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Romeu Zema lança Plano Estadual de Desenvolvimento da Cozinha Mineira

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Romeu Zema lança Plano Estadual de Desenvolvimento da Cozinha Mineira

O Governador de Minas Gerais Romeu Zema participa do lançamento do Plano Estadual de desenvolvimento da cozinha mineira / Foto: Pedro Gontijo / Imprensa MG

Ação dá início ao reconhecimento da culinária de Minas como patrimônio cultural do Estado.

Cozinha mineira: sinônimo de acolhimento, afeto, hospitalidade e diversidade, mas também de desenvolvimento socioeconômico para Minas Gerais. Com objetivo de fomentar e promover um dos mais importantes atrativos turísticos do estado como vetor de crescimento econômico e desenvolvimento social, o governador Romeu Zema e a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) lançaram, nesta sexta-feira (19/2), o “Plano Estadual de Desenvolvimento da Cozinha Mineira”.

O “Plano Cozinha Mineira” integra o Programa Estadual de Desenvolvimento da Gastronomia Mineira (PEGM) e propõe a implantação de políticas públicas e privadas voltadas para a gastronomia mineira. São 72 iniciativas, com o valor total estimado em R$ 163 milhões, para serem executadas de 2021 a 2024.

Desenvolvimento

Zema destacou a importância do fomento à gastronomia para o desenvolvimento econômico e social do estado. “Tenho certeza de que empregos serão gerados. Ficamos entre os dez destinos mais hospitaleiros. E muito disso se deve a gastronomia.  Com certeza o plano vem pra sacramentar mais ainda esse destino turístico interessante que é o nosso estado. Que este projeto frutifique, em todos os cantos de Minas, trazendo mais turistas, divulgando a nossa cultura. Pra mim é um orgulho termos algo que é da nossa terra e que nos distingue de outros estados”, disse.

Entre as iniciativas estão a criação de uma linha de financiamento, via BDMG, para micro e pequenas empresas com condições e recortes específicos para o setor de gastronomia, a criação de um atlas da gastronomia e o reconhecimento de registro da Cozinha Mineira como Patrimônio Cultural de Minas pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG), entre outras ações.

O secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, também ressaltou que o plano posiciona a cozinha mineira como um setor que pode alavancar o crescimento do estado. “Em 2019, foram gerados R$ 20 bilhões a partir da cozinha mineira, e não só aqui no estado. Nós temos mais de 4 mil restaurantes fora de Minas dedicados a nossa cozinha. 30% do nosso turismo vem da gastronomia. É interessante porque é possível entrelaçar Minas Gerais por todos os circuitos, a partir da cozinha mineira, mostrando o modo de fazer, o modo de comer, o modo de estar, as festas, enfim, todo o aparato que é a cozinha mineira”, afirmou.

Também participaram do lançamento o  secretário-geral, Mateus Simões; a secretária de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ana Maria Valentini; o secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio; o deputado estadual Professor Irineu; o chefe da Coordenadoria Estadual de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico de Minas Gerais, promotor de Justiça Marcelo Azevedo Maffra; entre outras autoridades.

O “Plano Cozinha Mineira” é resultado de construção coletiva, debate e troca de informações feitos ao longo do ano de 2020 para cumprir a tarefa de revisar a primeira versão do Plano Estadual de Desenvolvimento da Gastronomia, cujo prazo compreende os anos de 2018 a 2021. O documento foi elaborado pelo grupo gestor do PEGM.

Patrimônio cultural imaterial

Durante a cerimônia, o presidente da Frente da Gastronomia Mineira, Ricardo Rodrigues, afirmou que o plano reconhece a comida mineira como patrimônio do estado. “Nós somos o estado da gastronomia. A importância desse plano é que foi feito a várias mãos, um trabalho em conjunto com 20 entidades públicas e do poder privado. A gente reconhece, com esse projeto, a cozinha mineira como patrimônio. A gastronomia é um dos principais pontos que Minas”, comentou

Cultura

A riqueza da cultura alimentar em Minas Gerais, com seus aromas, produtos, técnicas e sabores, faz parte dos extensos estudos realizados pelo Iepha-MG. Basta lembrar do reconhecimento do modo de fazer do Queijo Minas Artesanal da região do Serro, um dos primeiros registros de patrimônio cultural imaterial realizados no Brasil, em 2002. Outros passos importantes foram o inventário das Farinhas de Mandioca e de Milho e o Atlas da Cultura Alimentar de Minas Gerais.

