Conecte-se conosco
Abertas inscrições para o Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais Abertas inscrições para o Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais

Regional

Abertas inscrições para o Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais

Prazo de inscrições vai até 10/9. Premiação funciona como vitrine e valoriza o grão no mercado

Foto: Reprodução da internet

Publicado

em

As inscrições para o 18º Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais já estão abertas. Os produtores interessados devem preencher a ficha de inscrição e entregar as amostras concorrentes nos escritórios da Emater-MG até o dia 10/9.

A participação é gratuita e podem concorrer produtores dos municípios mineiros com amostras de café arábica, tipo 2 para melhor, colhidas neste ano. Cada cafeicultor poderá participar do concurso em apenas uma das duas categorias: natural e cereja descascado, despolpado ou desmucilado.

A solenidade de encerramento da premiação será em dezembro. O regulamento do concurso está disponível no site www.emater.mg.gov.br.

O Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais é promovido pelo Governo de Minas Gerais, por meio da Emater-MG e Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa), em parceria com a Universidade Federal de Lavras (Ufla), o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas e a Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão (Faepe).

Categorias 

Na categoria café natural, o café recém-colhido é levado para secar. Já na categoria café cereja descascado, despolpado ou desmucilado, após a lavagem, há uma separação dos frutos verdes e secos dos frutos maduros. Depois, eles passam por um descascador para só depois seguirem para secagem. No caso dos cafés despolpados e desmucilados, há ainda uma fase onde o produto passa por um tanque de fermentação.

A lavoura de origem da amostra deverá ser georreferenciada e ter a cultivar identificada. As amostras devem representar fielmente o lote. O coordenador técnico estadual de Cafeicultura da Emater-MG, Bernardino Cangussú, estima a inscrição de cerca de 1,5 mil amostras.

“Apesar da bienalidade negativa do café e dos cuidados com a colheita devido à pandemia, os produtores mineiros estão muito comprometidos em fornecer cafés de qualidade para os compradores. E os cafeicultores que participam todos os anos continuam a entrar no concurso, que ainda sempre integra novos produtores”, argumenta Bernardino.

Seleção dos cafés

Os cafés concorrentes passarão por análises físicas e sensoriais feitas por uma comissão julgadora formada por, no mínimo, dez classificadores e degustadores de café. A produção dos cafés participantes também passará por uma avaliação socioambiental. A comissão julgadora fará a classificação das melhores amostras das duas categorias, em cada região cafeeira de Minas Gerais: Cerrado, Sul de Minas, Matas de Minas e Chapada de Minas.

No encerramento, serão anunciados os três primeiros colocados de cada região produtora em cada categoria e o grande campeão estadual (a maior nota do concurso). Também será destacada a cafeicultura que obtiver a melhor pontuação entre os finalistas.

Campeões

O coordenador da Emater-MG conta qual tem sido a fórmula dos campeões nos últimos anos. “Muitas vezes, um cafeicultor entra no concurso e não tem uma nota tão alta. Mas em outras edições, ele aprende com os erros do passado, vê o que pode ser feito para melhorar e passa a adequar sua propriedade. Normalmente, um cafeicultor entra no concurso e após um, dois ou três anos, vai aperfeiçoando os métodos, recebe assistência técnica da Emater, e daí consegue figurar entre os campeões”, explica Bernardino.

No ano passado, os produtores premiados no Concurso de Qualidade da Emater-MG negociaram seus cafés por valores bem acima da média de mercado. O diretor-presidente da Emater-MG, Otávio Maia, acredita que iniciativas como o Concurso de Qualidade dos Cafés, realizadas pelo Governo de Minas, por meio da empresa de extensão rural, tem estimulado o fortalecimento do agronegócio no estado.

“Hoje, 22,6% do PIB de Minas Gerais é referente ao agronegócio e uma diretriz do governo é apoiar o setor, principalmente nesse momento de pandemia. O agronegócio não parou e o alimento tem chegado à mesa dos consumidores do Brasil e de vários países, que importam nossos produtos. Em 2019, o segmento era responsável por R$ 115 bilhões no PIB mineiro e agora crescemos para R$150 bilhões. Isso é fruto de todas as iniciativas em prol do desenvolvimento rural do estado e o nosso objetivo é continuar impactando a economia positivamente, promover o incremento de emprego e renda e gerar melhoria da qualidade de vida no campo”, salienta Otávio Maia.

