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Pós-graduação brasileira cresceu 48% na última década

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A pós-graduação stricto sensu brasileira passou de 3.128 programas, em 2011, para 4.650, em 2020.

A pós-graduação stricto sensu brasileira cresceu 48,6% na última década, passando de 3.128 programas, em 2011, para 4.650, em 2020. A informação, que reúne cursos de mestrado e doutorado, foi divulgada por Benedito Aguiar, presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Nesse contexto, a Capes tem cumprido um importante papel no apoio à pós-graduação, por meio do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG).

O presidente da Capes confia no potencial transformador da ciência e da tecnologia brasileiras, impulsionado pela pós-graduação, para diagnóstico e combate à Covid-19. Ele citou o Programa de Combate a Epidemias da Capes, “uma amostra do potencial científico do SNPG e da capacidade de darmos uma resposta rápida a uma demanda emergente e importante para a nossa sociedade”.

O programa conta com um investimento de R$ 200 milhões, ao longo de quatro anos, e a concessão de até 2.600 bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado. A iniciativa foi implementada em duas dimensões: uma ação emergencial – que ofereceu 1.189 bolsas logo no início da crise – e a ação estratégica focada na indução de temas de pesquisa específicos, com a seleção de 109 projetos que envolveram 55 instituições de ensino e pesquisa e 1.300 pesquisadores.

Com informações da Capes

 

Por | gov.com.br

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Peugeot estreia novo logotipo e muda identidade para perfil de luxo

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Peugeot estreia novo logotipo e muda identidade para perfil de luxo

Considerado o 11º da história da marca francesa, o novo emblema chega para simbolizar a mudança de identidade da empresa no mercado e o papel que será desempenhado a partir de agora dentro do grupo Stellantis. Stellantis é um grupo automotivo franco-ítalo-americano multinacional baseado nos Países Baixos, formado a partir da união da montadora ítalo-americana Fiat Chrysler Automobiles com a montadora francesa PSA Group, após a conclusão de um acordo de fusão 50-50.

Brasão de armas de Sochaux.

Foi projetado com inspiração em clássicos do passado, como o Peugeot 404 da década de 60, mas mantendo foco em aspectos como minimalismo e elegância. O destaque visual continua sendo o leão, que faz referência à cidade de origem da companhia, Sochaux, a cidade foi construída para abrigar a fábrica de automóveis da Peugeot e seus funcionários – mas agora retratado apenas pela cabeça – e não mais com as patas como acontecia até então.

O que muda também é a grafia “Peugeot” que vai na parte superior do escudo.

A nova identidade estará presente em tudo que se relaciona à marca, a começar pelo digital. Todos os sites estrearão a novidade e o processo de vendas online está sendo descrito como “mais fluido” a partir de agora. Além disso, a logomarca estará estampada na fachada das concessionárias, materiais de marketing e redes sociais.

Além de simbolizar os 210 anos da Peugeot, o novo logo também promete refletir a mudança de posicionamento da empresa dentro do grupo em que está inserida. Desse modo, a estratégia comercial será menos generalista e mais voltada para aspectos como luxo e também esportividade.

O primeiro modelo a estrear a novidade será o 308 de nova geração, que estreará publicamente no próximo dia 18 de março.

Peugeot estreia novo logotipo e muda identidade para perfil de luxo

Nova identidade dos concessionários Peugeot.

 

Por | Ademilson Ramoswww.engenhariae.com.br

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Satélite brasileiro será lançado na madrugada deste domingo

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Lançamento do Amazonia 1 será transmitido ao vivo pela Agência Brasil.

Será lançado no início da madrugada deste domingo (28) o foguete que levará, consigo, o Amazonia 1 – o primeiro satélite de observação da Terra totalmente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. O lançamento, previsto para ocorrer à 1h54 (horário de Brasília), será transmitido ao vivo pela Agência Brasil e pela TV Brasil.

O Amazonia 1 será colocado em órbita pela missão PSLV-C51, da agência espacial indiana Indian Space Research Organisation (ISRO). Com seis quilômetros de fios e 14 mil conexões elétricas, o satélite integra a Missão Amazonia 1, que tem, por objetivo, fornecer dados de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento, especialmente na região amazônica, além de monitorar a agricultura no país.

