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Ganhar dinheiro pela internet pode ser mais fácil do que muita gente imagina

Cresce a cada ano o número de empreendedores brasileiros, apesar das dificuldades iniciais. Entre as várias possibilidades de negócio, projetos que utilizam a internet acabam sendo uma solução mais simples e menos onerosa.

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São Paulo, SP 26/1/2021 – Se a pessoa tem uma boa ideia e não sabe por onde começar, deve procurar publicações que auxiliam empreendedores a dar os primeiros passos

Cresce a cada ano o número de empreendedores brasileiros, apesar das dificuldades iniciais. Entre as várias possibilidades de negócio, projetos que utilizam a internet acabam sendo uma solução mais simples e menos onerosa.

Quem tem entre 18 e 64 anos faz parte da classificação internacional que define a população adulta (Adult Population Survey), segmento etário que vem sendo pesquisado em todo o mundo para medir as taxas de empreendedorismo de vários países.

Trata-se do GEM – Global Entrepreneurship Monitor, estudo socioeconômico realizado desde 1999 como projeto conjunto entre a Babson College, dos Estados Unidos, a London Business School, do Reino Unido, e a Korea Entrepreneurship Foundation, da Coreia do Sul.

Desde sua primeira edição, há duas décadas, o GEM é conduzido no Brasil pelo IBQP – Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade com a parceria técnica do SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, que também financia o projeto.

A 20ª edição dessa pesquisa, publicada em 2019, aponta um relevante crescimento do empreendedorismo no Brasil, com taxa de 38,7%, a maior da série histórica, o que remete ao total de 53,5 milhões de brasileiros à frente de alguma atividade empreendedora.

A metodologia do estudo classifica três tipos de empreendimento: nascentes, novos e estabelecidos, considerando um pequeno espaço de tempo de atividade do negócio.

Outros estudos apontam o empreendedorismo digital como uma realidade internacional, com números crescentes de novos empresários criando páginas na internet e estruturas de negócios alicerçadas no e-commerce, tanto de produtos físicos quanto de infoprodutos.

“A quantidade maior ou menor de pessoas que a cada ano decidem empreender depende do estímulo que cada país proporciona, considerando a burocracia e os incentivos por parte dos organismos oficiais e, naturalmente, as perspectivas do mercado”, opina Edmundo Roveri, CEO do IBVD – Instituto Brasileiro de Vendas Diretas, criador da comunidade Empreenda com Liberdade e autor de sete livros sobre empreendedorismo.

Para Roveri, desde que a pessoa tenha um projeto, ganhar dinheiro pela internet pode ser bem mais simples do que ela imagina. Estudos internacionais que têm o empreendedorismo como tema apontam o mesmo caminho, isto é, constatam em suas pesquisas uma sequência de ações que levam novos empresários ao sucesso. Com um projeto estruturado, metodologia de ação bem definida, muita disciplina e foco nos objetivos eles vão rapidamente do ponto de partida à consolidação do negócio.

Em seu e-book “Como Ganhar Dinheiro com a Internet”, Roveri apresenta o passo a passo aos novos empreendedores, começando pela definição do negócio, a construção da marca, o conhecimento do público, os gatilhos mentais a serem explorados na comunicação do produto, a automatização dos processos e os cuidados com a gestão.

O objetivo dessa publicação, segundo Roveri, é proporcionar ao empreendedor um manual, uma sequência das ações que ele precisa pôr em prática para que o seu projeto seja vitorioso. “Às vezes a pessoa tem uma excelente ideia, mas não sabe por onde começar. Minha intenção com esse livro é auxiliar novos empreendedores a dar os primeiros passos.”

Entre os variados perfis de novos empresários há aqueles com grande talento para vender que têm dificuldade de escolher quais produtos oferecer ao mercado, outros que têm um projeto estruturado, mas se atrapalham na gestão das tarefas e outros mais detalhistas, que têm tudo muito bem planejado, mas não dispõem de recursos.

O mais comum entre todos eles é a dificuldade em dispor da tecnologia necessária para deslanchar o projeto. Para resolver essa questão, Roveri aconselha começar como afiliado de alguma empresa consolidada, que além de já dispor de clientes, geralmente oferece a infraestrutura para a realização do trabalho.

