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Empresa lança primeira franquia dark kitchen de petiscos do Brasil

Modalidade para trabalhar em casa traz riscos menores do franchising e dispensa gastos extras

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Rio de Janeiro 22/2/2021 – Tudo começou como uma atividade para gerar renda extra e em pouquíssimo tempo se tornou uma rede de franquias

Modalidade para trabalhar em casa traz riscos menores do franchising e dispensa gastos extras

Investir no próprio negócio aproveitando a comodidade de onde mora é uma das tendências do franchising para 2021. A modalidade home-based – que são empresas que possuem sua sede em casa – já estava em ascensão nos anos anteriores, mas a pandemia do coronavírus acelerou ainda mais essa procura. Outra modalidade que ganhou o mercado em 2020 foram as franquias no modelo dark kitchen, que seguem um conceito de cozinha fantasma, onde a venda de produtos é feita apenas por aplicativos de delivery, não há restaurante físico. A dark kitchen pode ser montada em casa ou em um estabelecimento que tenha apenas a cozinha, sem qualquer tipo de fachada indicando um restaurante no local.

Entre os fatores que chamam a atenção do empreendedor para essas modalidades de franquia, estão: flexibilidade de trabalho, baixo investimento e possibilidade de alta rentabilidade, tornando o sonho de abrir um negócio mais acessível para muitos. Além disso, ao trabalhar em casa é possível economizar com custos como aluguel, manutenção de um ponto comercial, contratação extra de funcionários e reformas gigantescas.

De acordo com um levantamento da Associação Brasileira de Franchising (ABF), 557 redes brasileiras operam com modelos de franquias de baixo custo, e nos próximos anos este número deve aumentar: 36% das redes que ainda não operam com modelos de microfranquia, por exemplo, afirmam ter interesse em desenvolver opções operacionais neste formato.

É o caso da microfranquia Kylopetysco, primeira franquia de petiscos por quilo do mercado. Criada pela empresária Fernanda Afonso, a ideia surgiu em um momento de dificuldades financeiras e de saúde da família. “Eu quebrei o pé voltando do trabalho e precisei ficar 3 meses em recuperação em casa. Como parei de trabalhar, meu marido precisou pegar uma atividade extra de entregador à noite para completar a renda. Ele comentou comigo que diversas pessoas estavam fazendo comida em casa e entregando via aplicativo, foi então que comecei a pensar em qual tipo de delivery gostaria que tivesse na minha região e como eu gostaria de ser atendida”, contou Fernanda. “Foi então que lembrei das porções que sempre pedíamos nos restaurantes. Geralmente eram poucos pedaços, com valores altos e nunca dava para toda a família, sempre tínhamos que pedir quase uma porção para cada um. Foi então que pensei em criar uma petiscaria que vende por quilo, dessa forma o cliente poderia escolher a quantidade que precisa e por um preço justo”, falou a proprietária do negócio.

Fernanda começou a estruturar todo o negócio, separou a sua própria cozinha para iniciar as vendas e comprou todo o equipamento necessário. Em poucos meses, o que era para ser apenas uma atividade de renda extra, se tornou o negócio principal. “Após 4 meses de atividade, eu e meu marido saímos dos nossos empregos físicos, construímos um terraço em casa com uma cozinha industrial e enquadramos como área comercial da casa e não paramos de vender desde então. A empresa se tornou a sensação da região”, disse Fernanda. “Decidimos realizar a expansão do negócio via franquia porque muitas pessoas entram em contato querendo fazer pedidos, mas são de locais muito longe, às vezes até de outros estados. Queremos franqueados que tenham a mesma paixão pelo negócio que a gente, que vistam a camisa, afinal eles serão parte do negócio também”, explicou.

Vantagens e desvantagens de ter uma franquia em casa

Não é porque os trabalhos serão realizados em casa que o desafio será menor para o empreendedor. Se dedicar ao negócio e seguir as normas e padrões da franqueadora são fundamentais para o sucesso da empreitada.

Vantagens – Todo o trabalho é realizado na própria casa, sem deslocamentos estressantes e com horário flexível. Além disso, há vantagens fiscais para microempresas, redução de custos, economia com colaboradores e rendimentos superiores aos níveis convencionais de mercado.

Desvantagens – Possibilidade de excesso de carga de trabalho e interferência de assuntos domésticos, caso não souber administrar o tempo e o espaço corretamente.

“Tudo começou como uma atividade para gerar renda extra e em pouquíssimo tempo se tornou uma rede de franquias, que agora dá oportunidades para quem quer empreender no ramo de franchising e ter o próprio negócio sem sair de casa. Isso nos mostra que estamos no caminho certo e que essa modalidade de negócio tem cada vez mais espaço de crescimento”, concluiu Fernanda Afonso do Kylopetysco.

Website: https://www.kylopetysco.com.br

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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