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Matrículas abertas: como acolher os pais e os estudantes nesse momento?

Dicas sobre como se preparar para o período de rematrículas e captação de novos alunos

Publicado

em

4/11/2020 –

Dicas sobre como se preparar para o período de rematrículas e captação de novos alunos

Faltam dois meses para o ano terminar e muitas escolas já estão com as matrículas abertas para receber os novos alunos ou renovar a matrícula dos estudantes que já estudam na instituição. Neste ano, será preciso um preparo ainda maior das unidades de ensino, já que 2020 está sendo um ano com grandes desafios para os educadores, familiares e alunos, em razão da pandemia de coronavírus.

Além de preparar toda a estrutura física dos ambientes, explicar a metodologia da escola e o modelo de gestão, também será preciso mostrar como a escola está adaptada às novas tecnologias e soluções digitais, além de deixar o ambiente seguro e higienizado. Dentro disso, vale destacar também a importância do acolhimento de familiares, professores e alunos.

Sabendo da importância desse momento para as escolas, a Conexia Educação listou algumas dicas de como se preparar para o período de rematrículas e captação de novos alunos:

Definição de objetivos

A captação de novos alunos e as rematrículas envolvem várias etapas que a escola precisa seguir. Os gestores devem ter as metas e os objetivos para o próximo ano bem estabelecidos e claros, como o número total de vagas disponíveis e quantas inscrições pretendem ter.  

Comunicação com os pais

Para conseguir resultados ainda mais positivos, é importante avisar os pais ou responsáveis com antecedência sobre a data prevista para a renovação de matrículas. Essa informação antecipada possibilita manter os alunos já matriculados e eleva as chances de captar novos, já que aqueles que conhecem a instituição podem comentar com outros pais interessados.   

Divulgação nas redes sociais

Todo mundo sabe que as redes sociais se tornaram ferramentas poderosas para potencializar a divulgação de diversos negócios, e com as escolas a situação não é diferente. Por essa razão, para ganhar vantagens frente aos concorrentes, é fundamental utilizar as redes sociais para divulgar a campanha de matrículas e os diferenciais da sua instituição, com postagens frequentes e conteúdos relevantes para o seu público-alvo.

Além disso, é preciso investir em publicações patrocinadas para aumentar as chances de captar novos alunos, de forma personalizada.

Metodologia da escola

Uma preocupação dos pais é sobre a metodologia que a escola utiliza. Por isso, no primeiro contato é importante que a equipe pedagógica mostre tudo o que será utilizado no dia a dia, quais caminhos serão adotados para o desenvolvimento dos alunos e como o estudante será preparado para os desafios do século 21.

No caso dos materiais físicos, apresente a eles e deixem conferir tudo em mãos. Em razão do coronavírus, compartilhar os livros em formato digital também pode ser uma boa opção para evitar a contaminação dos materiais e facilitar a higienização.

Se alguma disciplina envolver solução digital por meio de app, compartilhe e deixe que faça uma degustação para entender como a ferramenta vai ajudar no processo de aprendizagem do aluno.

Adaptação ao novo normal

Com a chegada da pandemia, houve uma diversificação na oferta de serviços. A tecnologia se tornou fundamental para que as aulas continuassem sendo oferecidas, portanto, a escola pode trazer para os pais ou responsáveis a possibilidade em realizar as matrículas de forma on-line.

Se isso acontecer, o atendimento deve ser muito parecido com o presencial, mostrando todos os materiais e recursos tecnológicos, mas de forma virtual, inclusive oferecendo um tour on-line para conhecer as dependências da escola.

Visita presencial

Se a visita dos pais ou responsáveis for presencial, é importante ter colaboradores preparados para mostrar todo o ambiente a eles, de forma segura. Essa ação é fundamental para que tenham ciência do espaço em que os filhos ficarão e a estrutura da escola para o desenvolvimento estudantil desse aluno.

Organização e higiene

Em tempos de pandemia, é esperado que as escolas estejam organizadas, arejadas e sempre limpas. As visitas presenciais devem ser marcadas, seguindo todos os protocolos de segurança, como a utilização de máscara e/ou viseiras, álcool em gel, distanciamento social, medição de temperatura e higienização dos calçados com tapetes sanitizantes.

Apoio socioemocional

O desafio para os educadores, alunos e familiares no ano de 2020 foi grande e a carga emocional deixou as pessoas com sentimentos de tristeza, incerteza, ansiedade e muito medo. Os pais precisaram se desdobrar em casa para ajudar os filhos a se organizarem e persistirem no aprendizado diário. Por isso, é fundamental que, no momento da matrícula, essas pessoas sintam-se seguras e acolhidas, com carinho, gentileza e empatia.

 

Conexia Educação

A Conexia Educação é uma empresa do Grupo SEB, o maior grupo de Educação Básica do Brasil, que nasceu para desenvolver, agora, a educação do futuro. Acreditando que cada aluno é único e tem necessidades individualizadas, utiliza o digital como alavanca para potencializar a aprendizagem e empoderar os alunos e os professores em busca de um trabalho mais colaborativo, contextualizado e baseado em dados. Essa jornada de transformação acontece por meio de um completo ecossistema integrado, entregue por meio das marcas Plataforma AZ de Aprendizagem, High Five Bilingual School e My Life Educação Socioemocional. Saiba mais em www.conexia.com.br

Website: http://www.conexia.com.br

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

Publicado

em

Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

Publicado

em

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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