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Arie Halpern: Ipv4 o protocolo que tem tirado o sono da internet

IPv6 aumentou em quase 40 casas decimais a quantidade de combinações possíveis para identificar dispositivos conectados à internet.

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19/2/2021 – Com endereços no padrão 128 bits, em vez dos 32 bits da versão 4, ele aumentou em quase 40 casas decimais a quantidade de combinações possíveis

IPv6 aumentou em quase 40 casas decimais a quantidade de combinações possíveis para identificar dispositivos conectados à internet.

Com o crescimento exponencial do uso da internet ficou claro que a quantidade de dispositivos superaria em poucos anos as combinações possíveis no IPv4 para identificar cada um deles. O esgotamento do protocolo desenvolvido junto com a internet passou a atrapalhar o sono dos especialistas, que se lançaram na busca de novas soluções.

IP é a sigla de Internet Protocol ou, em português, Protocolo de Internet. É o código ou endereço que identifica cada dispositivo conectado à internet, seja um smartphone, um computador ou um tablet. Cada aparelho conectado à rede tem o seu. Ao identificar cada dispositivo, ele garante que as mensagens e informações cheguem ao destino certo.

Independentemente de quantos dispositivos tiver conectados à internet, todos usam o mesmo endereço IP. É isso mesmo: smart TV, smartphone, tablet e PC usam um só endereço externo, mesmo quando usados ao mesmo tempo. Isso porque o modem e o roteador usam só um IP, mas criam endereços locais para cada um dos dispositivos.

Há vários sites e aplicativos que identificam o endereço e a localização do dispositivo. Entre eles o meuip e o whatismyip.

Já IPv4 quer dizer Protocolo de Internet versão 4. E o 4 significa que este protocolo permite criar 4 bilhões de combinações diferentes de números. Mais precisamente 4.294.967.296. Quando ele foi desenvolvido, junto com a internet, esta quantidade de endereços era mais do que suficiente para atender a necessidade de conexões que se previa para a rede mundial de computadores.

Só que o crescimento da rede foi muito maior, num ritmo exponencial. E já em meados da década de 1990 o IPv4 começou a tirar o sono dos especialistas em tecnologia. Por quê? Porque a quantidade de dispositivos já estava superando a quantidade de endereços disponíveis.

Os especialistas, então, foram buscar alternativas para resolver o problema. Algumas das alternativas foram a criação do Domain Name System – DNS, um sistema que relaciona os sites a palavras, e do Dynamic Host Configuration Protocol – DHCP, que possibilitou o uso de IPs temporários, que são cedidos ao usuário e voltam ao provedor quando o computador ou tablet está desligado para serem novamente usados.

Mas estas várias opções eram temporárias. Por isso, o desenvolvimento da versão 6, o IPv6, foi a grande solução. Com endereços no padrão 128 bits, em vez dos 32 bits da versão 4, ele aumentou em quase 40 casas decimais a quantidade de combinações possíveis. E deve nos poupar por muitos anos de uma nova insônia devido à escassez de endereços.

No Brasil, endereços IPv4 acabaram no ano passado

Na América Latina e no Caribe, os endereços IPv4 disponíveis acabaram em 19 de agosto de 2020, de acordo com o IPv6.br, iniciativa do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR – NIC.br para disseminar o novo protocolo no Brasil. Na maioria das outras regiões do mundo, os endereços se esgotaram antes disso, entre 2011 e 2018.

Além do maior número de combinações, o IPv6 também traz vantagens adicionais em termos de segurança, como o IP Security, que garante autenticidade, integridade e confidencialidade por meio de criptografia.

Mas se o IPv6 já existe e é melhor do que a versão anterior, por que ainda não foi adotado? Na verdade, esta substituição já está acontecendo. E começou há duas décadas. Ou seja, as duas versões estão sendo usadas simultaneamente. E ainda vai demorar alguns anos até que somente a mais nova esteja em uso.

A substituição exige mudanças também em todos os softwares e roteadores e isso tem um custo significativo, além de demandar tempo. Por isso, avançamos lentamente neste sentido.

