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Pesquisa revela maior medo da mulher brasileira

Autoestima da mulher brasileira está relacionada com a utilidade que elas sentem ter na sociedade

Foto: Divulgação / Freepik

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Sentir-se inútil, incapaz e insegura. Estes são os principais medos que as mulheres brasileiras enfrentam atualmente, segundo mostra uma pesquisa de opinião realizada pela ArtCoco Semijoias. O levantamento ocorreu durante o mês de agosto de 2021 e ouviu cerca de 500 mulheres espalhadas por todo o Brasil.

O objetivo foi explorar questões relacionadas ao campo da autoestima que mais assustam as pessoas. Entre as respondentes, 95,3% eram mulheres e apenas 4,7% estavam divididos entre os demais gêneros. Todas as entrevistadas informaram ter mais de 16 anos de idade.

Ficaram de fora da pesquisa temas já bastante abordados durante a pandemia por outros estudos, como morrer, perder familiares e amigos, ficar desempregado (a), contrair doenças graves e falar em público. O foco consistiu em explorar as queixas ligadas aos sentimentos.

Em relação às opções apresentadas no levantamento, “sentir-se inútil”, com 22,2%, foi a mais assinalada, seguida por “sentir-se incapaz” (21,1%), “ficar sozinho (a)” (11,1%), “sentir-se inseguro (a)” (9,7%) e “envelhecer” (8,2%). As demais respostas apresentaram percentuais abaixo de 8%.

Para a Dra. Anny Karinna, médica psiquiatra e Analista de Comportamento na Comportarte, os medos de inutilidade não necessariamente têm a ver com aspectos relacionados às lutas por direitos.

Eles são medos universais. “Eles são  medos universais, que dizem  respeito à ocupação de espaços dentro dos nossos grupos sociais e à  nossa capacidade de corresponder às  expectativas que nós  e os nossos pares temos de nós.  Em algumas instâncias isto pode estar relacionado, sim, ao desempenho de papéis atribuídos ao homem ou à mulher e à  ocupação de espaços reservados a um ou outro.

Mas antes disso precisamos pensar que mulheres diferentes partem de lugares diferentes. O significado de utilidade às  vezes passa pela ideia de provisão e sustento; às  vezes está na possibilidade de ser ouvida, amada, vista como importante emocionalmente e valorizada como pessoa ou segundo a sua importância afetiva. A necessidade e até mesmo a demanda social de exercer bem múltiplos papéis  têm deixado, na verdade, quase todos nós com a impressão de não estarmos preenchendo bem algum espaço ou papel social. O quanto aquele papel é  importante para cada um determina quão grande será a sensação ou ameaça de nos sentirmos inúteis ou incapazes.

A família e o trabalho, por exemplo, podem demandar atenção e oferecer reconhecimento diferente para mulheres solteiras que morem com os pais, divorciadas que morem com os filhos, casadas sem filhos ou casadas com filhos. Consequentemente, a importância e grandeza do que fará cada uma delas dar mais importância ao tipo de trabalho, tempo disponível ou salário variará muito.

A mulher de formação sócio-econômica privilegiada, executiva e que tem auxílio de babás pode se sentir menos útil e valorizada se estiver inserida em um contexto machista, sem amigos e num casamento infeliz do que a solteira com um filho pequeno, de classe média – baixa, trabalho subordinado, valorizada pela família e que tem vários amigos. O círculo social individual contribui muito para o quanto estas ameaças parecem mais presentes em nosso dia-a-dia.’- aponta.

Mulheres no mercado de trabalho

As questões abordadas na pesquisa não são isoladas, elas têm relação com o contexto socioeconômico da sociedade brasileira. As respostas mais apontadas, por sua vez, também retratam traços de uma população em que o mercado de trabalho é cada vez mais ocupado pelas mulheres.

Nesse sentido, os anseios e receios entre elas são diferentes quando comparados com outras épocas. O cuidado com o lar e com os filhos – tarefa historicamente delegada às mulheres – passou a disputar espaço com as preocupações com a carreira, com o desemprego, além das necessidades de se qualificar e ascender socialmente.

Os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) sobre Estatísticas de Gênero, divulgados em 2019, revelam que a taxa de participação feminina na força de trabalho era de 54,5% à época do levantamento. Desde 2012, quando do início da série histórica da pesquisa, esse índice cresceu 2,9 pontos percentuais.

Ou seja, nunca houve tanta mulher trabalhando no Brasil e, correlacionando essa informação com a pesquisa da ArtCoco Joias, compreende-se porque os sentimentos de inutilidade e incapacidade foram as alternativas mais assinaladas.

“A insegurança e o medo são possibilidades humanas; cada um de nós pode senti-las de formas diferentes ao longo da vida. Também, o que é  ameaçador para cada um de nós  depende muito da nossa realidade e história de vida.

