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Encontro reúne poetas dos países da CPLP em evento gratuito

Encontro de Poetas da Língua Portuguesa - Edições anteriores / Foto: Divulgação

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Celebrar a vida e unir os povos que falam o mesmo idioma. Essa é a proposta da sétima edição do Encontro de Poetas da Língua Portuguesa (VII EPLP). Aberto ao público e gratuito, o evento será dividido em duas partes. Dos dias 4 a 7 de novembro, a conferência será transmitida pelo Facebook. Já no dia 13, o encerramento acontece presencialmente, na cidade de Lisboa, em Portugal.

Para Mariza Sorriso, poeta brasileira e organizadora do EPLP, uma das propostas da iniciativa é promover a inclusão e dar a conhecer a poesia e cultura dos países de língua portuguesa aos seus pares. “Os encontros sempre apresentam poetas das mais variadas idades e níveis de vivência poética, renomados e premiados doutores e PHDs em Letras, ao lado de poetas neófitos”.

Encontro de Poetas da Língua Portuguesa – Edições anteriores / Foto: Divulgação

– Por exemplo, muitos iniciaram suas publicações literárias através das nossas antologias comemorativas, outros tiveram seus dons poéticos despertados nos nossos encontros. Com esta sétima edição, esperamos atingir a marca de três mil participantes – revela.

Além das apresentações, haverá também o lançamento da antologia comemorativa do VII EPLP, intitulada ‘Os Poetas, a Poesia e os Continentes’.

A publicação conta com 270 poemas de 123 poetas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Portugal. A obra faz homenagem a importantes personalidades da poesia, como o brasileiro Solano Trindade, o cabo-verdiano Oswaldo Osório e o português-angolano José Manuel Martins Pedro, cofundador do projeto e que faleceu em 1º de agosto de 2021, vitimado pela Covid-19.

História do evento

Criado em 2013, o EPLP é realizado desde 2014, anualmente, no Brasil, em Portugal e numa capital africana. O evento já foi realizado em cidades como Rio de Janeiro, Recife, Olinda, Belém, São Paulo, Lisboa (Portugal), Maputo (Moçambique) e Luanda (Angola).

Em 2019, com o apoio institucional da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) foi realizada a VI edição na Guiné-Bissau. Em 2022, o EPLP será em Praia (Cabo Verde) para homenagear o poeta Oswaldo Osório.

Serviço:
VII Encontro de Poetas da Língua Portuguesa

Gratuito e aberto ao público.

De 04 a 07 de Novembro

Local: on-line – grupo do Facebook ENCONTRO DE POETAS DA LÍNGUA PORTUGUESA (Países CPLP)

https://www.facebook.com/groups/IIENCONTRODEPOETASDALINGUAPORTUGUESA

 

Dia 13 de Novembro, das 14h às 18h

Local: Auditório da Direcção Regional de Lisboa e Vale do Tejo do Instituto Português do Desporto e Juventude à Rua de Moscavide, Lote 47101 – 1998-011 – Lisboa – PT

Programação:

– Palestra “Aonde a arte e a Poesia têm nos levado”, com homenagem a Solano Trindade, Oswaldo Osório e José M. M. Pedro pela poetisa brasileira Mariza Sorriso.

– Fala dos representantes dos países

– Projeções e histórico das edições anteriores

– Sarau de lançamento da antologia comemorativa.

Capa da Antologia do VII Encontro de poetas / Foto: Divulgação

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Por que o café feito com grãos especiais é diferenciado?

A Mais1 Café, maior rede de cafés especiais do Brasil, possui um menu completo que oferece versões da bebida com os grãos mais nobres do mercado

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Foto: Divulgação

Todo mundo já sabe que o café é uma das bebidas mais consumidas do mundo, mas assim como o vinho se diferencia conforme a região onde a uva é produzida, com o café e os grãos é a mesma coisa. Em regra, a bebida é dividida em quatro classificações: tradicional, superior, gourmet e especial, com a última sendo a mais nobre entre as categorias. O especial se diferencia dos outros em praticamente todos os quesitos, seja no sabor, no aroma e, principalmente, nos benefícios à saúde. Além disso, precisam conquistar no mínimo 80 pontos na análise sensorial da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), que é a responsável por classificar os cafés dessa categoria, utilizando uma metodologia internacional e levando em consideração a avaliação de um Q-grader -uma espécie de enólogo dos cafés-.

Já tradicionais, normalmente encontrados nos supermercados, são compostos com uma mistura de grãos e passam por um processo de torra intensa e moagem fina, por isso o sabor amargo e intenso. Conforme sobe-se a categoria, melhoram os pontos de classificação, As outras duas categorias, superior e gourmet, possuem notas melhores e o aroma são mais acentuados, mas ainda assim ficam abaixo dos  cafés especiais, que recebem esse nome por serem produzidos com grãos 100% arábica que são plantados em perfeita época, melhor solo e colhidos no tempo ideal, além de processos realizados através de técnicas sustentáveis.

