceito de armazenagem on-demand, implementado pela startup Stokki, quer dinamizar o mercado e trazer escalabilidade e flexibilidade nas operações logísticas, permitindo que as empresas possam lidar melhor com as flutuações do mercado e as mudanças no comportamento de compra do consumidor, além de integrar todo o fluxo de informações da cadeia logística, mesmo trabalhando com uma rede formada por diferentes fornecedores.

Segundo Edison Kwecko, CEO da Stokki: “A ideia é trabalhar com o espaço ocioso dos operadores logísticos e proprietários de armazéns e, assim, conseguir capitalizar e fazer uso produtivo de sua capacidade excedente, com contratos flexíveis, sem mínimos exigidos, aliados a preços competitivos”.

Desse modo, o modelo de armazenamento sob demanda possibilita que as empresas possam planejar estratégias de curto prazo para operações spot, trabalhar melhor os picos de sazonalidade, implementar com mais agilidade seus planos de contingência, além de testar novos mercados e produtos a um risco mais baixo.

Outro grande benefício é reduzir o tempo de entrega e os custos com frete ao trabalhar com uma rede de distribuição mais pulverizada, mais estratégica, mas sem perder tempo integrando diversos sistemas e informações, já que a gestão da rede é toda integrada pelo software da startup.

Ainda, segundo Edison, uma das intenções de implementar esse modelo no Brasil é justamente poder atender às necessidades das empresas face ao crescimento do e-commerce no país e ao aumento da exigência dos consumidores em relação aos prazos de entrega e aos valores de frete: “Nosso modelo de negócio permite às empresas posicionarem seus estoques de forma mais estratégica e descentralizada, próxima de seus maiores pontos de consumo, reduzindo, assim, custos com transportadora e encurtando a última milha”.

Mais um ponto positivo sobre o modelo de armazenagem sob demanda é que, graças à flexibilidade de contratos, ele permite que as empresas lidem melhor com as mudanças do mercado, possibilitando um planejamento estratégico mais dinâmico, de curto prazo e em pequenos volumes. “As empresas poderão lidar melhor com situações inesperadas e traçar diferentes estratégias devido à flexibilidade que o modelo proporciona”, complementa Andrea Nemoto, CMO e co-fundadora da Stokki.

O futuro do mercado de armazenagem e a descentralização da cadeia de suprimentos

Segundo pesquisa realizada pela GMC, as principais mudanças nas áreas operacionais de logística nos próximos anos deverão estar ligadas à omnicanalidade, descentralização de centros de distribuição, gestão preditiva de transportes e estoques e personalização de serviços e produtos.

A omnicanalidade, que já é uma realidade para as grandes redes de varejo, apresenta um desafio e uma complexidade ainda maior no planejamento logístico, principalmente em relação à gestão de estoque e distribuição: tanto em quantidade, quanto em posicionamento.

Em um ambiente que oferece tantas possibilidades, mudanças se tornam constantes quando se trata de previsão de demanda, já que permite ao consumidor escolher dentre vários canais a forma mais conveniente de comprar e receber o produto.

Em 2021, 49% dos consumidores afirmaram que pretendem mesclar suas compras entre ambientes online e lojas físicas e 52% esperam poder continuar comprando por canais alternativos, segundo dados revelados por pesquisa realizada pela Social Miner, em parceria com a Opinion Box.

Isso tudo só reforça a necessidade de flexibilização e rápida escalabilidade nas operações logísticas, trazidas pelo conceito on-demand aplicado pela Stokki. Esse modelo de operação possibilita a alocação rápida de estoque em diversos pontos estratégicos, com gestão integrada das informações de inventário, pedidos e total visibilidade da cadeia logística, aliando facilidade, rapidez e inteligência aos processos.

Próximos passos

A startup Stokki, que nasceu em 2019, com a missão de democratizar e descomplicar a logística para empresas de todos os tipos e tamanhos, já validou o seu MVP e passou o ano de 2020 desenvolvendo o seu novo SaaS, que integra as informações de toda a operação logística da sua rede. Evoluiu de um marketplace de busca e contratação de fornecedores, para um SaaS Enabled Marketplace, que alia a facilidade desse modelo a um software de gestão de pedidos e inventário.

Em sua rede possui desde smart lockers e self storages, para operações mais simples, até operadores logísticos 3PL e 4PL, com diversas filiais no Brasil, especializados em diversos tipos e tamanhos de carga.

Os planos da Stokki para 2021 são de captar recursos para poder investir ainda mais no desenvolvimento do seu software de gestão e inteligência, ampliar a sua rede de fornecedores, além de aumentar seus esforços nas áreas de marketing e vendas. “Sabemos que as logtechs estão em alta no momento e existem vários entrantes no mercado. Nós já percorremos um caminho de validação e desenvolvimento de produto e queremos tornar o serviço da Stokki cada vez mais útil, inteligente, preditivo e eficiente, para facilitar a vida dos empresários e profissionais de logística e supply chain. Nós sabemos que não podemos parar de inovar e de fazer sentido para nossos clientes”, finaliza Edison Kwecko.

