Conecte-se conosco

Notícias

Cai índice de desmatamento na Amazônia Legal em janeiro deste ano

Publicado

em

A redução no índice de desmatamento é resultado do trabalho coordenado pelo Conselho Nacional da Amazônia Legal. - Foto: Banco de imagens

A redução chega a 70% em relação ao mesmo mês do ano passado.

O índice de desmatamento na Amazônia Legal teve queda em janeiro. Dados divulgados pelo Sistema Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), revelam que o último mês de janeiro apresentou a menor área de alertas de desmatamento na região dos últimos quatro anos, com uma redução de 70% em relação ao mesmo mês de 2020.

O sistema Deter, que aponta alertas de desmatamento na Amazônia em tempo real, mostrou uma área desmatada em janeiro deste ano de 86 quilômetros quadrados, contra 284 quilômetros quadrados em janeiro de 2020.

E entre agosto de 2020 e janeiro de 2021, segundo o Inpe, também houve uma queda de 21% na quantidade de desmatamento se comparado ao período anterior.

“Não tenho dúvidas de que estamos no caminho certo. E o trabalho tem apresentado resultados extremamente positivos, como essa tendência de redução no desmatamento”, afirmou o diretor-geral do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), Rafael Costa.

O Censipam é um órgão ligado ao Ministério da Defesa criado com o objetivo de promover a proteção, inclusão social e o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal.

Fatores que levaram à redução do desmatamento

Segundo o Ministério da Defesa, a redução no índice de desmatamento na Amazônia Legal é resultado do trabalho integrado coordenado pelo Conselho Nacional da Amazônia Legal na região.

“Eu costumo afirmar que a chave para o sucesso aos crimes ambientais está na integração e, nesse sentido, tanto o Ministério da Defesa quanto o Censipam têm trabalhado de forma intensa. O Ministério da Defesa, com a coordenação das Operações Verde Brasil 1 e Verde Brasil 2; e o Censipam, com o apoio do Conselho Nacional da Amazônia na criação do Grupo Integrado para Proteção da Amazônia”, ressaltou o diretor-geral do Censipam.

Grupo Integrado para Proteção da Amazônia

O Grupo Integrado para Proteção da Amazônia (Gipam) foi criado em março de 2020 com a missão de facilitar a troca de informações e produzir análises e modelos capazes de priorizar as ações em campo. Ou seja, o grupo faz a fusão e verificação de informações disponíveis nos bancos de dados de agências de proteção ambiental e órgãos policiais, e elabora relatórios que mostram detalhes sobre onde ocorre o desmatamento e o garimpo ilegal. A partir desses relatórios, os órgãos ambientais fazem o planejamento das ações das Forças Armadas e equipes de fiscalização.

“A ideia do trabalho é identificar o início do desmatamento, evitando a derrubada da floresta. As análises produzidas são encaminhadas para a coordenação da operação Verde Brasil 2 e para todas as agências envolvidas”, explicou Rafael Costa.

O Gipam é composto pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe); Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama); Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio); Serviço Florestal Brasileiro; Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra); Fundação Nacional do Índio (Funai); Polícia Federal (PF); Polícia Rodoviária Federal (PRF); Agência Brasileira de Inteligência (Abin); e Agência Nacional de Mineração (ANM).

 

Por | gov.com.br

Notícias

Meios de pagamentos digitais ganham destaque no Dia dos Pais

Segundo dados da Central Sicredi Norte/Nordeste, cerca de 90% da base de associados ativos utilizam alguma das novas ferramentas para pagamento. No comércio, cerca de 13 mil máquinas de cartões estão ativas na região, distribuídas nos nove estados do Nordeste e no estado do Pará.

Publicado

em

por

12/8/2022 – Com o aumento do comércio no Dia dos Pais, consumidores e comerciantes usam tecnologia para facilitar as transações de compra e venda de forma segura e prática

Segundo dados da Central Sicredi Norte/Nordeste, cerca de 90% da base de associados ativos utilizam alguma das novas ferramentas para pagamento. No comércio, cerca de 13 mil máquinas de cartões estão ativas na região, distribuídas nos nove estados do Nordeste e no estado do Pará.