Um dos objetivos é criar instrumentos técnicos que auxiliem no reconhecimento da Cozinha Mineira como patrimônio cultural do estado de forma ampla e participativa. A elaboração do atlas permitirá o mapeamento, a identificação e valorização de produtos, alimentos, pessoas e modos de fazer de uma infinidade de bens culturais que compõem os sabores e as práticas da cultura alimentar mineira.

Por meio desta iniciativa, a gastronomia dialoga com turismo, pesquisa, inovação, tecnologia, desenvolvimento territorial, geração de emprego e renda, preservação e valorização cultural, saúde, bem-estar, qualidade de vida, políticas públicas e desenvolvimento econômico.

Programa Estadual

Para a condução do PEGM, foram criados cinco grupos de trabalho divididos entre os temas: Plano Estadual de Desenvolvimento da Gastronomia; Fortalecimento Institucional da Cadeia Produtiva; Inovação e Pesquisa; Gastronomia Social e Cultura Alimentar; Promoção, Divulgação e Internacionalização da Gastronomia Mineira.

Participam destes grupos as secretarias estaduais de Cultura e Turismo, de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa); e de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Sede); Iepha-MG; Fundação João Pinheiro (FJP); Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG); Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemge)Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA)Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig)Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig); o Serviço Social Autônomo (Servas)Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG); Frente Mineira da Gastronomia (FMG); Fiemg;  Sebrae-MG; Sistema da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Sistema Fecomércio-MG); Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de Minas Gerais (Abrasel-MG) e Sistema da Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais (Faemg).

 

Por | Agência Minas

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Como o cabelo afeta a autoestima de quem está com câncer

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Cabelo afeta a autoestima de quem está com câncer / Foto: Freepik/Divulgação

Psicóloga e neuropsicóloga Alessandra Augusto / Foto: Divulgação

Receber um diagnóstico de câncer não é fácil nem para homens e muito menos para as mulheres. Quase sempre, o tratamento mexe diretamente na autoestima da pessoa, pois a pessoa pode ficar mais inchada, ganhar peso e, em muitos casos, perder os cabelos e pêlos do corpo. Para a mulher a perda dos fios está diretamente ligada ao universo da feminilidade.

O cabelo é um ponto muito marcante para o público feminino. Ele tem sido tão importante quanto as vestimentas que usamos para nos identificar. Essa identificação pode ser em grupos ou dentro de uma cultura.

O paciente com o câncer deve estar ciente que nem todas as quimioterapias ou tratamento vai levar a perda dos fios. Mas as que sofrem com a queda, costumam relatar uma perda da identidade. Sendo assim, é muito comum que ela não se reconheça no espelho.

O trabalho que se faz no tratamento psicoterápico é fazer com que esse paciente consiga se enxergar além desses cabelos. É importante deixar claro que essa parte do corpo não define o que é o feminino, nem mesmo a identidade da pessoa. Isso é um trabalho de desconstrução.

Cabelo e autoestima / Foto: Thirdman no Pexels

Ao contrário de algumas outras doenças também incapacitantes ou debilitantes durante o tratamento, como, por exemplo, casos de transplantes, a pessoa fica muito debilitada, mas não é tão visível como no caso do câncer. Todo tratamento que envolve a queda dos pelos é muito visível e mexe com a imagem daquele indivíduo.

Lembrando que não é só o paciente que não se reconhece, como também quem está fora desse processo. Não devemos esquecer que algumas estratégias para ajudar na autoestima dessa pessoa são o uso de perucas, lenços e turbantes, no caso de mulheres e crianças. Os homens, muitas vezes, sentem a queda dos cabelos, mas eles lidam melhor com a falta de fios.

Infelizmente, os olhares que essa pessoa vai receber são muito devastadores. É um olhar de pesar ao ver a criança, a mulher ou até mesmo o homem sem os cabelos. Esse paciente está em processo de tratamento e haverá altos e baixos em relação ao comportamento e até mesmo o ânimo dele. Por isso, é fundamental que a família e amigos possam dar o suporte emocional ao paciente.

Falas de pesar neste momento não são adequadas. Evite frases como “que pena!” ou “Coitado!”. Devemos entender que a pessoa está passando por um tratamento e que devemos ter palavras positivas, incentivadoras, motivadoras e de conforto, como, por exemplo, “Estou torcendo por você e se precisar estou aqui”; ou “Tudo vai dar certo, fique tranquilo.”