Nessa posição, não caberá ao empreendedor criar um produto ou serviço para vender nem a preocupação da entrega, não precisará dispor de capital nem investir em estrutura de mundo digital e ainda terá treinamento específico sobre o objeto da venda.

“Será exigido dele apenas o talento para realizar negócios. Mais adiante, porém, ele poderá reunir as condições necessárias para caminhar sozinho e então escreverá um novo capítulo da sua história”, conclui Roveri.

Mais informações: https://bit.ly/Ebook-Ganhar-Dinheiro-Internet

Website: https://bit.ly/Ebook-Ganhar-Dinheiro-Internet

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Simpósio gratuito discute práticas de resolução de conflitos

Evento gratuito acontece no dia 25 de junho no Auditório da Secretaria Estadual das Mulheres, em Vitória, e está com inscrições abertas via Sympla

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Vitória, ES 21/6/2024 –

Evento gratuito acontece no dia 25 de junho no Auditório da Secretaria Estadual das Mulheres, em Vitória, e está com inscrições abertas via Sympla

Acontece em Vitória, no dia 25 de junho, o Simpósio Práticas Consensuais: O Público e o Privado na resolução adequada de Conflitos. O evento é gratuito e vai reunir profissionais do Direito que estão inseridos nos setores público e privado para discutir práticas consensuais para a resolução de conflitos. Realizado pela Unniversa Soluções de Conflitos, o evento acontece das 8h30 às 12h.

Para Camila Linhares, advogada e CEO da Unniversa Soluções de Conflitos, a reunião promete ser um momento de troca de experiências entre profissionais. “Estaremos reunidos para discutir melhores práticas relacionadas à resolução de conflitos e para isso contaremos tanto com agentes vinculados ao poder público quanto do privado. O resultado disso é uma soma de experiências que, com certeza, vai servir de conhecimento e enriquecer nossas discussões”, explica. 

PROGRAMAÇÃO:

08:30 – 09:00 – Entrada e credenciamento

09:00 – 09:15 – Abertura do simpósio

09:15 – 10:00 – Tema 01: Práticas consensuais para a solução de conflitos

10:05 – 10:50 – Tema 02: Poder Público e o Privado na resolução adequada de Conflitos

10:55 – 11:40 – Tema 03: Práticas Restaurativas: Prevenção ou solução?

11:45 – 12:00 – Encerramento

SERVIÇO

Simpósio Práticas Consensuais: O Público e o Privado na Resolução Adequada de Conflitos

Data: 25 de junho, das 8h30 às 12h

Local: 

Auditório da Secretaria Estadual das Mulheres – SESM 

Rua das Palmeiras, 865, Santa Lúcia, Vitória, Espírito Santo

Prédio anexo à Junta Comercial do Espírito Santo

Inscrição gratuita: www.sympla.com.br/evento/simposio-de-praticas-consensuais-o-publico-e-o-privado-na-resolucao-adequada-de-conflitos/2499582

Website: http://www.sympla.com.br/evento/simposio-de-praticas-consensuais-o-publico-e-o-privado-na-resolucao-adequada-de-conflitos/2499582

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Empresas devem considerar BDI na gestão de projetos

Muitas vezes negligenciado por gestores, o item “Benefícios e Despesas Indiretas”, ao não ser considerado, pode representar prejuízo para a companhia

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São Paulo 21/6/2024 –

Muitas vezes negligenciado por gestores, o item “Benefícios e Despesas Indiretas”, ao não ser considerado, pode representar prejuízo para a companhia

A sigla BDI, que representa Benefícios e Despesas Indiretas, é amplamente utilizada no meio empresarial e na engenharia civil para designar um percentual aplicado sobre o custo direto de um projeto. Esse percentual é adicionado para cobrir custos indiretos, riscos e lucro, sendo uma ferramenta essencial para a gestão financeira eficaz dos projetos.