A procura pelo presente para o Dia dos Pais sempre movimenta o comércio neste mês, e em 2022, primeiro ano após as restrições causadas pela pandemia, estima-se que haja um aumento nas vendas comparado a 2021. Por isso, os consumidores devem estar atentos às melhores formas de pagamento, taxas de juros e segurança na hora de suas compras, uma vez que existe um mundo de opções ofertadas pelas instituições financeiras.

O Sicredi, por exemplo, Instituição Financeira Cooperativa presente em todos os estados e Distrito Federal e com mais de 6 milhões de associados no país, conta com diversas ferramentas digitais para atender os associados que buscam as melhores formas de fazer suas compras. Entre elas estão o  Internet Banking (IB) e aplicativo mobile, usados para transferências – TED e DOC, e Pix; carteiras digitais, que permitem o uso do smartphone/smartwatch em substituição ao cartão de crédito em suas transações, além dos tradicionais cartões de crédito e débito.

“Sabemos que em datas comemorativas, o fluxo no comércio aumenta bastante e esses meios de pagamentos digitais permitem aos nossos associados mais segurança, comodidade e autonomia na hora de realizar suas transações financeiras”, destaca Raquel Viana, analista de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi Norte/Nordeste.

De acordo com dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS), no segundo trimestre de 2021 foram movimentados R$ 34,4 bilhões via pagamento por aproximação, um aumento de 694% no uso desta solução, sendo cartão de crédito R$ 19 bi (+548,8%); cartão de débito: R$ 10,6 bi (+904%); e cartão pré-pago: R$ 4,8 bi (+1.283%). Seguindo essa mesma linha de crescimento e de adesão, tudo indica que os novos meios digitais de pagamento vieram para ficar.

Segundo os dados da Central Sicredi Norte/Nordeste, os associados têm uma ótima adesão às ferramentas digitais, com cerca de 90% da base de ativos utilizando alguma dessas ferramentas, seja o Internet Banking, carteira digital ou app mobile. Em junho deste ano, a Central possuía 130.031 associados com cadastro no IB e 148.080 com cadastro no app mobile.

Máquinas de cartões são opção prática e segura

Se de um lado a segurança está garantida com as novas formas de pagamento, do outro, a gestão das vendas também pode ser feita com a ajuda das novas tecnologias. Em 2021, as máquinas de cartões do Sicredi já eram utilizadas por mais de 180 mil associados microempreendedores individuais (MEI), pessoas jurídicas (PJ) e pessoas físicas (PF). As máquinas também contam com pagamento via Pix, que permite ao dono do negócio receber e transferir valores a qualquer hora do dia, inclusive nos fins de semana.

De acordo com a base de dados de junho deste ano, a Central Sicredi Norte/Nordeste tem 13 mil máquinas de cartões ativas, distribuídas nos 9 estados do Nordeste e no estado do Pará, no Norte, e mais de 10 mil associados Pessoa Jurídica que possuem comércio atacadista e/ou varejo na região. Desta forma, também são mais de 10 mil comerciantes que garantem a segurança e a praticidade na hora de vender seus produtos e/ou serviços.

Website: https://www.sicredi.com.br/home/

Continuar Lendo

Notícias

IBGE aponta queda de 1,4% nas vendas do varejo em junho

Segundo a Instituto, é o segundo mês seguido de queda. O setor acumula retração de 0,8% em relação aos meses de março e abril. O resultado representa maior variação negativa para o comércio desde dezembro de 2021. Para quem atua no setor, o planejamento financeiro é essencial para segurar as contas em tempos de economia em baixa.

Publicado

em

por

São Paulo 12/8/2022 – É preciso prever baixas e altas de preços, em decorrência, respectivamente, de aumentos ou diminuição na oferta de bens de consumo.

Segundo a Instituto, é o segundo mês seguido de queda. O setor acumula retração de 0,8% em relação aos meses de março e abril. O resultado representa maior variação negativa para o comércio desde dezembro de 2021. Para quem atua no setor, o planejamento financeiro é essencial para segurar as contas em tempos de economia em baixa.

