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Pandemia alavanca empreendedorismo de oportunidade

Segmento de limpeza e higienização cresce dentro da crise

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Uberlândia – MG 4/11/2020 –

Segmento de limpeza e higienização cresce dentro da crise

As medidas recomendadas para a prevenção do contágio da Covid-19 mudaram hábitos e costumes no mundo todo. A suspensão das aulas e das atividades comerciais e serviços não essenciais desestabilizaram a economia e acenderam o alerta de crise. Porém, assim como gerou desespero e impacto negativo sobre vários setores, desencadeou um movimento de expansão em alguns segmentos. Esse é o caso, por exemplo, do ramo de limpeza e higienização, que teve um crescimento superior a 20% somente nos primeiros meses da pandemia.

Dentro desse cenário econômico, empreendedores perceberam nesse nicho a abertura de oportunidades. Os produtos utilizados para desinfecção e esterilização vão continuar em alta e as novas medidas de higiene vieram para ficar. Esse é um mercado que vai movimentar oito bilhões de dólares no país, somente em 2020. O segmento não para de crescer, o que o deixa ainda mais atrativo.

Empreendedorismo ancorado em uma marca forte

Um outro fator que fortalece ainda mais a segurança de empreender no segmento de limpeza e higienização é a possibilidade de poder contar com a parceria de uma marca forte. Começar o próprio negócio contando com o poder de uma marca reconhecida é quase uma garantia de sucesso.

A Start Química, fundada em 1987, é uma das marcas mais fortes no Brasil em higiene e limpeza. Aliando experiência e pioneirismo, a empresa lançou um modelo de negócio ideal para quem quer empreender e crescer, com investimento inicial proporcional ao porte do empreendimento.

O licenciamento de uma unidade de Centro de Soluções em Limpeza e Higienização é uma oportunidade de iniciar um negócio novo com enorme potencial de crescimento, ou ainda agregar uma fonte de renda garantida a um varejo já existente.

A Start Shop é uma moderna concepção que foge dos obstáculos próprios do formato de franquia. Em outras palavras, não é franquia, é uma parceria. Dentro desse conceito, idealizado para facilitar a adesão de pequenos investidores até grandes varejistas, a Start Shop consiste em uma cessão da marca Start Química.

Modelo de negócios Start Shop

O modelo Start Shop prevê apenas um investimento inicial de mil reais por metro quadrado de instalação, considerando infraestrutura da loja e primeiro pedido, e o compromisso de exclusividade com a marca Start Química. O lojista tem a liberdade de trabalhar com outras linhas e outros segmentos, dentro da mesma loja, oferecendo, por exemplo, embalagens, descartáveis, EPIs, ferragens, ou linha Pet.

O contrato não penaliza o parceiro com multas, em caso de desistência, e não contempla pagamento de royalties, mensalidade ou participação em resultados. Basta ter perfil comercial, o capital necessário de acordo com o tamanho da loja, estar pronto para aprender, colocar a mão na massa e trabalhar com os padrões compactuados.

Cada loja tem seu próprio nome, que é colocado junto com a marca Start Shop, conforme layout padrão de fachada, desenvolvido pela equipe de marketing da Start. A unidade também recebe assessoria e treinamentos presenciais e online, através da Unistart – primeira Universidade de limpeza online, para parceiros e funcionários. Além disso, conta com um técnico permanente à disposição para tirar dúvidas e fornecer orientações.

Uma empresa com presença em todo o território nacional

Presente em quase 3.500 cidades, nos 26 estados brasileiros e no distrito federal, a Start Química faz parte de um grupo organizacional que agrega 14 tipos de negócios, com mais de 3.850 colaboradores diretos e indiretos. São mais de 700 toneladas produzidas diariamente, atendendo todo o território nacional e exportando para vários países.

Dentre os setores de atuação do Grupo Lima & Pergher estão os segmentos de higiene e limpeza, reciclagem, embalagens plásticas, cosméticos, beleza, agronegócio, bebidas e oral care. Os produtos de limpeza e higienização incluem soluções domésticas e linha profissional.

O Azulim, primeiro produto brasileiro criado especificamente para cerâmicas, hoje é símbolo de limpeza e se transformou em uma completa linha de produtos. Da mesma forma, o Asseptgel, segmento de álcool gel, é agora apresentado em vários formatos e compõe diversos outros produtos, como lenços umedecidos e sabonetes.

A história dos Centros de Soluções de Limpeza e Higienização

Com uma procura cada vez maior por seus produtos, a empresa criou, em 2006, a primeira loja modelo da Start Shop, que se transformou no mais completo centro de soluções de limpeza e higienização. Em 2019, com a comprovação do êxito da experiência, iniciou a expansão desse modelo para todo o Brasil, no formato de parceria, e não de franquia. O diferencial das lojas parceiras da Start Shop é a assessoria dinâmica ao consumidor final, auxiliando com soluções para cada necessidade de limpeza.

