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Com crescimento do agronegócio, gestão financeira se torna ferramenta para ampliação dos negócios

De acordo com especialista, o agricultor está cada vez mais qualificado e organizado financeiramente, na busca da ampliação de seus negócios

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São Paulo, SP 5/2/2021 – Um profissional com experiência em outras empresas do agro pode auxiliar na otimização de custos e melhorar o desempenho da atividade rural

De acordo com especialista, o agricultor está cada vez mais qualificado e organizado financeiramente, na busca da ampliação de seus negócios

Atualmente o agronegócio é um dos setores que mais crescem no Brasil, sendo responsável por 25% do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). E conforme estimativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, para 2021, o crescimento deve ser de 3% no PIB Agro e 4,2% de Valor Bruto da Produção.

O agronegócio está cada dia mais profissionalizado e pautado na excelência de produção, e entender melhor sobre os caminhos que devem ser tomados para uma melhor gestão do negócio se faz necessário com o passar dos anos, segundo Lucas de Souza Ferreira, bacharel em agronegócio. Ele informa que hoje em dia os grandes produtores rurais não estão com a mesma visão de 10 anos atrás, em que o trabalho era voltado ao campo e pouco ao lado gerencial financeiro.

Lucas Ferreira lembra que uma propriedade rural é uma empresa, e como qualquer empresa, é preciso de uma organização financeira que controle o orçamento e o fluxo de caixa. “Nos dias atuais enxerga-se uma grande movimentação para a profissionalização gerencial, os grandes produtores estão sim focados no campo, porém com mais eficácia de custo, viabilização de ferramentas, parcerias, exportações e qualidade do produto final. Nota-se que os produtores que estão aplicando essa gestão estão tendo melhores resultados. A questão é como um produtor pode fazer tudo isso, ou seja, ser a parte gerencial, operacional e comercial, visto que fazendas são grandes empresas familiares no Brasil”, explica Ferreira, com mestrado em Administração de Empresas com ênfase em Concentração Contábil.

O profissional em agronegócio, com curso de Gestão da Cadeia de Abastecimento, alerta que grande parte dos produtores ainda não encara sua propriedade como uma empresa e acaba misturando as finanças do negócio com as contas pessoais. Além de não saber administrar o grande volume e a complexidade dos impostos que incidem no setor. Nesse sentido, ele esclarece que a melhor maneira de aprender a lidar com o orçamento é com o auxílio de uma consultoria financeira para administrar as finanças e otimizar os ganhos. Na qual se faz uma análise e um diagnóstico do que se precisa para montar um planejamento estratégico orçamentário com o objetivo de estabelecer um bom controle de fluxo de caixa. Essa consultoria financeira pode ser de dois tipos: uma na área empresarial, com foco na empresa, e outra pessoal, com foco nas finanças do cliente.

“É importante salientar que os grandes centros urbanos estão trabalhando na qualificação de profissionais voltados a esse novo mundo corporativo. Infere-se a importância de uma consultoria financeira para o agronegócio, pois, um profissional com experiência em outras empresas do agro pode auxiliar na otimização de custos e melhorar o desempenho da atividade rural. Visto que o profissional pode auxiliar em vários fatores como: network, comercial, gerenciamento entre outros importantes para o andamento financeiro. O produtor quando contrata uma consultoria financeira está autorizando um profissional que é voltado à área a aplicar ferramentas eficazes para o melhor desempenho econômico. Assim o mesmo pode focar suas energias para a parte operacional e comercial”, explana Lucas, com vasta experiência em estudo de comércio internacional com foco em café.

Para Ferreira, que tem forte atuação na área financeira, em bancos de investimento e em análise da viabilidade econômica, o setor da agronomia tomou proporções sensacionais, em que o agricultor está cada vez mais informado e digitalizado, procurando se qualificar mais para ampliar seus negócios. A estimativa do Ministério da Agricultura, para 2021, é de que as remessas de produtos e mercadorias para outros países rendam US$ 73 bilhões para o setor agrônomo. “Uma boa gestão financeira possibilita ao agricultor compreender no que, onde e como está investindo seus recursos. O retorno é cada vez mais proveitoso, uma estrutura financeira organizada impacta tanto no lucro da sua propriedade como na do país”, conclui Lucas de Souza Ferreira, que também possui habilidade profissional em analise analítica, liderança, comunicação com agentes internos e externos e conhecimento financeiro. 

Website: http://linkedin.com/in/lucas-ferreira-3b302186

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Energia solar tem papel estratégico para o desenvolvimento econômico, social e sustentável

A fonte solar fotovoltaica agrega inúmeros benefícios para o progresso do país.

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São Paulo – SP 3/3/2021 – A Aliança Solar Internacional (ISA) classificou o Brasil como um dos quatro destaques do mercado de energia solar entre seus 80 países-membros.

A fonte solar fotovoltaica agrega inúmeros benefícios para o progresso do país.

Diante da crise do novo coronavírus no Brasil, o segmento de usinas solares de grande porte deve sair da produção atual de 2,4 GW para 3 GW, representando um aumento de 25%. “Fica cada vez mais evidente o papel estratégico da energia solar para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do Brasil, trazendo mais liberdade de escolha aos consumidores, empresários e produtores rurais”, salienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News & Negócios (www.revistaecotour.news).