Pelo segundo mês consecutivo, as vendas no comércio varejista apresentaram queda. De acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta semana, as vendas em junho recuaram 1,4% em relação ao mês de maio. É a segunda variação negativa do setor, que acumula retração em 0,8% em dois meses, na comparação com o bimestre anterior.

Segundo o IBGE, é a maior variação negativa desde dezembro de 2021, quando foi registrada uma queda nas vendas de 2,9%. Os setores que mais impactaram no dado negativo foram o de tecido, vestuário e calçados, com queda de 5,4%; e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que apresentaram recuo de 0,5% no período.

Apesar da variação negativa, o comércio registrou alta também de 1,4% no primeiro semestre, na comparação com os primeiros seis meses do ano passado. Mesmo com o acumulado positivo, os números ainda estão instáveis e mostram a necessidade de as empresas do varejo segurarem custos e apostarem em um planejamento financeiro que as permitam passar pelo período com mais segurança.

De acordo com o administrador de finanças Anderson Alvarenga Farias, o planejamento financeiro dentro do mercado varejista é capaz de garantir uma gestão equilibrada, com capacidade de antecipar qualquer tipo de imprevisto. “Esse tipo de planejamento no setor de varejo é o responsável por determinar as diretrizes de uma empresa e é capaz de solucionar as decisões a serem tomadas dentro de um contexto realista de mercado”, atesta.

Ele complementa que os planejamentos financeiro e orçamentário são os principais instrumentos que ajudam a estabelecer um roteiro para atingir os objetivos de uma organização empresarial. “Os dois planos refletem em todos os setores, funcionando como mecanismo de controle para as demais atividades do setor varejista, como o de supermercados, por exemplo”, diz.

Outro fator que deve estar presente no planejamento financeiro é o conhecimento da área de atuação no mercado. Farias explica que a capacidade de liquidez garante o cumprimento de todos os compromissos financeiros da empresa. “Podemos colocar como exemplo o capital de giro, que é o recurso financeiro existente na empresa capaz de suprir as necessidades do dia a dia. Estas necessidades determinam que sejam cumpridas as metas estabelecidas para a sobrevivência da empresa no mercado varejista”, informa.

Ciclo Operacional – E para conseguir fazer o capital de giro dar conta de todas as obrigações da empresa, o profissional lembra que as empresas precisam saber como funciona o ciclo operacional da organização.

“Uma análise errada do ciclo operacional pode fazer com que a empresa perca dinheiro, deixando de utilizar o capital em alguma atividade que proporcione melhor remuneração. É preciso analisar o custo de oportunidade de cada tomada de decisão para poder maximizar os resultados e analisar a rentabilidade do negócio no varejo em geral”, destaca o profissional, que tem mais de 18 anos de experiência na área.

Outro fator que deve ser considerado é a sazonalidade específica do negócio. Anderson Farias explica que ela precisa fazer parte do planejamento financeiro para que este possa ser compatível com a realidade varejista nos períodos sazonais.

“É preciso prever baixas e altas de preços, em decorrência, respectivamente, de aumentos ou diminuição na oferta de bens de consumo. É preciso também se ater às condições de cálculo de margem de lucro para os produtos, para que os preços sejam repassados ao consumidor final de uma forma correta para compra e consumo”, conclui o profissional.

Continuar Lendo

Notícias

Mais de 1,4 milhão de negócios encerraram as atividades em 2021 no país

Cerca de 90% das empresas que fecharam as portas são de pequeno e médio porte. Má gestão e impacto da pandemia são as principais causas.

Publicado

em

por

São Paulo 12/8/2022 – É muito importante que os KPIs sejam desenvolvidos para que tenham suas atualizações de forma prática e on-time, de preferência.

Cerca de 90% das empresas que fecharam as portas são de pequeno e médio porte. Má gestão e impacto da pandemia são as principais causas.