Website: http://www.stokki.com.br

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Intelsat abre três novos Centros de Suporte a Clientes no Brasil, África do Sul e Índia

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

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9/4/2021 –

Empresa expande sua capacidade de atendimento ao cliente

A Intelsat, operadora da maior rede integrada terrestre e por satélite do mundo, está expandindo sua capacidade de suporte ao cliente com a abertura de três novos Centros de Operações aos Clientes no Rio de Janeiro (Brasil), em Joanesburgo (África do Sul) e em Chennai (Índia).

Os centros são um componente-chave da experiência ao cliente Intelsat, 24 horas por dia, 7 dias por semana, fornecendo solução de problemas no idioma local, ativações de serviço, monitoramento e todo tipo de suporte em diferentes fusos horários e idiomas, incluindo português, inglês, francês e espanhol.

Todos os três centros já estão em operação, com funcionários trabalhando remotamente por causa das precauções de segurança para evitar a COVID-19. E todos foram concebidos tendo como base os Centros de Suporte ao Cliente da Intelsat existentes em Ellenwood, na Geórgia e McLean, na Virginia.

A Intelsat contratou 10 funcionários para o centro sediado no Rio de Janeiro e planeja contratar especialistas adicionais no segundo semestre de 2021. Os técnicos da equipe são fluentes em português e espanhol para ajudar a atender às centenas de clientes da Intelsat em toda a América Latina. A Intelsat também planeja incluir mais especialistas às equipes de Joanesburgo e Chennai até o fim do ano.

“Ser capaz de fornecer esse tipo de suporte aos nossos clientes, em sua própria região e idioma, é uma grande mudança. Nossa equipe sabe exatamente como resolver qualquer problema para que nossos clientes não tenham preocupação alguma”, explica Felippe Paiva, especialista sênior em atendimento ao cliente na Intelsat Brasil.

Paiva e outros especialistas do Centro de Operações aos Clientes irão ajudar a:

– Resolver quaisquer problemas técnicos ou de serviço;
– Monitorar sinais e níveis de serviço;
– Realizar consultas sobre novos serviços e soluções;
– Ativar e configurar novos serviços e terminais.
– “Estamos expandindo nossa infraestrutura de suporte para potencializar o futuro de nossos clientes,” diz Mike DeMarco, Chief Services Officer da Intelsat. “Nossas equipes regionais falam a língua local, entendem a cultura, as prioridades, as equipes e as plataformas de serviço dos nossos clientes.”

DeMarco completa, “A excelente equipe de operações de experiência ao cliente da Intelsat fornece uma camada adicional de suporte técnico aos nossos clientes, com um time dedicado para garantir não só o atendimento como a superação de suas expectativas. É a experiência completa da Intelsat – nossa rede, nosso pessoal e nosso suporte ao cliente – que nos torna os melhores nesse mercado.”

Além de suporte presencial ao vivo, a Intelsat também oferece a conveniência de várias ferramentas digitais de autoatendimento para simplificar a experiência de serviço de seus clientes. “Para saber mais sobre o suporte ao cliente Intelsat, basta acessar: www.intelsat.com/about-us/customer-experience/.

Website: https://www.intelsat.com/pt-br/

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Expectativa de vida aumenta e demanda urgência nas reservas financeiras

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

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9/4/2021 –

Especialista destaca que, além dos cuidados com a saúde, viver a vida mais longa que as estatísticas têm apontado requer empenho no âmbito financeiro e previdenciário

Dados publicados pelo IBGE indicam que a esperança de vida ao nascer no Rio Grande do Sul passou de 72,4 anos em 2000 para 78,3 anos em 2018. Na comparação com a expectativa de vida da década de 40, a estatística atualizada representa um ganho de mais de 30 anos de vida.

Um aumento que, na opinião de especialistas em áreas como a previdenciária, tem dois vieses possíveis: ao mesmo tempo em que traz entusiasmo, também aumenta a responsabilidade e os esforços necessários para que o tempo a mais de vida seja vivido com mais qualidade.

Conforme Danielle Cristine da Silva, servidora pública do estado do Rio Grande do Sul e diretora-presidente da Fundação RS-Prev, o cenário de uma vida mais longeva exige cada vez mais das políticas públicas de saúde promovidas pelos entes federativos (União, estados e municípios), e se constitui como um grande desafio para a previdência social (pública e privada), mas os esforços não podem ser exclusivos destes agentes.

