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Startup mineira torna-se a maior referência em injetáveis do Brasil

Mesmo na pandemia, empresa inova ao oferecer serviços especializados nas chamadas terapias injetáveis.

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Ipatinga, Minas Gerais 18/1/2021 – Nós médicos, infelizmente, não aprendemos nada de gestão na faculdade. Somos bons na área técnica, em dar resultados para o paciente.

Mesmo na pandemia, empresa inova ao oferecer serviços especializados nas chamadas terapias injetáveis.

Neste último ano, foi comum ver nas redes sociais algumas famosas que utilizam uma técnica de absorção de vitaminas e nutrientes de maneira diferente e nada convencional. Não se usa comprimidos ou cápsulas, tudo é absorvido diretamente na veia. Tendência entre personalidades como Rihanna, Kim Kardashian e Chrissy Teigen, o uso das soroterapias, ou vitamin drip, como essa técnica é conhecida no exterior, pode auxiliar em tratamentos para a ansiedade, aumento de energia, além de melhora da imunidade.

Alta demanda por terapias injetáveis

As terapias injetáveis são a administração injetável de nutrientes, vitaminas, aminoácidos, minerais, antioxidantes, em vez da ingestão via oral.

A soroterapia é considerada uma excelente opção terapêutica para o paciente, pois é um procedimento seguro e eficaz, que otimiza e garante a absorção desses nutrientes. Além disso, com as terapias injetáveis é possível notar um processo de restabelecimento da saúde mais rápido. Indicada para todas as idades e para diversos desequilíbrios relacionados à deficiência nutricional, além de atuar também de forma preventiva, a soroterapia tem o objetivo de proporcionar melhor aproveitamento dos nutrientes. Segundo os médicos que fazem uso dessas terapias em suas clínicas, quando se faz a infusão diretamente na corrente sanguínea, não há perdas ao longo do processo digestivo, como ocorre na administração via oral.

Inovação no ramo da saúde

Esse nicho atraiu investimentos e despertou interesse da empresa mineira Support Health, idealizada por um grupo de quatro sócios e que teve destaque no segmento médico em 2020. Criadora de um novo modelo de negócio para clínicas, aliado a um software especializado em práticas de injetáveis, foi a aposta dessa startup para o ano de 2020.

O resultado desse projeto, idealizado por Ítalo Ferreira, Dayane Dutra, Antonio Henrique e Kevin Augusto, foi ser a primeira empresa líder em tecnologia para injetáveis do Brasil. Apesar de inovador, esse segmento de injetáveis, também conhecido como soroterapia, tem adeptos em todo o mundo. Médicos e pacientes enxergam nos injetáveis a chance de ter uma longevidade saudável, através de suplementação vitamínica por via endovenosa. De maneira mais otimizada, sem perdas, como acontece através de ingestão oral de vitaminas, a soroterapia se tornou destaque entre famosos e anônimos como aposta de longevidade saudável. Entre os médicos, isso fez com que o mercado se inovasse e trouxe consigo novas oportunidades.

A farmacêutica e doutora em ciências biomédicas, Tamiris Marques, diz que “cada vez mais, esse start de parar de vender consultas e passar para um acompanhamento agrega não somente na parte financeira, mas na parte clínica do paciente. Porque, quando a gente pensa em protocolos de terapias injetáveis, soroterapias e diversos outros procedimentos dentro das clínicas, a gente está pensando primeiro no paciente. Então, traz muitos resultados. Eu acompanho diariamente médicos que começaram com vendas de consultas e que incluíram o sistema de gestão da Support Health dentro da clínica e que hoje eu os vejo dando passos largos”, finaliza.

Mercado pouco explorado pelos médicos

Por ser um método inovador, as terapias injetáveis ainda fazem parte de um segmento da saúde que assusta muitos médicos. Nenhum médico imagina que algo tão novo pode ser tão simples de investir e ser altamente lucrativo. Por isso, a Support Health foi criada com um único objetivo: ajudar os médicos a trabalharem com injetáveis. A empresa ensina a montar a clínica de injetáveis, entrega o software para gestão, oferece suporte técnico e mentorias estratégicas para o médico aprender a vender os procedimentos. Além disso, a Support Health treina todos os profissionais da clínica. Com a promessa de fazer em três meses o que o médico demora três anos para realizar, a empresa garante maior rentabilidade para esses empreendimentos.

Um dos médicos que aderiram aos serviços ofertados pela Support Health foi o Dr. Wesley Schunk. Dono de uma clínica de medicina integrativa em Vila Velha, no estado do Espírito Santo, ele diz neste vídeo que, mesmo tendo uma clínica de sucesso, com procedimentos alinhados, sentia que faltava “alguma coisa”. Segundo ele, parecia andar em círculos na parte de gestão do seu negócio até contratar os serviços da Support Health.

“Nós, médicos, infelizmente não aprendemos nada de gestão na faculdade. Somos bons na área técnica, em dar resultados para o paciente. Nosso negócio é saúde e não administração. Mas há alguns meses eu conheci a Support Health e eles vieram com uma proposta totalmente diferente. A primeira vez que ouvi falar da Support Health eu pensei que era somente um software para gestão da clínica, só que eles vão muito mais além. Ao invés de ir usando o sistema eles dão um treinamento estratégico focado em aumentar a rentabilidade da clínica. E foi nesse treinamento que eles me mostraram que trabalhar com consultas não era sustentável a longo prazo”, diz.

A Support Health se tornou líder no segmento de injetáveis a partir da entrega de um software de gestão especializado aliado a um modelo de negócio exclusivo para clínicas de injetáveis.

Website: https://www.supporthealth.com.br/

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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