“O satélite Amazonia 1, que é de sensoriamento remoto óptico, vai dar autonomia ao Brasil para melhor monitorar seus diversos biomas, seus mares e todos os alvos de interesses que temos, porque é um satélite que estará sob domínio completo do Brasil”, explica o presidente da Agência Espacial Brasileira, Carlos Moura, que acompanha comitiva na Índia. “O momento de um lançamento como esse é o coroamento de esforços que duram muitos anos, às vezes dezenas de anos. Para alguns profissionais, é o desafio da carreira. O Amazonia 1 coroa esse esforço do Brasil que vem lá de 1979, 1980, com a Missão Espacial Brasileira, de o país ser capaz de desenvolver o satélite próprio de sensoriamento remoto óptico”, disse Carlos Moura.

O satélite 100% brasileiro ainda no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, antes de embarcar para a Índia . - INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

O satélite 100% brasileiro ainda no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, antes de embarcar para a Índia . – INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

O Amazonia 1 vai gerar imagens do planeta a cada 5 dias. Sob demanda, poderá fornecer dados de um ponto específico em 2 dias – o que, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ajudará na fiscalização de áreas que estejam sendo desmatadas, bem como na captura de imagens onde haja maior ocorrência de nuvens. De acordo com o instituto, o novo satélite possibilitará também o monitoramento da região costeira, de reservatórios de água e de florestas (naturais e cultivadas). Há, ainda, a possibilidade de uso para observações de possíveis desastres ambientais.

Olhar para dentro

Segundo o presidente da Agência Espacial Brasileira, tanto as missões que miram o ambiente terrestre como as que miram outros corpos celestes são de grande importância. “Os sistemas espaciais – os satélites que observam a Terra a partir de um ponto de vista privilegiado – nos permitem conhecer melhor os nossos oceanos, os nossos biomas, a nossa atmosfera, compreender melhor esse conjunto de fatores que fazem com que este planeta, até onde se saiba, seja o que contém as melhores condições de vida na forma como nós a conhecemos”, disse. “[Também é importante] se projetar para outros corpos celestes, tentando entender melhor como eles evoluíram e o que acontece com eles. Existem missões que procuram entender como ocorreu a evolução de outros corpos, se houve vida ou não, se eles têm componentes materiais que podem ser úteis para humanidade ou não”, acrescentou.

Missão Amazonia e Plataforma Multimissão

A Missão Amazonia pretende lançar, em data a ser definida, mais dois satélites de sensoriamento remoto: o Amazonia 1B e o Amazonia 2. “Os satélites da série Amazonia serão formados por dois módulos independentes: um módulo de serviço – que é a Plataforma Multimissão (PMM) – e um módulo de carga útil, que abriga câmeras e equipamentos de gravação e transmissão de dados de imagens”, detalha o Inpe.

Além de ajudar no monitoramento do meio ambiente, a missão ajudará na validação da Plataforma Multimissão como base modular para diversos tipos de satélites. Essa plataforma representa, segundo o Inpe, “um conceito moderno de arquitetura de satélites, que tem o propósito de reunir em uma única plataforma todos os equipamentos que desempenham funções necessárias à sobrevivência de um satélite, independentemente do tipo de órbita.”

Entre as funções executadas pela plataforma estão as de geração de energia, controle térmico, gerenciamento de dados e telecomunicação de serviço – o que possibilitará a adaptação a diferentes cargas úteis, além de reduzir custos e prazos no desenvolvimento de novas missões.

“Essa competência global em engenharia de sistemas e em gerenciamento de projetos coloca o país em um novo patamar científico e tecnológico para missões espaciais. A partir do lançamento do satélite Amazonia 1 e da validação em voo da PMM, o Brasil terá dominado o ciclo de vida de fabricação de sistemas espaciais para satélites estabilizados em três eixos”, informa o Inpe.

Entre os ganhos tecnológicos que a missão deverá render ao país, o Inpe destaca, além da validação da PMM, a consolidação do conhecimento do país no ciclo completo de desenvolvimento de satélites; o desenvolvimento da indústria nacional dos mecanismos de abertura de painéis solares, o desenvolvimento da propulsão do subsistema de controle de atitude e órbita na indústria nacional e a consolidação de conhecimentos na campanha de lançamento de satélites de maior complexidade.