“O café especial utiliza sempre os melhores grãos e tem todo um processo diferenciado de produção, ou seja, tem cuidados diferenciados desde a plantação. Nosso objetivo com um cardápio com cafés especiais é unir a qualidade dos grãos com a agilidade do sistema “to go” ao redor do país”, explica Vinícius Dellatorre, diretor operacional da Mais1 Café.

Sobre Mais1 Café 

A Mais1 Café, maior rede de cafés especiais do Brasil, fundada em dezembro de 2019, pelos empresários Alan Parise, Vinícius Delatorre, Hilston Guerim e Gare Marques, nasceu com a proposta de ser uma franquia de cafeterias cujas operações se baseiam no conceito “to go”, que em livre tradução significa “para levar”. O objetivo é otimizar a experiência do cliente por meio de um atendimento totalmente personalizado e digitalizado. A rede oferece bebidas da mais alta qualidade em várias opções, desde o clássico coado até drinques gelados com café de grão especial. Para acompanhar as bebidas, o cardápio tem salgados e doces importados da Espanha e França que possibilitam diversas combinações para potencializar tal experiência. Atualmente, a Mais1 Café está presente em 17 estados e conta com mais de 450 unidades vendidas. Para o ano de 2022, a meta é chegar a 700 unidades e um faturamento de R$ 110 milhões. Para mais informações, clique aqui. 

 

Por | Nágila Pires – Assessora de Imprensa Markable Comunicação

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As dificuldades na implementação da LGPD

Enquanto que na esfera privada, empresas investem para se adequarem à lei, na pública, mudanças não foram feitas

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Foto: Divulgação / Shutterstock

Francisco Gomes Júnior / Foto: Divulgação

Apresentada como a legislação que colocaria o Brasil na vanguarda mundial sobre a matéria, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) tem papel fundamental para disciplinar o uso de dados pessoais por empresas públicas e privadas.

Adotando o princípio da autodeterminação informativa, a utilização de dados pessoais do usuário depende do consentimento dele. Além dessa hipótese, outras bases legais presentes na LGPD, como o cumprimento de obrigação legal, execução de contrato, proteção da vida e tutela da saúde permitem a extração e utilização de dados pessoais.

Após a edição da Lei, as empresas privadas iniciaram providências para se adequar à LGPD. Contrataram escritórios de advocacia, consultorias em tecnologia e profissionais de Tecnologia da Informação (TI) para implementar cultura de proteção de dados, alterar contratos e documentos, mapear e reduzir riscos em hardwares e softwares, dentre outras medidas. A maioria das empresas privadas concluiu que junto às medidas de adequação, é necessário investir em cibersegurança para impedir invasões aos sistemas e captura de dados pessoais de seus clientes.

O mercado percebeu que ter um diferencial na segurança oferecida ao cliente é uma grande vantagem, sobretudo em ramos com alta competição. Hoje existem escritórios especializados para full service, ou seja, para realizarem a adaptação total da empresa aos termos da LGPD.

Na esfera pública, parece que as coisas não correm muito bem. Noticiou o site Capital Digital que uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), através da Secretaria de Fiscalização de TI (Sefti) em relatório final aprovado pelo plenário da Corte e relatado pelo Ministro Augusto Nardes, apresentou dados preocupantes e decepcionantes em relação à adaptação do setor público à LGPD.

São variadas informações, mas em resumo pode-se dizer que 76,7% em um contingente de 382 órgãos federais não adotam a LGPD. Ainda, somente 45% das organizações concluíram a iniciativa de mapeamento e planejamento das medidas necessárias à adequação e apenas 17% das organizações checadas identificaram todos os procedimentos de negócio que realizam tratamento de dados pessoais.

Segundo Francisco Gomes Junior, especialista em direito digital e presidente da Associação de Defesa de Dados Pessoais e Consumidor (ADDP), as informações são muito preocupantes. “Órgãos públicos lidam diariamente com nossos dados e saber que não estão adequados à LGPD traz um sentimento de vulnerabilidade a todos os cidadãos. E se a adaptação legal não foi feita, será que medidas se cibersegurança foram implementadas? Tudo indica que não”.

De fato, em 2021, o Brasil ficou no topo de vazamento de dados. E muitos órgãos públicos foram atacados, como o Ministério da Saúde e o aplicativo SUS (Sistema Único de Saúde) de onde vazaram 200 milhões de dados. Além disso, empresas estatais, Tribunais, vêm reportando com frequência as intrusões que estão sofrendo.

“Até agora a ANPD, encarregada de fiscalizar o cumprimento da LGPD está com uma postura coerente. Estruturou-se inicialmente, foi transformada em autarquia e tem preferido atuar orientando empresas e não sancionando, o que parece ser o mais correto diante do cenário descrito. Obviamente, o caso do Ministério da Saúde, pela repercussão nacional deverá ter seus resultados divulgados para a sociedade, o que ainda não ocorreu”, finaliza Gomes Júnior.

Portanto, sabendo da vulnerabilidade que algumas empresas ainda têm, tome cuidado ao fornecer seus dados e adquira o hábito de acompanhar a utilização deles e seus limites. Todos devemos atuar para proteção adequada.

