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Empresas investem em Data Science para garantir um diferencial competitivo para os negócios

A ciência de Dados possibilita as empresas compreenderem a dinâmica de mercado atual e futuro, a partir dos dados coletados e analisados

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São Paulo, SP 9/2/2021 – Com o surgimento de Big Data e Business Intelligence (BI), as empresas estão cada vez mais conscientes da importância de uma gestão eficaz da informação

A ciência de Dados possibilita as empresas compreenderem a dinâmica de mercado atual e futuro, a partir dos dados coletados e analisados

O avanço acelerado da tecnologia digital produz inúmeras criações de dados e armazenamentos crescentes de informações, e com o fluxo cada vez maior empresas buscam pela aplicação de Data Science para otimizar seus negócios, segundo a Gartner, empresa líder mundial em pesquisa e aconselhamento em tecnologia acerca do mercado de Tecnologia da Informação. De acordo com a empresa, o mundo vive a era da Big Data, ou seja, uma era em que dados de grande variedade chegam a volumes crescentes e com velocidade cada vez maior.

Nesse desafio de lidar com enorme fluxo de informações diárias, utilizar Data Science tornou-se um diferencial para os negócios, afirma Antonio Cutrim Tavares Filho, analista de sistemas com foco em gerenciamento de implantação de software, análise de sistemas, migração de sistemas e desenvolvimento de projetos. O profissional explica que Data Science, também chamado de Ciência de Dados, é uma área que estuda e utiliza diversas tecnologias para capturar, analisar e interpretar dados com objetivo de extrair informações para adotar o melhor caminho na tomada de decisão em um cenário de incerteza. “Ciência de dados significa fornecer metas para os dados. Como resultado, você pode ter uma compreensão mais abrangente do processamento e da governança no gerenciamento deles, para que Data Science possa ser concluída”, relata Antonio Cutrim, pós-graduado em Gestão de Projetos, com experiência com Big Data, Data Mining e Data Warehouse.

O objetivo de Data Science no setor empresarial, conforme Cutrim, é de melhorar o insights (intuições) nas tomadas de decisões e trazer resultados mais dinâmicos, colocando a empresa em uma vantagem competitiva. “O processo de Ciência de Dados segue uma sequência, são elas: dados, informações, conhecimento, insight e inteligência. Primeiro solidamos uma base de dados para realizar análises fortes, em seguida, são feitos experimentos na busca de um crescimento sustentável, para daí ter uma infraestrutura que possibilite tomar decisões com mais eficiência. A estratégia é fazer uma análise em cima dos fenômenos reais e atuais, não só estatístico”, de acordo com o analista de sistemas, que possui o curso de Introdução à Ciência da Computação (CS50) pela Universidade Harvard (EUA).

Antonio alega que as vantagens de implantar Ciência de Dados nas empresas são enormes, além de melhorar o desempenho e a produtividade, é possível fazer uma estimativa para um perfeito planejamento de negócios futuros. E lembra que a análise inteligente de dados tem elevada importância em um cenário de crise econômica. “Tenho sólida experiência em Tecnologia da Informação e em Implantação de Sistemas para as áreas empresariais, comercial, vendas, financeira, recursos humanos e terminal de contêineres, também, em migração de software e atualização de versões de software. E posso dizer que passamos a enxergar nos dados valores que geram insights, montando um quadro que aperfeiçoamos os serviços e os produtos, de forma rápida e objetiva, com soluções de problemas, até mesmo, complexos”, declara o analista de sistemas.

A busca por essa tecnologia, segundo Cutrim, é cada vez maior tanto por parte das empresas como também por parte dos profissionais que estão migrando para esse setor, e especializando-se cada vez mais. “O gerenciamento de dados não é apenas uma moda das empresas. Com o surgimento de Big Data e Business Intelligence (BI), as empresas estão cada vez mais conscientes da importância de uma gestão eficaz da informação e do uso inteligente desses dados para aumentar as vendas e orientar as decisões estratégicas”, explica o especialista, com vasta experiência em análise de sistemas, análise de requisitos, análise de sistemas utilizando UML, engenharia de software e otimização de SQL.

Em 2020, entrou em vigor a Lei n° 13.709/18, chamada de Lei de Proteção de Dados – LGPD, que regulamenta a política de proteção de dados pessoais coletados por organizações públicas e privadas. No âmbito da norma, é considerado dado pessoal qualquer tipo de informação relacionada a um indivíduo que defina sua identidade. “Data Science vai requerer mais cuidados e atenção do que nunca, já que agora a privacidade e o compartilhamento de informações devem seguir a LGPD. A lei é bem firme em relação à proibição da coleta e à utilização de informações pessoais sem autorização. Temos que ficar atentos a ela, principalmente os profissionais que trabalham com isso, porque hoje está proibido expressamente a venda de dados para terceiros e a coleta e a utilização de informações pessoais em campanhas de marketing, sem autorização”, menciona Cutrim.

“Os dados coletados são extremamente importantes para entender as tendências do mercado, obter insights sobre os clientes e melhorar as operações e os processos de gerenciamento. A segurança da informação é uma etapa indispensável no gerenciamento de dados e mais complexas, pois depende de todos da organização”, finaliza o analista de sistemas Antonio Cutrim Tavares Filho, com forte experiência em gerenciamento de projetos, levantamento e modelagem de requisitos e documentação de software, e experiência desenvolvida para otimizar resultados, aplicando conhecimento teórico e prático, priorizando serviços de qualidade.

Website: https://www.linkedin.com/in/antoniocutrim/

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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