A composição do BDI inclui despesas administrativas, impostos, seguros e custos financeiros, entre outros. Uma parte significativa deste percentual é destinada ao lucro da empresa. Compreender esses elementos é crucial para avaliar como os custos indiretos influenciam o orçamento total do projeto, explica Jônatas Granieri, diretor da Granieri Engenharia. Segundo ele, para utilizar o BDI de maneira eficaz, é necessário realizar uma análise detalhada, garantindo que todos os custos indiretos sejam considerados. Prever imprevistos e riscos, adicionando uma margem de segurança, é uma prática comum que ajuda a mitigar impactos negativos no orçamento.

“Muitas vezes, esta relevante questão é negligenciada e, com isso, ao final da operação, a empresa apresenta prejuízo,” alerta o empresário. Granieri afirma que não considerar este aspecto pode representar um prejuízo considerável.

De acordo com Granieri, um BDI bem calculado assegura preços competitivos no mercado, além de proporcionar uma margem de lucro saudável. “Durante a apresentação de propostas ou licitações, a clareza na explicação de como o BDI foi calculado pode gerar confiança e credibilidade entre os clientes, demonstrando profissionalismo na gestão de custos,” revela.

O empresário também aconselha revisar o BDI periodicamente em projetos de longa duração. “É essencial, pois mudanças nas condições de mercado e outros fatores podem afetar a precisão dos cálculos originais. Ajustar o BDI conforme necessário mantém a saúde financeira dos projetos e da empresa,” afirma.

Granieri sintetiza a questão ao explicar que o BDI é uma ferramenta poderosa quando utilizada corretamente. “Compreender sua composição, aplicá-lo de forma adequada aos orçamentos e revisá-lo regularmente são passos essenciais para garantir o sucesso financeiro dos projetos e da empresa. Utilizando o BDI de forma estratégica, é possível maximizar benefícios e minimizar riscos, promovendo uma gestão financeira eficaz, saudável e competitiva,” finaliza.

Website: https://www.granieriengenharia.com.br/

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Indústrias evitam perdas de até US$ 30 mil por hora com paradas inesperadas

Indústrias de alimentos e bebidas economizam com programas de manutenção preventiva de máquinas

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São Paulo – SP 21/6/2024 – “Modelo de contrato integrado, com foco na Manutenção e Gestão de Ativos, pode trazer um retorno anual de 30% a 40% do investimento”, Rogério Rodrigues, Abecom

Indústrias de alimentos e bebidas economizam com programas de manutenção preventiva de máquinas

As indústrias de alimentos e bebidas perdem de US$ 4 mil a US$ 30 mil por hora em decorrência de paradas não programadas de máquinas. A informação é da pesquisa “O Valor da Confiabilidade”, realizada pela ABB e Sapio Research, em 2023, com mais de 3 mil empresas de diversos setores. Segundo o estudo, 60% das indústrias disseram que pretendem investir em programas de Manutenção Centrada na Confiabilidade (MCC) nos próximos anos e 90% manifestaram interesse em contratos de manutenção com parceiros especializados.

Um outro estudo realizado no Brasil, pelo portal Indicadores de Gestão, aponta, porém, que 67% das empresas ainda não contam com uma área de Engenharia de Manutenção, ou têm uma atividade incipiente; e que somente 37% das indústrias fazem o monitoramento dos seus equipamentos críticos, mecânicos ou elétricos.

Esse monitoramento é o foco de atuação da Abecom, que atua há mais de 60 anos neste segmento e que desenvolveu um modelo de contrato integrado de produtos e serviços, com foco em Manutenção e Gestão de Ativos, podendo reduzir pela metade o tempo de inatividade das indústrias. De acordo com a Abraman (Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos), os custos com manutenção equivalem a 5% do faturamento bruto das indústrias.

“O modelo de contrato integrado, com foco na Manutenção e Gestão de Ativos, pode trazer um retorno anual de 30% a 40% do investimento”, informa Rogério Rodrigues, CEO da Abecom.  “Esse programa reúne produtos premium, serviços e engenharia de aplicação, visando à melhoria da confiabilidade, eficiência e aumento da vida útil dos ativos. Isso inclui desde o monitoramento online das máquinas, com base em sensores ligados ao nosso REP Center”, explica. “Além disso, este modelo de contrato inclui a otimização dos estoques de peças, que podem ser enviadas por nós para todo o Brasil, e planos de redução de desperdícios, gerando economia e diminuindo o impacto ambiental”, completa.