A maioria dos dispositivos atuais funcionam com os dois protocolos: um IPv4 fornecido pelo provedor e um IPv6 gerado na própria máquina. E os sistemas operacionais dos novos equipamentos já saem de fábrica em compatibilidade com o novo IP.

Atualmente, cerca de 33% dos dispositivos no mundo usam endereços IPv6. Mas com o aumento da demanda causado pela pandemia, estima-se que esta quantidade deve chegar em breve a 50%.

O IPv6 terá efeitos significativos, aumentando as possibilidades da internet nos próximos anos, com produtos e serviços mais inteligentes e conectados.

Website: http://www.ariehalpern.com.br/ipv4-o-protocolo-que-tem-tirado-o-sono-da-internet/

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Debate aborda formas de combater o trabalho escravo

O encontro é iniciativa do Grupo de Trabalho (GT) do Coexistir, que reúne mais de 100 participantes de 40 empresas de vários segmentos, além do varejo de alimentos, e faz parte do Acordo de Cooperação Técnica com a Superintendência Regional do Trabalho.

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Sao Paulo, SP 12/4/2024 –

O encontro é iniciativa do Grupo de Trabalho (GT) do Coexistir, que reúne mais de 100 participantes de 40 empresas de vários segmentos, além do varejo de alimentos, e faz parte do Acordo de Cooperação Técnica com a Superintendência Regional do Trabalho.

O Sincovaga-SP (Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de São Paulo), que representa mais de 35 mil empresas do segmento, realizará no dia 17/04, quarta-feira, das 9h às 11h30, um encontro para debater o tema “Não ao trabalho escravo – Construindo pontes para o trabalho digno”, no auditório da sede da entidade (R. 24 de Maio, nº 35, 16º andar, Centro, São Paulo/SP.).

O encontro é iniciativa do Grupo de Trabalho (GT) do Coexistir, que reúne mais de 100 participantes de 40 empresas de vários segmentos, além do varejo de alimentos, e faz parte do Acordo de Cooperação Técnica com a Superintendência Regional do Trabalho de São Paulo.

Os especialistas convidados são

– Evandro Afonso de Mesquita – Auditor Fiscal do Trabalho;

– Paulo Roberto Warlet da Silva – Auditor Fiscal do Trabalho;

– Luís Gustavo Ponciano Pereira – Chefe da Seção de Operações na Superintendência Regional da Polícia Rodoviária Federal em São Paulo.

Serviço

Debate: “Não ao trabalho escravo – Construindo pontes para o trabalho digno”

Data: 17/04, quarta-feira, das 9h às 11h30

Local: Sincovaga-SP (Rua 24 de Maio, nº 35, Sala 1.616, República, São Paulo/SP.)

Inscrições gratuitas: Até o dia 15/04, clicando aqui.

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Website: https://www.sincovaga.com.br

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Brasileiro mira no mercado de cibersegurança nos EUA

A empresa Barroso Security Dynamics será conduzida pelo especialista Fábio Costa Barroso e se concentrará em fornecer soluções avançadas para proteger empresas, indivíduos e entidades governamentais

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Vespasiano, MG 12/4/2024 – Na era digital, proteger informações sensíveis é primordial para preservar a integridade de espaços privados e comerciais

A empresa Barroso Security Dynamics será conduzida pelo especialista Fábio Costa Barroso e se concentrará em fornecer soluções avançadas para proteger empresas, indivíduos e entidades governamentais

A segurança cibernética é um assunto que vem sendo tema de discussões em nível mundial. Conforme dados de um relatório da Trend Micro, empresa de segurança de dados, os Estados Unidos foram o país que mais sofreram com ataques cibernéticos em 2023. Para se ter uma ideia, o tipo mais comum de crime cibernético relatado ao Centro de Reclamações de Crimes na Internet do país foi o phishing e spoofing, afetando aproximadamente 298 mil pessoas. Além disso, mais de 55 mil casos de violações de dados pessoais foram relatados ao IC3 durante o ano passado.

Com o advento da internet, pessoas físicas, empresas e sistemas governamentais estão sujeitos a esse tipo de crime. Dentre as complicações que um ataque cibernético pode causar estão comprometer a privacidade de dados e documentos, deixar sistemas fora do ar e restringir controle de dispositivos, como câmeras de segurança de residências, por exemplo.