Francisco Gomes Júnior – Sócio da OGF Advogados. Presidente da Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP). Autor do livro Justiça Sem Limites. Instagram: https://www.instagram.com/franciscogomesadv/

 

Por | Tauana Marin – Máxima Assessoria de Imprensa

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Startup de gestão de viagens inaugura sede em Belo Horizonte

Traveltech Onfly inaugura sede voltada a estimular as conexões presenciais entre colaboradores, clientes e fornecedores, perdidas por causa da pandemia de Covid-19

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Startup de gestão de viagens inaugura sede em Belo Horizonte / Foto: Divulgação

O espaço tem 550 metros quadrados e comporta até 100 pessoas. De imediato, avista-se um painel com um grafismo em efeito 3D. Percorrendo o ambiente, encontram-se bar, café, áreas com televisão, jogos como sinuca e sofás e pufes para convivência. Janelões de vidro, do rodapé ao teto, dão vista para um conjunto de árvores. Não fosse pelas baias com computadores e pelas salas para reuniões, facilmente o lugar poderia ser confundido com um ponto de cultura e lazer, por exemplo. Qual nada. Trata-se de um escritório, local de trabalho. Mas não só isso.

Assim é a nova sede da Onfly, startup de gestão de viagens corporativas de Minas Gerais, inaugurada há poucas semanas na capital mineira. Fica no bairro Santa Efigênia, um dos mais movimentados e badalados de Belo Horizonte. Vai atender não apenas os próprios colaboradores da startup, como as empresas parceiras (clientes e fornecedores), servindo como uma espécie de coworking. O objetivo é justamente este: ser um local de trabalho, sim, mas, sobretudo, de experiências. “A pergunta de ouro é se todo esse empenho e cuidado tem dado resultado? Posso dizer que, do meu ponto de vista, sim, pois durante o dia me deparo com um problema em resolver, eu paro, aproveito a área de lazer e, de repente, a solução chega! Sem contar a possibilidades de interação e contato pessoal que o ambiente casual oferece, jogando por terra as divisões de setores e times”, elogia Geisislaine Lima Martins, Desenvolvedora Pleno, na Onfly há 1 ano e 4 meses.

Afinal, é isso que pede um mundo que começa a sair de um período de pandemia: depois do distanciamento social, há uma demanda por novas relações de trabalho. É o que afirma o CEO da Onfly, Marcelo Linhares, ao explicar a concepção da nova sede da travel tech. “O escritório precisa virar um espaço de experiências. O que gera valor para trabalhar presencialmente aqui e não em casa? As conexões – o encontro no café, a sinuca… Conexões que nenhuma videoconferência vai suprir”.

Dessa forma, continua ele, o escritório foi pensado, planejado e implementado para proporcionar a interatividade física e, com isso, estimular as pessoas a estarem ali presentes. Inclusive, os clientes e fornecedores da Onfly. “Temos um espaço aberto, para ser utilizado, sem custos, pelos nossos parceiros. E pretendemos ampliar esse espaço para mais um andar”, antecipa o CEO da startup.

A nova sede vai abrigar também encontros com profissionais do mercado e especialistas para a troca de conhecimento. A ideia é que a cada dois meses uma referência seja convidada para um bate-papo com um grupo de colaboradores, clientes e fornecedores. “Enquanto prestadores de um serviço intermediário – a gestão on-line de viagens corporativas – temos de gerar muito valor para o cliente e para o fornecedor. São nossos parceiros”, frisa Linhares.

Com apenas quatro meses de casa, Felipe de Carvalho Lopes Cardoso, encontra no modelo, uma possibilidade de trabalhar com ainda mais disposição. “O mais interessante é saber que essa estrutura foi projetada pensando na comodidade e bem-estar dos funcionários. Acredito que ambientes assim ajudam a aliviar a mente. Após estes momentos de descanso e distração posso retornar ás atividades mais disposto e com mais energia”, comenta o Desenvolvedor.

Startup de gestão de viagens inaugura sede em Belo Horizonte / Foto: Divulgação

SOBRE A ONFLY

A Onfly foi constituída em 2018. Quando alçava maiores voos, veio a pandemia de Covid-19, em março de 2020, o que por pouco não ameaçou a continuidade do negócio. A startup, contudo, prospectou caminhos e retomou a trajetória de crescimento.

Vem sendo reconhecida pelo mercado como uma das 25 melhores e maiores empresas do mundo no segmento de intermediação de viagens, turismo e mobilidade. Recebeu, por exemplo, o prêmio internacional Hot 25 Startups para 2022, concedido pela Phocuswright, empresa conceituada de pesquisas do setor de turismo e viagens.

Em 2021, a empresa recebeu aporte de R$ 2 milhões do fundo Cedro Capital e mantém no planejamento a participação em novas rodadas de captação. A Onfly terminou o ano com 300 clientes recorrentes. Para 2022, a meta é chegar a 900.

Além do CEO Marcelo Linhares, a startup mineira tem como sócios Elvis Soares e Alaim Ribeiro.

INFORMAÇÕES

Faça um giro pelo novo escritório neste vídeo do LinkedIn da Onfly: https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:6913175019128799232/

 

Por | Engenharia de Comunicação

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