 

Por | Agência Minas

Regional

Fecomércio MG solicita que empregada gestante seja remunerada pela licença-maternidade

A ação, ajuizada na 19ª Vara Federal Cível de Belo Horizonte, busca soluções para minimizar os efeitos da medida para os empresários

Publicado

em

Fecomércio MG solicita que empregada gestante seja remunerada pela licença-maternidade
Foto: Reprodução da internet

Promulgada em maio, a Lei nº 14.151/2021 tornou obrigatório o afastamento de gestantes do trabalho presencial durante a pandemia de Covid-19. Com a nova legislação, a empregada afastada ficará à disposição para exercer as atividades em seu domicílio, por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma de trabalho a distância, sem prejuízo de remuneração. Assim, o encargo financeiro salarial permanece exclusivamente com o empregador.

Diante desse cenário, a Fecomércio MG ajuizou uma ação na 19ª Vara Federal Cível de Belo Horizonte para buscar soluções para essa situação delicada. A lei não abriu exceções, seja em razão do avanço da vacinação contra o Covid-19 ou para a eventual incompatibilidade da função exercida com o trabalho à distância, como vendedoras balconistas. Ao empregador coube não só manter a remuneração da gestante como contratar um novo substituto para o posto de trabalho.

A situação se agravou com o fim das medidas previstas na MPV 1.045/2021, que reinstituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm). A medida possibilitava a suspensão do contrato de trabalho durante 120 dias, com igual período de estabilidade para o empregado. Em função disso, a Fecomércio MG solicita que autorização para que a empregada gestante seja remunerada por meio de licença-maternidade.

De acordo com a Federação, o ônus financeiro da medida não deve recair sobre o empregador, mas na Previdência Social, seja qual for o prazo necessário. A entidade ressalta que ao órgão compete a proteção à maternidade, conforme previsto no artigo 201, II, da Constituição Federal. Embora haja pedido de concessão de tutela de urgência (liminar), ainda não houve decisão a respeito.

Leia, na íntegra, a ação ajuizada pela Fecomércio MG

 

Por | Assessoria de Imprensa – Fecomércio MG

Continuar Lendo

Regional

Previsão do tempo para Minas Gerais nesta segunda-feira, 20 de setembro

Boletim do Instituto Nacional de Meteorologia – Belo Horizonte

Publicado

em

Previsão do tempo para Minas Gerais nesta segunda-feira, 20 de setembro
Foto: Arte Poços entre Aspas

Nesta segunda-feira (20/9), a expectativa é de calor e tempo seco em Minas Gerais.

Haverá céu parcialmente nublado no Jequitinhonha, Mucuri, Rio Doce, Zona da Mata e Campo das Vertentes. Nas demais regiões, céu claro a parcialmente nublado com névoa seca.

Na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), os termômetros variam de 14º/16ºC a 31º/33º.

Clique aqui para conferir a previsão completa do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Continuar Lendo

Regional

Trabalhadores nascidos em dezembro podem sacar auxílio emergencial

Recursos também podem ser transferidos para conta corrente

Publicado

em

Trabalhadores nascidos em dezembro podem sacar auxílio emergencial
©Marcello Camargo/Agência Brasil

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em dezembro podem sacar, a partir de hoje (20), a quinta parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 31 de agosto.

O calendário é organizado em ciclos de crédito em conta e de saque em espécie, de acordo com o mês de nascimento. O saque pode ser feito nas agências da Caixa, lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

Para a retirada do dinheiro, é preciso fazer o login no aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora.

Agora, os recursos também podem ser transferidos para uma conta corrente, sem o pagamento de tarifas, e ainda podem ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível pagar boletos e contas, como água e telefone, fazer compras pela internet e pelas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, com o cartão de débito virtual e QR Code.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br .

Trabalhadores nascidos em dezembro podem sacar auxílio emergencial

Regras

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante sete meses, tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Pelas regras estabelecidas, o auxílio é pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não houve nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício. A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o pagamento do auxílio em 2021.

* Colaborou Wellton Máximo

 

Por | Andreia Verdélio* – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Continuar Lendo

Em Alta

...