Durante a Fispal Tecnologia 2024, que aconteceu nesta semana em São Paulo, a Abecom apresentou casos de indústrias de alimentos e bebidas que têm economizado milhares de dólares com seu modelo de contrato integrado de produtos e serviços. Veja a seguir alguns resultados alcançados pelos clientes da Abecom no Brasil.

Eliminação de estoque

Uma indústria alimentícia apresentava um alto índice de paradas por lubrificação inadequada de máquinas, o que também demandava um elevado estoque de lubrificantes. Ao contratar o pacote de serviços da Abecom, passou a contar com o monitoramento online do REP Center e com um gestor exclusivo para suas plantas, que passaram a adotar um lubrificante mais adequado. Isso eliminou a necessidade de estoque e aumentou a disponibilidade dos equipamentos, gerando um ganho de US$ 350 mil anuais.

Em outro caso, de gestão de estoque de rolamentos, a Abecom promoveu o treinamento da equipe de uma indústria e reduziu o risco de paradas não planejadas, economizando US$ 20 mil anualmente.

Redução de quebras de rolamentos

Em uma indústria que apresentava alto índice de quebras de rolamentos nas linhas de transportes, por falta ou excesso de lubrificação, a Abecom recomendou a implantação de lubrificadores automáticos SKF, que reduziram em 35% os custos de manutenção, economizando 4.700 horas de trabalho por ano e aumentando a vida útil dos lubrificantes.

Reutilização de lubrificantes

Em seus processos regulares de lubrificação de máquina, duas indústrias descartavam o óleo excedente. A Abecom identificou que estes lubrificantes poderiam ser reutilizados, desde que passasse por filtragem e desidratação. Com isso, foram reaproveitados, no total, quase 3 mil litros de óleo por ano, economizando mais de US$ 100 mil e reduzindo o impacto ambiental.

Controles de vazamentos

Em uma máquina que apresentava vazamentos de lubrificantes, a mudança por um produto mais adequado economizou 6 mil litros de óleo, resultando em ganho anual de US$ 20 mil.

Em outro caso de vazamento, os rolamentos falhavam por causa da contaminação do lubrificante por água. A Abecom implementou boas práticas de lubrificação e vedação, que resultaram numa economia anual de US$ 6 mil.

Maior disponibilidade das máquinas

Por meio de seu programa de manutenção preditiva, a Abecom dobrou de 6 meses para 1 ano o tempo médio entre falhas de maquinário – também conhecido como MTBF (Mean Time Between Failures). As causas das paradas não programadas eram quebras da corrente do motor. A substituição por uma corrente especial da SKF aumentou a disponibilidade do equipamento, gerando uma economia anual de US$ 20 mil.

Entregas mais rápidas e econômicas

Para uma indústria que utiliza componentes importados em suas máquinas, o programa da Abecom reduziu em 10 dias o tempo de entrega (lead time) das peças e em 60% os custos de nacionalização, resultando em uma economia anual de US$ 24 mil.

Treinamento e engenharia de aplicação

Uma indústria alimentícia de grande porte enfrentava problemas em suas paradas programadas para manutenção, por conta do desnível de conhecimento técnico de sua equipe. Nesse caso, a Abecom forneceu treinamento com engenheiros, que também acompanharam a montagem de rolamentos e fizeram recomendações de novas tecnologias. O aumento de confiabilidade dessas máquinas gerou uma economia anual de US$ 7,5 mil, além de reduzir o impacto ambiental.

Sobre a Abecom:

Fundada em 1963, é o maior distribuidor industrial da SKF no Brasil. Atende a mais de 200 grupos industriais com seu modelo de contrato exclusivo, somando mais de 1 mil plantas fabris. Com matriz na cidade de São Paulo, onde também tem um Centro de Distribuição com correias transportadoras – outro produto do portfólio Abecom – e um Centro de Operações Compartilhadas (COC). Conta ainda com unidades em Campinas (SP), Curitiba (PR) e uma filial em Belo Horizonte (MG). Despacha produtos para todo o Brasil, contando com um sistema de logística inteligente e rastreável.

Mais informações: https://www.abecom.com.br/

Website: https://www.abecom.com.br/

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