“Chamo atenção para um aspecto: é necessário que o próprio beneficiário desta vida longa seja previdente, seja o maior responsável pela busca de seu futuro confortável”, ressalta Danielle.

Para a presidente, pensar, planejar e efetivamente agir em prol da acumulação de uma reserva financeira, voltada a assegurar uma aposentadoria digna e suficiente, é o caminho mais indicado para quem se preocupa em viver bem por muitos anos.

“Logo, é necessário iniciar o quanto antes a prática de reservar. E uma boa opção para isto é a adesão a uma previdência complementar”, explica a executiva.

Segundo ela, isto se dá porque, assim como o desejo de se ter longevidade com uma boa saúde física e mental demanda muito empenho nos cuidados com alimentação, exercícios físicos, entre outros, fazer uma reserva financeira, por meio de uma previdência complementar, também exige atitude e, além disso, urgência.

“Viveremos mais tempo do que viveram nossos antepassados! Para que este tempo a mais seja bem aproveitado, agora é a hora de prepararmos nossas reservas financeiras”, finaliza Danielle.

 

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Implantação de coletores incentiva logística reversa de eletroeletrônicos

Sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron. Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto aos eletroeletrônicos

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Santo André, SP 9/4/2021 – Esta parceria também se estende aos trabalhos desenvolvidos pela plataforma de sustentabilidade Coop faz Bem

Sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron. Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto aos eletroeletrônicos

Anualmente, milhões de toneladas de equipamentos eletroeletrônicos e pilhas são descartadas incorretamente no meio ambiente e, só no Brasil, estima-se que sejam geradas mais de 2 milhões de toneladas de lixo eletrônico.

Como forma de contribuir para a preservação do planeta e diminuir a poluição ambiental, a Coop (rede de varejo colaborativo), por meio do SESMTMA (área de segurança, medicina do trabalho e meio ambiente, responsável pelo gerenciamento de resíduos em toda a organização), firmou parceria com a Green Eletron, maior gestora brasileira sem fins lucrativos para a logística reversa de eletroeletrônicos e pilhas de uso doméstico que não têm mais utilidade.

“Esta parceria também se estende aos trabalhos desenvolvidos pela plataforma de sustentabilidade Coop faz Bem, no pilar Pro Planeta, e atende ao acordo da APAS de política de saúde e segurança ocupacional – Cetesb e lei 12.305 Política Nacional de Resíduos Sólidos”, explica Adalberto Correia dos Santos Júnior, responsável pelo SESMTMA da Coop.

Até o momento, sete unidades da Coop foram contempladas com coletores da Green Eletron: Diadema (Avenida Sete de Setembro, 200 – Conceição); Mauá (Avenida Barão de Mauá, 1389 – Centro); Santo André (Avenida Industrial, 2001 – Bairro Campestre); Piracicaba (Avenida Professor Alberto Vollet Sachs, 2030 – Morumbi); São José dos Campos (Avenida Dr. João Batista de Souza Soares, 2185 – Jardim Morumbi); Sorocaba (Avenida Itavuvu, 3799 – Itavuvu) e Tatuí (Rua XI de Agosto, 3045). Nesses locais os cooperados e clientes podem dar o destino correto de secadores, celulares, furadeiras, fones de ouvidos, pilhas sem uso, dentre outros equipamentos.

Por segurança, os coletores Green Eletron foram projetados para evitar furtos e o contato do consumidor com os resíduos, e seus reservatórios mantidos trancados dentro das lojas. Ao atingir a capacidade máxima de armazenamento, os coletores são abertos e os resíduos depositados são retirados pela Green Eletron, a qual se encarregará de enviar para as empresas parceiras darem o destino adequado de todo o material descartado.

Sobre a Green Eletron: entidade gestora para a logística reversa de produtos eletroeletrônicos e pilhas, fundada em 2016 pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee). A Green Eletron criou um sistema coletivo para gerenciar toda a logística reversa de suas associadas, o qual envolve desde a coleta até o envio de aparelhos eletroeletrônicos e pilhas para recicladoras, responsáveis por transformar estes produtos em matéria-prima para a fabricação de novos produtos pela indústria. Hoje, a Green Eletron conta com dezenas de empresas associadas, fabricantes ou importadoras de eletroeletrônicos e pilhas.

Sobre a Coop: possui mais de 895 mil cooperados ativos, cerca de 6 mil colaboradores diretos e 99 unidades de varejo, divididas em 31 lojas de supermercados, sendo 23 no Grande ABC, uma em Piracicaba, três em São José dos Campos, duas em Sorocaba e duas em Tatuí, três postos de combustíveis e 65 drogarias. Por ser uma cooperativa, seu principal objetivo é oferecer os melhores serviços a preços justos, além de reverter benefícios a seus cooperados e à comunidade.

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