Abrangendo mais de 120 municípios, o modelo de Centro de Soluções em Limpeza e Higienização já foi implementado em mais de 225 lojas parceiras empreendedoras, em apenas um ano. A meta para 2020 é alcançar um total de trezentas e cinquenta unidades em lojas parceiras, considerando a viabilidade comercial e estratégica de um estabelecimento para cada 30 mil habitantes.

“O segredo do sucesso do modelo de negócio da Start Shop está na prospecção ativa do empreendedor, no posicionamento diferenciado frente à concorrência, contando com o apoio da Start, com suporte técnico, consultoria de produtos, apoio de marketing e a força da marca. A Start Química possui um dos maiores mix de produtos de limpeza e higienização do Brasil, ultrapassando 1.800 itens”, conta o sócio-diretor de marketing da empresa, Marcos Pergher.

Website: http://www.startquimica.com.br

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Congresso debate cooperativismo de crédito em Recife

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, comenta os principais aspectos da 14ª Concred, onde palestrou sobre a expansão do cooperativismo no Brasil e a importância do propósito

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19/8/2022 – O [cooperativismo] cresce, expande, impacta pessoas e é um ator importante na inclusão financeira, sem deixar o propósito de vista

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, comenta os principais aspectos da 14ª Concred, onde palestrou sobre a expansão do cooperativismo no Brasil e a importância do propósito

Entre os dias 10 e 12 de agosto, Recife (PE) recebeu a 14° Concred, um dos maiores eventos do cooperativismo de crédito da América Latina. O congresso, realizado pela Confebras (Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito), foi realizado no Centro de Convenções de Pernambuco, transmitido on-line e recebeu mais de 5 mil líderes cooperativistas, entre dirigentes, conselheiros e gestores.

O evento reuniu conferencistas e palestrantes nacionais e internacionais do cooperativismo  em torno do tema “Futuros Plurais e a Essência Humana: horizontes do Cooperativismo Financeiro rumo à Sociedade 5.0”, com os eixos Cenários Globais, Ambidestria, Essência Humana e Futuros Plurais.

Além disso, foram discutidas pautas como regulação, sustentabilidade, liderança, estratégia, governança, tendências globais, compromisso social, inovação, diversidade, perspectivas e oportunidades no ecossistema do cooperativismo.

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, destaca a importância da realização do Concred para o setor de cooperativas de crédito no Brasil. “O Concred reúne, todos os anos, os maiores sistemas e os principais agentes do cooperativismo de crédito do país para promover importantes debates para o setor”.

Simão destacou que o Instituto Fenasbac, além de expositor e patrocinador do Concred, participou do cronograma de palestras e dividiu o palco com Harold Espínola, Chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e de Instituições Não Bancárias do Banco Central. Os dois trouxeram o tema: “Sou Cooperativa? Qual o papel do propósito nessa resposta?”, com reflexões sobre a expansão do cooperativismo e a importância do propósito nessa jornada.

Perspectivas para o setor de cooperativas a curto e médio prazo

Na análise de Simão, o cooperativismo de crédito é um setor em constante expansão. “Durante a pandemia, mesmo em meio à crise, o setor conseguiu números expressivos de crescimento e, hoje, já performa com quase 11% do mercado de crédito”, articula.

Para a CEO do Instituto Fenasbac, o futuro sustentável do cooperativismo só é possível se continuar preservando seus diferenciais: não ser banco, focar nas pessoas, transformar comunidades e investir em desenvolvimento. “E é para garantir esse futuro próspero e saudável que eventos como este [Concred] são importantes. Daqui, saem importantes ideias para a inovação e avanço do setor”, conclui. 

Para mais informações, basta acessar: https://ifenasbac.com.br/

Website: https://ifenasbac.com.br/

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Investidores estrangeiros podem ter isenção de renda sob debentures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

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Brasília (DF) 19/8/2022 – Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

Foi aprovado pela Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), a PL 4188/2021 que propõe a isenção de imposto de renda o investimento estrangeiro em debêntures (títulos de dívida) nacionais. O texto deve chegar em breve no Senado, mas, por ora a proposta tem sido discutida pela articulação política do governo.

Tal proposta deve ser feita como emenda ao projeto do Marco Legal das Garantias e a análise final deve ocorrer após 29 de agosto. Caso aprovada e sancionada, a nova lei facilitar o uso das garantias de crédito, reduzir custos e juros de financiamentos e aumentar a concorrência para debêntures.

Essas debêntures são títulos que as empresas não bancárias utilizam para adquirirem recursos de terceiros sem ter que recorrer a bancos. Desta maneira a pessoa física consegue pulverizar o risco de sua alavancagem sendo benéfico tanto para a empresa, pelo maior alcance e capilaridade na hora de adquirir recurso, mas também para o investidor que consegue um retorno relativamente maior sobre o seu investimento em renda fixa comparado a créditos bancários como CDBs.

