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Fique de olho quando a criança não gostar de alguém

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Fique de olho quando a criança não gostar de alguém
Foto: Divulgação / Freepik
Fique de olho quando a criança não gostar de alguém

Psicóloga Airam Chaves / Foto: Divulgação

*Psicóloga Airam Chaves

É muito importante que tanto o pai como a mãe busquem ouvir mais os filhos e entender o que as crianças querem dizer. Eu costumo sempre aconselhar a buscar acolher os sentimentos dos filhos. Para isso, um exemplo que sempre dou é falar o seguinte com a criança: “eu percebo que você anda um pouco triste, tem algo que eu possa te ajudar?”.

Atitudes como essa fazem com que as crianças a se sintam acolhidas. Dessa forma, ficam mais confortáveis para falar o que estão pensando ou sentindo. Quando o filho sente essa liberdade, cabe cada tradição familiar dialogar com a criança.

Por exemplo, atente-se quando o pequeno sinalizar não gostar de alguém ou não confiar. Primeiro de tudo, é importante dar ouvido às crianças. Embora os adultos acreditem que eles possam estar no mundo da fantasia, nem tudo é tão imaginário assim. Ouçam e priorizem a ação da criança. Perceba os comportamentos, a fala, a forma de lidar ou até mesmo de olhar para essa pessoa no qual ela já demostrou que não confia.

Alguns possíveis sinais de abuso são alterações do comportamento (agressividade demasiada, sono excessivo, irritabilidade), presença de interesse para assuntos relacionados a sexualidade, brincadeiras de cunho sexual, desenhos que tenham partes íntimas ressaltadas. Outro sinal é o aparecimento de sintomas físicos, tais como dores de barriga e cabeça constantes, sem causa específica. Além disso, pode existir um isolamento social repentino, distanciamento dos colegas, da família ou regressão, tais como medo de dormir sozinho e até mesmo voltar a chupar o dedo.

Outro ponto que os pais devem estar atentos, mesmo em casos que não exista a possibilidade de um abuso, é quando a criança vê pela primeira vez a pessoa e se recusa a cumprimentar. Sempre existe a dúvida se devemos insistir ou respeitar a criança. É muito importante respeitar o limite dos filhos! Vale lembrar que a criança tem comportamentos naturais, diferentes dos adultos que precisam “disfarçar” para falar com alguém. A criança sinaliza com mais transparência que não está à vontade de trocar afetividade ou contato com aquela pessoa.

Então, devemos, sim, respeitar, porém, os pais precisam buscar entender, no momento mais oportuno, o motivo daquela recusa. Pode ser que ela simplesmente não foi com o perfil daquela pessoa. E tudo bem se isso acontecer.

Caso tenha desconfiança que uma criança esteja sofrendo abuso, aproxime-se dela e ofereça ajuda! Fale carinhosamente sobre sua compreensão, mostrando esclarecimento e segurança! Ouçam as crianças e adolescentes, pois eles estão frequentemente emitindo sinais para nós! É essencial que se procure a ajuda profissional. Assim, a forma de lidar com esse trauma será mais benéfica. O telefone para denunciar casos ou suspeita de abuso infantil é o Disque 100.

(*) Psicóloga Airam Chaves é formada em psicologia, pós-graduada em psiquiatria e saúde mental da infância e adolescência. CRP: 05/62734

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Fecomércio MG solicita que empregada gestante seja remunerada pela licença-maternidade

A ação, ajuizada na 19ª Vara Federal Cível de Belo Horizonte, busca soluções para minimizar os efeitos da medida para os empresários

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Fecomércio MG solicita que empregada gestante seja remunerada pela licença-maternidade
Foto: Reprodução da internet

Promulgada em maio, a Lei nº 14.151/2021 tornou obrigatório o afastamento de gestantes do trabalho presencial durante a pandemia de Covid-19. Com a nova legislação, a empregada afastada ficará à disposição para exercer as atividades em seu domicílio, por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma de trabalho a distância, sem prejuízo de remuneração. Assim, o encargo financeiro salarial permanece exclusivamente com o empregador.

Diante desse cenário, a Fecomércio MG ajuizou uma ação na 19ª Vara Federal Cível de Belo Horizonte para buscar soluções para essa situação delicada. A lei não abriu exceções, seja em razão do avanço da vacinação contra o Covid-19 ou para a eventual incompatibilidade da função exercida com o trabalho à distância, como vendedoras balconistas. Ao empregador coube não só manter a remuneração da gestante como contratar um novo substituto para o posto de trabalho.

A situação se agravou com o fim das medidas previstas na MPV 1.045/2021, que reinstituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (BEm). A medida possibilitava a suspensão do contrato de trabalho durante 120 dias, com igual período de estabilidade para o empregado. Em função disso, a Fecomércio MG solicita que autorização para que a empregada gestante seja remunerada por meio de licença-maternidade.

De acordo com a Federação, o ônus financeiro da medida não deve recair sobre o empregador, mas na Previdência Social, seja qual for o prazo necessário. A entidade ressalta que ao órgão compete a proteção à maternidade, conforme previsto no artigo 201, II, da Constituição Federal. Embora haja pedido de concessão de tutela de urgência (liminar), ainda não houve decisão a respeito.

Leia, na íntegra, a ação ajuizada pela Fecomércio MG

 

Por | Assessoria de Imprensa – Fecomércio MG

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Previsão do tempo para Minas Gerais nesta segunda-feira, 20 de setembro

Boletim do Instituto Nacional de Meteorologia – Belo Horizonte

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Previsão do tempo para Minas Gerais nesta segunda-feira, 20 de setembro
Foto: Arte Poços entre Aspas

Nesta segunda-feira (20/9), a expectativa é de calor e tempo seco em Minas Gerais.

Haverá céu parcialmente nublado no Jequitinhonha, Mucuri, Rio Doce, Zona da Mata e Campo das Vertentes. Nas demais regiões, céu claro a parcialmente nublado com névoa seca.

Na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), os termômetros variam de 14º/16ºC a 31º/33º.

Clique aqui para conferir a previsão completa do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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Trabalhadores nascidos em dezembro podem sacar auxílio emergencial

Recursos também podem ser transferidos para conta corrente

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Trabalhadores nascidos em dezembro podem sacar auxílio emergencial
©Marcello Camargo/Agência Brasil

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em dezembro podem sacar, a partir de hoje (20), a quinta parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 31 de agosto.

O calendário é organizado em ciclos de crédito em conta e de saque em espécie, de acordo com o mês de nascimento. O saque pode ser feito nas agências da Caixa, lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui.

Para a retirada do dinheiro, é preciso fazer o login no aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora.

Agora, os recursos também podem ser transferidos para uma conta corrente, sem o pagamento de tarifas, e ainda podem ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível pagar boletos e contas, como água e telefone, fazer compras pela internet e pelas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, com o cartão de débito virtual e QR Code.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br .

Trabalhadores nascidos em dezembro podem sacar auxílio emergencial

Regras

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante sete meses, tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Pelas regras estabelecidas, o auxílio é pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não houve nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício. A Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o pagamento do auxílio em 2021.

* Colaborou Wellton Máximo

 

Por | Andreia Verdélio* – Repórter da Agência Brasil – Brasília

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