Esse processo é doloroso. Por esse motivo devemos conscientizar a sociedade, mostrando que o olhar machuca muitas vezes até mais que a doença. Às vezes, o paciente é muito resolutivo e assertivo e isso faz com que ele lide muito bem com a doença. Porém, é possível que não consiga lidar bem com o olhar do outro e com a exclusão que o próprio meio social faz.

Ainda existe um tabu muito grande em relação ao câncer, mas não podemos ignorar os avanços da medicina em relação aos diagnósticos e tratamentos. Infelizmente, a primeira palavra que vem à mente de muitas pessoas é a morte. No entanto, a evolução na identificação cada vez mais precoce e dos tratamentos estão permitindo mais chances de cura, ou remissão da doença. Portanto, tenha fé e faça sempre consultas com o seu médico que esse momento irá passar e você vai sair mais forte dessa.

(*) Alessandra Augusto é formada em Psicologia, Palestrante, Pós-Graduada em Terapia Sistêmica e Pós-Graduanda em Terapia Cognitiva Comportamental e em Neuropsicopedagogia. É a autora do capítulo “Como um familiar ou amigo pode ajudar?” do livro “É possível sonhar. O Câncer não é maior que você”.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Brasil investe 1% do PIB em infraestrutura de transportes

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Foto: Divulgação

O transporte rodoviário representa cerca de 70% de todo o escoamento de cargas que circulam pelo país. Há, portanto, uma dependência deste modal, que carece de investimentos. De acordo com a Confederação Nacional do Transporte (CNT), o Brasil aporta apenas 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em infraestrutura de transportes. Sem dinheiro e sem alternativas, cidades e estados têm crescimento e desenvolvimento limitados.

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG), em grupos de trabalho, encontros regionais e congressos de profissionais, vem discutindo e elaborando proposições a fim de contribuir para o desenvolvimento sustentável. Resultado dessa mobilização, o Conselho elaborou uma Carta aberta aos candidatos às eleições de 2022. O coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Civil do Crea-MG, engenheiro civil Gabriel Faria Nogueira, reforça que é preciso investir em soluções que privilegiem a integração dos diferentes modais de transporte. “É impossível a gente falar sobre transporte, trânsito, mobilidade e logística sem pensar no Sistema Confea/Crea. Os nossos profissionais que estão à frente, são as cabeças pensantes para a elaboração de um bom projeto, que conhecem as normas e as leis relacionadas a essas atividades. Então essa é a importância de eles estarem participando de um projeto relacionado a isso”, destaca Gabriel.

Mesmo sendo prioridade, o modal rodoviário carece de recursos. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), por exemplo, teve orçamento encolhido em 57% entre 2010 e 2020. O DNIT é o executor das políticas do Ministério da Infraestrutura. Gabriel entende que os candidatos devem se comprometer com a pauta da mobilidade e dos transportes de forma mais ampla. Para ele, o transporte ferroviário deveria ter mais atenção e investimentos. “Existe esse gargalo. Todo nosso transporte, a maior parte dele, é feito com malha rodoviária. A melhor alternativa que existe hoje para a gente é, principalmente, o transporte ferroviário, onde vai ter uma interação entre engenharia civil, mecânica, ambiental, elétrica. É essa aglutinação de todas as engenharias para um bem comum que buscamos, que é o bem da sociedade, e o que o nosso Conselho mais preza”, pontua o coordenador.

A Carta do Crea-MG contém uma síntese da Agenda Legislativa Prioritária do Sistema Confea/Crea e Mútua 2022, os projetos que tramitam na esfera estadual e têm relação direta com a agenda nacional. Na Câmara e no Senado, há projetos que pretendem atualizar a Política Nacional de Mobilidade Urbana e precisam de ampla discussão com a sociedade. Em Minas, é necessário debater as políticas estaduais de mobilidade, presentes no Projeto de Lei 53, de 2019 e no PL 2605, de 2021. Conselheiro Titular da Câmara Especializada de Engenharia Civil do Crea-MG, o engenheiro civil José Marques Souza Santos reforça que os candidatos devem assumir compromissos com o interesse público, com as contribuições da área tecnológica. “Tudo na vida passa pela engenharia. Se os candidatos, se as autoridades, como um todo, perceberem a importância de ter um documento técnico com embasamento, fundamentação, isso dá pra ele um direcionamento, uma luz. Quando tem informações fidedignas, como o Crea, ele só tem a ganhar”, reforça o engenheiro.