A tecnologia solar fotovoltaica evoluiu de forma significativa na última década. Avanços importantes no processo de manufatura, novos recordes de eficiência dos módulos fotovoltaicos e o barateamento dos equipamentos tornaram a eletricidade do sol cada vez mais acessível a todas as camadas da população.

Desde 2012, os consumidores brasileiros já investiram mais de R$ 10 bilhões em sistemas de energia solar na geração distribuída. Estes investimentos privados, feitos diretamente pela população e independentes de licitações ou leilões dos governos, acrescentaram ao Brasil uma potência de mais de 1,9 gigawatt (GW), espalhado por mais de 70% dos municípios brasileiros.

“Em 2019, o segmento criou uma média de 92 postos de trabalho por dia no País, uma verdadeira locomotiva de novos empregos e oportunidades, trazendo renda e alento a milhares de brasileiros que estavam fora do mercado formal. No acumulado, já são aproximadamente 100 mil trabalhadores solares”, relata Vininha F. Carvalho.

A Aliança Solar Internacional (ISA) classificou o Brasil como um dos quatro destaques do mercado de energia solar entre seus 80 países-membros que não fazem parte da OCDE. A classificação de “Achiever”, a mais alta do ranking da instituição, também foi dada à Índia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos e está detalhada no relatório Ease of Doing Solar (EoDS).

O relatório é de particular importância para as instituições financeiras internacionais ao revelar os países que possuem regimes transparentes e prontos para a infraestrutura apoiados por mercados favoráveis aos investidores. O documento também orienta os governos na identificação das principais iniciativas políticas que incentivam e facilitam a energia solar.

“A atividade econômica é aquecida com o dinheiro economizado na conta de luz dos consumidores com energia solar. Este valor é inserido no mercado e ajuda a movimentar os setores de comércio e serviços”, conclui Vininha F. Carvalho.

Website: https://www.revistaecotour.news

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Amazonas recebe usinas de oxigênio para apoiar o atendimento da COVID-19 em 460 leitos

Doações feitas através de uma cooperação entre a iniciativa privada e entes públicos ficarão como legado para os hospitais após a pandemia

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São Paulo, SP 3/3/2021 –

Doações feitas através de uma cooperação entre a iniciativa privada e entes públicos ficarão como legado para os hospitais após a pandemia

Perto de 460 leitos de hospitais públicos amazonenses tiveram a sua capacidade de atendimento contra a COVID-19 reforçada pela doação de cinco usinas de produção de oxigênio ao sistema de saúde do Amazonas. A iniciativa para enfrentar o crescimento do número de casos e a insuficiência de equipamentos para a produção do oxigênio neste início de 2021 no estado foi articulada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), através de uma ação de cooperação entre entes públicos e a iniciativa privada que reuniu doações feitas por uma série de empresas, entre elas o UnitedHealth Group Brasil.

Cada usina tem capacidade de produzir cerca de 25m³ de oxigênio por hora, quantidade suficiente para suprir uma unidade hospitalar em 12 leitos de terapia intensiva e 80 leitos de internação e pronto atendimento. O processo garante a produção de oxigênio diretamente nos hospitais com o acoplamento do equipamento ao sistema de ventilação das unidades para fazer o processo de filtragem e tratamento do oxigênio no local. Os equipamentos ficarão como legado para o estado do Amazonas e poderão ser utilizados pelos hospitais em necessidades futuras.

Um dos principais ensinamentos que ficará para diversos setores da economia sobre o enfrentamento da pandemia da COVID-19 é a importância da cooperação entre a iniciativa privada e o poder público. A união de empresas e governos (através de instituições municipais, estaduais ou federais) tem resultado em ações de sucesso, como a ampliação de oferta de leitos hospitalares (e o crescimento da capacidade de atendimento); o incentivo à produção e o apoio à distribuição de equipamentos de proteção individual; a geração de renda e as doações para populações vulneráveis; e a contribuição para o aumento das quantidades de testes realizados, entre outros.

“A pandemia da COVID-19 nos impacta de incontáveis formas e nos instiga a tomar diversas medidas para contê-la. Acredito que o que mais tem se destacado é a imensa compaixão que nos leva a proteger, esclarecer e tratar milhares de pessoas com uma intensidade incomparável. O UnitedHealth Group Brasil tem a compaixão como um dos seus valores institucionais e, neste momento, ações de solidariedade fazem toda a diferença no combate ao novo coronavírus”, destaca José Carlos Magalhães, presidente do UnitedHealth Group Brasil, empresa de saúde e assistência médica diversificada que reúne a operadora de planos de saúde Amil e a rede Americas. Em 2020, a companhia realizou doações no valor de R$ 38 milhões para apoiar 11 projetos de responsabilidade social no combate à pandemia da COVID-19.