“Esta medida é de muita vantagem para o investidor estrangeiro, uma vez que ele diminui o risco dele encima do investimento. Isentando o Imposto de Renda para investidores internacionais, o investimento em créditos empresário se torna muito mais atrativo, desta maneira existe uma possibilidade de o Brasil se tornar uma grande alternativa para fundos internacionais”, esclarece Gustavo Vaz, financista e especialista em investimentos da Atrio Investimentos, assessoria de investimentos ligada a XP Investimentos.

O assessor de investimentos ainda coloca que esta medida pode acabar trazendo reservas de moedas estrangeiras para o país. “Um benefício direto, no ponto econômico, é a entrada de mais dólares no Brasil. Isso tudo sem contar os benefícios indiretos, como o desenvolvimento de novos mercados, mais empregos, mais produtos mais concorrência, qualidade e menores preços no longo prazo”, contextualiza. 

Por ter ação direta sobre o sistema tributário, a medida pode modificar um pouco a estrutura de recolhimento federal. Dr. Bruno Junqueira, advogado tributarista e sócio-diretor da BLJ Direitos e Negócios, avalia essa medida como uma facilitadora, contudo, não obstante a isenção do recolhimento, permanece a obrigatoriedade da prestação de contas por declarações. “Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures, com relação àquelas de propriedade de estrangeiros”, explica.

Por outro lado, o advogado especialista ainda acredita que o incentivo criado poderá melhorar a capacidade de expansão das empresas nacionais, o que de alguma forma poderá compensar a perda da arrecadação. “Importante analisar também o impacto do princípio da isonomia quanto aos investidores brasileiros, isto é, se há fundamento jurídico que justifique uma isenção direcionada frente ao ordenamento constitucional brasileiro”, explica.

Vale salientar que a debenture é um crédito de maior risco porque depende do desenvolvimento e resultado da empresa investida. Contundo, o investido não precisará deixar parte do retorno do investimento para o governo Brasileiro, que é como ele recebe pelo risco corrido no investimento.

Website: https://blj.adv.br/

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Bons resultados visam escalabilidade da pequena indústria

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

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São Paulo – SP 19/8/2022 – Antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as fábricas de pequeno porte tiveram o melhor segundo trimestre dos últimos 11 anos. Resultados assim, expressivos, quando o assunto é o desenvolvimento da indústria, ajudam a movimentar a economia e a restabelecer déficit do mercado. Além disso, faz com que muitos empreendedores reforcem sua infraestrutura para uma demanda que aponta ser crescente. É o que afirma o especialista em mangueiras e mangotes de borracha Daniel Rodriguez.

Falando em dados, o Índice de Desempenho das fábricas de pequeno porte subiu de 48,3 pontos em maio para 47,5 em junho. Trata-se de um indicador que avalia produção, número de empregados e utilização da capacidade instalada. O dado, como mencionado, ficou acima da média histórica, que é de 43,6 pontos.

O CEO da Maxxflex reforça que pesquisas como essa são imprescindíveis para orientar as próximas ações da indústria. “Quando há boas perspectivas, como a dos dados divulgados neste mês de agosto, é inegável o movimento do mercado em se preparar para atender as demandas emergentes”, pondera Rodriguez.

Nesse sentido, os investimentos em utensílios para otimizar as produções ganham espaço, aumentando a produtividade e evitando perdas. Prova disso é o aumento identificado na busca por itens como mangueiras e mangotes de borrachas. “É perceptível como o reforço das instalações trazem bons resultados para as empresas. É o que sentimos do mercado que volta a aquecer”, disse o especialista da Maxxflex.

Especialmente por esse nicho da pesquisa tratar de pequenas empresas, a preocupação é ainda maior. “O desenvolvimento das empresas é parte fundamental do avanço da economia de um país. Cientes disso, os empreendedores das pequenas indústrias buscam adequar seus recursos para crescerem com maior escalabilidade”, avalia Daniel Rodriguez.

O especialista elenca importantes pontos a serem levados em consideração para garantir o pleno funcionamento da produção. “Avaliar máquinas e sistemas, suas devidas manutenções e trocar os utensílios, como mangueiras e mangotes, facilitam o trabalho, alavancam os resultados e ainda permitem a qualidade do que é produzido”, diz Rodrigues.

Por fim, o CEO da Maxxflex acredita que se trata de um bom momento para que tomadores de decisão dentro das empresas avaliem o que precisa ser revisto e comecem a fazer as alterações necessárias, visando a evolução da empresa. “Assim, antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar”, finaliza.

Website: http://maxxflex.com.br/

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