O documento produzido pelo Crea-MG busca abastecer os candidatos com um conteúdo técnico, resultado de anos de debates entre profissionais do Sistema reunidos em encontros, fóruns e congressos. O Congresso Estadual de Profissionais de Minas Gerais (CEP), em julho, apontou a necessidade de maior compromisso das prefeituras na conservação de estradas rurais, com implementação sistemática de programas de ações preventivas e capacitação dos profissionais que atuam nesse serviço, garantindo o escoamento da produção agropecuária. “Se toda autoridade disponibilizar um tempo, que seja um deputado, um vereador, um prefeito, um governador, e criar um departamento técnico, mesmo que uma equipe mínima dedicada, vai dar para ter segurança na capacidade de investir, de pedir, e não simplesmente ser um repassador de verbas”, pontua José Marques.

Saiba mais sobre os projetos que integram a Carta do Crea-MG em https://bit.ly/cartacandidatos2022

Por | Renato Franco

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No Dia da Árvore, Datum TI presenteia funcionários com árvores tokenizadas

Projeto prevê que, ao completar um ano de casa, cada funcionário receba um token referente à árvore de reflorestamento sustentável em Minas Gerais

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Foto: Divulgação

São Paulo, setembro de 2022 – Presentear os colaboradores com uma muda de árvore é uma prática relativamente comum nas empresas. Mas quando essa árvore ganha lastro na forma de um criptoativo e integra as práticas de sustentabilidade e engajamento, a iniciativa ganha uma nova dimensão. Pois essa é a estratégia da Datum TI, referência no Brasil no desenvolvimento de soluções tecnológicas para empresas e startups, com o programa Green Code Datum, que prevê a entrega de uma árvore no blockchain sempre que um colaborador completar um ano de empresa.

A primeira turma, composta por 80 funcionários, receberá seus tokens com lastro em árvores plantadas em Cana Verde, Minas Gerais, no dia 21 de setembro, data em que se comemora o Dia da Árvore. Carine Bruxel, Chief Transformation Officer (CTO), explica que, além de integrar os colaboradores às práticas ESG da companhia, a ação coloca a Datum TI como uma empresa pioneira de tecnologia a desenvolver uma ação de tokenização de árvores para seus colaboradores.

Outro diferencial do projeto é a possibilidade de comercialização do criptoativo. “O token é negociável, de forma que o colaborador tem a opção de vendê-lo ou utilizá-lo com investimento. Em outras palavras, pode-se dizer que, além de impactar positivamente o planeta, o benefício oferece uma ação monetária ao colaborador”, ressalta. A executiva revela que o projeto, resultado de um investimento de R$ 40 mil, com perspectiva de chegar a R$ 150 mil nos próximos anos, poderá beneficiar os 300 colaboradores da Datum TI, com a concessão de tokens sempre que um colaborador  completar um ano de casa. A iniciativa contempla inclusive profissionais da Datum TI baseados no Canadá, país que já conta com escritório da empresa.

O princípio por trás da tokenização de árvores funciona com a geração de créditos de carbono de forma recorrente, como se os benefícios para a natureza fossem “dividendos”. Cada floresta onde as árvores são plantadas possui um documento jurídico, ambiental e imobiliário para que possam ser criados os tokens. Por meio desse “smart token”, é possível escolher o blockchain, com valores baseados no lastro real das árvores, o que pode sofrer alterações em razão da oferta e da demanda. Ou seja, quanto mais pessoas se interessarem por este mercado, maior o valor dos criptoativos.

Com a ação, a empresa espera avançar em três frentes: evolução das práticas ESG, início da jornada de descarbonização da operação e Web 3.0, isto é, as informações passam a ficar descentralizadas, sem a necessidade de um intermediário para controlar.

“Esperamos contribuir para a construção de um planeta sustentável e conscientizar cada vez mais pessoas sobre a importância de preservar o meio ambiente. Todo mundo sabe que devemos cuidar da natureza, porém, além de passar conhecimento, vamos agir em prol de um mundo melhor”, finaliza Bruxel.

 

Sobre a Datum TI

Com cerca de 300 colaboradores, a Datum TI é um dos principais players do mercado de TI do país e está há mais de 20 anos no mercado. Um dos seus objetivos é impactar o mercado global de TI com inovação, tecnologia e gestão de times ágeis. A empresa atua também no desenvolvimento de software, de plataformas e aplicativos mobile, outsourcing de profissionais altamente capacitados e consultoria em TI. Lidera mais de 60 projetos ativos por mês e possui mais de 30 clientes ativos. Entre os clientes, estão Arezzo, C&A, Lojas Marisa, Magalu, Banco Original, Santander, Vale, entre outros.

 

Por | Alexandre Correia – NR7 Full Cycle Agency

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