A mulher que vive na periferia tem uma realidade diferente da mulher que reside em uma região mais privilegiada, por exemplo, mas se ambas forem pretas e lésbicas, por exemplo, alguns medos as aproximam mais do que alguns podem imaginar. Por outro lado, a mulher que tem filhos ou que auxilia no sustento dos pais lida e sente o machismo e o assédio rotineiros de forma diferente do que ocorre com a mulher solteira que mora com os pais. A mulher que já  foi estuprada ou abusada teme ficar ou relacionar-se com homens de um jeito que mulheres que nunca passaram por esta experiência não conseguem nem imaginar.

O medo de se sentir insegura, portanto, não significa a mesma coisa para mulheres diferentes. Não  é  medo em si. É  medo de ter medo.”- Afirma a Dra. Anny.

Autoestima e saúde mental da mulher

O terceiro maior medo indicado no levantamento está relacionado com a insegurança, conceito bastante abrangente que pode dialogar com diversas variáveis, como autoconfiança, violência doméstica e urbana, entre outras.

Como o foco da pesquisa é o campo da autoestima, é importante considerar os fatores que podem fazer com que uma mulher se sinta insegura.

A Dra. Anny aponta ainda que “A saúde mental tem sido cada vez mais discutida e a pandemia e a realidade contemporânea trouxeram problemáticas próprias para esta área das nossas vidas.

A competitividade está  globalmente maior, as pessoas se veem inseguras e confusas e os valores e conceitos sociais estão mudando de forma frenética e muitas vezes irracional. Há um forte  patrulhamento do outro, com o desrespeito às  diferenças travestido de defesa de valores, associado a muito egocentrismo e individualização nas relações interpessoal. De forma interessante, quanto mais nos aproximamos através da globalização e mídias sociais, mais nos afastamos e deixamos de lado os que estão próximos de nós. Quanto mais nos conhecemos, mais nos apegamos ao conhecimento que tínhamos e mais valorizamos a nossa ignorância com a intolerância. As mulheres, que já tinham suas próprias lutas a travar e espaços a conquistar, se veem imersas nesta realidade, com necessidade de ainda assim não parar de lutar.

Além  disso, mulheres e homens se veem envolvidos em um momento no qual a luta e o reconhecimento de um requer aprendizado e segurança do outro, o que potencialmente pode fazer ambos adoecerem, se não houver diálogo.

A saúde mental, diante disso tudo e somada às ameaças e perdas reais que a pandemia trouxe, está  seriamente ameaçada. Muitos, se não adoecem, funcionam em um estado limítrofe, “por um fio”, que não cede, mas também não permite gozar de saúde plena ou bem-estar. Precisamos urgentemente de informação e educação a este respeito, para que as pessoas possam investir em tratamento e prevenção.”

Envelhecer, eis a questão

O medo de envelhecer foi apontado por 8% das pessoas entrevistadas. Além  da questão estética, a ideia de envelhecimento envolve abandono, vulnerabilização, redução das capacidades e forças, menor capacidade produtiva, etc. O medo inicial pode não ser da velhice, mas desta redução ou perda do poder e vulnerabilidade reais que a juventude traz.

Além disso, infelizmente, o medo de envelhecer tem como base preconceitos presentes na sociedade que fazem com que as pessoas mais vulneráveis ou com valores/necessidades mais superficiais façam esta busca incessante pela aparência mais jovem.

Quando envelhecemos, não somos mais paquerados (nem mesmo pelos nossos contemporâneos), as pessoas não nos dão mais a mesma atenção (nem os familiares), não temos mais oportunidades de trabalho como antes (ou não temos nenhuma oportunidade) e, nem mesmo os prestadores de serviço têm o mesmo interesse ou desenvolvem os produtos da mesma forma que faziam quando éramos mais velhos.

Com isso, desenvolvemos a clareza de que valemos mais para este grupo quando mais jovens. Naturalmente, envelhecer traz um peso atrelado ao fato. As pessoas precisam estar maduras e cientes de si para se sentirem seguras e valiosas apesar do envelhecimento. Acredito que é  daí  que a busca incessante pela juventude vem. Do desejo de continuarmos a ter o que tínhamos antes, ou da dificuldade de buscarmos outros objetivos e desenvolvermos novos valores, já que o que tínhamos antes não  está mais disponível. O mercado apenas estimula isso criando e valorizando o consumo de determinados produtos voltados para esta busca. As pessoas que investem mais nela são  aquelas que podem e querem  fazer este investimento ou que têm  mais dificuldade de abrir mão dele. E como em todas as situações, os menos preparados ou mais vulneráveis tendem a extremos e se sentem inseguros diante de tais ameaças. Nós todos, se fragilizados, podemos sentir mais estas ameaças em certas épocas das nossas vidas ou diante de certos problemas.

