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LGPD: por que contratar uma consultoria de adequação à lei?

Get Privacy oferece consultoria em LGPD e outros serviços para empresas, como assessoria jurídica, segurança da informação e treinamentos.

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Curitiba, PR 1/3/2021 –

Get Privacy oferece consultoria em LGPD e outros serviços para empresas, como assessoria jurídica, segurança da informação e treinamentos.

A LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) entrou em vigor em setembro do ano passado e, desde então, tem alterado a rotina das empresas que agora precisam ter mais cuidado e atenção ao lidar com dados pessoais.

A lei é bem clara quando reivindica que as empresas se adaptem e façam uma avaliação dos seus processos internos com o objetivo de proteger e garantir a integridade e a privacidade de dados pessoais.

De fato, o processo de adequação à LGPD não costuma ser uma tarefa simples e rápida. Dependendo do tamanho da empresa, inclusive, um projeto de adequação à lei pode levar meses para ser executado, envolvendo diversos departamentos e pessoas.

Mas vale lembrar aqui que as pequenas empresas também devem se adequar. A LGPD não é uma lei exclusiva de médias e grandes organizações.

Para ler dicas de adequação, basta acessar 10 dicas práticas para adequar sua empresa à LGPD”.

Quem não estiver em cumprimento com a lei pode sofrer ações, sanções e multas de até 2% da receita da empresa no ano anterior, limitada a R$ 50 milhões por incidente.

Por falar nisso, as ações já vêm ocorrendo. A construtora Cyrela sofreu a primeira condenação em uma sentença que teve como base a LGPD.

Para evitar problemas e adotar um plano consistente de adequação à lei, é recomendado que as empresas contem com a ajuda de uma consultoria especializada em LGPD, como é o caso da Get Privacy.

A consultoria em LGPD oferece toda a base e os mecanismos que as empresas precisam para ter um projeto de adequação e conformidade que, de fato, atenda aos requisitos da lei e ainda seja assertivo, sem o desperdício de pessoal e de recursos.

Para entender melhor os riscos e obrigações da empresa em relação à Lei Geral de Proteção de Dados, basta acessar “Diagnóstico gratuito para LGPD”.

Motivos para contratar uma consultoria de LGPD

1. Orientação de um time especializado em proteção de dados

Um dos maiores benefícios de uma consultoria em LGPD é receber atendimento de um time multidisciplinar e especializado, que vai ter a capacidade de entender e de atender a demanda da empresa em diferentes âmbitos, como jurídico, compliance e segurança da informação.

Diferentemente do que muita gente acredita, o projeto de conformidade e adequação à LGPD vai muito além da revisão de contratos e acordos, e da adequação ou criação de uma política de privacidade.

Para a criação de um programa de conformidade seguro e consistente, é preciso entender o fluxo dos dados pessoais na empresa, avaliar riscos, alterar comportamentos e processos, estar preparado para problemas e incidentes, e, dependendo do caso, até adotar novas tecnologias.

Este trabalho minucioso e fundamental deve ser executado por profissionais qualificados e especializados em privacidade e proteção de dados.

2. Otimização de investimentos e de pessoal

Outra grande vantagem que uma consultoria especializada em LGPD oferece é a otimização de investimentos e de pessoal.

A consultoria em LGPD contribui para que os colaboradores da empresa se mantenham focados em seus afazeres. Deste modo, não há desperdício de tempo e, consequentemente, de dinheiro com tarefas para as quais os profissionais não estão devidamente capacitados.

Além disso, ao deslocar profissionais que não têm experiência na área para idealizar, criar e executar um projeto de adequação à LGPD, a empresa se expõe mais a riscos e problemas de conformidade.

3. Redução de riscos envolvendo multas, sanções e vazamentos de dados

A consultoria em LGPD tem um papel fundamental de avaliar e reduzir riscos que podem resultar em vazamentos de dados, multas e sanções.

Os riscos podem estar, por exemplo, em contratos, processos de coleta de dados e até em soluções de infraestrutura e comunicação que são utilizadas pela empresa.

Como se trata de uma equipe especializada, a consultoria tem a capacidade de fazer uma avaliação mais criteriosa do que precisa ser melhorado e otimizado a fim de que essas brechas sejam mitigadas.

Neste quesito, a consultoria tem a capacidade até de avaliar a segurança das tecnologias e dos sistemas usados pela empresa.

4. Treinamento do time

Outro ponto fundamental de ter o apoio de uma consultoria especializada em LGPD é ter a oportunidade de trabalhar com um programa de treinamento para a empresa.

Na prática, a LGPD exige que as empresas adotem uma cultura de proteção de dados. Por isso, é preciso que a empresa como um todo esteja engajada no processo de conformidade à lei.

Ao contratar uma consultoria em LGPD, a empresa pode garantir que os colaboradores serão treinados e orientados de modo a reconhecer a importância da lei e da adoção de uma nova postura, o que ajuda a diminuir os riscos de sanções, de multas e de incidentes de segurança.

Ajuda especializada em LGPD

A Get Privacy é uma joint venture especializada em LGPD que oferece soluções e serviços de consultoria, assessoria jurídica, segurança da informação, compliance, DPO as a Service, cursos e treinamentos.

O trabalho da Get Privacy é completo, de ponta a ponta, oferecendo todo o conhecimento necessário para que empresas de diferentes setores e portes, de pequenas a grandes, se adequem e se mantenham em conformidade com a lei.

Para saber mais sobre a Get Privacy, basta visitar getprivacy.com.br ou ligar para (41) 2391-0966 (WhatsApp).

Com informações de Get Privacy.

Website: http://getprivacy.com.br

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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em

Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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