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Trinseo forma parceria comercial com Tire Recycling Solutions

A parceria vai acelerar o desenvolvimento de formulações sustentáveis de pneus de borracha sintética por meio do aumento do uso de pneus reciclados

Publicado

em

BERWYN (EUA) 27/10/2020 –

A parceria vai acelerar o desenvolvimento de formulações sustentáveis de pneus de borracha sintética por meio do aumento do uso de pneus reciclados

Trinseo (NYSE: TSE), uma fornecedora global de soluções de materiais e fabricante de plásticos, aglutinantes de látex e borracha sintética, fechou acordos definitivos com a Tire Recycling Solution (TRS) em uma colaboração comercial e um investimento de capital na TRS. A transação deve ser concluída no final deste trimestre, sujeita às condições normais de fechamento.

O novo acordo promove a colaboração entre as duas empresas no campo de pesquisa e desenvolvimento, reunindo sua experiência em tecnologia combinada para ajudar os fabricantes mundiais de pneus a desenvolver formulações de pneus mais sustentáveis. A Trinseo e a TRS compartilham o objetivo de longo prazo no desenvolvimento de novos sistemas de criação de valor para a fabricação de pneus que reduzem a pegada ambiental e criam um mercado sustentável para os pneus no final de sua vida útil.

“Esta colaboração é extremamente importante para o desenvolvimento de soluções circulares reais para as indústrias de pneus e produtos técnicos de borracha. Como fornecedora líder de borracha sintética para a indústria de pneus, temos o compromisso de ajudar nossos clientes a atingir seus objetivos de sustentabilidade e acreditamos que a maneira mais bem-sucedida de fazer isso é através da colaboração em toda a cadeia de valor. A parceria com a TRS nos fornecerá matéria-prima para pneus reciclados de alta qualidade a fim de atender aos clientes do mundo inteiro”, disse Francesca Reverberi, vice-presidente de Materiais de Engenharia e Borracha Sintética da Trinseo.

Staffan Ahlgren, CEO da TRS, comentou: “A TRS já trabalha em estreita colaboração com a Trinseo há vários anos e estamos empolgados com a ideia de entrar na próxima fase de nossa colaboração. Desenvolvemos tecnologias patenteadas para processar pneus no final de sua vida útil e fornecer produtos com maior valor econômico circular. A parceria com a Trinseo é a confirmação dos grandes avanços que fizemos desde que a empresa foi fundada, há sete anos”.

O investimento está em consonância com os Objetivos de Sustentabilidade 2030 recentemente anunciados pela Trinseo, que delineiam o foco da empresa no combateàmudança climática, incorporando a sustentabilidade em seu portfólio de produtos, promovendo a gestão operacional e do fornecedor e incorporando a responsabilidade como empregador. Lançados para coincidir com o aniversário de 10 anos da empresa, esses objetivos de longo prazo estão agora no cerne da empresa em todos os níveis.

Sobre a Trinseo

A Trinseo (NYSE: TSE) é uma fornecedora global de soluções de materiais e fabricante de plásticos, aglutinantes de látex e borracha sintética com foco no fornecimento de produtos inovadores, sustentáveis e de criação de valor que são intrínsecos às nossas vidas diárias. A Trinseo se dedica a causar um impacto positivo na sociedade por meio de parcerias com partes interessadas de ideias afins e apoiando os objetivos de sustentabilidade de nossos clientes em uma grande variedade de mercados finais, incluindo o automotivo, eletrônicos de consumo, eletrodomésticos, dispositivos médicos, embalagens, calçados, tapetes, papel e cartão, edificação e construção e pneus. A Trinseo teve aproximadamente US$ 3,8 bilhões em vendas líquidas com 2,7 mil funcionários no mundo todo em 2019. Para mais informações, acesse: www.trinseo.com.

Sobre a TRS

A Tire Recycling Solutions SA (TRS) é uma empresa limitada fundada em 2013 na Suíça. A TRS cria soluções globais para a coleta, processamento e reciclagem de pneus inservíveis por meio do desenvolvimento e implementação de tecnologias e processos inovadores de negócios. A caixa de ferramentas de tecnologia da TRS utiliza um processo exclusivo de moagem a jato de água que pode produzir pó de alto desempenho para uso como matéria-prima em uma série de produtos industriais de borracha e aplicações e compostos de alto valor. A TRS obtém sua receita de vendas de equipamentos, licenças e venda de pó de borracha de alto desempenho sob sua marca registrada globalmente TyreXol™.

Nota sobre declarações prospectivas

Este comunicado de imprensa pode conter “declarações prospectivas” incluindo, sem limitação, declarações sobre planos, objetivos, metas, projeções, expectativas, estratégias, eventos ou desempenho futuros e suposições subjacentes e outras declarações, que não são declarações de fatos históricos. As declarações prospectivas podem ser identificadas pelo uso de palavras como “esperar”, “estimar”, “vai”, “pode” ou expressões de significado semelhante. As declarações prospectivas refletem a avaliação da administração das informações atualmente disponíveis e são baseadas nas expectativas e suposições atuais da Empresa em relação ao impacto da pandemia da COVID-19, nos negócios da Empresa, na economia e em outras condições futuras. Os fatores específicos que poderiam causar resultados futuros diferentes daqueles expressos nas declarações prospectivas incluem, mas não estão limitados a, riscos relacionados com o impacto contínuo da pandemia da COVID-19 e aqueles discutidos no Relatório Anual da Empresa para o ano encerrado em 31 de dezembro de 2019 arquivado na Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC, na sua sigla em inglês), nos Relatórios Trimestrais subsequentes no Formulário 10-Q e em outros registros e documentos feitos pela Empresa com a SEC de tempos em tempos. Outros fatores desconhecidos ou imprevisíveis também podem ter efeitos adversos importantes no desempenho da Empresa. Como resultado desses ou de outros fatores, os resultados reais da Empresa podem diferir materialmente daqueles contemplados nas declarações prospectivas. As declarações prospectivas incluídas neste comunicado de imprensa são feitas apenas na data deste documento e não são uma garantia de desempenho futuro. A Empresa não assume nenhuma obrigação de atualizar ou revisar publicamente qualquer declaração prospectiva como resultado de novas informações, eventos futuros ou de outro tipo, exceto conforme exigido por lei.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Imprensa:

Trinseo

Marjolein Groeneweg

Tel.: +49 6196 969 3124

E-mail: mgroeneweg@trinseo.com

Tyre Recycling Solutions

Gabriel Champrenaud

Tel.: +41 21 546 22 67

E-mail: gch@trs-ch.com

Fonte: BUSINESS WIRE

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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