Em todos estes casos, a ameaça sobre a saúde mental depende muito da predisposição genética e do ambiente de vida e trabalho de cada uma. Às  vezes a pessoa não adoece mentalmente, mas não consegue ser feliz ou sentir-se satisfeita com a vida que constrói,  fantasiando segundo critérios falsos impostos pelos grupos sociais aos quais ela pertence ou aos quais quer pertencer.

Foto: Divulgação

 

Por | Carolina Peres – Hedgehog Digital

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Use o TDAH a seu favor

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Características positivas que costumam sobressair no TDAH / Foto: Divulgação

*Margarete Chinaglia, escritora e pesquisadora sobre TDAH / Foto: Divulgação

Quando estudamos ou lemos artigos sobre o TDAH, 80% deles são negativos. Isto acontece porque o interesse é mostrar o transtorno com os sintomas, características, as dificuldades e os desafios que com certeza irão aparecer.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, o transtorno atinge aproximadamente 2 milhões de pessoas adultas. Isso significa que 4,4% dos adultos em todo o mundo tem TDAH com quadro completo de sintomas. Sabe-se também que uma a cada vinte crianças tem TDAH, ou seja, por volta de 5%. São informações computadas através de diagnósticos confirmados, mas há ainda a ser considerado suspeitas de diagnóstico de pessoas que não buscam ajuda ou profissional adequado para fazê-lo.

É fundamental se preparar e aprender a lidar, conviver e ajudar, mas não podemos ficar focados apenas neste lado negativo porque a pessoa não é o TDAH, ela tem o transtorno, mas tem também muitas qualidades, características positivas e importantes que fazem dela um ser completo. É a saída para uma vida com melhor qualidade ou ter uma visão mais equilibrada do ser como um todo.

Temos que desmistificar este conceito negativo olhando sob outra perspectiva. Para isso precisamos buscar as características positivas que costumam sobressair. Dessa forma, mudaremos o modo de explorar o que eles têm de melhor, a criatividade.

Normalmente eles agem com espontaneidade, explorando tudo ao seu redor, chegando a prestar muita atenção em coisas que outras pessoas iriam ignorar. Além disso, são muito curiosos e tentam experimentar coisas novas. Isto leva a caminhos e resultados inesperados. São apaixonados pelo que fazem e gostam muito dos estímulos das pessoas ao seu redor. Isto pode render projetos fantásticos, lições e muita aprendizagem.

Eles não guardam mágoa e isto faz um bem enorme a si próprio e ao outro. Também não armazenam maldades e ressentimentos de vingança. Vivem intensamente o presente. Não se importam de mudar de plano por alguma razão. Adaptam-se facilmente e não sofrem por isto. São flexíveis às situações e são capazes de inovar como ninguém se quer imaginaria.

Usando o TDAH a seu favor / Foto: Divulgação

Também são exímios observadores. Por vezes, coisas passam por nós, sem nem mesmo percebermos, mas com eles os detalhes não fogem e vem daí a criatividade e as inovações. São dotados de energia para o que gostam, acreditam e para os amigos. Eles não deixam para amanhã o que podem fazer hoje, se de fato é algo que gostam. Eles focam nisto e aproveitam o máximo de cada momento.

Com esta outra visão podemos usar o aspecto positivo do TDAH para potencializar a balança a seu favor e abusar das características boas transformando em um diferencial. O importante é aceitar o que não pode ser mudado, conviver com o melhor que ele pode oferecer e ser feliz. Somos o que somos e ninguém pode tirar isto de nós! O TDAH é apenas um detalhe.

(*) Autora dos livros “Desatando os Nós do Transtorno do Déficit de Atenção – TDA” e “Transtorno do Déficit de Atenção- TDA, sob o ponto de vista de uma mãe”, Margarete é pesquisadora sobre o tema e mãe de uma jovem com TDA. Além disso, é formada como farmacêutica bioquímica e atua em gestão hospitalar.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Reajustes de 2022: veja o que fica mais caro no próximo ano

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Foto: Divulgação / Créditos: Envato

Alimentos, combustíveis, energia elétrica e imóveis são algumas das várias “vítimas” da altíssima inflação que o Brasil vem enfrentando durante todo o ano de 2021. E a previsão para o próximo ano não é animadora, visto que, também por conta da pandemia, a economia ainda está instável.

Além disso, a proposta do governo para o reajuste do salário mínimo de 2022 será apenas para cobrir o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), porém, alguns dos reajustes de preços são ainda maiores do que o do INPC, como o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), por exemplo, que reajusta os valores dos aluguéis. Ou seja, mesmo com esse aumento, o poder de compra do trabalhador que recebe o salário mínimo deve diminuir. O doutor em Desenvolvimento Econômico e professor da Escola de Negócios da Universidade Positivo (UP), Guilherme Marques Moura, aponta quatro contas que devem seguir pesando no bolso dos brasileiros no próximo ano.

