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Medidas preventivas contra a pediculose no verão

O verão, marcado por elevadas temperaturas, é um clima favorável para a maior proliferação de piolhos e lêndeas. Para evitar piolhos e lêndeas no verão, é essencial ficar atento às principais medidas preventivas.

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São Paulo, SP 1/2/2021 – O verão é um clima favorável para a maior proliferação de piolhos e lêndeas em crianças e adultos.

O verão, marcado por elevadas temperaturas, é um clima favorável para a maior proliferação de piolhos e lêndeas. Para evitar piolhos e lêndeas no verão, é essencial ficar atento às principais medidas preventivas.

A incidência de doenças como intoxicação alimentar, desidratação e insolação é muito comum no verão, estação mais quente do ano. Muitas famílias aproveitam o clima ensolarado para realizar atividades ao ar livre, frequentar praias, clubes e piscinas, esquecendo-se, muitas vezes, de hidratar-se e se proteger com filtro solar.

Além da preocupação com o corpo e a pele, também é preciso cuidar dos fios e do couro cabeludo, atentando-se aos sintomas de pediculose.

O que é pediculose?

Pediculose é o termo médico designado para referir-se a infestações causadas por piolhos e lêndeas, pequenos insetos que se alimentam de sangue humano e se reproduzem com muita rapidez.

O parasita é encontrado com maior incidência na cabeça dos seres humanos, podendo acometer crianças e adultos de todas as idades, gêneros e etnias através do contato direto com pessoas infectadas.

Geralmente, as pessoas acometidas apresentam vermelhidão no couro cabeludo, pescoço ou nuca, devido à coceira intensa e a sensação de movimento nos fios causada pelo parasita, além de pequenos pontos esbranquiçados nos cabelos semelhantes à caspa.

A identificação e tratamento imediato é fundamental para evitar novas infestações e o agravamento de quadros existentes.

Por que a pediculose é mais comum no verão?

Calcula-se que durante o ciclo de vida do piolho, que costuma ser cerca de 30 dias, o piolho fêmea coloque de 150 a 300 ovos (lêndeas), segundo matéria divulgada pelo portal FioCruz.

Especialistas do Ministério da Saúde afirmam que as fêmeas preferem se acasalar e depositar seus ovos em ambientes quentes, úmidos e escuros, depositando seus ovos nos fios de cabelo. De acordo com os profissionais da saúde, em informação no portal da Unimed, quanto maior a temperatura, mais acelerado é o desenvolvimento do piolho dentro do ovo.

Dessa forma, o verão, marcado por elevadas temperaturas, é um clima favorável para a maior proliferação de piolhos e lêndeas.

Vale relembrar que a estação coincide com a volta às aulas, motivo este que contribui para que crianças em idade escolar sejam o principal alvo de piolhos e lêndeas.

Piolhos X verão: como proteger fios e couro cabeludo no calor?

Além de atentar-se aos sintomas da pediculose, durante o verão, alguns cuidados são fundamentais para manter os fios e o couro cabeludo protegidos.

1. Higienização dos fios e utilização diária de pente fino:

É essencial realizar a higienização dos fios e utilizar pente fino diariamente. Esse tipo de pente auxilia na detecção e na retirada de piolhos e lêndeas. O pente fino pode ser adquirido em farmácias e no e-commerce da PioLess, empresa especializada em produtos que aliviam os sintomas da pediculose.

2. Evitar o compartilhamento de objetos pessoais:

A principal fonte de transmissão da pediculose é o contato direto entre pessoas infectadas. Portanto, o compartilhamento de objetos de uso pessoal como toucas de banho, pentes, escovas, bonés e tiaras deve ser evitado.

3. Higienização de objetos pessoais e pelúcias: 

Objetos pessoais como roupas, lençóis, pentes e escovas devem ser higienizados diariamente em água fervente por cerca de 10 minutos, caso o material permita. No caso de tiaras e acessórios, é sempre importante desinfetar com álcool logo após seu uso.

Além dos pelos humanos, os piolhos também costumam colocar seus ovos em pelúcias. Por isso, armazená-las em sacolas fechadas por uma semana é fundamental para controlar a infestação.

4. Cabelos longos devem estar sempre presos:

Infestações de pediculose são mais fáceis de serem identificadas em pessoas que possuem cabelos curtos. No entanto, não há a necessidade de cortar os fios caso estes sejam longos. Basta mantê-los presos e higienizar elásticos e demais acessórios utilizados no penteado logo após seu uso.

5. Inspeção diária dos fios:

Revisar a cabeça diariamente é um método extremamente necessário para identificar possíveis casos de pediculose. No caso de crianças em idade escolar, a inspeção deve ser redobrada, principalmente caso algum alerta da doença tenha sido emitido pela escola.

O que fazer em casos de piolhos?

Além de atentar-se aos sintomas da doença e redobrar os cuidados durante o verão, indivíduos que convivam com a pessoa infectada devem ser notificados o quanto antes. Devido ao fato da pediculose ser uma infestação coletiva, especialistas da Sociedade Brasileira de Dermatologia recomendam que essa notificação e a busca por ajuda profissional sejam feitas o quanto antes para que não haja uma reincidência da doença ao tratar apenas um paciente.

Ajuda profissional da PiolhoLess resolve casos de pediculose em crianças e adultos

Para resolver casos de pediculose de forma profissional, pais, mães e cuidadores podem contar com os serviços da PiolhoLess. Pioneira no mercado brasileiro de tratamento para piolhos e lêndeas, o estabelecimento tem uma proposta inovadora: acabar com piolhos e lêndeas em apenas duas sessões, de maneira confortável.

Através de um tratamento rápido, profissional e seguro, a PiolhoLess utiliza uma tecnologia de aspiração, e após essa etapa, é passado um pente fino de aço nos fios de cabelo dos clientes, com produtos exclusivos e de origem natural, sem adição produtos tóxicos ou químicos. 

Respeitando as normas de segurança e higiene, os atendimentos presenciais são realizados mediante agendamento prévio nas unidades de Vila Olímpia ou Pinheiros, ambas localizadas na cidade de São Paulo.

Clientes que moram fora de São Paulo ou que tenham interesse em aliviar os sintomas da pediculose em suas residências também podem adquirir o Kit PioLess no e-commerce da empresa. O Kit PioLess conta com shampoo, condicionador e spray desembaraçante que ajudam a repelir piolhos e lêndeas sem agredir os fios e o couro cabeludo.

Os serviços PiolhoLess e produtos PioLess são de origem natural. Por não serem medicamentos, são dispensados de registro na Anvisa.

Complementando o Kit PioLess, há também o pente fino, ferramenta essencial para a remoção dos parasitas dos cabelos. O uso diário do pente fino é essencial para remover piolhos. Para utilizar o pente fino basta aplicar os produtos do Kit PioLess, dividir os cabelos em partes e utilizar o pente da base até o final dos fios.

Website: http://piolholess.com.br/

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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