 

Website: https://www.unitedhealthgroup.com/

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A Covid-19 tornou o outplacement ainda mais importante para as empresas

Pesquisa desenvolvida por consultoria especializada em carreira aponta que as empresas estão investindo no desligamento de seus colaboradores. O outplacement pode ajudar demitidos a planejarem a carreira e obter sucesso na vida profissional. A demissão pode gerar inseguranças e ansiedades que precisam ser trabalhadas no outplacement.

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São Paulo SP 3/3/2021 – O abalo emocional de uma demissão pode afetar a transição de um indivíduo para um novo papel e resultar num atraso na busca de um novo emprego

Pesquisa desenvolvida por consultoria especializada em carreira aponta que as empresas estão investindo no desligamento de seus colaboradores. O outplacement pode ajudar demitidos a planejarem a carreira e obter sucesso na vida profissional. A demissão pode gerar inseguranças e ansiedades que precisam ser trabalhadas no outplacement.

A pandemia impactou todas as organizações, setores e no mundo. Líderes de empresas enfrentam difíceis decisões sobre os colaboradores. É importante para as organizações garantir que aqueles que estão saindo do negócio contem com o apoio e a confiança para entrar em um mercado de trabalho em constante mudança. Um serviço de outplacement que era obrigatório na demissão de diretores e presidentes, passou a ser incluído na demissão de todos os níveis, segundo dados de uma pesquisa da United HR (consultoria internacional especializada em outplacement).

A pesquisa aponta que investir na recolocação é importante para proteger a reputação da companhia; ajuda a garantir que as empresas permaneçam respeitadas por se preocuparem com seus colaboradores na demissão.

Márcio Miranda, CEO Latam da United HR, afirma que os líderes precisam reconhecer o impacto que essa mudança terá na força de trabalho. A demissão em massa causa frustrações, inseguranças, ansiedades, insônia e baixa estima. Esses sentimentos negativos fazem com que os funcionários remanescentes percam a confiança na companhia, impactando na produtividade e desempenho e um aumento nos pedidos de demissão voluntária.

“Ao investir em outplacement, os líderes podem garantir que os colaboradores que ficam vejam que quem está demitido está sendo apoiado de fato restaurando sua confiança. O outplacement permite planejar o próximo passo de sua carreira para uma transição estruturada para seu próximo emprego. Um especialistas em carreira ou coach pode ajudar em um novo plano de ação, de onde se recolocar e no autoconhecimento de habilidades e competências que se encaixam em determinados cargos, ajudando a encontrar uma recolocação de sucesso”, esclarece Hends Tabanez, Diretor da Divisão de Outplacement da United HR.

“O abalo emocional de uma demissão pode afetar a transição de um indivíduo para um novo papel e resultar num atraso na busca de um novo emprego”, afirma Hends.

Segundo Alisson Soncine, Managing Director da United HR, “o outplacement proporciona um autoconhecimento, mudanças de comportamentos inadequados, desenvolvimento de competências e explora os diferentes caminhos de carreira disponíveis; seja manter-se no mesmo setor, mudança de carreira, se tornar um empresário, buscar um conselho administrativo, investir em educação superior ou aposentadoria. O outplacement pode tornar o ex-colaborador visionário, bem como ajudá-lo a entender as ferramentas e recursos necessários para dar os próximos passos, ajuda a reduzir a ansiedade da perda do emprego e significa que os funcionários que saem têm mais chances de alcançar a recolocação mais rapidamente”.

“Além disso, uma tendência crescente de “pré-recolocação” é que alguns empregadores oferecem suporte de desenvolvimento de carreira para todos os funcionários antes da notificação de demissão – o que significa que os indivíduos têm uma vantagem inicial ao considerar seu próximo movimento de carreira, bem como uma oportunidade de recolocação interna caso uma opção adequada esteja disponível. Consequentemente, aqueles que passam para o programa de suporte total de recolocação estão prontos para começar imediatamente, enquanto a organização pode reter parte de seu talento por meio de realocação interna”, afirma Alisson Soncine.

Para Márcia Pillat, CEO North America da UNITED HR, a Covid-19 mudou funções e formas de trabalho, só porque uma função não é mais viável, não significa que o indivíduo que a ocupou anteriormente também se tornou excedente aos requisitos. Retenção de habilidades e talentos é fundamental; seja por meio de redistribuição interna, ou para garantir que aqueles que saem da organização o façam positivamente, com a ideia de que podem fazer o caminho de volta (efeito bumerangue) em algum ponto no futuro – e o outplacement torna tudo isso possível”.

“Muitas organizações também estão procurando incluir suporte adicional para aqueles que permanecem no negócio como parte de seus programas de outplacement. Isso pode ser feito com change management e treinamento de resiliência para líderes e gestores, para que conduzam as demissões com a aptidão e equilíbrio emocional e que continue sendo um agente desenvolvedor de talentos inclusive a quem é demitido”, afirma Márcia Pillat.

A pesquisa da United HR aponta que aumentaram em 60% a contratação do outplacement pelas empresas, pois querem desenvolver os gestores para conduzir a demissão, preparando-os para que este momento difícil possa ser um momento de impulsionar e transformar de forma positiva o demitido, para que seja garantido seu sucesso profissional.

Website: http://unitedhr.co

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