 

Por | Pedro Peduzzi e Adrielen Alves – Repórteres da Agência Brasil e da Rádio Nacional – Brasília

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Anatel aprova edital de leilão de 5G

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O ministro das Comunicações, Fábio Faria, durante coletiva à imprensa, nesta sexta-feira (26). - Foto: MCom
O ministro das Comunicações, Fábio Faria, durante coletiva à imprensa, nesta sexta-feira (26). - Foto: MCom

A expectativa é que a licitação ocorra ainda neste semestre.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou o edital do leilão das faixas de radiofrequência para a prestação de serviços de telecomunicações por meio de 5G no Brasil. O 5G é a quinta geração de tecnologia de comunicação móvel. O documento será enviado para análise do Tribunal de Contas da União (TCU), e, depois, retorna à Anatel. A expectativa do Governo Federal é promover a licitação ainda neste semestre.

A decisão foi tomada durante reunião, nessa quinta-feira (25), de representantes da Anatel. “Nós teremos condições de cumprir o prazo e fazer com o que o Brasil possa realizar logo o seu leilão. Esse é um marco para o desenvolvimento do país. É o padrão tecnológico mais elevado para os serviços móveis”, afirmou o ministro das Comunicações, Fábio Faria, em coletiva à imprensa, nesta sexta-feira (26), para anunciar as regras do edital.

O ministro destacou que a nova tecnologia promete velocidades superiores ao do 4G e maior conectividade entre máquinas e sensores instalados em fábricas e indústrias. “O 4G foi feito para as pessoas. Ele veio com áudio, com vídeo, e foi um serviço que ajudou muito nessa interação entre pessoas. O 5G vem para as empresas. Ele vem para as indústrias. As indústrias vão dar um salto de qualidade jamais visto. Não é apenas aumento de cem vezes a velocidade, é a conexão com toda a empresa, com toda a cadeia produtiva. Você vai conseguir eliminar desperdício”, explicou.

Segundo o presidente da Anatel, Leonardo de Morais, esse será o maior edital de outorga de direito de uso de radiofrequência da Anatel. “O 5G irá remodelar a sociedade e os meios produtivos. Não se trata de apenas mais 1G, mas de um guarda-chuva que potencializa e envolve várias outras tecnologias.”

O que será ofertado no leilão

Serão ofertadas as frequências de 700 MHz, 2,3 GHz, 3,5 GHz e 26 GHz. Elas proporcionam maior volume de recursos de espectro para que as prestadoras possam expandir as redes em todo o país.

A proposta aprovada estabelece, por exemplo, compromissos de investimentos de cobertura que obrigam as empresas vencedoras do leilão a atenderem com tecnologia 4G ou superior áreas pouco ou não servidas, com mais de 600 habitantes, como localidades e estradas.

Para os municípios com mais de 30 mil habitantes, segundo a Anatel, estão previstos compromissos de atendimento já com tecnologia 5G.

O edital também prevê recursos da ordem de R$ 1,5 bilhão para a implementação de redes de transporte em fibra óptica na região Norte, por meio do programa Norte Conectado e a construção da Rede Privativa de Comunicação da Administração Pública Federal, estratégica para a segurança nacional. Inicialmente, essa rede de comunicação será exclusiva para o uso do Poder Executivo, mas, depois, poderá ser estendida a outros poderes.

Consulta pública

O edital do leilão de 5G foi objeto de consulta pública durante 60 dias. Nesse período, recebeu 262 contribuições da sociedade.

Tecnologia de quinta geração

Segundo a Anatel, diferentemente das mudanças nas gerações passadas (2G, 3G e 4G), o foco desta tecnologia não está somente no incremento de taxas de transmissão. Está, sobretudo, no atendimento de diferentes serviços.

O 5G concretizará conceitos como os de Internet das Coisas e aprendizagem de máquina em tempo real. Promete diversificar os serviços oferecidos em setores como segurança pública, telemedicina, educação a distância, cidades inteligentes e automação industrial e agrícola.

Entre os avanços esperados para o 5G estão:

– Maior velocidade;
– Tempo mínimo entre o estímulo e a resposta da rede de Telecom;
– Maior densidade de conexões;
– Maior eficiência espectral;
– Maior eficiência energética dos equipamentos, ou seja, maior economia e sustentabilidade.

 

Por | gov.com.br

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