Para o advogado e policial militar Fábio Costa Barroso, a digitalização é uma das grandes responsáveis pelo aumento de ameaças digitais e a prevalência de roubos, tanto físicos quanto cibernéticos, exige atenção imediata. “Na era digital, proteger informações sensíveis é primordial para preservar a integridade de espaços privados e comerciais”, explica ele, que atua na área há mais de 15 anos.

Pensando nisso, Barroso decidiu investir no mercado norte-americano de cibersegurança e comandará a Barroso Security Dynamics. A empresa, que ficará localizada em Orlando, na Flórida, se concentrará em fornecer soluções tanto para segurança cibernética quanto física para empresas, indivíduos e entidades governamentais. “Reconheço a necessidade crítica de medidas de segurança avançadas, por isso trabalharei com uma abordagem integrada para antecipar futuras necessidades de segurança, estabelecendo assim um novo padrão em serviços de segurança privada”, determina o profissional.

De acordo com Barroso, as operações de segurança da organização estão alinhadas com iniciativas nacionais de cibersegurança, como a Ordem Executiva 14028, que se concentra na redução do crime e na prosperidade econômica dos Estados Unidos, visando áreas carentes do país. “Por meio dessas iniciativas, pretendo atender às demandas de segurança atuais e me posicionar como um jogador-chave na formação de uma sociedade mais segura nos Estados Unidos”, finaliza.

Sobre o profissional:

Fábio Costa Barroso é bacharel em Direito pela Universidade Novos Horizontes, em Minas Gerais, e possui pós-graduação em Direito aplicado à Segurança Pública. Ao longo de sua carreira, dedicou mais de 15 anos à Polícia Militar de Minas Gerais. 

Website: https://premiumgmp.com/

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Busca pela aparência movimenta mercado da estética

Uma pesquisa da ISAPS apontou que procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos tiveram aumento de 19,3%

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Belo Horizonte 12/4/2024 – a busca por tratamentos modernos e não-evasivos reflete a mudança de paradigma por resultados estéticos e métodos minimamente invasivos

Uma pesquisa da ISAPS apontou que procedimentos cirúrgicos e não cirúrgicos tiveram aumento de 19,3%

Uma pesquisa feita pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética – International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), divulgou resultados sobre procedimentos estéticos/cosméticos, apontando um aumento geral de 19,3 % nos procedimentos feitos por cirurgiões plásticos em 2021, com mais de 12,8 milhões de métodos cirúrgicos e 17,5 milhões não cirúrgicos realizados no planeta. Ainda de acordo com a pesquisa, os cinco procedimentos mais comuns no mundo continuam sendo a lipoaspiração, o aumento dos seios, a cirurgia de pálpebras, a rinoplastia e a abdominoplastia. Já os não cirúrgicos são a toxina botulínica, o ácido hialurônico, a depilação, o lifting facial e a redução de gordura.

No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), só em 2023 mais de 2 milhões de procedimentos foram realizados pela população brasileira, sendo que a lipoaspiração seguida das próteses mamárias foram os procedimentos mais procurados pelos pacientes.

No panorama da estética, de acordo com Simone Barros, fisioterapeuta dermatofuncional, fundadora da Clínica Simone Barros, em Belo Horizonte, “a busca por tratamentos modernos e não-evasivos reflete a mudança de paradigma por resultados estéticos e métodos minimamente invasivos”. E complementa dizendo que “essa direção reflete não apenas uma mudança nas expectativas do paciente, mas também uma valorização da individualidade”. 

Simone diz que, “na Clínica Simone Barros, nos últimos dois anos, os procedimentos mais procurados pelos pacientes incluem criolipólise, endolaser, ultraformer, radiofrequência, lavien, morpheus, depilação e laser”.

Clínica Simone Barros

Fundada em Belo Horizonte (MG), a Clínica Simone Barros presta serviços de estética e tem parcerias com médicos dermatologistas e nutricionistas. A clínica valoriza a saúde e o relacionamento com o paciente, além da estética. Cada caso é avaliado e tratado individualmente e o objetivo é superar as expectativas dos clientes.

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