  • Energia elétrica

“A conta de luz, que aumentou durante todo esse ano, tem previsão para ficar ainda mais cara em 2022. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o valor deve subir 21%”, explica. “Será o maior aumento em sete anos”, destaca Moura.

  • Transporte público

Por conta da inflação sobre os combustíveis, o valor do transporte público deve ser reajustado em todo o Brasil. “Se fossem repassados todos os aumentos de custos, a previsão é de elevação seria de 40% a 50% do preço da passagem, que atualmente custa, em média, R$ 4,00 no país”, revela o professor. “O impacto final depende da cidade, dado que o preço da passagem é subsidiada pelos governos municipais. De toda forma, especialistas apontam um aumento médio de pelo menos 10%”, pontua.

  • IPVA

O preço dos carros usados também subiu bastante: em média,  22% no período entre maio de 2020 e maio de 2021. Por conta disso, o valor do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) também será reajustado em 2022. “No caso dos carros, a elevação do preço do usado ocorreu devido à escassez e aos altos valores dos carros zero quilômetro, causando um efeito cascata sobre os preços dos veículos. Geralmente, esse é um imposto que tem redução ao longo do tempo, então, será uma surpresa para muitos consumidores”, alerta.

  • IPTU

O caso dos imóveis é semelhante, porém, o especialista afirma que o reajuste no valor do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) não assusta tanto quanto o IPVA. “O IPTU não deve apresentar uma alta tão significativa, dado que a tabela de preços é, geralmente, determinada pelas prefeituras”, aponta.

Segundo Moura, os reajustes causados pela inflação de 2021 são um fator bastante relevante para a inflação do começo de 2022, justificando o cenário previsto para o início do próximo ano. “Nos últimos doze meses, a inflação subiu 10,67%. No início do ano, o teto da meta da inflação, segundo o Banco Central, era de 5,25%. Ou seja, esse estouro da meta continuará causando efeitos no ano que vem”, completa.

 

Sobre a Universidade Positivo

A Universidade Positivo é referência em Ensino Superior entre as IES do Estado do Paraná e é uma marca de reconhecimento nacional. Com salas de aula modernas, laboratórios com tecnologia de ponta e mais de 400 mil metros quadrados de área verde no campus sede, a Universidade Positivo é reconhecida pela experiência educacional de mais de três décadas. A Instituição conta com três unidades em Curitiba (PR), uma em Londrina (PR), uma em Ponta Grossa (PR) e mais de 70 polos de EAD no Brasil. Atualmente, oferece mais de 60 cursos de graduação, centenas de programas de especialização e MBA, seis programas de mestrado e doutorado, além de cursos de educação continuada, programas de extensão e parcerias internacionais para intercâmbios, cursos e visitas. Além disso, tem sete clínicas de atendimento gratuito à comunidade, que totalizam cerca de 3.500 metros quadrados. Em 2019, a Universidade Positivo foi classificada entre as 100 instituições mais bem colocadas no ranking mundial de sustentabilidade da UI GreenMetric. Desde março de 2020 integra o Grupo Cruzeiro do Sul Educacional. Mais informações em up.edu.br/

 

Por | www.centralpress.com.br

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Black Friday: turistas que pretendem viajar para Foz têm desconto em voo panorâmico

Passeio de helicóptero sobre as Cataratas está com preço promocional para compras antecipadas pelo site

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Foto: Divulgação

Quem planeja visitar Foz do Iguaçu nos próximos dias poderá adquirir, até 28 de novembro, o bilhete do voo panorâmico da Helisul Experience por um valor promocional no site oficial da Helisul (http://passeiodehelicoptero.com.br/Portugues).

Nesta black friday, o passeio de helicóptero sobre o Parque Nacional do Iguaçu e as Cataratas que custa R$ 430 sairá por R$ 350 por pessoa para compras antecipadas do bilhete online. No heliponto o preço se mantém, pois a promoção é válida apenas no online e o valor pode ser parcelado em até 10x sem juros.

Foto: Divulgação

Sobre o voo panorâmico

O voo corresponde ao roteiro 1 oferecido pela Helisul Experience e tem duração de cerca de 10 minutos, proporcionando uma vista exclusiva e privilegiada das Cataratas do Iguaçu, uma das sete maravilhas do mundo.

Todos os voos e operações da Helisul atendem às leis, normas e regulamentos da aviação, meio ambiente e, principalmente, aos mais rígidos padrões de segurança. O heliponto localiza-se bem próximo à entrada do Parque Nacional do Iguaçu e conta com estacionamento para veículos, além de uma área de conveniência.

Mais informações: http://www.helisul.com.br/

 

Por | Caroline Veiga – Apex Conteúdo Estratégico

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