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Visual Merchandising: estratégias podem ser decisivas no momento de posicionar e exibir produtos

Criar um display expositor em 3D para apresentar um novo produto ou destacar os diferenciais de serviços de uma loja são características de ações de merchandising que, se trabalhadas de forma eficiente e estratégica, atraem a atenção do consumidor e aumentam as vendas, independentemente do tipo de loja.

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São Paulo, SP 22/2/2021 – Manter uma equipe especilizada em VM é fundamental para apromirar a experiência do cliente no ponto de venda – Pastre – CEO na Bárions

Criar um display expositor em 3D para apresentar um novo produto ou destacar os diferenciais de serviços de uma loja são características de ações de merchandising que, se trabalhadas de forma eficiente e estratégica, atraem a atenção do consumidor e aumentam as vendas, independentemente do tipo de loja.

Visual merchandising é o processo de projetar e integrar todos os aspectos de uma loja ou espaço comercial – da escolha da planta/piso à quantidade de itens em uma prateleira, a fim de oferecer aos clientes uma experiência de compras emocionante, maximizando as vendas.

Esta especialidade do marketing é capaz de entender o comportamento dos clientes em um espaço físico e traçar estratégias de posicionamento de produtos, favorecendo o processo de compras.

De acordo com Marcos Andrade – Presidente da ABIESV, em 2020 o Brasil contava com, pelo menos, 53 mil profissionais capacitados para pensar e aplicar estratégias de VM.

Em uma publicação do site Brain Rules, o Dr John J. Medina, biólogo especialista em desenvolvimento molecular, explica que ao adicionar um elemento visual à comunicação, a lembrança da mensagem aumenta em até 65%. 

Isso significa que a informação visual afeta muito mais os consumidores do que a fala ou escrita. Logo, apostar em comunicação visual tem um impacto muito maior no aumento das vendas.

Para explicar melhor esse conceito, a Xerox desenvolveu um documento intitulado 20 ways to share color knowledge (20 maneiras de compartilhar conhecimento de cores), onde lista como as cores capturam a atenção, aumentam a produtividade, melhoram a comunicação e ajudam a impulsionar as vendas.

É justamente neste conceito que o Visual Merchandising atua. Segundo pesquisa realizada pela Nielsen em 2015, 70% das decisões de compras foram tomadas na frente da gôndola, sendo 50% delas no chamado piloto automático, ou seja, quando o consumidor não planeja a compra e adquire o produto por impulso.

A disposição da loja

A correta disposição de elementos dentro de uma loja faz com que os visitantes percorram caminhos que favoreçam a compra. Os clientes devem perceber como é fácil se movimentar e comprar, sem desgrudar os olhos das prateleiras.

Por isso, é necessário planejar o layout do piso, ou seja, como e onde os produtos serão expostos, assim como outras necessidades do espaço como caixas, atendimentos e provadores.

Há três layouts principais utilizados como referência em um projeto de visual merchandising: 

  • Layout de loja simples
  • Layout de loja angular
  • Planta em loop

Mais informações sobre cada uma das possibilidades de layout estão disponíveis em Como planejar o layout de lojas.

Planejamento de exibição de produtos e mercadorias no ponto de venda

Com o projeto de planta baixa definido, é hora de planejar a posição e oferta de produtos. Este é um ponto crucial do projeto já que um desenvolvimento assertivo pode acarretar em compras extras. 

Algumas estratégias básicas de merchandising como manter os produtos mais consumidos no fundo da loja, posicionar as ilhas e gôndolas para criar caminhos até o fundo da loja e manter itens sazonais, pequenos e com maiores margens de lucro visíveis e sempre na frente da loja são fundamentais. 

A Bárions Produções, empresa especializada em desenvolvimento de display, expositores e cenografia para o ponto de venda, explica no texto Planejamento para exibição de produtos e mercadorias para ponto de venda seis ações básicas que toda estratégia de VM precisa ter.

Como aprimorar ações de visual merchandising

Para o desenvolvimento de estratégias mais assertivas, Alfredo Pastre – CEO da Bárions Produções, listou algumas dicas básicas e possíveis para todos os tipos e tamanhos de estabelecimentos.

  • Criar categorias de produtos torna a busca mais fácil para o consumidor e uma aparência mais consistente para o espaço. Agrupamentos-padrão são feitos de forma macro, em corredores, e micro nas prateleiras. O ideal é encontrar o que faz sentido de acordo com cada modelo de negócios e perfil de clientes. 
  • Itens de alta margem de lucro devem, sempre, estar na frente na loja. Alguns exemplos são expositores de óculos, itens escolares, refrigerantes, pilhas e pequenos eletrônicos.
  • Consumíveis, produtos de uso diário ou itens de maior volume de vendas devem ficar expostos no fundo da loja. Desta forma, os consumidores verão outros itens durante o caminho, aumentando as chances de venda extra.
  • Os itens sazonais são perfeitos para vendas cruzadas e de impulso, por isso devem estar localizados nas extremidades dos corredores e do lado direito da loja, já que é este caminho que os consumidores costumam percorrer. Este também é o momento ideal para expor diversos itens, complementares e associados, e fazer uma venda casada.

Para que as estratégias de layout e posicionamento ganhem ainda mais força, as peças de exposição devem ser diferenciadas e realçar os benefícios da marca e produtos.

Essa estratégia é extremamente necessária em espaços multimarcas, como supermercados, por exemplo.

O display ideal é aquele que, além de expor o produto, é capaz de convencer o consumidor a realizar uma compra. Da comunicação visual, a exposição dos itens, posicionamento do expositor dentro da loja e até a qualidade do acabamento são fundamentais.

Por isso, empresas como a Bárions Produções possuem departamentos próprios e dedicados para a execução dos displays expositores, da concepção em 3D à positivação no ponto de venda. Considerada uma empresa referência no segmento, a Bárions Produções também desenvolve conteúdos que ajudam estudantes e profissionais de visual merchandising a entender e planejar melhor seus modelos de displays:

Para saber mais informações sobre comunicação visual, displays e estratégias de visual merchandising: barions.com.br/blog

Website: https://www.barions.com.br

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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