As portas se fecharam definitivamente para pouco mais de 1,4 milhão de empresas brasileiras em 2021. Os dados do painel “Mapa de Empresas”, do Ministério da Economia, apontam que, do total, 92% eram pequenos negócios. No período de janeiro a junho deste ano as empresas que afirmaram ter decretado falência já chegam a 830 mil. Quase 200 mil a mais se comparado ao mesmo período do ano passado, conforme o levantamento do governo.

Embora os impactos decorrentes da pandemia ainda sejam visíveis em muitos setores econômicos, o fato é que a ausência de um bom planejamento e a má gestão operacional e financeira são considerados os principais motivos que afetam a saúde dos negócios. Com a crise sanitária estabilizada, o cenário político-econômico tem sido bem avaliado pelo empresariado brasileiro. Ainda que o Índice de Confiança Empresarial (ICE) divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) tenha registrado uma leve queda de 0,3 ponto percentual em julho em relação a junho, o estudo considera a diferença pequena para sinalizar uma mudança de tendência no setor, já que os números registraram alta nas expectativas durante quatro meses seguidos.

É com essa perspectiva de retomada do crescimento que as empresas devem se atentar para dar um salto na inovação com relação à administração de seus negócios, com investimento em ferramentas de gestão que agreguem maior desempenho e menos custos.

Uma das ferramentas que contribui para manter o empreendimento num alto grau de competitividade e com foco nos objetivos estratégicos é a utilização de Key Performance Indicator (KPI), conhecido como indicador de performance. De acordo com o gerente de Operações e Engenharia, Irineu Benelli Júnior, o uso dessa ferramenta em ambientes e situações complexas de gerenciamento – como o momento atual que estamos atravessando, com a escassez de insumos e componentes na cadeia de suprimentos, por exemplo – tem se tornado cada vez mais importante para o atendimento de um mercado que demanda por prazos de produção reduzidos e baixo custo.

“O gerenciamento no seguimento de projetos especiais, equipamentos customizados e de produção MTO (Make to Order) por si só já são de alta complexidade, e quando somadas com situações não planejadas como essas demandam um dinamismo ainda maior para a gestão. E para isso, é importante uma tomada de decisão ágil e assertiva para atingimento dos objetivos corporativos, afinal, são inúmeras as variáveis que surgem todos os dias nesse ambiente de concepção e construção de um novo produto e que podem comprometer os resultados”, explicou.

Para o especialista, o KPI é como se fosse uma bússola que direciona os gestores em tomadas de decisão mais ágeis, assertivas e transparentes. “São métricas de monitoramento estabelecidas dentro do fluxo de trabalho, que suportam no direcionamento das operações e pessoas em relação aos objetivos e metas traçadas na fase de planejamento de um projeto, programa de melhoria e no processo de planejamento estratégico de uma empresa ou de uma área em específico”, detalha ele, que acumula 18 anos de experiência na área. 

Monitoramento para visualizar desempenho da empresa

O processo de monitoramento na empresa, assim como a periodicidade, deve ser estabelecido de acordo com a necessidade. O resultado de tudo que é mensurado no indicador deve ser transformado em ações, que precisam primeiramente ser analisadas e discutidas constantemente, servindo como feedback para a tomada de decisões táticas e estratégicas.

“É muito importante que os KPIs sejam desenvolvidos para que tenham suas atualizações de forma prática e on-time, de preferência. Costumo dizer que um bom indicador precisa ser como o marcador de combustível de seu carro. A qualquer momento você consegue visualizar qual é a real condição em que se encontra. E isso possibilita a tomada de decisão de quando e quanto abastecer, acrescenta Irineu Benelli Júnior.

Visão clara sobre o andamento do negócio, aperfeiçoamento do desempenho, melhor capacidade de tomada de decisão, identificação de gargalos, estímulo do desempenho individual das pessoas, aumento de eficiência e produtividade, acuracidade da informação, redução de custos com perdas e alinhamento de metas são algumas das vantagens elencadas pelo profissional para a gestão que utiliza indicadores como estratégia para seus negócios.

Website: https://www.linkedin.com/in/irineu-benelli-61a66327/

Continuar Lendo

Em Alta

...