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Aluguel por temporada é opção mais segura e procurada por turistas durante a pandemia de Covid-19

Com a pandemia de Covid-19, o setor de turismo vem sendo impactado. Por outro lado, a população tem buscado alternativas, evitando aglomerações e optando por espaços mais reservados, como casas e apartamentos, localizados em pontos turísticos próximos de onde mora.

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Fortaleza, CE 27/1/2021 – Em 2020, o mês de maio registrou um aumento de 150% na locação de imóveis, destacando procura por casas localizadas em destinos como serra e cidades praianas.

Com a pandemia de Covid-19, o setor de turismo vem sendo impactado. Por outro lado, a população tem buscado alternativas, evitando aglomerações e optando por espaços mais reservados, como casas e apartamentos, localizados em pontos turísticos próximos de onde mora.

Em 2020, o mês de maio registrou um aumento de 150%, destacando procura por casas localizadas em destinos como serra e cidades praianas para locação a curto e médio prazo.

Com a pandemia de Covid-19, o setor de turismo vem sendo diretamente afetado, causando prejuízos imensuráveis ao ramo de hotelaria. Por outro lado, o público tem buscado alternativas mais seguras de turismo, evitando aglomerações e optando por espaços mais reservados, como casas ou apartamentos, localizados em pontos turísticos próximos de sua cidade natal, para aproveitar com a família, impulsionando o crescimento do mercado das plataformas de aluguel por temporada.

Uma pesquisa realizada em 2020 pela Airbnb, durante o mês de maio, registrou um aumento de 150% na procura por imóveis em destinos de até 300 quilômetros de distância dos grandes centros urbanos, destacando opções por casas no campo/serra ou em pequenas cidades praianas. Já na VRBO, empresa conhecida anteriormente como Alugue Temporada no Brasil, a procura por imóveis de temporada em junho já foi 120% maior que em maio. Dez meses se passaram e o cenário continua favorável para a locação de imóveis em áreas turísticas.

Os dados mostram ainda que o público vem optando por esse novo método de aluguel mais simples e sem burocracias que, muitas vezes, oferece preços mais vantajosos do que em processos tradicionais realizados pela rede de hotelaria. O mercado para esse segmento vem conquistando não só o público que aprecia conhecer novos destinos, como também vem trazendo grandes ganhos econômicos para o país. Pesquisa realizada pela Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade em 2020 – Investe SP destaca números atuais gerados pela plataforma Airbnb – sobre o aluguel de apartamentos por curta temporada -, demonstrando um crescimento de 92% em relação ao ano anterior. Ao todo, esse mercado chega a render R$ 1,2 bilhão por ano, de acordo com dados divulgados pela plataforma VRBO, chegando ao mesmo patamar registrado em países europeus como Espanha e Itália.

Mesmo com a pandemia de Covid-19, os dados do turismo no Ceará também surpreenderam. O estado registrou o maior crescimento no índice de atividades turísticas do país durante o mês de agosto. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve um aumento de 85% no mês em relação a julho, tendo quase o dobro do crescimento da Bahia, que ocupou o segundo lugar da lista de locais mais visitados, com 48%. A pesquisa também mostra que o índice no Ceará foi bem superior ao da média do Brasil, que chegou a 19% se comparado a julho de 2020.

Facilidade no processo de locação e opção segura para rentabilizar o imóvel

Com o crescimento na procura por imóveis a curto e médio prazo e com a chegada da alta temporada e dos feriados, rentabilizar um imóvel torna-se uma opção muito viável e lucrativa para os donos de imóveis localizados em pontos turísticos no Ceará. E, nesse contexto, para reduzir o trabalho e as preocupações dos proprietários, uma das alternativas, por exemplo, é a plataforma Apartio, especializada em gestão de imóveis por temporada, que disponibiliza um sistema de atendimento completo, desde o processo de planejamento do anúncio do imóvel – inserido nos principais canais de reserva – até a parte operacional da locação, com o atendimento aos hóspedes.

No ano passado, a empresa registrou um crescimento significativo, só no mês de dezembro o número de reservas teve um aumento de 80%, quando comparado a novembro. Além das reservas, a Apartio também teve um crescimento na base de apartamentos, com um avanço de 60% em apenas um único mês.

Recém-chegada no mercado cearense, há apenas 3 meses, a plataforma conta com mais de 20 residências em seu portfólio no estado, em sua maioria, localizadas no Porto das Dunas e Fortaleza, além de destinos turísticos como o Cumbuco, com ampliação do negócio para outras localidades como Flecheiras, Taíba, Jericoacoara e Icaraizinho de Amontada.

“Nós fundamos a Apartio para simplificar e melhorar o aluguel por temporada. Nossa equipe cuida de toda a operação e proporciona maior rentabilidade para o proprietário, enquanto garantimos também a qualidade da experiência do hóspede em sua hospedagem”, destaca Luiz Studart, CEO e fundador da Apartio.

A empresa cuida de todo o processo para o proprietário, que vai da precificação e contratação do aluguel até os serviços de hospitalidade, como a limpeza e a manutenção do imóvel após sua utilização, oferecendo comodidade e segurança tanto para os hóspedes quanto para os donos dos imóveis. A plataforma on-line dispensa a necessidade de contato entre locador e locatário, agilizando o processo de oferta do imóvel e facilitando a estadia.

Diferente de outras startups de aluguel por temporada, que exigem exclusividade no uso do imóvel, a Apartio oferece um trabalho distinto para o proprietário que, além de alugá-lo, também pode utilizá-lo em momentos pontuais. “Antes de assinar o contrato, o proprietário pode escolher quantas vezes por mês ele gostaria de usufruir do espaço, e já deixamos as datas agendadas para que ele possa curtir seu imóvel sem afetar sua rentabilidade”, destaca o CEO da Apartio. Além disso, a empresa também oferece uma interface para que o proprietário tenha controle das reservas realizadas em sua propriedade e acompanhe os rendimentos.

O custo inicial do proprietário nesse serviço é zero, a empresa fatura por meio de comissão sobre as reservas realizadas no imóvel. O serviço inclui avaliação do imóvel, produção de fotos para anexar ao anúncio, sugestão de melhorias para tornar o imóvel mais atrativo para os inquilinos, publicação dos anúncios nas melhores plataformas de reserva, atendimento aos hóspedes, veiculação de anúncios, área logada no site para acompanhamento dos resultados da unidade e precificação dinâmica – calculada por meio de um software exclusivo que garante a melhor rentabilidade de acordo com o mercado local. A parte operacional, como limpeza e troca de enxoval, também é feita pela equipe da Apartio, garantindo a segurança dos hóspedes neste período da pandemia de Covid-19.

Serviço:
Apartio – Aluguel por Temporada
Site: https://www.apartio.com.br/
Instagram: @stayapartio
Contato: (85) 98699.5707

Website: https://www.apartio.com.br/

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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